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Estado e Forças Armadas desenvolvem ações de combate ao aedes aegypti

Saúde 15 de fevereiro de 2016

Seis mil e seiscentos militares das Forças Armadas e agentes de saúde pública realizaram, das 8h00 às 18h00, do dia 13/02/16, uma série de ações de combate ao aedes aegypti na Bahia, com a presença do ministro da Saúde, Marcelo Castro. As atividades integradas fazem parte da segunda etapa da Operação Força Amiga, que acontece simultaneamente em todos os estados brasileiros. Ao todo, mais de 220 mil militares estarão mobilizados para o enfrentamento do inseto.

Esta fase da operação é focada na conscientização a respeito dos riscos da proliferação do mosquito e dos efeitos negativos das doenças provocadas pelo inseto. Os voluntários vão visitar residências e estabelecimentos comerciais e orientar a população por meio do diálogo e da entrega de material gráfico.

“Vamos motivar à população a abraçar essa causa. Não é possível acabar com o mosquito sem o apoio das pessoas. Queremos a colaboração delas nesse esforço nacional”, afirmou o comandante da 6ª Região Militar, general Arthur Costa Moura, durante entrevista coletiva na manhã do dia 12/02, no Quartel da Mouraria.

No município de Valença, no baio sul do estado, onde realiza nesta sexta a entregr obras, o governador Rui Costa afirmou que a presidente Dilma instituiu o sábado como o dia de combater o mosquito. “Esse bichinho que mal dá para enxergar está trazendo um monte de doenças. Além da Dengue, tem também a Zika e a Chikungunya. Às vezes, as três aparecem juntas”.

Ele informou ainda que, entre o mosquito colocar os ovos e as larvas nascerem, demora apenas sete dias e que cada mosquito voa a uma distância máxima de 200 metros de onde nasceu. “Significa que, para ficar livre do mosquito, basta que cada um cuide da sua casa. Se a casa ao lado está fechada e tem água parada, chame a prefeitura, pois a presidente Dilma autorizou que a Polícia e o Exército ou os fiscais da prefeitura tomem as providências, se houver foco do mosquito”.

A campanha, desenvolvida pela 6ª Região Militar, 2º Distrito Naval, Base Aérea de Salvador e por agentes de saúde do estado, reforça as ações que já são realizadas na Bahia pelo governo estadual. Os municípios de Salvador, Feira de Santana, Barreiras (oeste), Paulo Afonso (Vale do São Francisco), Ilhéus, Itabuna (sul), Vitória da Conquista (sudoeste), Juazeiro (norte), Camaçari ,Santo Antônio de Jesus (RMS), Porto Seguro (extremo sul), Alagoinhas (nordeste) e Jequié (centro sul) contarão com representantes dos governos federal e estadual, além das Forças Armadas, que também atuarão em cinco cidades do estado de Sergipe. 

Entre as presenças confirmadas na ação deste sábado também estão a a secretária executiva da Casa Civil da Presidência da República, Eva Chiavon, em Vitória da Conquista, do secretário do Ministério da Justiça, Marivaldo Pereira, em Barreiras, do ministro interino da Secretaria da Aviação Civil, Guilherme Ramalho, em Feira de Santana, e do reitor da Universidade Federal da Bahia (Ufba), João Carlos Salles, em Camaçari.

 Aplicativo para denúncias

 Para quem quiser contribuir com denúncias, o Governo do Estado abriu um novo canal de comunicação por meio do aplicativo Caça-mosquito. Disponível apenas para plataforma Android, o software serve para que os focos do mosquito sejam apontados pela população. Como resposta às denúncias, a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) envia agentes de endemias para eliminar as larvas. Até o momento, dez mil downloads já foram realizados e mais de 30 mil notificações registradas. 

“O aplicativo foi lançado no início de janeiro e muita gente já baixou nos celulares. Ele nos ajuda na missão de conter a proliferação do mosquito, eliminando os focos. Nós queremos chegar a um milhão de denúncias até o final de março. Ele é muito importante para o combate ao aedes aegypti”, destacou o subsecretário estadual da Saúde, Roberto Badaró.

 Terceira etapa

Um pequeno inimigo, porém letal. O aedes aegypti - mosquito transmissor da dengue, febre Chikungunya e do Zika Vírus tem sido o pesadelo de milhões de pessoas nos quatro cantos do mundo. Tem contribuído indiretamente para o surgimento de doenças como a síndrome de Guillain Barré e do aumento do número de casos de microcefalia – uma má formação do crânio de bebês, que nascem com o perímetro cefálico menor ou igual a 32 centímetros. Por meio da Operação Força Amiga, as Forças Armadas, o Governo do Estado e as prefeituras locais já combatem o mosquito e preparam para a próxima semana intensificar a eliminação dos focos.    

Na terceira etapa, que acontece mna próxima semana (15 a 18), Exército, Marinha e Aeronáutica farão visitas nas residências junto com os órgãos estaduais e municipais para o combate e a erradicação de focos do mosquito.

O Governo da Bahia também atuará nas escolas, com a distribuição de cartilhas e palestras sobre as formas de eliminação dos criadouros, além da capacitação de cerca de mil agentes de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), que levarão informação aos quatro cantos do estado. A ação também acontece nos outros estados brasileiros. 


 

Fonte: SECOM/BA

Ações de combate ao aedes aegypti são deflagradas no interior

Saúde 15 de fevereiro de 2016

Mais de 150 mil casos suspeitos de dengue, zika e chikungunya foram notificados no estado da Bahia em 2015, com 41 municípios registrando epidemias das três doenças simultaneamente. Para tentar mudar esta realidade, foi realizado, no dia 13/02/16, um esforço de sensibilização e mobilização da população para combater o mosquito aedes aegypti, com a participação das Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica) e representantes dos governos federal, estadual e municipal em pelo menos 31 municípios baianos.

Na avaliação do secretário estadual da Saúde, Fábio Vilas-Boas, o saldo da operação foi positivo, pois contou com aproximadamente seis mil militares em operações na capital e interior, além do reforço de agentes comunitários de saúde, agentes de endemias, diversos profissionais de saúde, além de gestores estaduais e municipais.

"Precisamos engajar a população nesta luta, que é de todos, sobretudo, quando cerca de 80% dos criadouros do mosquito estão dentro das residências, o que significa que cada um deve fazer a sua parte", afirmou o secretário. Além da capital, destaque para a mobilização que aconteceu em Jequié (centro sul), Porto Seguro (extremo sul), Feira de Santana, Ilhéus (sul), Alagoinhas (nordeste), Juazeiro (norte), Camaçari (RMS) e Barreiras (oeste), entre outros municípios.


Fotos: Ascom/Sesab

Parceria em pesquisa vai buscar soro contra o vírus zika

Saúde 23 de janeiro de 2016

O Instituto Vital Brazil firmou parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro para a produção de soro contra o vírus zika. O objetivo é tratar indivíduos que já estão contaminados pelo vírus. A expectativa é que o soro inative o vírus imediatamente após a aplicação, o que reduziria os casos de microcefalia causados pelo zika.
“Vamos trabalhar com o intuito de que a ação deste soro seja como a do soro contra a raiva. Quando aplicado, o vírus é imediatamente inativado no paciente. No caso de mulheres grávidas, acreditamos que, se aplicado assim que confirmado o diagnóstico, evitaremos que o vírus aja no sistema neurológico do feto”, explicou Antônio Joaquim Werneck, presidente do Instituto. A expectativa é que o soro fique pronto em três anos.
A parceria foi anunciada dia 18/01/16, no Workshop Núcleo Zika Vírus, realizado pelo Parque Tecnológico da UFRJ, a Agência Rio Negócio e o Polo de Inovação em Saúde da UFRJ. A reunião, que contou com a participação de virologistas, epidemiologistas, engenheiros de bioprocessos, médicos e bioquímicos, teve o objetivo de estabelecer parcerias com entes públicos e privados para transformar descobertas acadêmicas em produtos para a saúde da sociedade.
De acordo com o Ministro da Saúde, Marcelo Castro, o problema número 1 do Brasil é a microcefalia, que está associada ao vírus zika. De outubro para dezembro do ano passado foram aproximadamente 3.500 casos registrados. A microcefalia é uma malformação congênita, em que o cérebro do bebê não se desenvolve de maneira adequada. Neste caso, os bebês nascem com perímetro cefálico menor que o normal, que habitualmente é superior a 32 cm. Até o dia 9 de janeiro, foram notificados à Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde 3.530 casos suspeitos de microcefalia, identificados em 720 municípios de 21 Estados do Brasil.
Diversas são as ações em busca de uma solução para o caso zika, na última semana o Ministro anunciou que em fevereiro o Ministério começará a distribuir as primeiras 50 mil unidades dos kits discriminatórios para dengue, zika e chikungunya.
O que é o zika
É uma doença viral aguda, transmitida principalmente por mosquitos, tais como Aedes aegypti. Apresenta evolução benigna e os sintomas geralmente desaparecem espontaneamente após 3-7 dias. A doença tem semelhança com a dengue em função de alguns sinais e sintomas apresentados pelos pacientes como: febre; manchas pelo corpo com coceira; dor de cabeça e nas articulações, além de enjôo e dores musculares. Um fator diferencial é a presença de olho vermelho em alguns casos de infecção por zika, geralmente sem incomodar.
O Instituto Vital Brazil (www.vitalbrazil.rj.gov.br) é uma instituição de ciência e tecnologia do Governo do Estado do Rio de Janeiro ligado à Secretaria de Estado de Saúde. É um dos 21 laboratórios oficiais brasileiros, um dos quatro fornecedores de soros contra o veneno de animais peçonhentos e produtor de medicamentos estratégicos para o Ministério da Saúde.


Fonte: Instituto Vital Brazil

Entrada de agentes em locais suspeitos de terem foco do Aedes é permitida

Saúde 03 de fevereiro de 2016

Para ampliar a capacidade de combate ao Aedes aegypti, o governo editou a Medida Provisória nº 712, ampliando os poderes das autoridades de saúde de âmbito federal, estaduais e municipais no combate ao mosquito que transmite dengue, chikungunya e zika. Uma das principais novidades da MP é a possibilidade de ingresso forçado em imóveis públicos e privados considerados abandonados ou em situação de ausência do responsável.

O ingresso em imóveis fechados será realizado após avaliação das autoridades de saúde, quando a ação for considerada essencial para o combater focos do mosquito. A MP foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (1º) e já está em vigor.

Para efeitos de fiscalização, o imóvel será considerado abandonado quando for constatada “flagrante ausência prolongada de utilização, o que pode ser verificado por suas características físicas, por sinais de inexistência de conservação, pelo relato de moradores da área ou por outros indícios que evidenciem a sua não utilização”.

Ainda de acordo com a MP, a ausência será classificada quando, após duas tentativas do agente de saúde, realizadas em horários e dias alternados, em um intervalo de 10 dias, não for localizado um responsável que realize a abertura do imóvel para um agente de saúde realizar a inspeção de possíveis criadouros do mosquito.

A Medida Provisória prevê que o agente de saúde que precisar recorrer ao ingresso forçado no imóvel deverá elaborar um relatório, explicando quais medidas sanitárias foram adotadas no combate ao Aedes aegypti.

Se necessário, o agente poderá requerer o auxílio das autoridades policiais para o ingresso forçado. Essa entrada deverá ser realizada sempre observando a integridade do imóvel. A MP também prevê a realização de campanhas educativas e de orientação à população.

Obras

Em outra frente de ação, o Ministério das Cidades publicou, dia 1º/02/16, uma portaria que institui ações preventivas para combater o mosquito da dengue em canteiros de obras dos empreendimentos integrantes do Minha Casa Minha Vida (MCMV) e do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

A portaria estabelece que os responsáveis pela execução pelas obras deverão orientar os funcionários, diretos ou indiretos, com campanhas de sensibilização e esclarecimentos que informem as medidas necessárias para evitar a reprodução e eliminar eventuais criadouros do mosquito nos canteiros de obras, alojamentos, nas suas casas e vizinhanças.


Fonte: Portal Brasil

R$ 500 mi são destinados para combate ao Aedes aegypti

Saúde 16 de janeiro de 2016

A presidenta Dilma Rousseff sancionou,  dia 15/01/16, recurso de R$ 1,27 bilhão para o desenvolvimento das ações de vigilância em saúde, incluindo o combate ao mosquito Aedes aegypti, em 2016. A este montante será adicionado R$ 600 milhões destinados à Assistência Financeira Complementar da União para os Agentes de Combate às Endemias. Para intensificar as ações e medidas de vigilância, prevenção e controle da dengue, febre chikungunya e Zika também foi aprovado R$ 500 milhões extras, sobretudo, por conta da
situação de emergência em saúde pública de importância nacional que o país vive.

Nesta semana, o Ministério da Saúde repassou aos estados R$ 143,7 milhões extras destinados a ações de combate ao Aedes aegypti. O recurso foi garantido em portaria publicada no dia 23 de dezembro do ano passado e já liberado 100% aos estados no início desta semana. O Ministro da Saúde, Marcelo Castro, considere de fundamental importância este recurso extra para as ações nos estados e municípios. “Com este reforço financeiro, os estados e municípios vão poder potencializar as medidas de combate ao Aedes aegypti para evitar a transmissão de dengue, chikungunya e Zika”, explicou.

O ministro orienta que os cuidados com o mosquito devem ser redobrados nesta época do ano, período de maior incidência das doenças. “É preciso que todos se mobilizem para combater este mosquito. É muito importante sempre verificar o adequado armazenamento de água em suas casas, o acondicionamento do lixo e a eliminação de todos os recipientes sem uso, que possam acumular água e virar criadouros do mosquito”, recomendou Marcelo Castro.

O Ministério da Saúde tem reunido esforços para o combate ao mosquito Aedes aegypti, convocando o poder público e a população para uma ampla mobilização nacional para conter o mosquito. O governo federal mobilizou 19 ministérios e outros órgãos federais para atuar conjuntamente neste enfrentamento, além da participação dos governos estaduais e municipais.

Com isso, as visitas a residências para eliminação e controle do vetor ganharam o reforço das Forças Armadas e de mais de 266 mil agentes comunitários de saúde, além dos cerca de 44 mil agentes de endemias que já atuavam regularmente nessas atividades. A orientação é para que esse grupo atue, inclusive, na organização de mutirões de combate ao mosquito em suas regiões.

Os repasses de recursos do Ministério da Saúde para o combate ao mosquito têm se mantido crescentes ao longo dos anos. Somente no ano de 2015, foi liberado R$ 1,25 bilhão.  Em 2011, este montante era de R$ 970,4 mil, o que representa um aumento de 28,8% nos recursos nos últimos cinco anos. O Ministério da Saúde também investiu, no ano de 2015, R$ 23 milhões na aquisição de inseticidas e larvicidas. Além das ações de apoio a estados e municípios, o Ministério da Saúde realiza a aquisição de insumos estratégicos e kits de diagnósticos, para auxiliar os gestores locais no combate ao mosquito.

DENGUE 2015 – Em 2015, foram registrados 1.649.008 casos prováveis de dengue no país. A região Sudeste concentra o maior número de registros da doença com 62,2% (1.026.226) dos casos de todo o país, seguida pelas regiões Nordeste com 18,9% (311.519), Centro-Oeste com 13,4% (220.966), Sul com 3,4% (56.187) e Norte com 2,1% (34.110). Entre os estados, destacam-se Goiás (2.500,6 casos/100 mil hab.) e São Paulo (1.665,7 casos/100 mil hab.) No total, 22 estados apresentaram aumento no número de casos. Apenas Acre, Amazonas, Roraima, Piauí e o Distrito Federal tiveram redução.

O pico de maior incidência da dengue ocorreu no mês de abril com 229,1 casos para cada 100 mil habitantes, seguido de uma redução a partir do mês de maio (116,1), tendência observada nos meses seguintes até outubro (12,2). A partir de novembro (22,3), a incidência da doença começa a apresentar leve tendência de aumento. Em 2015 ocorreram 863 mortes por dengue. As regiões que registraram o maior número de vítimas fatais foram Sudeste (563) e Centro-Oeste (130).

O Ministério da Saúde observou os municípios com as maiores incidências da doença acumuladas por estrato populacional em relação ao número de habitantes. Entre as cidades com menos de 100 mil habitantes destaca-se o município de Onda Verde (SP), com 17.989,9 casos para cada 100 mil habitantes. Entre os municípios com 100 mil a 499 mil pessoas, Rio Claro (SP) possui maior incidência da doença, com 10.804,7 casos/100 mil habitantes. Em relação aos municípios com população entre 500 mil e 999 mil, Sorocaba (SP) se destaca com incidência de 8.815,6 casos para cada 100 mil habitantes. Já em relação aos municípios com mais de 1 milhão de pessoas, Campinas (SP) registrou incidência de 5.766,2 casos para cada 100 mil habitantes.

Entre os quatro sorotipos virais existentes da dengue, o DENV1 foi o que mais circulou durante 2015 respondendo a 93,8% dos casos confirmados de dengue, seguido do DENV4 (5,1%), DENV2 (0,7%) e DENV3 (0,4%).

CHIKUNGUNYA – Em 2015, foram registrados 20.661 casos de febre chikungunya no país. Desse total, 7.823 casos foram confirmados e 10.420 estão em investigação. Atualmente, 84 municípios de 11 estados estão com transmissão autóctone (circulação) do vírus. Além disso, pela primeira vez no Brasil, foram confirmadas três mortes por chikungunya, sendo duas na Bahia e uma em Sergipe. As três vítimas eram idosas (85, 83 e 75 anos) e apresentavam histórico de doenças crônicas.

As medidas de prevenção para a doença são as mesmas já adotadas para a dengue, que se resume em evitar o acúmulo de água parada. A principal diferença nos sintomas das duas doenças é que na febre chikungunya, a dor articular surge em 70% a 100% dos casos, é intensa e afeta principalmente pés e mãos.

ZIKA – Até o dia 9 de janeiro deste ano foram registrados 3.530 casos suspeitos de microcefalia relacionada ao vírus Zika. Os casos suspeitos da doença em recém-nascidos são computados desde o início das investigações (em 22 de outubro de 2015) e ocorreram em 724 municípios de 21 unidades da federação. Também estão em investigação 46 óbitos de bebês com microcefalia possivelmente relacionados ao vírus Zika, todos na região Nordeste.

O estado de Pernambuco, o primeiro a identificar aumento de microcefalia, continua com o maior número de casos suspeitos (1.236), o que representa 35% do total registrado em todo o país. Em seguida, estão os estados da Paraíba (569), Bahia (450), Ceará (192), Rio Grande do Norte (181), Sergipe (155), Alagoas (149), Mato Grosso (129) e Rio de Janeiro (122).

RECURSO EXTRA DESTINADO AOS MUNICÍPIOS

 


UF

MUNICÍPIOS

VALOR

NORTE

450

21.983.467,46

AC

22

998.988,64

AM

62

4.890.180,12

AP

16

1.060.953,21

PA

144

10.416.805,05

RO

52

2.091.532,04

RR

15

827.075,93

TO

139

1.697.932,47

NORDESTE

1.794

44.963.347,12

AL

102

2.622.873,83

BA

417

11.332.150,44

CE

184

6.912.351,74

MA

217

7.497.110,35

PB

223

2.892.656,81

PE

185

6.700.808,27

PI

224

2.697.897,16

RN

167

2.648.656,09

SE

75

1.658.842,43

SUDESTE

1.668

50.820.774,52

ES

78

2.964.061,76

MG

853

16.323.726,53

RJ

92

12.354.512,14

SP

645

19.178.474,09

SUL

1.191

14.258.560,99

PR

399

5.320.797,86

RS

497

5.546.933,19

SC

295

3.390.829,94

CENTRO-OESTE

467

11.676.293,95

DF

1

1.517.005,67

GO

246

5.287.843,47

MS

79

1.989.718,41

MT

141

2.881.726,40

BRASIL

5.570

143.702.444,04

 

UF

CASOS PROVÁVEIS

INCIDÊNCIA/100 MIL HAB.

2014

2015

2014

2015

NORTE

48.027

34.110

278,2

197,6

RO

1.967

2.195

112,5

125,5

AC

28.028

5.819

3.547,4

736,5

AM

6.638

4.131

171,4

106,6

RR

1.118

1.089

225,0

219,1

PA

4.487

8.811

55,4

108,7

AP

2.182

3.167

290,6

421,8

TO

3.607

8.898

241,0

594,4

NORDESTE

89.576

311.519

159,4

554,4

MA

2.625

7.505

38,3

109,5

PI

7.650

7.619

239,5

238,5

CE

22.662

63.521

256,3

718,3

RN

11.437

22.503

335,5

660,2

PB

5.611

21.771

142,3

552,0

PE

10.396

102.721

112,1

1.107,2

AL

13.158

28.873

396,1

718,7

SE

2.234

8.460

100,6

381,2

BA

13.803

53.546

91,3

354,0

SUDESTE

310.725

1.026.226

365,1

1.205,7

MG

58.045

189.378

279,9

913,4

ES

18.821

34.699

484,4

893,1

RJ

7.664

68.659

46,6

417,1

SP

226.195

733.490

513,7

1.665,7

SUL

22.943

56.187

79,1

193,6

PR

22.658

49.726

204,5

448,7

SC

133

4.669

2,0

69,4

RS

152

1.792

1,4

16,0

CENTRO-OESTE

115.684

220.966

760,1

1.451,9

MS

3.363

27.989

128,4

1.068,4

MT

7.128

20.223

221,1

627,2

GO

93.547

163.117

1.434,1

2.500,6

DF

11.646

9.637

408,3

337,9

TOTAL

586.955

1.649.008

289,4

813,1

 

UF

CASOS CONFIRMADOS

ÓBITOS

2014

2015

 

2014

 

2015

DENGUE GRAVE

DENGUE SINAIS DE ALARME

DENGUE GRAVE

DENGUE SINAIS DE ALARME

NORTE

23

107

43

115

19

17

RO

2

9

5

11

2

3

AC

1

20

0

2

2

0

AM

7

8

2

10

8

2

RR

3

2

0

10

1

0

PA

5

25

12

33

5

5

AP

2

12

16

31

1

2

TO

3

31

8

18

0

5

NORDESTE

211

981

252

1.077

153

126

MA

18

51

25

44

13

9

PI

12

25

19

42

5

2

CE

63

237

119

664

51

66

RN

24

135

6

46

22

4

PB

12

108

10

75

10

5

PE

23

50

26

74

32

23

AL

20

254

14

94

4

3

SE

9

10

5

2

4

2

BA

30

111

28

36

12

12

SUDESTE

303

6.088

863

15.000

172

563

MG

49

670

123

984

51

69

ES

33

332

65

602

17

15

RJ

20

97

50

340

10

25

SP

201

4.989

625

13.074

94

454

SUL

51

299

98

514

12

27

PR

51

297

95

393

12

25

SC

0

1

1

112

0

0

RS

0

1

2

9

0

2

CENTRO-OESTE

176

961

313

3.623

117

130

MS

4

67

11

220

4

15

MT

5

20

14

41

5

7

GO

134

740

262

3.287

93

86

DF

33

134

26

75

15

22

TOTAL

764

8.436

1.569

20.329

473

863

 


 

Fonte: Ascom do Ministério da Saúde

  1. Mais Médicos lança edital para profissionais brasileiros
  2. Ministério da Saúde atualiza casos suspeitos de microcefalia
  3. Primeira vacina contra a dengue tem registro aprovado
  4. Medicamentos para câncer têm imposto reduzido

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