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Escritor gaúcho lança livro sobre a colonização no Sul da Bahia

Cultura 29 de janeiro de 2018

 


O escritor Vladimir Cunha Santos lançou recentemente seu 17º livro, intitulado Barulho do Mar, que traz uma junção de novos contos, novos poemas, crônicas, artigos e frases elaborados nos últimos anos. Todos inéditos, inspirados e escritos, na maioria das vezes, sob o barulho do mar, do Oceano Atlântico, do mar do Caribe e do Oceano Pacífico quando sobrevoava o litoral do Peru.
Neste livro, o autor traz vários contos históricos relatando os momentos do descobrimento do Brasil e a colonização que começou pelo Sul da Bahia. Conta sobre o povoado de Santo Amaro, onde hoje é o Arraial d’Ajuda e a guerra dos nativos Aimorés contra os portugueses.
Também apresenta crônicas sobre a vida cotidiana em Cuba a partir de sua vivência entre os cubanos durante três meses de 2015 e 2016, contando como é a vida realmente na ilha caribenha e socialista. Além da seleção de poemas novos escritos em Cuba, na Bahia e no Rio Grande do Sul, traz ensaios sociológicos criados para a universidade federal gaúcha, onde se graduou em Ciências Sociais.
Nos textos selecionados pelo autor, estão as marcas de seu tempo, de seu pensamento, com algumas reminiscências e atualidades. Usa os personagens da sua ficção para expressar seu pensamento sobre a vida contemporânea. Introduz aspectos históricos no seu texto moderno e realista. São muitos contos, crônicas, poemas e artigos arrancados do mundo real e provocados por um incessante barulho do mar - este gigante da natureza- que existe dentro do autor. Como ele mesmo diz: “O mar nos faz relaxar, refletir, e suas ondas trazem as minhas ondas. Nas margens dos mares do planeta se organizaram várias civilizações”.
Desde 1981, no auge da sua adolescência, Vladimir Cunha Santos constrói sua carreira literária, passando pela publicação de poemas, crônicas, artigos, contos, romances e ensaios. No início eram pequenos livros de poemas, depois vieram os estudos, as composições mais elaboradas, as viagens pelos países vizinhos à sua terra natal (Uruguai e Argentina), a faculdade de Letras, a viagem pela Europa (Portugal, Espanha e França), a experiência de três décadas como jornalista e empresário da comunicação em jornais do interior do Rio Grande do Sul, as viagens por vários estados do Brasil, a formação acadêmica, a moradia e pesquisas na ilha caribenha de Cuba, até chegar aos dias de hoje (2017) quando trabalha e vive no charmoso Arraial d’Ajuda, distrito turístico do histórico município de Porto Seguro, no Sul baiano.
O autor vende e autografa seus livros nas praias, restaurantes, pousadas, bibliotecas e lugares públicos, fazendo contato direto com os leitores. É um trabalho independente e alternativo, em contraponto com a indústria literária. O livro também se encontra à venda nas bancas e livrarias de Porto Seguro e região. (VC)

Encerradas inscrições para coordenadores culturais na Bahia

Cultura 28 de janeiro de 2018


Estão prorrogadas, até as 23h59 do dia 31/01/18, quarta-feira, as inscrições do processo seletivo simplificado destinado à contratação de 45 coordenadores culturais. As vagas serão distribuídas na Bahia para atuação no projeto Escolas Culturais, voltado para a ocupação artística e cultural de escolas públicas em todos os territórios do estado.
O processo seletivo é de responsabilidade do Instituto Ação Social Pela Música (IASPM), organização social que participa da gestão do projeto. As inscrições devem ser feitas exclusivamente via internet. Sob o título 'Coordenador Cultural', o currículo com indicação de cidade para a qual deseja concorrer e a carta de apresentação e motivação (até duas páginas) devem ser enviados para o e-mail Este endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo..
A carta deve conter uma descrição sucinta da experiência na gestão ou participação em projetos culturais e/ou educacionais e informação sobre pretensão salarial, além de resposta à seguinte questão: Quais as principais dificuldades encontradas pelos grupos culturais e de arte no seu município e como enfrentá-las? Devem também ser encaminhados até três documentos comprobatórios de experiências anteriores.
Informações completas sobre a seleção, requisitos e especificações, além da descrição sumária das funções e a relação dos 45 municípios para os quais se destinam as vagas, estão disponíveis no site do Neojiba.
O projeto, que faz parte do Programa Educar para Transformar, é uma iniciativa conjunta das secretarias estaduais da Educação, de Cultura (Secult), de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS) e da Casa Civil, viabilizada pelo Fundo de Combate à Pobreza. O objetivo é fortalecer e dinamizar as escolas, por meio da cultura, em benefício e com a participação da comunidade.


Fonte: Secom GovBa

Ommaré traz nova cara para a música regional, com foco na pluralidade de ideias e conteúdo autoral

Cultura 04 de janeiro de 2018


Depois de lançar um livro de poesias, Gabriel Sabiá (cantor e compositor), formado em artes cênicas, resolveu dar melodia a elas. Chamou o amigo Isaac Moreira (cantor, compositor e tocador de violão), para o desafio que se transformou no primeiro show, com as músicas de sua autoria. “Reuni 16 músicas e a gente ficou nessa experimentação”, conta Gabriel. Assim nasceu o grupo Ommaré, que tem foco na pluralidade de ideias e nas atitudes.

Aos poucos os outros componentes foram chegando e trazendo importantes colaborações. Com sua harmônica de boca – uma espécie de gaita, Antônio Rizzo, conhecido pelas suas obras como artista plástico em todo o Brasil, foi o terceiro. “Chegou e já fizemos um acorde”, completa o vocalista Gabriel. Da mesma forma, chegaram os percussionistas Santiago, com mais de 1.000 shows realizados, e Marcelo Bottini. “Uma criação coletiva, todo mundo construindo”, define o vocalista.

Atualmente o grupo Ommaré se apresenta em palcos criativos, com a colaboração das artistas plásticas Lúcia e Camila Rizzo, dos documentaristas Tadeu Cardoso e Paula Pimenta e do iluminador Klauss Zagnoli. O nome, sonhado por um dos integrantes, une o termo Om - que em hindu significa substância essencial, o termo criador – com a palavra maré, onda. E se traduz em algo do tipo “na maré do amor”, “união de todas as ondas”, movimento, junção e ação primordial de amar.

Mistura de ritmos

Eles misturam ritmos brasileiros e estrangeiros, música, cenários vibrantes que se movimentam durante toda a apresentação, mas sempre com a originalidade de um trabalho autoral, feito com a participação de todos. Unem samba, rock, reggae e temas que remetem ao desapego, à desconstrução, ao pensamento, ao sagrado, à reverência, à gratidão, com uma pegada ribeirinha. Além de produzir o próprio som, eles criam imagens que dançam projetadas nas paredes de forma artesanal, com retroprojetor.

“Tentamos expressar o que estamos sentindo como artistas, para reproduzir a situação atual política, por exemplo. Somos robôs produzindo ou somos artistas vivos dialogando com o mundo?”, reflete Gabriel. A proposta, segundo Antônio Rizzo, vem num momento em que a arte mostra um vazio enorme de criação, de esperança, de amor. “A arte é o reflexo do que está acontecendo e ela gera uma perspectiva para o futuro”, filosofa.

Para o grupo, o grande desafio é viver a construção coletiva, sem perder a proposta de originalidade, reflexão e contemporaneidade. O trabalho atual chama-se “Pra quê Temer?”, que fala de política, de pessoas se acovardando, mas também mostra a necessidade de reação, de trazer à tona, de ter coragem e se reinventar, de entender o papel de cada um como cidadão.

O trabalho propõe uma expressão de forma criativa, buscando um diálogo orgânico de autenticidade. Segundo os integrantes do grupo Ommaré, a receptividade do público tem sido positiva: “eles estão respeitando o movimento criativo. É essa a sensação que estamos recebendo.”

Inscrições para Mobilidade Artística Cultural 2018 vão até 24/01

Cultura 17 de janeiro de 2018

A Primeira Chamada do Edital de Mobilidade Artística Cultural/2018, da Secretaria de Cultura da Bahia encerra as inscrições no dia 24/01/18. Com recursos do Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) o Edital contempla as categorias: Residência, Formação, Intercâmbio e Difusão Cultural.
O Programa quer promover o intercâmbio e a formação de artistas, criadores, produtores, gestores e agentes culturais com propostas a serem executadas fora do estado ou do país a partir de 25/05/18. As propostas devem ter o valor limite de até R$ 50 mil para projetos de Intercâmbio e Difusão; e até R$ 25 mil para projetos de Residência Artística e Formação Artística e Cultural.
Para realizar as inscrições o proponente deve acessar o sistema Clique Fomento, disponível no endereço http://siic.cultura.ba.gov.br e após a inscrição, clicar no botão ENVIAR. É importante que antes de ENVIAR o candidato cheque todas as exigências dos documentos necessários, devendo incluir os anexos na formatação exigida.
A Secretaria de Cultura lança ao menos três atos convocatórios por ano, mantendo o fluxo contínuo desde a sua regulação, em 2010. O programa tem se aprimorado ao longo dos anos, apresentando resultados positivos. De 2015 até 2017 já foram investidos cerca de dois milhões de reais.
Para as residências artísticas e culturais, o edital contempla a permanência fora do estado ou país de domicílio, por um período mínimo de seis semanas. Para as formações artístico-culturais, o edital prevê a participação de artistas ou profissionais da cultura em cursos, oficinas ou estágios, fora do estado ou país de domicílio, em entidades de referência no domínio das artes e/ou da cultura.
No aspecto de intercâmbio e difusão, o edital proporciona a troca de conhecimentos e experiências, bem como a circulação e a distribuição de produções artísticas e culturais em outro estado brasileiro ou país, contemplando a participação de artistas e profissionais da cultura podendo a viagem destinar-se a apresentação de trabalho próprio; circulação de artistas ou grupos baianos; pesquisa e prospecção; promoção de bens e serviços culturais (participação em feiras setoriais); construção e dinamização de redes, entre outros.
O apoio destinado a qualificação consolida a institucionalização das políticas de intercâmbio e a difusão da cultura baiana no mundo pelo Governo do Estado. Promove os bens culturais e criações artísticas baianas e dá suporte à presença desses produtos culturais nos mercados de interesse econômico e geopolítico. Todos os atos convocatórios, são divulgados nas redes sociais e Site da SecultBA: http://www.cultura.ba.gov.br/
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais. Para mais informações, acesse: www.cultura.ba.gov.br


Fonte: Ascom SecultBA

Costa Brasilis sedia cerimônia de formatura dos alunos do IASA

Cultura 21 de dezembro de 2017


Instituição foi criada pelo empresário Uberto Molo, CEO do Grupo Samadhi Hotels

Maior apoiador do IASA – Instituto Amigos de Santo André, o Costa Brasilis All Inclusive Resort & SPA sedia a cerimônia de formatura dos alunos de instrumentos de cordas, em 22/12/17, às 19 horas. Na cerimônia, os formandos recebem os certificados de conclusão do Ensino Fundamental em Música concedidos pelo Conservatório Brasileiro de Música (CBM/RJ), seguido de coquetel e apresentação musical dos formandos.
Há sete anos, os alunos mais avançados de cordas do IASA iniciaram sua formação teórica e prática segundo o programa fornecido pelo Conservatório Brasileiro de Música – CBM. A cada seis meses uma banca examinadora do Rio de Janeiro se deslocava para Vila de Santo André, no sul da Bahia, para aplicar provas nesses alunos, testando suas habilidades em teoria, prática de instrumento individual e em conjunto.
“Foi uma longa jornada, onde participaram sete alunos e cinco concluíram, na última prova realizada mês passado. Estes cinco alunos vão receber o certificado do Ensino Fundamental em Música fornecido por essa renomada instituição CBM/RJ e, com isso, poderão iniciar suas carreiras profissionais nesta área. Para celebrar esta conquista, teremos o apoio do Costa Brasilis, que já nos apoia mensalmente com doações fixas e contratam semanalmente esses alunos e eles tocam para os hóspedes”, disse Ana Carolina, a Lola, coordenadora geral do IASA.
Para a diretora comercial do Grupo Samadhi Hotels, Márcia Bitencourt, também uma das incentivadoras do IASA, é um grande orgulho acompanhar o crescimento e as conquistas desses alunos. “Ficamos muito felizes em ter a oportunidade de oferecer o espaço do Costa Brasilis e o coquetel para a formatura desses meninos tão talentosos. É muito bom poder ajudar um projeto social que vem dando tantos frutos ao longo dos últimos anos”, completa.
No próximo dia 27, às 19 horas, será realizado o Concerto de Fim de Ano, no Centro de Convivência e Cultura de Santo André, com a participação de alunos e ex-alunos do IASA e do tenor Helenes Lopes. O evento é uma iniciativa do IASA e do ECOAR, com apoio de empresas da região.

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