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Uso de repelentes por gestantes não tem restrições

Saúde 08 de dezembro de 2015

Não há qualquer impedimento para a utilização de repelentes de insetos por gestantes, desde que devidamente registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A informação da agência esclarece dúvidas que surgiram por causa da relação já comprovada pelo Ministério da Saúde entre o zika vírus e os casos de microcefalia diagnosticados no País. O zika vírus é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti. Estudos conduzidos em humanos durante o segundo e o terceiro trimestres de gestação, e em animais durante o primeiro trimestre, indicam que o uso tópico de repelentes à base de n,n-Dietil-meta-toluamida (DEET) por gestantes é seguro, informou a Anvisa. Precaução com crianças O uso de repelentes em crianças entre dois e 12 anos, entretanto, tem restrições. A concentração dever ser no máximo 10% e a aplicação deve se restringir a três vezes por dia. Concentrações superiores a 10% são permitidas para maiores de 12 anos. Os repelentes não devem ser usados em crianças menores de dois anos. Além do DEET, no Brasil são utilizadas em cosméticos as substâncias repelentes Hydroxyethyl isobutyl piperidine carboxylate (Icaridin ou Picaridin) e Ethyl butylacetylaminopropionate (EBAAP ou IR 3535), além de óleos essenciais, como citronela. Embora não tenham sido encontrados estudos de segurança realizados em gestantes, estes ingredientes são reconhecidamente seguros para uso em produtos cosméticos conforme compêndios de ingredientes cosméticos internacionais. EUA Nos Estados Unidos, os produtos repelentes são regularizados pela United States Enviromental Protection Agency (EPA). As seguintes substâncias estão presentes em produtos regularizados pela EPA: Catnip oil, Óleo de citronela; DEET; IR 3535; p-Menthane-3,8-diol e 2-undecanone ou methyl nonyl ketone. Portanto, os ativos utilizados no Brasil estão dentre os utilizados nos Estados Unidos. O Center for Disease Control e Prevention (CDC), também nos EUA, recomenda o uso de produtos repelentes por gestante, uma vez que a EPA, responsável pela autorização de uso destes produtos nos Estados Unidos, não estabelece nenhuma restrição nesse sentido. Entretanto, destaca que as recomendações de uso da rotulagem devem ser consideradas. A consulta de repelentes de insetos de uso tópico regularizados na Anvisa pode ser feita por meio da internet. Repelentes ambientais e inseticidas Repelentes ambientais e inseticidas também podem ser utilizados em ambientes frequentados por gestantes, desde que estejam devidamente registrados na Anvisa e que sejam seguidas as instruções de uso descritas no rótulo. A Anvisa não permite a utilização de substâncias que sejam comprovadamente carcinogênicas, mutagênicas ou teratogênicas em produtos saneantes. Entretanto, como os produtos são destinados a superfícies e ambientes, não são apresentados estudos com aplicação direta em pessoas, o que significa que uma superexposição da gestante ao produto pode não ser segura. Dessa forma, a segurança para a utilização desses produtos em ambientes frequentados por gestantes depende da estrita obediência a todos os cuidados e precauções descritas nos rótulos dos produtos. Exemplo de restrição trazida no rótulo é: “durante a aplicação não devem permanecer no local pessoas ou animais domésticos". Os produtos comumente utilizados no combate e/ou no controle da população do mosquito Aedes aegypti são: Inseticidas Indicados para matar os mosquitos adultos e são encontrados principalmente em spray e aerossol. Os inseticidas possuem substâncias ativas que matam os mosquitos e componentes complementares tais como solubilizantes e conservantes. Repelentes Apenas afastam os mosquitos do ambiente, podendo ser encontrados na forma de espirais, líquidos e pastilhas utilizadas, por exemplo, em aparelhos elétricos. Os repelentes utilizados em aparelhos elétricos ou espirais não devem ser utilizados em locais com pouca ventilação nem na presença de pessoas asmáticas ou com alergias respiratórias. Podem ser utilizados em qualquer ambiente da casa desde que estejam, no mínimo, a dois metros de distância das pessoas. Os inseticidas “naturais” à base de citronela, andiroba e óleo de cravo, entre outros, não possuem comprovação de eficácia nem a aprovação pela Anvisa até o momento. Os produtos que se encontram atualmente regularizados na Anvisa com tais componentes possuem sempre outra substância como princípio ativo. Portanto, todos os produtos apregoados como “naturais”, comumente comercializados como velas, odorizantes de ambientes, limpadores e os incensos, que indicam propriedades repelentes de insetos, não estão aprovados pela Agência e estão irregulares. A consulta de produtos considerados repelentes ambientais e inseticidas regularizados na Anvisa pode ser feita por duas classes: registrados e notificados. Vale ressaltar que não há medicamentos aprovados com a finalidade de repelir insetos. A Tiamina ou Vitamina B não apresenta eficácia comprovada como repelente e esta indicação de uso não é aprovada pela Anvisa.


Fonte: Portal Brasil

Novos dados sobre microcefalia são divulgados

Saúde 30 de novembro de 2015

Até 28/11/15, foram notificados 1.248 casos suspeitos de microcefalia, identificados em 311 municípios de 14 unidades da federação, de acordo com a terceira edição do informe epidemiológico sobre microcefalia, divulgado dia 30/11. O governo permanece realizando todos os esforços para monitorar e investigar, de forma prioritária, o aumento do número de casos de microcefalia no país.

O estado de Pernambuco registra o maior número de casos (646), sendo o primeiro a identificar aumento de microcefalia em sua região. O Estado conta com o acompanhamento de equipe do Ministério da Saúde desde o dia 22 de outubro. Em seguida, estão os estados de Paraíba (248), Rio Grande do Norte (79), Sergipe (77), Alagoas (59), Bahia (37), Piauí (36), Ceará (25), Rio de Janeiro (13), Tocantins (12) Maranhão (12), Goiás (2), Mato Grosso do Sul (1) e Distrito Federal (1). Entre o total de casos, foram notificados sete óbitos. Um recém-nascido do Ceará, com diagnóstico de microcefalia e outras malformações congênitas por meio de ultrassonografia, teve resultado positivo para vírus zika. Outros cinco no Rio Grande do Norte e um no Piauí estão em investigação para definir causa da morte.

RELAÇÃO ZIKA E MICROCEFALIA - O Ministério da Saúde confirmou, dia 28/11, a relação entre o vírus Zika e o surto de microcefalia na região Nordeste. A confirmação foi possível a partir da confirmação do Instituto Evandro Chagas da identificação da presença do vírus Zika em amostras de sangue e tecidos do recém-nascido que veio a óbito no Ceará.

Essa é uma situação inédita na pesquisa científica mundial. As investigações sobre o tema devem continuar para esclarecer questões como: a transmissão desse agente; a sua atuação no organismo humano; a infecção do feto e período de maior vulnerabilidade para a gestante. Em análise inicial, o risco está associado aos primeiros três meses de gravidez.

O achado reforça o apelo do Ministério da Saúde para uma mobilização nacional no combate ao mosquito Aedes aegypti, responsável pela disseminação da dengue, zika e chikungunya. O êxito dessa medida exige uma ação nacional, que envolve a União, os estados, os municípios e a toda a sociedade brasileira. O momento agora é de unir esforços para intensificar ainda mais as ações e mobilização.

A campanha lançada nesta semana alerta que o mosquito da dengue mata e, portanto, não pode nascer.  A ideia é que todos os dias sejam utilizados para uma limpeza e verificação de focos que possam ser criadouros do mosquito. O sábado seria como dia D, da faxina. O resultado do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) indica 199 municípios brasileiros em situação de risco de surto de dengue, chikungunya e zika, o que reforça a necessidade de uma mobilização imediata de todos.

ÓBITOS - Os achados estão sendo divulgados conforme são conhecidos. O objetivo é dar transparência sobre a situação atual, assim como emitir orientações para população e para a rede pública. O Ministério da Saúde também foi notificado, no dia 27/11, pelo Instituto Evandro Chagas sobre outros dois óbitos relacionados ao vírus Zika. As análises indicam que esse agente pode ter contribuído para agravamento dos casos e óbitos. Esta é a primeira ligação de morte relacionada ao vírus Zika no mundo, o que demostra uma semelhança com a dengue. 

O primeiro caso foi confirmado pelo Instituto Evandro Chagas, de Belém (BA), trata-se de um homem com histórico de lúpus e de uso crônico de medicamentos corticoides, morador de São Luís, do Maranhão. Com suspeita de  dengue, foi realizada coleta de amostra de sangue e fragmentos de vísceras (cérebro, fígado, baço, rim, pulmão e coração) e enviadas ao IEC. O exame laboratorial apresentou resultado negativo para dengue. Com a técnica RT-PCR, foi detectado o genoma do vírus Zika no sangue e vísceras.

Confirmado, o segundo caso é de uma menina de 16 anos, do município de Benevides, no Pará, que veio a óbito no final de outubro. Com suspeita inicial de dengue, notificada em 6 de outubro, ela apresentou dor de cabeça, náuseas e petéquias (pontos vermelhos na pele e mucosas). A coleta de sangue foi realizada sete dias após o início dos sintomas, em 29/09. O teste foi positivo para Zika, confirmado e repetido.

ATIVIDADES - O Ministério da Saúde intensificou o acompanhamento da situação, de forma prioritária, e divulgará orientações para rede pública e para a população, conforme os resultados das investigações. Equipes do Ministério da Saúde estão ajudando os estados nas investigações. Em Pernambuco, a equipe permaneceu quase um mês em campo, do dia 26 /10 a 24/11. No Rio Grande do Norte, técnicos estão em campo desde o dia 25/11, e nos estados de Sergipe e Paraíba, as equipes chegaram  dia 30/11.

Além disso, o Ministério da Saúde mantém contato com as secretarias estaduais e municipais para articular uma resposta conjunta e, em especial, mobilizar ações contra o mosquito Aedes aegypti. Comitês de especialistas apoiarão o Ministério da Saúde nas análises epidemiológicas e laboratorial, bem como no acompanhamento dos casos.

A pasta está se aprofundando na investigação dos casos, além de acompanhar outras análises que vem sendo conduzidas pelos seus órgãos de pesquisa e análise laboratorial. O protocolo inicial para o atendimento de possível agravamento da Zika será o mesmo utilizado para situações mais graves de dengue.

Nesta semana, a convite de governo federal, representantes do CDC (Centro de Prevenção e Controle de Doenças, em inglês), dos Estados Unidos, integrarão os esforços das autoridades e parceiros nacionais nestas análises. O CDC é referência para a Organização Mundial de Saúde (OMS) em doenças transmissíveis. A OMS e a sua representação nas Américas, a OPAS, têm sido atualizadas sobre o andamento das ações, dos resultados e das conclusões do Ministério da Saúde.

Desde o surgimento dos casos, o Ministério da saúde tem enviado às secretarias estaduais de saúde orientações sobre o processo de notificação, vigilância e assistência às gestantes e aos bebês acometidos pela microcefalia. Essas informações serão constantemente atualizadas.

GRUPO INTERMINISTERIAL - A Presidência da República determinou a convocação do Grupo Estratégico Interministerial de Emergência em saúde Pública de Importância Nacional e Internacional (GEI-ESPII), que envolve 19 órgãos e entidades, para a formulação de plano nacional do combate ao vetor transmissor, o mosquito Aedes Aegypti. Também estão sendo estimuladas pesquisas para o diagnóstico da doença e frentes de mobilização em regiões mais críticas. Não faltarão recursos financeiros para suporte às ações.

As medidas envolvem, finalmente, ações de comunicação e suporte assistencial, como pré-natal, atenção psicossocial, fisioterapia, exames de suporte e estímulo precoce dos bebês.

Aos gestores e profissionais de saúde, o Ministério da Saúde orienta que todos os casos de microcefalia sejam comunicados imediatamente por meio de um formulário eletrônico. Também que sejam reforçadas as ações de prevenção e controle vetorial em áreas urbanas e peri-urbanas, conforme estabelecido nas Diretrizes Nacionais de Programa Nacional de Controle da Dengue.

GESTANTES – É importante que as gestantes mantenham o acompanhamento e as consultas de pré-natal, com a realização de todos os exames recomendados pelo médico. O Ministério da Saúde reforça ainda a orientação de não consumirem bebidas alcoólicas ou qualquer outro tipo de drogas, não utilizar medicamentos sem orientação médica e evitar contato com pessoas com febre ou infecções.

É importante também que as gestantes adotem medidas que possam reduzir a presença de mosquitos transmissores de doença, com a eliminação de criadouros, e proteger-se da exposição de mosquitos, como manter portas e janelas fechadas ou teladas, usar calça e camisa de manga comprida e utilizar repelentes permitidos para gestantes.

A microcefalia não é um agravo novo. Trata-se de uma malformação congênita, em que o cérebro não se desenvolve de maneira adequada. Na atual situação, a investigação da causa é que tem preocupado as autoridades de saúde. Neste caso, os bebês nascem com perímetro cefálico (PC) menor que o normal, que habitualmente é superior a 33 cm. Esse defeito congênito pode ser efeito de uma série de fatores de diferentes origens, como as substâncias químicas, agentes biológicos (infecciosos), como bactérias, vírus e radiação.

CASOS DE MICROCEFALIA EM INVESTIGAÇÃO


ESTADO

N° DE CASOS/2015

Pernambuco

646

Paraíba

248

Rio Grande do Norte

79

Sergipe

77

Alagoas

59

Bahia

37

Piauí

36

Ceará

25

Maranhão

12

Tocantins

12

Rio de Janeiro

13

Goiás

2

Distrito Federal

1

Mato Grosso do Sul

1

CASOS DE MICROCEFALIA NOTIFICADOS POR ANO NAS CATORZE  UF


UF

2010

2011

2012

2013

2014

Pernambuco

7

5

9

10

12

Paraíba

6

2

3

5

5

Rio Grande do Norte

2

2

4

0

1

Sergipe

3

1

2

0

2

Alagoas

3

7

2

3

2

Bahia

12

13

7

14

7

Piauí

1

0

4

4

6

Ceará

8

4

9

5

7

Maranhão

3

2

6

2

2

Tocantins

1

0

1

4

0

Rio de Janeiro

10

15

8

19

10

Goiás

3

4

3

2

3

Distrito Federal

3

3

1

2

2

Mato Grosso do Sul

0

0

1

3

0

CASOS DE MICROCEFALIA NOTIFICADOS POR ANO NO BRASIL

 

2010

2011

2012

2013

2014

Brasil

153

139

175

167

14


Fonte: Ministério da Saúde

Veracel e Prefeitura de Porto Seguro firmam parceria na saúde

Saúde 15 de outubro de 2015

A parceria firmada entre a Prefeitura de Porto Seguro e a empresa Veracel se consolida agora na pasta da saúde recebendo no dia 10/10, visita técnica de funcionários do Banco BNDES, a UPA 24H e a unidade do CCZ, atualmente alugada. Trata-se de convênio que beneficiará os serviços da Vigilância em Saúde e da Rede de Urgência. O montante de R$ 500 mil reais, tendo a contrapartida do município, confirma o compromisso e empenho da Prefeitura na implementação de mais uma grande e moderna infraestrutura na área da saúde.

Acompanhando as importantes visitas, estiverem presentes a Secretária de Saúde, Edna Alves, o Diretor da Veracel, Pedro Cardoso, a Economista do BNDES, Ana Flávia Zanitti, Gerente do BNDES, Alexandre Villar, Especialista em Responsabilidade Social, Isabel Bianchi, Superintendente da Vigilância em Saúde, Marcia Quaresma e a Diretora da Vigilância Ambiental, Ellen Domiciano.
O terreno de 2.500 m² cedido pela Prefeitura, para construção da sede do Centro de Zoonoses, ocupa local estratégico, integrado ao anel viário. Com a parceria serão construídos também área do canil, gatil e o centro cirúrgico, totalizando 556 metros quadrados do empreendimento, bem como ofertará equipamento de ponta para ampliação do acesso a comunidade do Complexo Frei Calixto, que receberá um novo aparelho de RAIO X.
Para a Prefeita Cláudia Oliveira, o incremento de subsídios através da parceria com Veracel e o Banco BNDES, é o resultado do esforço permanente da administração pública em fomentar o desenvolvimento do município. “A parceria entre o poder público e parceiros importantes, como a Veracel Celulose e o Banco BNDES, ajuda a consolidar amplas melhorias para o progresso de Porto Seguro. A construção da sede própria do CCZ possibilitará a adoção de práticas que respeitem o direto dos animais, tonando Porto Seguro referência, não só em políticas de controle de zoonose e vetores, como também no tratamento dos problemas de abandono de animais nas ruas, na busca do controle efetivo, promovendo o bem-estar e a posse responsável dos animais,", declara.
Ascom-Secretaria de Saúde

 

 

 

 

Dia D do Novembro Azul registra maior adesão em Porto Seguro

Saúde 16 de novembro de 2015

Considerando a importância da saúde integral do homem e objetivando intensificar as ações promovidas durante todo o ano, nas Unidades de Saúde da Família,  a Secretaria de Saúde de Porto Seguro realizou na última sexta feira, 13/11/15, o Dia D da Campanha do Novembro Azul. A atividade descentralizada, direcionada  ao público masculino a partir dos 40 anos, aconteceu no Laboratório Lacen, e enfatizou a necessidade da prevenção do câncer de próstata.

O evento foi marcado pela realização do exame Antígeno Prostático Específico (PSA) e HIV, além da disponibilização de testes rápidos de Hepatite C e Sífilis, aferição de pressão, palestras educativas sobre os fatores de risco do câncer de próstata e as formas de diagnosticá-lo, bem como a distribuição de preservativos.

O aposentado José Alberto, de 80 anos, chegou cedo e foi um dos cerca de 365 homens que realizaram a coleta de sangue para o exame de PSA.  Ele conta que a preocupação com a saúde é prioridade. "Sempre procurei cuidar da minha saúde e hoje, com 80 anos, a responsabilidade é ainda maior, pois quero continuar tendo qualidade de vida e por isso estou aqui fazendo exame", afirma.

De acordo com levantamento do Programa Saúde do homem, de janeiro a outubro de 2015 foram registrados no município 2.020 exames de Antígeno Prostático Específico (PSA). Com os resultados obtidos neste Dia D do Novembro Azul, o número sobe para 2.385.

A Secretária de Saúde, Edna Alves, esteve na unidade laboratorial e acompanhou  o trabalho desenvolvido pelos profissionais de saúde. “A cada ano, o Novembro Azul em Porto Seguro obtém maior adesão do público masculino, demonstrando o crescimento no número de homens interessados em cuidar da saúde, contrariando a tese do preconceito. É importante realizar campanhas como essa, para reforçar a necessidade de cuidado com a saúde e aumentar, ainda mais, a mobilização”, argumentou.

Ascom-Secretaria de Saúde  

Carreta realiza exames de câncer de mama

Saúde 14 de outubro de 2015

A carreta móvel, que conta com 3 mamógrafos, funciona de segunda a sábado, das 8h às 18h, exceto feriados, com a capacidade diária de 210 exames. As mamografias serão promovidas até o dia 20/10. Para facilitar os atendimentos, objetivando alcançar todas as mulheres de 50 a 69 anos, que moram em diferentes bairros e distritos da cidade, e recebem assistência nas unidades de saúde da família, a Atenção Básica de Porto Seguro elaborou um cronograma, com datas, para integrar grupos de senhoras que residem em locais específicos, mapeando toda a cidade.

A Prefeita Cláudia Oliveira, juntamente com a Secretária de Saúde, Edna Alves, foram conferir de perto, na Passarela do Descobrimento, o andamento exitoso das mamografias, na prevenção do câncer de mama, realizado pela carreta de rastreamento, em parceria com o Governo do Estado da Bahia.

Na chegada ao local, a gestora constatou, com satisfação, mais de 100 mulheres sendo atendidas, para a realização do importante procedimento, que contabiliza de 02 a 13/10, a expressiva marca de 1.266 exames direcionados à mulheres entre 50 a 69 anos. Somando-se aos exames já realizados no prestador do município, registramos até a presente data, 3.066 mamografias em Porto Seguro.

"Grande é a minha alegria por contar com projeto dessa magnitude, ampliando e fortalecendo os indicadores no combate ao câncer de mama. Desde a criação do Porto Seguro Rosa, em 2013, o município registra números importantes na oferta de mamografias, a exemplo de 2014, quando foram feitos 4.700 exames nas contínuas ações de detecção precoce da doença", ressalta.

Ascom-Secretaria de Saúde

  1. Programa Saúde Sem Fronteiras é lançado em Porto Seguro
  2. Brasil reduz mortalidade na infância em 20% acima da média mundial
  3. Governo vai investir R$ 10 milhões para multiplicar doação de órgãos
  4. Governador sanciona lei que cria Consórcios Interfederativos de Saúde

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