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“Caravana As Três Marias” chega a Porto Seguro

Cultura 25 de abril de 2018


Porto Seguro será mais um dos municípios brasileiros premiados pela passagem da “Caravana As Três Marias”, sucesso de público e de crítica por onde as peças teatrais têm sido apresentadas. Serão três dias de exibição, 04 e 05, às 20h; e 06 de maio, às 19h30, no Centro de Cultura. A caravana é formada pelos espetáculos solos “Amanheceu” (livre), interpretado por Juliana Bebé; “Benedita” (12 anos), por Bruno de Sousa e “Solo Almodóvar” (16 anos), com Simone Brault.

Os três espetáculos teatrais possuem estéticas e linguagens bem diferentes, no entanto, têm em comum não só os nomes de suas personagens – Maria da Silva, Maria Benedita e Dolores Maria, respectivamente - mas a vontade de olhar e questionar os hábitos, preconceitos, transgressões e identidades de uma sociedade.

O projeto, que conta com o apoio financeiro do Governo da Bahia - através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia - já foi contemplado pelo Prêmio Funarte e rodou pelo Rio de Janeiro e cinco capitas nordestinas, incluindo Salvador. Os ingressos possuem valores simbólicos de R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia), além de mulheres com o nome Maria terem entrada gratuita em todas as sessões.

A proposta tem como objetivo promover meios de sustentabilidade de espetáculos solos, estimulando o encontro e as trocas de experiências entre artistas e profissionais da cena, além de questionar sua posição nas atuais políticas e práticas culturais. As apresentações serão interpretadas simultaneamente em Língua Brasileira de Sinais (Libras). As cidades de Alagoinhas, Santo Amaro e Ilhéus também estão no roteiro desta temporada de apresentações do projeto.

Sinopse dos espetáculos

 

“Amanheceu” (2009)

Com música original composta por Milton Nascimento especialmente para o espetáculo, discorre sobre o dia a dia de mais uma Maria, costureira, fã de música sertaneja que passa as madrugadas trabalhando para entregar suas encomendas, tendo como companheiro um rádio. Maria da Silva, leva sua vida tranquilamente, com leveza e humor, até que numa noite insone acaba tomando conhecimento, através de seu rádio, de casos de violência contra a mulher. O espetáculo traz à tona, de forma inusitada, com humor e reflexão, temáticas sobre a violência contra a mulher. Vale destacar também o uso de extrema sutileza para transitar entre a comédia, gênero que predomina no solo, e o drama. Este trabalho rendeu a Juliana Bebé a indicação ao Prêmio Braskem de Teatro, na categoria Revelação. Já no Festival Nacional Ipitanga de Teatro, o espetáculo foi ganhador dos prêmios de Melhor Atriz, Melhor Texto e Melhor Espetáculo.

“Benedita” (2011)

A peça traz à tona a preservação de Patrimônio Imaterial Cultural e leva o público a conhecer de perto Maria Benedita, uma simpática senhora genuinamente brasileira, contadora de histórias, lavadeira-curandeira-bruxa-feiticeira, com uma imponente relação com o misticismo e o indizível. Ela perpassa o curandeirismo e a espiritualidade, traços inerentes à cultura popular e brinda o espectador com histórias de riso, amor, tragédia e solidão. O trabalho rendeu a Bruno de Sousa mais de 17 prêmios e 30 indicações em diversos festivais nacionais. Melhor Ator nos festivais de Sumaré SP, Niterói em cena RJ, Fetaerj, Petrópolis RJ, Ziembinski RJ, Martins Pena RJ dentre outros.

“Solo Almodóvar”(2013)

O espetáculo gira em torno de Dolores Maria, uma travesti carismática e performática. Além das discussões de gênero e sexualidade, a montagem, inspirada no universo do cineasta e ator Pedro Almodóvar, diverte e estabelece uma cumplicidade com o público. O espetáculo mescla realidade e ficção com sarcasmo, humor, tragédia e melodrama, entremeados por músicas utilizadas nas películas. A atriz propõe o pensar sobre originalidade x autenticidade, mergulhando verticalmente no universo trans.

O espetáculo foi indicado ao Prêmio Braskem de Teatro nas categorias Melhor Texto e Melhor Atriz. Rendeu a Simone Brault o prêmio de Melhor Atriz nos festivais Ziembinski RJ, Fesq RJ e FIT BA.

 


Fonte: Ascom

Cabrália comemora 518 anos com esporte, entretenimento e música

Cultura 24 de abril de 2018

Durante dois dias, Santa Cruz Cabrália comemorou os 518 anos de descobrimento com eventos esportivos e culturais. O município realizou atividades que foram desde as modalidades náuticas a jogos de vôlei de praia.

Os festejos começaram na manhã de 21/04/18, com o Torneio do Descobrimento, com partidas de vôlei de praia masculino e feminino. Os jogos aconteceram no campo do Yaya durante os dois dias. Os jogos começaram por volta das 10h00 e prolongaram-se até o final da tarde. Os amantes do vôlei não desistiram devido ao mau tempo. Com chuva, vento e frio, as partidas aconteceram com a mesma empolgação e garra. As duplas vencedoras foram: Pitoco e Marquinhos (masculino) e Mara e Carol (feminino). Além dos troféus, os primeiros e segundos colocados também receberam premiação em dinheiro.

Na modalidade náutica, houve o passeio na tarde de sábado (21/04). A Maratona do Descobrimento na Praia do Mutá, foi na manhã de domingo (22/04), data em que se comemora o descobrimento do Brasil há 518 anos.

Abrilhantando à tarde de sábado, a atração foi a presença do Mestre Suassuna na Praça Arakakaí. Do grupo “Cordão de Ouro”, ele é conhecido pelos admiradores da capoeira no Brasil e no mundo. E o “aulão” ficou por conta do Mestre Barriga, que é discípulo de Suassuna.

Atividades Recreativas

E para as crianças, não faltaram as atividades infantis acompanhados pelas monitoras e equipe da cultura. Desenhos, pinturas, pula–pula, casa de bolinhas, escorregador no dragão e distribuição de pirulitos envolveram não só as crianças, mas também os pais.

Na noite de domingo (22/04), as brincadeiras continuaram na praça que também teve exposição de arte, apresentação da Filarmônica 08 de Dezembro e o show da banda Cacimba Barrenta que, com sua animação fez várias pessoas arriscarem alguns passos ao som do forró pé de serra.

Com inovações e inclusão, Música em Trancoso celebra sucesso da 7ª edição

Cultura 15 de março de 2018


Com ingressos esgotados para todas as noites, a 7ª edição do Música em Trancoso foi um sucesso, encantando plateias no Teatro L´Occitane e em praças e praias da cidade. O festival, iniciativa do Mozarteum Brasileiro, promove e incentiva a cultura e a economia na região com aulas e apresentações gratuitas, além de concertos noturnos. Foram oito noites que contemplaram diversos gêneros e estilos, como música clássica, Jazz, Soul, Rock e até breakdance. A próxima edição já tem data marcada: 23 a 30/03/19.
A comunidade desfrutou de seis apresentações abertas e ao ar livre com artistas convidados do Música em Trancoso. Crianças e adolescentes de escolas locais marcaram presença em todas as atividades gratuitas que aconteceram na Praça do Bosque e na Praia dos Nativos. A cantora de jazz Brenda Boykin foi o grande destaque. Carismática em todos os shows, engajou a plateia, principalmente as crianças, que se encantaram com suas apresentações. Já o grupo alemão de breakdance Flying Steps também cativou o público com dois workshops para os jovens e crianças, que subiram ao palco e fizeram parte da dança ao lado dos bailarinos.


Com desempenho elogiado, os bolsistas da Orquestra Acadêmica Mozarteum Brasileiro foram ovacionados por suas performances, principalmente na noite de Música de Câmara (08/03), quando músicos selecionados formaram uma orquestra de 21 integrantes e tocaram ao lado de renomados solistas profissionais, como Félix Dervaux (trompa), Lorenz Nasturica-Herschcowici (violino), Matthias Ambrosius (clarinete) e Timur Martynov (trompete). Na segunda parte da noite, músicos bolsistas foram efusivamente aplaudidos de pé.
Outra grande estrela do festival, a cantora Ebony Preston foi ovacionada e reconhecida por suas apresentações nas noites dos dias 04/03 (Música Sinfônica + Porgy & Bess) e 09/03 (Broadway). Prova de reconhecimento de seu talento foi a salva de palmas que recebeu ao entrar no teatro na última noite, apenas como espectadora. Por fim, novamente o maestro alemão Wolfgang Roese se destacou por suas regências deslumbrantes, principalmente ao conduzir a peça Porgy & Bess, levando perfeição e descontração ao palco.
O maestro também teceu elogios ao Coro Música em Trancoso, que regeu nas primeiras noites: “Esse coro do festival está excelente, todos os integrantes estão em níveis altos de performance. Na segunda noite eu falei para eles: ‘a peça de Gershwin, Porgy & Bess, precisa de movimento’ e o que fizeram no palco foi incrível, ficamos muito felizes com atuação deles. Apesar de exigente e rígido nos ensaios, Roese envolvia os músicos durante as apresentações e transmitia uma energia que impressionou a todos.
Entusiasta do festival, o francês Benoît Fromanger, em sua sexta participação no Música em Trancoso, foi elogiado por seu trabalho com a Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás, ao reger peças clássicas da cena erudita, na Noite de Ópera, que teve como solistas a mezzo-soprano austríaca Angelika Kirchschlager, a soprano francesa Nathalie Manfrino, o barítono russo Alexander Kasyanov e o tenor polonês Tadeusz Szlenkier.
Ainda como parte do evento, escolas públicas da região de Porto Seguro receberam aulas de iniciação musical dos músicos bolsistas da Orquestra Acadêmica Mozarteum Brasileiro. Os bolsistas também tiveram a oportunidade de participar de masterclasses com os músicos internacionais presentes ao festival, que lhes permitiram ampliar e compartilhar o conhecimento adquirido.

Economia

A 7ª edição do festival movimentou 1.476 diárias em 13 pousadas e o Club Med, 3.195 refeições foram servidas e 234 transfers e taxis foram utilizados, considerando apenas os artistas e a produção do evento.
O evento
O Música em Trancoso surgiu em 2012 como fruto do sonho de quatro amigos. Sabine Lovatelli, Reinold Geiger, Carlos Eduardo Régis Bittencourt e François Valentiny desejavam realizar um evento que reunisse jovens músicos e profissionais consagrados e, ao mesmo tempo, colaborasse para promover as belezas naturais da região e estimulasse seu desenvolvimento econômico.
Com direção artística do Mozarteum Brasileiro (fundado por Sabine e Claude Sanguszko, uma das mais conceituadas associações culturais do país com o objetivo valorizar e difundir a cultura), já subiram ao palco do evento mais de 50 mil espectadores e mil artistas, reunindo intérpretes de reconhecimento internacional de música erudita e popular do Brasil e de várias partes do mundo, além de orquestras jovens brasileiras. As seis primeiras edições já contabilizaram 139 masterclasses para 1.234 alunos e 98 aulas para 7.589 crianças do Ensino Público.
Com duas plateias (coberta e ao ar livre) com 1.058 lugares cada, o Teatro L’Occitane também é usado para diversas atividades culturais e socioeducativas, transformando-se num centro permanente de produção e disseminação cultural. Seu anexo, o Facilities, dispõe de salas de ensaio e aulas, bar, salas de reunião e toaletes.


Fonte: Ascom MET

Camila Rizzo faz exposição “EM UM EU”, no Centro de Cultura

Cultura 13 de abril de 2018


Camila Carvalho Rizzo convida para a exposição “EM UM EU”, que vai do dia 20 a 22/04/18, no Centro de Cultura de Porto Seguro. Citada por Cinara de Araújo, a artista Camila Rizzo "quer devolver a seu eu uma outra métrica do mundo".

Camila Rizzo convidou 30 amigos que fazem parte do seu roteiro, de sua vida. Cada um produziu um pé de sapato com o que vai criar a instalação, uma ação dentro da exposição em que o artista utiliza objetos, elementos plásticos para criar um ambiente. Os sapatos são usados, reciclados e transformados em obra de arte por cada um dos amigos da artista.

Aos 17 anos, Camila Carvalho Rizzo é considerada uma artista completa. Iniciou sua carreira aos cinco anos, no Grupo de Teatro Dedinho. Na ocasião, junto com sua família, percorreu o Nordeste brasileiro realizando diversas apresentações. A partir daí, atuou em companhias de teatro e criou várias performances. Com uma delas - “Próxima Pele” - ficou em

segundo lugar no Projeto Fest.

Sua arte se expandiu para a colagem, a pintura e a escultura, o que lhe garantiu outros prêmios. Com a exposição “EM UM EU” Camila deixa suas pegadas em Porto Seguro e parte em busca de novos conhecimentos na Europa, onde vai estudar Artes no Liceu Leon Batístta Alberti em Florença, Itália. A abertura da exposição “EM UM EU” será no dia 20/04, às 19h00.

Arte de Centurión traduz cores da Bahia e a beleza das cenas do cotidiano

Cultura 09 de março de 2018

 

Casarios coloridos, pisos em pedra portuguesa e a presença constante do mar são referenciais estéticos na obra do artista plástico Sérgio Centurión Centurión, que tem como pano de fundo personagens e paisagens porto-segurenses. Uruguaio de nascimento, tendo adotado o Brasil como sua segunda pátria, Centurión, de 66 anos, morou em Porto Seguro e atualmente faz de Salvador o seu terreno de produções.

Ele se encantou com as cores e a alegria da cidade de Porto Seguro, onde produziu telas que retratam vendedores de água de coco, de camarão e de verduras, além de turistas de todas as nacionalidades, que passeiam por telas coloridas suaves.

Ao Chegar à Bahia, Centurión buscou captar a cultura e os costumes da região para transmiti-los através de sua pintura. “Além dos aspectos técnicos que, na minha obra são a soma do cubismo, expressionismo e geométrico, tento criar uma linguagem estética que me permita expressar a riqueza e o colorido locais, para poder criar uma arte nativa, que tenha origens aqui. Antes minha pintura era muito escura, muito europeia”, define o artista. Há 14 anos, quando no primeiro contato com o Jornal do Sol, ele afirmou que, para ele, das três grandes etnias que formaram o povo baiano (índios, negros e europeus), a que predominou foi a cultura africana, que permaneceu forte na música, na comida, no colorido das roupas. “Isto me chamou muito a atenção e a etnia que mais está presente nos meus quadros é a negra”.

Há mais de uma década, ele dizia que a Bahia é um laboratório da nova raça humana, onde negro, ameríndio, asiático, europeu e outras etnias se fundem num sincretismo local. “A Bahia é um local onde costumes, etnias, religiões diferentes convivem em paz e equilíbrio harmônico. O resultado final desse panorama será o nascimento de uma nova raça”.

Seu primeiro contato com o mundo artístico, entretanto, não foi com a pintura, e sim, com a cerâmica. Aos 12 anos iniciou seu aprendizado em cerâmica, aperfeiçoado anos depois, na Escola de Artes Aplicadas, em Montevidéu. Só aos 21 anos é que começou a pintar, após ingressar no ateliê Maldonado, em Punta del Este, do artista Manoel Lima. “Partindo de objeto reais fazíamos naturezas-mortas, retratos a partir de figuras humanas e trabalhos fora do ateliê. Meu mestre nunca permitiu cópias através de fotos, porque considerava que cópia de foto não é, nunca foi e jamais será obra de arte. A arte deve levar implícita uma nova realidade, criando aquilo que ainda não existe. A obra de arte deve ser única”, ensina. Para Centurión, a arte não é uma técnica e sim um conjunto de conceitos estético e filosóficos. “Artista não é um indivíduo de fim de semana. É para a vida toda.”

Em Porto seguro, o artista ministrou aulas de cerâmica no Espaço Centro de Fé, Vida, Arte e Cultura, administrado por Ida Rosatelli. Alunos de diversas faixas etárias e níveis sociais aprenderam a fazer painéis cerâmicos de pequeno porte. “A ideia surgiu porque se fazia necessário um ateliê livre, onde pessoas poderiam assistir a aulas de artes plásticas.  O trabalho foi muito gratificante e conseguimos dar forma a uma ideia que hoje se mantém funcionando.

Artista revela pureza da alma infantil

Centurion revela a sensibilidade de alguém que aprendeu a ver nas coisas simples as maiores belezas que ainda se revelam. Começou pintando quadros que tinham a capoeira como tema. “Quando abri as portas do ateliê e tive contato direto com a rua, vi crianças brincando e pensei: - é esse o tema que tenho que pintar.”

O resultado não poderia ser melhor. Durante 15 dias, Centurión desenvolveu os desenhos que fariam parte de uma nova fase e reuniu pinturas numa exposição em Salvador, em 2004. “Foi um encontro casual entre uma situação geográfica e cultural. Eu senti naqueles meninos alguns aspectos que nós adultos tínhamos perdido há muitos anos: a inocência, a capacidade de compartilhar o pouco que temos, a ausência de egoísmo, o sentimento de tribo; e não diferenciar os outros pela roupa, pelo poder aquisitivo, raça e outros empecilhos que fazem o ser humano infeliz”, declarou.

O toque sobre a modernidade surge em tom de crítica. Em algumas obras, Centurión usou a técnica de colagem de artigos de jornais para falar de violência e prostituição infantil. Mas crianças jogando gude, peão, brincando de boneca, ioiô, pega-pega e cabra cega são imagens que povoam a maior parte de suas criações. “Eles brincam com garrafas de plástico encontradas na rua. Que coisa mais simples uma garrafa de plástico transformada num barco em dia de chuva. Enquanto isso, adultos poderão estar maldizendo a natureza. Eles fazem daquele fenômeno, um meio de serem felizes”, observou. “Eles não brincam com brinquedos eletrônicos porque não têm acesso, então brincam com pau, pedra, boneca de pano, gude. Não vivem a aculturação da Barbie, mas a realidade cultural regional nas mentes de meninos e meninas pobres e doces.”

Por Porto Seguro, Salvador e por outros países, como Estados Unidos, onde já foi representando o Brasil, ou recebendo títulos em Roma, na Itália, Centurión passa e deixa suas cores estampadas nas obras marcantes de coisas do cotidiano que muitas vezes esquecemos de olhar. O trabalho mais recente voltado para atividades socioeducativas é A Ponte Lúdica – Deu na Telha, que foi parte da programação da Semana de Museus em 2017, realizada nos museus Dimus/Ipac no Pelourinho – Museu Udo Knoff, Centro Cultural Solar Ferrão e Museu Tempostal. Em parceria com a artista plástica Gabriela Veloso Morais e a pedagoga Maria de Fátima da Costa Quentro, reuniu dois grupos de alunos de escolas do Centro Histórico de Salvador para uma reprodução de suas impressões sobre uma telha antiga reciclada, após visitação aos três museus. O trabalho foi encerrado com uma exposição das obras.

  1. Música em Trancoso leva concertos nacionais e internacionais à comunidade
  2. Academia de Letras do Brasil realiza sessão solene de instalação e posse
  3. Escritor gaúcho lança livro sobre a colonização no Sul da Bahia
  4. Encerradas inscrições para coordenadores culturais na Bahia

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