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Rede pública tem 38 milhões de matrículas na educação básica

Educação 19 de janeiro de 2016

O Brasil tem 38.682.720 matrículas na educação básica da rede pública. Esse total abrange matrículas em creche, pré-escola, ensinos fundamental e médio, educação de jovens e adultos e educação especial, referentes às áreas urbanas e rurais e à educação em tempo parcial e integral. Os dados do censo escolar de 2015 foram publicados no Diário Oficial da União dia 18/01/16 pelo Ministério da Educação (MEC).
Estão matriculadas em creches 1.925.644 crianças; na pré-escola, 3.651.786; no ensino fundamental, 22.756.164; no médio, 6.811.005 e 2.792.758, na educação presencial de jovens e adultos, o que totaliza 37.937.357. Na educação especial, são 745.363 matrículas.
Os números vão ajudar no repasse de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e a execução de programas na área da educação.
O Censo Escolar é um levantamento de dados nacional realizado todos os anos e coordenado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). São coletados dados sobre estabelecimentos, matrículas, funções docentes, movimento e rendimento escolar.
Essas informações são utilizadas para traçar um panorama nacional da educação básica e servem de referência para a formulação de políticas públicas e execução de programas na área da educação.


Fonte: Portal Brasil

MEC divulga lista de aprovados para a UFSB

Educação 18 de janeiro de 2016

O MEC divulgou, dia 18/01/16, o resultado da chamada regular do Sisu. A lista com os aprovados para a Universidade Federal do Sul da Bahia pode ser visualizada em: http://sisu.mec.gov.br/selecionados. As matrículas serão realizadas nos dias 22, 25 e 26/01. Ao todo, foram 480 selecionados para licenciaturas e bacharelados interdisciplinares.

 De hoje até o dia 29/01/16, os candidatos que tiverem interesse em entrar na lista de espera deverão se inscrever no site do Sisu. E, a partir do dia 04/02/16, será divulgada a chamada da lista de espera.

 Para mais informações sobre a UFSB e o Sisu, acesse: http://www.ufsb.edu.br/estudar-conosco/


Fonte: Ascom da UFSB

MPF/BA recomenda licitação para contratações de empresas para jornadas pedagógicas

Educação 15 de janeiro de 2016

O Ministério Público Federal (MPF) emitiu recomendação endereçada aos prefeitos e secretários de educação de Campo Formoso/BA e outros 35 municípios integrantes da referida Subseção Judiciária, para que se abstenham de efetuar contratação de empresas para realização de jornadas pedagógicas sem o devido processo licitatório, como previsto na lei de licitações e contratos da Administração Pública (Lei 8.666/93).
Segundo o procurador da República Elton Moreira, nos últimos anos, os municípios da região têm feito contratações de serviços para realização de Jornada Pedagógica com verbas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) mediante inexigibilidade de licitação, fora das hipóteses legais e com graves falhas nos procedimentos. Além disso, em vários casos têm sido detectada a inclusão nos contratos com as empresas de itens como material de papelaria e gêneros alimentícios, para os quais a licitação também é obrigatória.
Frustrar a licitude do processo licitatório ou dispensá-lo indevidamente constitui ato de improbidade administrativa previsto no art. 10, inc. VIII, da Lei 8429/92, que pode ter como penas ressarcimento integral do dano, perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, se concorrer esta circunstância, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de cinco a oito anos, pagamento de multa civil de até duas vezes o valor do dano e proibição de contratar com o Poder Público pelo prazo de cinco anos.
Municípios da Subseção Judiciária de Campo Formoso - Campo Formoso, Andorinha, Antônio Gonçalves, Caém, Caldeirão Grande, Cansanção, Capela do Alto Alegre, Capim Grosso, Filadélfia, Gavião, Itiúba, Jacobina, Jaguarari, Mairi, Miguel Calmon, Mirangaba, Monte Santo, Nordestina, Nova Fátima, Ourolândia, Pindobaçu, Ponto Novo, Queimadas, Quixabeira, Retirolândia, Santaluz, São Domingos, São José do Jacuípe, Saúde, Senhor do Bonfim, Serrolândia, Umburanas, Valente, Várzea da Roça, Várzea do Poço, Várzea Nova.
Recomendações - são documentos emitidos pelos procuradores da República a órgãos públicos, para que cumpram determinados dispositivos constitucionais ou legais. As recomendações são expedidas para orientar sobre a necessidade de observar as normas e visam a adoção de medidas práticas para sanar questões pelo órgão competente. A adoção da recomendação pelo seu destinatário pode evitar que ele seja acionado judicialmente.


Fonte: Ascom do MPF/BA

Piso salarial dos professores terá 11,36% de reajuste e passará a valer R$ 2.135,64

Educação 16 de janeiro de 2016

O piso salarial do magistério será reajustado em 11,36%, conforme determina o artigo 5º da Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008, passando a valer R$ 2.135,64, a partir deste mês. O novo valor está sendo divulgado a estados e municípios pelo Ministério da Educação nesta quinta-feira, 14, por meio de aviso ministerial.
“A lei tem permitido um crescimento significativo do valor do piso salarial dos professores”, destacou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, em entrevista. De 2009 a 2015, o crescimento real do piso salarial do magistério foi de 46,05%, um percentual acima da inflação. “Seguramente foi um dos melhores crescimentos salariais entre os pisos de profissionais”, afirmou.
O piso salarial nacional para os profissionais do magistério público da educação básica é o valor abaixo do qual a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios não poderão fixar o vencimento inicial das carreiras do magistério público da educação básica para a formação em nível médio, na modalidade Normal, com jornada de, no máximo, quarenta horas semanais. A atualização considerou a variação do valor anual mínimo nacional por aluno referente aos anos iniciais do ensino fundamental urbano, definido nacionalmente na Lei no 11.494, de 20 de junho de 2007. A metodologia para o cálculo considera os dois exercícios imediatamente anteriores ao ano em que a atualização deve ocorrer.
Para discutir o alinhamento do investimento salarial para os professores com a receita dos entes federados, em novembro último, foi instalado o Fórum Permanente para o Acompanhamento da Atualização Progressiva do Valor do Piso Salarial Nacional para os Profissionais do Magistério Público da Educação Básica. O fórum acompanha uma das estratégias da meta 17 do Plano Nacional de Educação (PNE), que trata do piso.
O fórum tem a participação de representantes do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e do Ministério da Educação.
O piso salarial do magistério foi criado em cumprimento ao que estabelece a Constituição Federal, no artigo 60, inciso III, alínea e, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias:
“Art. 60. Até o 14º (décimo quarto) ano a partir da promulgação desta emenda constitucional, os estados, o Distrito Federal e os municípios destinarão parte dos recursos a que se refere o caput do art. 212 da Constituição Federal à manutenção e desenvolvimento da educação básica e à remuneração condigna dos trabalhadores da educação, respeitadas as seguintes disposições:
(...)
III — observadas as garantias estabelecidas nos incisos I, II, III e IV do caput do art. 208 da Constituição Federal e as metas de universalização da educação básica estabelecidas no Plano Nacional de Educação, a lei disporá sobre:
(...)
e) prazo para fixar, em lei específica, piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da educação básica; (...).”
Esse dispositivo constitucional foi regulamentado pela Lei nº 11.738/2008. Conforme a legislação vigente, a correção do piso reflete a variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido nacionalmente pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).


Fonte: Assessoria de Comunicação Social

Dilza Reis assume secretaria de Educação de Cabrália

Educação 12 de janeiro de 2016

Tomou posse a nova secretária de Educação do município de Santa Cruz Cabrália, Dilza Reis, no dia 11/01/16. Dilza, que é pedagoga, já respondeu pela pasta em Porto Seguro, em mais de uma gestão, e de Itamaraju, além de ser ex - coordenadora pedagógica do Núcleo Regional da Educação – NRE 27 (antiga DIREC 8 de Eunápolis).

A secretária, que é pós-graduada em Gestão Escolar, Planejamento Educacional e Políticas Educativas e está iniciando o doutorado neste ano, afirma que a meta é a erradicação do analfabetismo no município. “Temos que universalizar a matrícula para 2016, porque dessa forma vamos garantir acesso, permanência e sucesso do aluno”.

Segundo ela, a gestão tem que ser pautada no diálogo junto à categoria e a valorização dos professores deve ser feita, porém, de acordo com a receita municipal. “Não trabalhamos com o ideal, mas com o real. Não se trata de discutir o que é justo e sim o que é possível ser pago,” ressalta. De acordo com a pedagoga, a secretaria pretende aumentar a participação das famílias dentro das escolas.

O prefeito Jorge Pontes disse que precisava de alguém que fosse “neutro” junto ao quadro de funcionários da educação para que, desta forma, não existisse “divisões” no setor. “Porque não escolhemos alguém do quadro para ocupar esse cargo? O setor se divide quando é alguém que já faz parte do grupo. Precisamos de alguém capacitado, mas que seja neutro,”disse.


Fonte: Namídia

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