JORNAL DO SOL JORNAL DO SOLJORNAL DO SOL
  • Notícias
    • Bahia
    • Brasil
    • Cidade
    • Cultura
    • Economia
    • Editais
    • Educação
    • Esporte
    • Meio Ambiente
    • Polícia
    • Política
    • Saúde
    • Sustentabilidade
    • Tecnologia e Marketing
    • Turismo
  • Calendário de Eventos
    • Envie Seu Evento
  • Classol
  • Memória
    • Capas Impresso
    • Persona
  • Expediente

Produção industrial recua em julho, mostra IBGE

Economia 04 de setembro de 2015

Em julho de 2015, a produção industrial nacional recuou 1,5% frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, segundo resultado negativo consecutivo, acumulando nesse período perda de 2,4%. Com isso, a indústria encontra-se 14,1% abaixo do nível recorde alcançado em junho de 2013. Na série sem ajuste sazonal, no confronto com igual mês do ano anterior, a indústria apontou queda de 8,9% em julho de 2015, 17ª taxa negativa consecutiva e mais acentuada do que as observadas em março (-3,3%), abril (-7,7%), maio (-8,8%) e junho (-2,8%). Assim, o setor industrial acumulou redução de 6,6% nos sete meses de 2015. A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos 12 meses, com o recuo de 5,3% em julho de 2015, assinalou perda mais intensa do que a verificada em junho último (-4,9%) e manteve a trajetória descendente iniciada em março de 2014 (2,1%).

A redução de 1,5% da atividade industrial na passagem de junho para julho teve predomínio de resultados negativos, alcançando três das quatro grandes categorias econômicas e 14 dos 24 ramos pesquisados. Entre os setores, a principal influência negativa foi registrada por produtos alimentícios, que recuou 6,2%, eliminando a expansão de 4,3% observada no mês anterior. Outras contribuições negativas importantes sobre o total da indústria vieram das atividades de bebidas (-6,2%), de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-1,7%) e de indústrias extrativas (-1,5%), com o primeiro devolvendo parte do crescimento de 7,1% acumulado nos meses de maio e junho; o segundo interrompendo três meses de taxas positivas, período em que acumulou ganho de 3,6%; e o último acumulando queda de 2,6% nos últimos três meses, após avançar 4,3% entre dezembro de 2014 e abril de 2015. Houve perdas também nos setores de produtos de madeira (-7,6%), de produtos de borracha e de material plástico (-2,2%), de produtos diversos (-5,5%) e de produtos de metal (-1,8%). Por outro lado, entre os dez ramos que ampliaram a produção nesse mês, o desempenho de maior importância foi registrado por máquinas e equipamentos, que avançou 6,5%, interrompendo cinco meses consecutivos de taxas negativas, período em que acumulou redução de 11,9%. Outros impactos positivos importantes foram observados nos setores de veículos automotores, reboques e carrocerias (1,4%) e de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (3,2%), com o primeiro voltando a crescer após acumular queda de 24,4% entre outubro de 2014 e junho de 2015; e o segundo apontando o primeiro resultado positivo desde janeiro último, acumulando nesse período perda de 28,2%.
Entre as grandes categorias econômicas, bens de consumo semi e não-duráveis, ao recuar 3,4% na comparação com junho, mostrou a redução mais acentuada, eliminando a expansão de 3,1% acumulada nos meses de maio e junho últimos. Os setores produtores de bens intermediários (-2,1%) e de bens de capital (-1,9%) também registraram taxas negativas, com ambos marcando o sexto mês seguido de queda na produção e acumulando nesse período perdas de 4,4% e 17,7%, respectivamente. Por outro lado, o segmento de bens de consumo duráveis, ao avançar 9,6%, assinalou o único resultado positivo nesse mês, após acumular perda de 25,2% entre outubro do ano passado e junho de 2015.
Média móvel trimestral recua 0,6%
Ainda na série com ajuste sazonal, a evolução do índice de média móvel trimestral recuou 0,6% no trimestre encerrado em julho de 2015 frente ao nível do mês anterior e manteve a trajetória descendente iniciada em setembro de 2014. Entre as grandes categorias econômicas, ainda em relação ao movimento deste índice na margem, bens de capital (-2,0%), bens intermediários (-0,9%) e bens de consumo duráveis (-0,5%) mostraram as reduções mais acentuadas, com o primeiro acumulando perda de 11,7% nos últimos quatro meses; o segundo prosseguindo com o comportamento negativo presente desde outubro de 2014; e o último mantendo a trajetória descendente iniciada em novembro do ano passado. O setor produtor de bens de consumo semi e não-duráveis (-0,1%) também registrou taxa negativa nesse mês, após ligeiro acréscimo de 0,2% no mês anterior quando interrompeu a trajetória descendente iniciada em setembro de 2014.

Indústria recua 8,9% na comparação com julho de 2014

Na comparação com julho de 2014, o setor industrial mostrou queda de 8,9% em julho de 2015, com perfil disseminado de resultados negativos, alcançando as quatro grandes categorias econômicas, 23 dos 26 ramos, 72 dos 79 grupos e 69,9% dos 805 produtos pesquisados. Entre as atividades, a de veículos automotores, reboques e carrocerias, que recuou 19,1%, e a de produtos alimentícios (-7,2%) exerceram as maiores influências negativas na formação da média da indústria, pressionadas pela redução na produção de caminhões, caminhão-trator para reboques e semirreboques, veículos para transporte de mercadorias, automóveis, reboques e semirreboques, carrocerias para ônibus e caminhões e autopeças, na primeira; e de açúcar cristal, VHP e refinado de cana, sucos concentrados de laranja, carnes de bovinos congeladas, frescas ou refrigeradas, bombons e chocolates em barras, biscoitos e leite em pó, na segunda. Outras contribuições negativas relevantes vieram de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-34,8%), de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-6,2%), de máquinas e equipamentos (-15,1%), de produtos de metal (-13,0%), de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-15,7%), de metalurgia (-7,9%), de outros produtos químicos (-6,4%), de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-14,3%), de bebidas (-10,5%), de produtos de borracha e de material plástico (-9,0%) e de produtos têxteis (-18,6%). Entre as três atividades que aumentaram a produção, o principal impacto foi em indústrias extrativas (2,9%), impulsionado pelos avanços nos itens minérios de ferro em bruto e óleos brutos de petróleo.
Ainda no confronto com igual mês do ano anterior, bens de capital (-27,8%) e bens de consumo duráveis (-13,7%) assinalaram as reduções mais acentuadas entre as grandes categorias econômicas. Os setores produtores de bens de consumo semi e não-duráveis (-9,2%) e de bens intermediários (-5,6%) também mostraram resultados negativos nesse mês, com o primeiro registrando recuo acima da magnitude observada na média nacional (-8,9%), e o segundo com a queda menos intensa entre as grandes categorias econômicas.
O setor produtor de bens de capital, ao recuar 27,8% no índice mensal de julho de 2015, assinalou a 17ª taxa negativa consecutiva e a mais intensa desde o início da série histórica nesse tipo de comparação. Na formação do índice desse mês, o segmento foi influenciado pelo recuo na maior parte dos seus grupamentos, com destaque para a redução de 31,8% de bens de capital para equipamentos de transporte, pressionado pela menor fabricação de caminhões, caminhão-trator para reboques e semirreboques, veículos para transporte de mercadorias, reboques e semirreboques, ônibus e vagões para transporte de mercadorias. As demais taxas negativas foram registradas por bens de capital de uso misto (-34,1%), para construção (-56,9%), agrícola (-26,4%) e para energia elétrica (-17,0%), enquanto bens de capital para fins industriais (0,6%) apontou o único resultado positivo em julho de 2015.
O segmento de bens de consumo duráveis recuou 13,7% no índice mensal de julho de 2015, 17º resultado negativo consecutivo nesse tipo de confronto e bem mais intenso do que o verificado em junho último (-1,0%). Nesse mês, o setor foi pressionado pela menor fabricação de eletrodomésticos da linha branca (-26,8%), da linha marrom (-26,2%) e de automóveis (-3,6%), influenciados por reduções de jornadas de trabalho e pela concessão de férias coletivas em várias unidades produtivas. Outros impactos negativos vieram de motocicletas (-25,3%), móveis (-19,2%) e de outros eletrodomésticos (-22,2%).
A redução na produção de bens de consumo semi e não-duráveis (-9,2%) em julho de 2015 foi o nono resultado negativo consecutivo na comparação com igual mês do ano anterior e intensificou o ritmo de queda frente ao verificado em junho último (-2,4%). O desempenho foi explicado pelos recuos em todos os seus grupamentos: alimentos e bebidas elaborados para consumo doméstico (-8,8%), não-duráveis (-9,7%), semiduráveis (-11,3%) e carburantes (-6,7%).
Ainda no confronto com igual mês do ano anterior, a produção de bens intermediários (-5,6%) assinalou a 16ª taxa negativa consecutiva e a mais intensa desde novembro do ano passado (-5,8%). O resultado foi explicado pelos recuos nos produtos associados às atividades de veículos automotores, reboques e carrocerias (-16,2%), de produtos de metal (-16,3%), de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-6,0%), de metalurgia (-7,9%), de produtos alimentícios (-5,9%), de outros produtos químicos (-6,3%), de produtos de borracha e de material plástico (-8,6%), de produtos têxteis (-20,3%) e de produtos de minerais não-metálicos (-6,8%), enquanto as pressões positivas foram registradas por indústrias extrativas (2,9%), máquinas e equipamentos (6,4%) e celulose, papel e produtos de papel (3,8%). Ainda nessa categoria, houve recuos nos grupamentos de insumos típicos para construção civil (-12,7%), 17ª taxa negativa consecutiva, e de embalagens (-3,0%), que reverteu o resultado positivo assinalado no mês anterior (0,6%).
Índice acumulado em 2015 cai 6,6%
No índice acumulado para o período janeiro-julho de 2015, frente a igual período do ano anterior, o setor industrial mostrou queda de 6,6%, com perfil disseminado de taxas negativas, já que as quatro grandes categorias econômicas, 23 dos 26 ramos, 67 dos 79 grupos e 71,1% dos 805 produtos pesquisados apontaram recuo na produção. Entre os setores, o principal impacto negativo foi observado em veículos automotores, reboques e carrocerias (-20,2%), pressionado pela redução na produção de aproximadamente 92% dos produtos investigados na atividade, com destaque para os recuos registrados por automóveis, caminhões, caminhão-trator para reboques e semirreboques, autopeças, reboques e semirreboques, veículos para transporte de mercadorias e carrocerias para caminhões e ônibus. Outras contribuições negativas relevantes vieram dos setores de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-29,0%), de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-6,0%), de máquinas e equipamentos (-11,4%), de produtos alimentícios (-3,8%), de metalurgia (-7,6%), de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-15,5%), de produtos de metal (-9,2%), de bebidas (-7,6%), de produtos de borracha e de material plástico (-6,5%), de confecção de artigos do vestuário e acessórios (-10,5%) e de produtos de minerais não-metálicos (-5,4%).
Entre as grandes categorias econômicas, o perfil dos resultados para os sete primeiros meses de 2015 mostrou menor dinamismo para bens de capital (-20,9%) e bens de consumo duráveis (-14,2%), pressionadas pela redução na fabricação de bens de capital para equipamentos de transporte (-26,6%), na primeira, e de automóveis (-13,0%), na segunda. Os segmentos de bens de consumo semi e não-duráveis (-7,0%) e de bens intermediários (-3,4%) também assinalaram taxas negativas no índice acumulado no ano, com o primeiro prosseguindo com recuo acima da magnitude observada na média nacional (-6,6%), e o segundo apontando a queda mais moderada entre as grandes categorias econômicas.


 

Fonte: Comunicação Social IBGE

 

Abono salarial de setembro começa a ser pago dia 15/09

Economia 04 de setembro de 2015

O abono salarial do Programa de Integração Social (PIS) estará disponível a partir de 15 de setembro para os trabalhadores que nasceram em setembro e são correntistas da Caixa Econômica Federal. Para os não correntistas, o pagamento será efetuado a partir dia 17 de setembro. O abono do PIS equivale ao valor de um salário mínimo. Para o calendário PIS 2015/2016, os saques poderão ser efetuados até 30 de junho de 2016.
O pagamento é efetuado por meio de crédito em conta, ou nos caixas eletrônicos e casas lotéricas, utilizando o Cartão Cidadão. O trabalhador também pode efetuar o saque em agência da Caixa, apresentando o número do PIS e um documento de identificação.
Para os nascidos em outubro, o pagamento será efetuado a partir dos dias 14 e 15 de outubro. Os servidores que têm direito ao Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP), com inscrição de final 2, poderão sacar o benefício a partir de 17 de setembro.
Quem tem direito
Para receber o abono salarial, o trabalhador precisa se enquadrar em algumas regras. Ele deve ter pelo menos cinco anos de cadastro no PIS/PASEP, receber até dois salários mínimos (durante o ano passado) e ter trabalhado pelo menos 30 dias no ano passado (equivalente a um mês de carteira assinada).
Para consultar o abono salarial pela internet, basta acessar aqui, tendo em mãos o número do PIS/PASEP e a senha do Cartão Cidadão.

Tabela do PIS 2015 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

Leilão da Aneel vai gerar investimentos de R$ 1,5 bi

Economia 27 de agosto de 2015

O leilão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) comercializou quatro lotes de linhas de transmissão com investimentos estimados em R$ 1,5 bilhão e que vão gerar 4,7 mil empregos diretos.

Segundo a agência, serão construídas seis linhas de transmissão, totalizando 909 km, e sete subestações, com capacidade total de 550 MVA, reforçando a Rede Básica do Sistema Interligado Nacional (SIN), nos estados de Goiás, Pará, Rondônia e Rio Grande do Sul.

As primeiras instalações deverão entrar em operação em novembro de 2018. O leilão movimentou R$ 250 milhões, considerando a Receita Anual prevista nesses empreendimentos, com deságio de até 15,5%.

O leilão foi realizado nesta quarta-feira (26), na sede da Bolsa de Mercadorias e Futuros de São Paulo, BM&F Bovespa.

Fonte:  Portal Brasil, com informações do Ministério de Minas e Energia. 

 

Plano Safra bate recorde de R$ 158 bilhões em financiamentos

Economia 27 de agosto de 2015

O total de crédito rural liberado na safra 2014/2015 somou R$ 158 bilhões e ultrapassou a meta do Plano Agrícola e Pecuário, de R$ 156 bilhões, conforme informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Foram aplicados R$ 115,6 bilhões em custeio e comercialização, além de R$ 42,4 bilhões em investimento, entre julho de 2014 e junho deste ano.

“Essa confiança do setor do agronegócio está relacionada às políticas de apoio ao produtor rural, principalmente por meio do crédito rural, com forte impacto no aumento da produção e da produtividade agropecuária. E o volume de recursos disponibilizados e as condições de empréstimo rural se mantiveram em níveis satisfatórios ao atendimento das necessidades de financiamento da atividade agropecuária”, explica o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, André Nassar.

Médio produtor

As contratações para o médio produtor, por meio do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), atingiram R$ 11,8 bilhões em recursos para custeio. Já para operações de investimento, o programa aplicou R$ 4,7 bilhões. Ao todo, o Pronamp contou com R$ 16,105 bilhões para a safra atual.

Entre os programas da modalidade investimento, o financiamento destinado ao Programa de Sustentação do Investimento (PSI-BK) contabilizou R$ 10,2 bilhões, dos R$ 5,5 bilhões programados, aplicação que alcançou 187% de aumento. Soma-se ao montante aplicado pelo PSI, mais R$ 1,8 bilhão desembolsados pelo Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas (Moderfrota), destinado ao financiamento de máquinas e equipamentos.

O Programa Agricultura de Baixo Carbono respondeu por R$ 3,3 bilhões, de um total disponibilizado de R$ 4,5 bilhões. Para o Programa de Modernização da Agricultura e Conservação de Recursos Naturais (Moderagro) e o Programa de Incentivo à Irrigação e à Armazenagem (Moderinfra) foram disponibilizados R$ 500 milhões para cada um e investidos R$ 289 milhões e R$ 389 milhões, respectivamente.

O Programa de Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor à Produção Agropecuária (Prodecoop) e o Programa de Capitalização das Cooperativas de Produção Agropecuária (Procap-Agro) tiveram recursos disponíveis de R$ 2,1 bilhões e R$ 3 bilhões, dos quais já foram aplicados R$ 1,1 bilhão e R$ 2,2 bilhões, respectivamente.

No Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro), que conta com R$ 1,7 bilhão, foram aplicados R$ 1,4 bilhão. A consolidação dos recursos contratados na safra 2014/2015 foi feita pelo Grupo de Acompanhamento do Crédito Rural, coordenado pela Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Fonte: Ministério da Agricultura.

 

Domésticos agora têm direito ao Seguro-Desemprego

Economia 27 de agosto de 2015

O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) aprovou a resolução que regulamenta procedimentos para habilitação e concessão de Seguro-Desemprego para empregados domésticos dispensados sem justa causa. O texto deve ser publicado até sexta-feira (28) no Diário Oficial da União.

O objetivo é prover assistência financeira temporária, além de auxiliar o trabalhador dispensado na busca ou preservação do emprego com ações integradas de orientação, recolocação e qualificação profissional.

O Seguro-Desemprego do empregado doméstico corresponderá a 1 (um) salário mínimo e será concedido por um período máximo de 3 (três) meses, de forma contínua ou alternada, a cada período aquisitivo de 16 (dezesseis) meses, contados da data da dispensa que originou a habilitação anterior.

Para usufruir do benefício, o doméstico deve ter trabalhado por pelo menos 15 (quinze) meses nos últimos 24 (vinte e quatro) meses que antecedem à data da dispensa que deu origem ao requerimento do Seguro-Desemprego; não estar em gozo de qualquer benefício previdenciário de prestação continuada da previdência social, exceto auxílio-acidente e pensão por morte; e não possuir renda própria de qualquer natureza, suficiente à sua manutenção e de sua família.

Tais requisitos serão verificados a partir de informações registradas no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) ou por meio das anotações na Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), contracheques ou documento que contenha decisão judicial que detalhe a data de admissão, demissão, remuneração, empregador e função exercida pelo empregado.

Como funciona?

A solicitação ao benefício deverá ser feita no Ministério do Trabalho e Emprego ou órgãos autorizados no prazo de 7 a 90 dias contados da data da dispensa. O agente público verificará se o requerente reúne os requisitos legais e, sempre que viável, será incluído nas ações integradas de intermediação de mão de obra com o objetivo de recolocá-lo no mercado de trabalho ou, não sendo possível, encaminhado a curso qualificador disponível ofertado no âmbito do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico de Emprego – PRONATEC.

O trabalhador receberá a primeira parcela do seguro em 30 dias e as demais a cada intervalo de trinta dias, contados da emissão da parcela anterior.

O requerimento de habilitação no Programa do Seguro-Desemprego só poderá ser proposto a cada novo período aquisitivo, desde que cumpridos todos os requisitos estabelecidos na Lei Complementar nº 150/15.

O ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, comemorou a decisão em prol dos trabalhadores domésticos. “Antes da promulgação da PEC 72, eles sequer tinham acesso a direitos básicos garantidos aos demais trabalhadores”, comentou.

Fonte: Portal Brasil e Ministério do Trabalho e Emprego.

 

  1. Governo federal investe R$ 1 milhão em sementes para agricultura familiar
  2. Aposentados receberão adiantamento do 13º em setembro
  3. BNDES assina contrato de quase R$ 1 bilhão com banco alemão
  4. BNDES amplia acesso de empresas a capital de giro

Página 26 de 26

  • 17
  • 18
  • 19
  • 20
  • 21
  • 22
  • 23
  • 24
  • 25
  • 26
  • Notícias
    • Bahia
    • Brasil
    • Cidade
    • Cultura
    • Economia
    • Editais
    • Educação
    • Esporte
    • Meio Ambiente
    • Polícia
    • Política
    • Saúde
    • Sustentabilidade
    • Tecnologia e Marketing
    • Turismo
  • Calendário de Eventos
    • Envie Seu Evento
  • Classol
  • Memória
    • Capas Impresso
    • Persona
  • Expediente