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La Torre Resort implanta Room Service, parte do All Inclusive

Turismo 21 de janeiro de 2016

O La Torre Resort de Porto Seguro, localizado na Praia do Mutá, implantou o serviço de Room Service das 23h30min às 5h, que faz parte do All Inclusive do resort. Lanches frios e quentes, refrigerantes, suco, água, café e leite fazem parte do cardápio, presente em cada apartamento.

“Criamos o serviço pensando nos hóspedes que chegam de madrugada, uma facilidade a mais para quem faz voos mais longos e para quem está acostumado com esse serviço”, explicou a diretora adjunta do La Torre, Leila Dipp.

O cardápio do Room Service compreende: Cheese Salada, Cheese Bacon Egg, Misto Quente, sanduíche de atum, Sanduíche de Mortadela, Coca Cola, Coca Cola Zero, Fanta Laranja, Sprite, guaraná Antárctica, sucos, café, chá e leite.

O serviço está incluso no All Inclusive do La Torre, não sendo cobradas taxas extras. Até às 22h30min no La Torre funciona a Pizzaria, enquanto para as crianças de 0 até 2 anos tem a Copa Baby, com funcionamento 24h.


 Fonte: Mídia Mutá

Adcos Day é realizado no Spa do La Torre Resort

Turismo 15 de janeiro de 2016

Com o intuito de conhecer a linha de tratamentos cosméticos e benefícios da linha Adcos Profissional e Home Care, foi realizado, no dia 14/01/16, o Adcos Day By Spa La Torre, no La Torre Resort de Porto Seguro, localizado na Praia do Mutá, com demonstração gratuita de tratamentos para os hóspedes.

“Hoje é o dia que marca uma grande diferença, fisicamente e com serviços de qualidade de tratamentos cosméticos e massagens”, ressaltou a gerente comercial do La Torre Resort, Renata Righi.

 Na ocasião foi lançado o folder dos serviços e tratamentos da Área Spa do La Torre Resort. No espaço são realizadas massagens (relaxante, abhyanga e clássica sueca), drenagem linfática, terapia das pedras quentes, peeling corporal, hidratação corporal, gomage e clareamento, terapia dos pés, tratamento facial, máscara de argila verde, máscara tensora dourada e sauna.


Fonte: Mídia Mutá

La Torre Resort comemora resultados de 2015

Turismo 08 de janeiro de 2016

O La Torre Resort de Porto Seguro, localizado na Praia do Mutá, fechou o ano de 2015 com 42 mil hóspedes (em 2014 foram 40 mil), uma ocupação anual de 80,13% e um crescimento do faturamento de 18%, de acordo com a assessoria de imprensa do resort. Os resultados foram divulgados pela gerente comercial do La Torre Resort, Renata Righi.

“Uma das mudanças que o La Torre registrou em 2015 foi a diversificação das origens dos hóspedes, com São Paulo em primeiro lugar e Minas Gerais em segundo”, ressaltou Renata Righi, “além de um aumento significativo da venda on line”. De acordo com Renata, operadoras e agentes de viagens também mantiveram o movimento e não sofreram quedas de venda.

 Segundo Renata Righi, 2015 foi um ano positivo para o La Torre. “O mais positivo foi a evolução da qualidade que se refletiu num índice de satisfação muito maior, consolidando totalmente o produto”, afirmou ela.

Para a gerente comercial, o começo de 2016 está sendo bastante promissor. “O primeiro trimestre de 2016 já registra aumentos de ocupação proporcionalmente maiores do que os anos anteriores”, salientou Renata Righi. “E ainda estamos trabalhando no planejamento de maio-junho e do segundo semestre”.


Fonte: Mídia Mutá

Porto Seguro deve receber 15 mil argentinos durante o verão

Turismo 15 de janeiro de 2016

No período de janeiro a março deste ano, Porto Seguro deve receber cerca de 15 mil turistas argentinos durante a alta temporada. Só nestes três meses, a cidade receberá seis voos semanais, entre charters (fretados) e regulares, das companhias aéreas Lan, Andes e Aerolíneas Argentinas, vindos de Córdoba e Buenos Aires, além ainda de um voo de Montevidéu, capital do Uruguai.

Para Daniel Menta, diretor do receptivo local Yes Tour, que recebe os clientes da operadora argentina Bonbini, a alta do dólar fez com que houvesse um acréscimo significativo no número de visitantes sul-americanos. “Houve um incremento no turismo local devido ao aumento da moeda norte-americana”, declarou Daniel. No primeiro trimestre de 2015, Porto Seguro registrou a chegada de 2,9 mil turistas argentinos. Já em 2016, a estimativa é de que 11 mil passageiros do país vizinho aterrissem na Terra Mãe do Brasil, um aumento de 300%. Em operações, no ano passado o Aeroporto Internacional de Porto Seguro registrou nos três primeiros meses 18 operações internacionais e, neste ano, estão confirmados 71 voos vindos da Argentina.

Ainda de acordo com Daniel, os turistas argentinos vão movimentar a economia local de forma impactante. Em média, o gasto de cada visitante no município no período de uma semana gira em torno de U$ 600 dólares – hotelaria e gastos diversos. No total, durante o período do verão, aproximadamente U$ 9 milhões de dólares poderão ser injetados na economia local.

“O dólar pode ser considerado um forte parceiro do turismo, especialmente de Porto Seguro, devido a sua alta significativa no mercado cambial. Além disso, as belezas naturais e a diversidade de atrativos turísticos que o nosso destino possui são determinantes para a vinda dos turistas argentinos”, afirmou Humberto Nascimento (Beto Axé Moi), secretário de Cultura e Turismo.


Fonte: Ascom - PMPS

Donos de barracas de praia apostam em acordo contra demolição

Turismo 07 de janeiro de 2016

A polêmica questão judicial em torno das barracas de praia da Orla Norte de Porto Seguro, que chegaram a ser ameaçadas de demolição, parece ainda estar longe de um desfecho. Quando o assunto parecia adormecido, no final do mês de novembro, proprietários de barracas foram ouvidos em audiência realizada na sede da Justiça Federal em Eunápolis pelo juiz Alex Rocha, com a presença do procurador da República, Fernando Zelada, autor da ação que determina a remoção das estruturas.

Responsável pela Barraca Tôa Tôa, o empresário e vereador Paulo Onishi diz que a audiência, que também teve a participação de representantes das barracas Axé Moi e Barramares, o deixou confiante na expectativa de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC), que permita adequações nas estruturas, ao invés de sua demolição. “Estamos confiantes no estabelecimento de um consenso. Apresentamos uma contraproposta à retirada das barracas, que são fundamentais para a economia de Porto Seguro.”


Paulinho Tôa Tôa, como é conhecido, argumenta que, de acordo com pesquisa do Sebrae, 65% dos turistas fazem opção pelo destino em função dessas estruturas. “Não são apenas cabanas de praia, mas equipamentos turísticos”, afirma. Segundo ele, as barracas empregam 10% da mão de obra formal na cidade. Informalmente, cerca de 10 mil pessoas dependem da atividade. “São hoteleiros, ambulantes, taxistas e o comércio em geral. Estamos falando de toda uma cadeia produtiva que está inserida nesse contexto. O fim das barracas seria a falência de Porto Seguro”, acredita.

Para o ex-secretário de Turismo e atual superintendente da pasta, Paulo Cesar Magalhães, as estruturas de praia de Porto Seguro são um grande diferencial em relação a outras cidades turísticas litorâneas. “É diferente de outras cidades, onde as pessoas chegam à praia carregando cadeiras, guarda-sol, etc. Aqui, esses espaços e comodidades são ofertados gratuitamente ao público, que tem à sua disposição comida, bebida e muita alegria. Tirar essas barracas, a esta altura do campeonato, iria mudar radicalmente a oferta turística do município”, defende.

Aposta no consenso

Acabar com essa oferta, na opinião do superintendente, representaria conforto perdido, além de empregos também perdidos. “E se repetiria o que aconteceu em Salvador, onde a praia foi ocupada por um comércio informal e desordenado. Seria um desastre para Porto Seguro”, resume. Ele admite a necessidade de um ordenamento da ocupação da praia, mas não acredita que as estruturas serão removidas. “Diante de tudo que já foi exposto e discutido, creio que o consenso irá prevalecer”, aposta.

O Jornal do Sol tentou entrar em contato com o procurador Fernando Zelada, e por meio de sua assessoria ele informou que no momento não pretende se manifestar a respeito do caso. A ação ajuizada pelo procurador argumenta que os empreendimento estão localizados em área tombada pelo Iphan e que, por conta disso, nenhuma intervenção construtiva poderia ter sido realizada no local sem a devida autorização da autarquia. “O documento menciona ainda que as estruturas são resultado de ocupação irregular em terreno de Marinha, área originalmente recoberta por vegetação de restinga, que foi suprimida para dar lugar aos empreendimentos.

Recentemente, a Prefeitura de Porto Seguro divulgou uma proposta de reordenamento da Orla, na qual é proibido o estacionamento veículos em áreas que não sejam pré- determinadas, e sugerida a construção de ciclovia na BR-367. A distância mínima entre as barracas deverá ser de 50 metros, com proibição total de moradias, inclusive em áreas tituladas. O órgão propõe ainda que as estruturas tenham, no máximo 50 metros de cumprimento, além de medidas como isolamento e proteção das áreas de restinga.  

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