Veracel apresenta Relatório de Sustentabilidade de 2021

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Nesta segunda-feira, dia 16 de maio, a Veracel Celulose apresentu seu Relatório de Sustentabilidade 2021, documento que tem por objetivo demonstrar os trabalhos das diversas iniciativas voltadas à sustentabilidade, como apoio a projetos sociais, iniciativas de proteção ao meio ambiente e o caminho da gestão da empresa em prol de um ambiente mais diverso e inclusivo.

Destaques do relatório a implementação de inovações tecnológicas, programas bem-sucedidos de conservação ambiental e de apoio social e o investimento da empresa na construção de uma nova rodovia estadual na Bahia também foram inseridos.

Estratégia

Segundo o Presidente da Veracel Celulose, Caio Zanardo, “o ano de 2021, foi dedicado a pensar estrategicamente a Veracel do futuro, além do foco em ações de inovação para garantir a competitividade da empresa e entregar valor para a sociedade, pautados pela forte orientação para a sustentabilidade e pela busca constante por um ambiente de trabalho cada vez mais diverso e inclusivo”, comenta Caio Zanardo, diretor-presidente da Veracel Celulose”, comentou.

De acordo com o Relatório, o investimento social contemplou coletivos rurais, comunidades de pesca e indígenas e diversas associações comunitárias. O investimento de mais de R$ 11 milhões também beneficiou projetos de agricultura familiar, iniciativas de geração de renda e de educação, além das ações da Veracel para apoiar a região Sul da Bahia após os impactos ocasionados pelas chuvas que atingiram a região em 2021.

O documento também revela os investimentos para o desenvolvimento econômico como compras de serviços, mercadorias e contratações locais da empresa, que representaram mais de R$ 745 milhões para o estado da Bahia, além de R$ 132 milhões na apuração de tributos municipais, estaduais e federais da região, nos 11 municípios onde a empresa tem operações.

Impacto

A construção da nova Rodovia BA-658 também teve impacto positivo com o investimento de R$ 95 milhões. Em parceria com o Governo do Estado, o empreendimento que já foi iniciado tem o prazo de 12 meses para sua conclusão, diminuirá a distância e o tráfego de carretas nas estradas e a emissão de gás carbônico.

Programas como Amigos da Fauna - que traz ações de proteção a animais silvestres do Sul da Bahia, o uso pioneiro de inteligência artificial para  evitar a colisão das barcaças marítimas que transportam a celulose da empresa com as baleias Jubarte, fruto da parceria com o Instituto Baleia-Jubarte (IBJ) e a empresa de navegação Norsul também constam no Relatório, bem como a implementação de novas ferramentas e do uso de imagens de satélite, digitalização de processos, monitoramento de dados, entre outros que geram mais eficiência e inteligência ao negócio.

Outra ação também lançada em 2021 foi o Programa Aliança, que busca ampliar a participação de parceiros no abastecimento de madeira para a produção de celulose, apresentando a silvicultura como uma alternativa de negócios para proprietários rurais no sul da Bahia e no Vale do Jequitinhonha/MG.

A Pandemia também trouxe mudanças no modelo de trabalho da empresa, bem como as ações relacionadas à diversidade e inclusão. A empresa consolidou o teletrabalho e o trabalho híbrido para algumas atividades e tornou a empresa signatária dos seguintes movimentos de diversidade e inclusão: Mulher Florestal do Ibá (Indústria Brasileira de Árvores Plantadas), ONU Mulheres, Coalização Empresarial para Equidade Racial e de Gênero, Coalização Empresarial pelo Fim da Violência Contra Mulheres e Meninas, Rede Empresarial de Inclusão Social e Fórum das Empresas pelo Direito LGBTI+. Para saber mais, acesse aqui. 


 Com informações da Veracel Celulose Foto: Reprodução

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 Sul da Bahia terá o primeiro Centro de Reabilitação de Quelônios

A partir de setembro, o Sul da Bahia terá seu primeiro Centro de Reabilitação de Quelônios. A obra complementará o trabalho do Programa de Monitoramento de Quelônios do Terminal Marítimo de Belmonte e será construída e gerida pela Veracel Celulose.

O objetivo principal é reabilitar tartarugas marinhas que necessitem de atendimento veterinário na região. Além do trabalho da Coordenadoria de Meio Ambiente da Veracel, o Centro contará ainda com um veterinário e equipe especializada e funcionará no Terminal Marítimo de Belmonte. O Centro será o único na região autorizado a reabilitar esses animais para que possam ser reinseridos no meio ambiente.  Outro trabalho a ser realizado no local será o diagnóstico das causas de mortes das tartarugas e gerar indicadores que contribuirão com novas ações de educação ambiental e de proteção das espécies no Sul da Bahia. Por temporada, são registradas uma média de 50 a 70 mortes de tartarugas que passarão a ser necropsiadas e investigadas, a depender do estado de decomposição.

Reabilitação

Segundo o coordenador de Meio Ambiente da Veracel, Tarciso Matos, o Centro terá capacidade para reabilitar quatro animais ao mesmo tempo. “Muitos inclusive de espécies ameaçadas de extinção, e será a peça que faltava em nosso trabalho do Programa de Monitoramento de Quelônios já realizado desde 2005 pela Veracel em 35 km de praias do Sul da Bahia. Além disso, entender a causa da morte das espécies na nossa região nos permitirá realizar análises mais profundas sobre o que vem acontecendo com as tartarugas e nos possibilitará contribuir efetivamente com a ciência nos estudos sobre preservação das espécies”, ressaltou.  O Centro, que teve as obras iniciadas em abril contará com uma área total de cerca de 600 m2, contendo 4 tanques para reabilitação. O atendimento será feito aos animais identificados pelo time de monitoramento do Programa da companhia dentro da faixa da foz do rio Jequitinhonha e da foz do rio Guaiú-Mirim. Contudo, no futuro, o Centro poderá receber quelônios marinhos de outras áreas do Sul da Bahia em parceria com os órgãos ambientais competentes.


 Com informações da Veracel Celulose Foto: Divulgação

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Tubarão-Tigre é capturado em Coroa Vermelha

A presença de um tubarão tigre, nesta quinta-feira, dia 28 de abril, na Praia de Coroa Vermelha, em Santa Cruz Cabrália, atraiu a atenção de moradores e turistas que estavam no local. O animal foi trazido para a areia, já morto, com a ajuda de pescadores e banhistas.

De acordo com a bióloga e instrutora de mergulho da Aloha Aquaturismo em Cabrália, Angelita Cogo, o tubarão tigre é encontrado em regiões temperadas e subtropicais do oceano, sendo raro de ser visto nadando na costa brasileira. O animal não é uma espécie em extinção.

Circunstâncias

Em entrevista exclusiva ao Jornal do Sol, o secretário de Agricultura e Meio Ambiente de Cabrália, Fernando Ricaldi confirmou que um tubarão tigre foi capturado hoje, e já chegou morto nas areias da Praia de Coroa Vermelha, trazido por pescadores. Segundo ele, provavelmente o animal foi preso em rede artesanal, fora dos arrecifes, porque estavam em alto mar e já chegou na praia morto.

“É um tubarão-tigre e não temos nenhuma informação de que esse animal esteja em extinção. No entanto, a prefeitura agora está apurando as circunstâncias em que ocorreu a morte do animal e se houve algum tipo de crime ambiental. Se foi morto a pauladas ou enforcado em rede. Provavelmente deve ter se embaraçado nessas redes na madrugada. Mas estamos apurando para tomar as providências necessárias”.

O destino do animal também está sendo alvo da apuração. “Os próprios pescadores já tiraram o animal do mar, para venda e consumo. Estamos tomando as providências para saber quem e de que maneira procederam, além da forma de matança e aproveitamento desse tubarão”, completou. 


 Foto: Reprodução 

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Ave extremamente rara é fotografada em Belmonte

Uma harpia  - ave classificada como criticamente em perigo de extinção no território baiano foi avistada e fotografada em uma fazenda em Belmonte. A presença do pássaro foi registrado pelo Projeto Harpia, apoiado pela Estação Veracel, a maior RPPN de Mata Atlântica do Nordeste, mantida pela Veracel Celulose.

A ave é a maior águia das Américas, e foi fotografada próximo ao seu ninho na região do município de Belmonte, no sul baiano. Segundo o professor da Universidade Federal do Espírito Santo e coordenador do núcleo do Projeto Harpia na Mata Atlântica, Aureo Banhos, "o apoio da RPPN Estação Veracel é fundamental para o avanço das nossas atividades nas florestas da Costa do Descobrimento", afirma o professor, que explica que a harpia fotografada é uma fêmea jovem, com aproximadamente 1 ano e meio de vida e tem sido monitorada desde junho de 2021.

“Nessa fase de amadurecimento, os filhotes voam em áreas próximas ao ninho onde estão os pais e ainda dependem de seus cuidados. Geralmente, as harpias colocam de um a dois ovos, mas apenas um sobrevive. Os pais tomam conta dele por cerca de dois a três anos, mesmo que já esteja voando e experimentando caçar sozinho. Por isso, a reprodução da harpia é lenta, o que faz com que a ave corra ainda mais risco de desaparecer”, salienta.

Nativa

A harpia é nativa das florestas tropicais das Américas Central e do Sul. No Brasil, as regiões da Amazônia e da Mata Atlântica são hábitats para a espécie, que depende de grandes regiões de floresta para sobreviver e é muito sensível aos impactos sobre a natureza, principalmente o desmatamento e a caça. A Coordenadora de Estratégia Ambiental e Gestão Integrada da Veracel, Virginia Camargos, explica que a harpia é um predador de topo na cadeia alimentar. “Necessita de disponibilidade de presas para sua alimentação, bem como de grandes árvores, para construção de seus ninhos", comenta.

Dentro da área da Estação Veracel foram identificados e são monitorados outros dois casais de harpias. Em abril do ano passado, foi possível capturar inclusive imagens extremamente raras da cópula de um desses casais. "Infelizmente, mesmo depois da cópula e da fêmea ter feito a postura e chocado o ovo, não houve o nascimento do filhote, o que pode ocorrer", explica Aureo. As harpias são monogâmicas, e o casal quase sempre usa o mesmo ninho para reprodução.


 Com informações da Veracel Celulose Foto: Divulgação

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Tartarugas: o que fazer se encontrar uma?

O casal de turistas paulista Denise Vieira e Rafael Ciccotti tiveram uma surpresa inusitada na manhã desta segunda-feira, dia 18 de abril, quando encontraram um filhote de Tartaruga de Pente, na Praia do Apaga Fogo, em Arraial d’Ajuda.

O animal, que cabia na palma da mão, não havia conseguido até o momento transpor as ondas para chegar ao seu habitat, o mar. E os turistas, não sabendo o que fazer, contataram diversos profissionais e entidades, mas sem sucesso. Inclusive chegaram a levar o animal até o hotel onde estavam hospedados. Por fim uma bióloga recomendou que levassem o animal para soltura no mar, o que foi feito.

“Espero que a tartaruguinha esteja bem. Soltá-la no mar, tão fraca me deu um aperto no coração”, revelou Denise.

Apesar de parecer inédito o feito, ele acontece com mais frequência do que se imagina. E sempre sobram dúvidas do que se deve ou não fazer quando se depara com animais marinhos e tartarugas em desova, por exemplo.

Recomendações

Segundo a bióloga do Projeto Coral Vivo e voluntária da ONG Amiga Tartaruga, Thaís Melo, as  recomendações, quando se encontra um animal marinho, como foi o caso de Denise e Rafael, são contatar os órgãos competentes, como a Secretaria do Meio Ambiente, a Cippa ou a ONG Amiga Tartaruga para informar local, estado que se encontra o animal, entre outras informações e fotos.

“Também é importante não intervir, não tocar o animal e para os donos de pousadas e comércios à beira mar, é importante o cuidado com a iluminação, pois podem atrapalhar a andada dos animais, já que eles podem seguir para o lado contrário do seu destino”, finalizou, salientando que a cada mil animais, apenas uma chega à fase adulta.  

Desova

As praias da Orla de Porto Seguro, e dos distritos (Arraial, Trancoso e Caraíva) são áreas de desova e alimentação de tartarugas. “Quando vemos algumas no mar nadando próxima à costa, quer dizer que estão ali se alimentando. Além disso, no verão, várias espécies desovam nas praias e isso ocorre sempre no final da tarde e início da manhã. Dependendo da espécie, elas colocam de 100 a 150 ovos em cada ninho e sobem cerca de 3 vezes para colocar os ovos. É a temperatura da areia que ajuda a eclosão e o nascimento dessas novas tartaruguinhas”, relata ela, informando que os ovos eclodem entre 45 e 60 dias após a desova.

Outro trabalho realizado e que conta com a participação de Thais é um ‘mapeamento’ dos ninhos principalmente para garantir que o local é seguro para o desenvolvimento dos ovos. “Temos uma licença e um treinamento para a transferência desses ninhos, em caso de necessidade, seja por perigo ou mesmo por ter ficado muito próximo do mar e que possa ser atingido por uma maré alta. Depois do nascimento dessas tartarugas, sempre realizamos uma avaliação do ninho, verificando a espécie, vendo se há ovos gorados, se tem natimortos, quantos eclodiram e estas informações vão para a base de dados da ONG”, ressalta.

A bióloga explica que, ainda não se sabe como, mas a andada da tartaruga até a beira do mar a ajuda a encontrar seu caminho de volta quando chegar a hora de também por seus ovos. O contato da a Secretaria do Meio Ambiente é (73) 3268-0558, o da é Cippa  (73) 9 9807-1353 e o da ONG Amiga Tartaruga (73) 99859-5232 com Thaís.


 Fotos: Denise Vieira e Rafael Ciccotti 

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