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SecultBA convoca agentes culturais para atualização cadastral

Cultura 27 de maio de 2020


A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) convoca agentes, espaços, grupos e instituições culturais, a partir de 28/05/2020, para inclusão e atualização do Cadastro Cultural no Sistema de Informações e Indicadores em Cultura, disponível em: siic.cultura.ba.gov.br/cadastrocultural. O objetivo é traçar um panorama destes segmentos referentes aos 27 territórios de identidade baianos.

O cadastro vai possibilitar a criação de indicadores sobre a cadeia produtiva da cultura no estado, contribuindo no planejamento, monitoramento e avaliação das políticas públicas; na otimização dos mecanismos de fomento e no fortalecimento do processo de territorialização das ações culturais.

A plataforma funciona como um mapeamento online, dinâmico, georreferenciamento, sendo a responsabilidade da informação assumida pelo próprio usuário. Já os agentes culturais contarão com uma vitrine para difundir suas atividades e ampliar o diálogo com outros profissionais da área. As dúvidas podem ser encaminhadas no e-mail: Este endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ou ainda por telefone no número: (71) 99688-1460.

No dia 19 de maio de 2020, a SecultBA e a Secretaria de Trabalho Emprego e Renda assinaram termo de compromisso para a criação de um cadastro de trabalhadores do campo cultural atuantes nos 27 territórios de identidade baiano. A partir desse banco dados pode-se obter um reflexo de quantos são e como atuam esses trabalhadores dentro da cadeia produtiva da Cultura.


Fonte: SecultBA

Epidemia de Mentiras: maioria acreditou em notícia falsa sobre o coronavírus

Cultura 20 de maio de 2020

Desde o início da maior crise sanitária dos últimos tempos, circulam informações e vídeos quase sempre retratando as formas de contágio do novo coronavírus, medicamentos para combater a doença, como se prevenir e, até mesmo, fórmulas caseiras para curar a doença. Muitas dessas informações são falsas. De lá pra cá, segundo levantamento da Avaaz.org - rede para mobilização social global através da Internet - 100 milhões de brasileiros, que corresponde a sete em cada dez, acreditaram em pelo menos uma notícia falsa sobre o coronavírus.

De acordo com o advogado e escritor André Faustino, a disseminação das fake news durante a pandemia é fruto de dois comportamentos: a constância de conformidade e a relativização da ciência. “Se compartilharam comigo, deve ser verdadeiro. É dessa forma que os disseminadores das fake news pensam. É esse mesmo indivíduo que vai legitimar a ‘verdade’ da ciência ou não, de acordo com suas crenças e ideologias” afirma o especialista. 

Atualmente, o Whatsapp e o Facebook lideram o ranking dos canais onde há uma maior disseminação das fake news. Tanto é que ambas decidiram adotar medidas que possam diminuir a disseminação de notícias falsas sobre a pandemia. Para o especialista existem dois pontos fundamentais que estimulam as pessoas compartilharem notícias falsas nas redes sociais.

“O primeiro é uma sensação de anonimato e a segunda é a falta de relação dos indivíduos com uma consequência, as relações dentro das redes sociais são efêmeras e voláteis, dessa forma a própria pessoa que compartilha a desinformação não tem uma noção da consequência daquilo, pois isso é fruto do próprio momento que o homem passa vivendo em sociedade. Vivemos o tempo do pós, a pós-modernidade, a pós-verdade, o pós-humano, o pós-deus e assim por diante” afirma Faustino. 

Livro explica fenômeno

Para uma avaliação mais detalhada sobre os fenômenos sociológicos que fazem dos brasileiros grandes fomentadores de notícias falsas, o advogado André Faustino, mestre em Direito na Sociedade da Informação lançou a obra ‘Fake News - A liberdade de expressão nas redes sociais na Sociedade da informação’, publicada pela editora Lura.


Texto: Yngrid - Comunique-se

Ecoar promove “live” da Orquestra Jovem para tentar captar recursos

Cultura 11 de maio de 2020

A Associação Ecoar Bahia, como todos nós, também está sentindo os efeitos devastadores da pandemia do novo coronavírus. Para tentar captar recursos que possam ajudar a instituição a enfrentar esse grande desafio, promove uma live da Orquestra Jovem nessa sexta, 15/05/20, das 15h às 17h. O concerto “Clássicos in Live” será transmitido pelos canais no Instagram (www.instagram.com/ecoar.bahia) e Facebook (www.facebook.com/EcoarBahia).

O desenvolvimento artísticos dos jovens atendidos pela Ecoar tem sido notável, o que pode ser comprovado em diversas apresentações públicas. A organização da Orquestra Jovem foi um sonho conquistado e seus concertos são recheados de técnica e emoção.

A associação ECOAR, fundada em 2009, busca a defesa dos direitos sociais contribuindo para a redução da vulnerabilidade de crianças e adolescentes através de atividades ligadas à cultura e arte. Alunos da rede pública de ensino municipal recebem oficinas de música, dança e teatro no contra turno escolar. Atualmente, a ECOAR atende cerca de 400 jovens, possui sede própria e diversos parceiros e voluntários da sociedade local.

A associação ECOAR Bahia nasceu da constatação de que os horários em que as crianças e adolescentes não estão na escola acaba ficando ocioso, devido à falta de capacidade financeira das famílias de buscar alternativas para ocupação do tempo útil desses jovens. A partir daí, em 2009 começaram as oficinas de arte. No ano seguinte foram iniciadas oficinas de Canto, Flauta, Capoeira, Artesanato, Violão, Leitura, Banda Juvenil e Teatro.

Desde as primeiras oficinas, foi possível identificar mudanças de comportamento e hábito das crianças e adolescentes envolvidas no projeto. Dentre os maiores benefícios alcançados, destaca-se o aumento da autoestima, da disciplina, da responsabilidade e o distanciamento do mundo da criminalidade.

A dedicada diretora Carla Nunes clama para que a comunidade continue abraçando e apoiando a Ecoar. “O projeto Ecoar continua e conta com você. Ajude esse projeto tão importante em prol da educação, cultura e arte de Porto Seguro a continuar existindo. Faça sua doação!”

Doações em dinheiro podem ser feitas por depósito ou transferência bancária e Pic Pay.

Via banco:

Caixa Econômica Federal - Agência: 3948 - Conta: 3475-1 - Operação: 003, em nome de Associação dos Amigos em Prol da Educação, Cultura e Arte de Porto Seguro - ECOAR. CNPJ: 20.830.018/0001-28

Pic Pay - ECOAR BAHIA - http://app.picpay.com/payment?type=store&sellerId=156788&id=149857

SecultBA participa de web conferência sobre Lei de Emergência Cultural

Cultura 19 de maio de 2020

Aconteceu na noite de segunda-feira, 18/05/20, a web conferência Lei de Emergência Cultural dirigida a secretários e dirigentes municipais e estaduais de cultura. Representando a Bahia, a secretária de Cultura e presidente do Fórum de Secretários e Dirigentes de Cultura do Nordeste, Arany Santana (foto), foi uma das participantes desta discussão de grande importância para milhares de trabalhadores da cultura.

Foram mais de 200 inscrições realizadas para o debate, com a presença de parlamentares, lideranças de movimentos sociais e culturais, secretários e dirigentes de cultura dos estados e municípios de todo o país. A transmissão ao vivo pôde ser publicamente acompanhada no YouTube através do canal Emergência Cultural, e foi retransmitida no Facebook da SecultBA.

O objetivo do encontro, que dá continuidade a uma série de web conferências que já reuniu mobilizadores culturais, conselhos estaduais e municipais de cultura, é fortalecer a articulação para a aprovação da Lei de Emergência Cultural pelo Congresso Nacional. Entre os principais tópicos desta lei, está o repasse de R$ 10 mil a espaços culturais e artísticos; desoneração de tributos, como conta de luz, água e gás desses espaços; desbloqueio do Fundo Nacional de Cultura, que tem recursos; criação de linhas de crédito a juros zero para o setor; descentralização de recursos para os estados e municípios; realização de editais e políticas de apoio e transferência de renda para artistas, produtores e trabalhadores da cultura.

No dia 05 de maio, a SecultBA foi um dos 26 órgãos estaduais de cultura do país a assinar a Carta aberta de apoio à Criação da Lei Nacional de Emergência Cultural, lançada pelo Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura. Os esforços em torno da lei também pautaram o Fórum de Secretários e Dirigentes de Cultura do Nordeste, durante reunião virtual realizada no dia 06.

O projeto de lei em tramitação está apoiado na escuta da sociedade civil, movimentos sociais e dos entes federados através dos Fóruns de Secretários e dirigentes de cultura de todo pais. Este processo participativo vem sendo demonstrado na prática por ações como a web conferência, comprovando a capacidade da cultura de promover união e consenso. As colaborações diversas foram incorporadas, resultando em um PL que representa as demandas urgentes apresentadas, e em torno do qual os órgãos estaduais, municipais, sociedade civil e as variadas frentes unem forças pela votação e aprovação.

Lei de Emergência Cultural

O Projeto de Lei tramita no Congresso Nacional e reuniu os PLs que propõem medidas de apoio emergencial para o setor cultural no Brasil, beneficiando artistas, espaços culturais, teatros independentes, academias de arte, bibliotecas comunitárias, circos itinerantes, Pontos de Cultura, etc. Entre as medidas previstas estão a liberação de recursos do Fundo Nacional de Cultura para estados e municípios, políticas de transferência de renda e realização de editais, além de outras medidas de proteção social a trabalhadores e profissionais do setor cultural.


Fonte e foto: Assessoria de Comunicação SecultBA

Alunos e professores criam jogo artístico durante a quarentena

Cultura 01 de maio de 2020

Diante das orientações de saúde para o isolamento social, em decorrência das medidas de combate ao coronavírus, um grupo de alunos e professores da Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP) criou, de forma colaborativa, um jogo artístico-criativo de desafios diários. A ação, intitulada: “40tena de Desenho”, é realizada pela internet e tem como objetivo dar continuidade às pesquisas e aos processos desenvolvidos no Núcleo de Arte da FAOP, além de promover a arte como vínculo afetivo durante a quarentena.  

O jogo é dividido em quatro fases. Cada fase tem seu grau de dificuldade, a partir do direcionamento temático e das possibilidades de material e execução prática. A ação se inicia com um participante desafiando um membro do grupo em um tema artístico a ser trabalhado. Em seguida, o desafiado provoca outro participante, até todos serem contemplados. No fim do dia, as produções artísticas são publicadas nas redes sociais de cada participante com as hashtags: #desafio40tena e #faopdesafio40tena.

O aluno do Programa de Formação em Artes da FAOP, Cláudio Zarco, um dos membros do “40tena de Desenho”, afirma que “o jogo serve como um modo preventivo artístico e como uma proposta alternativa para superar o isolamento. Divertido, eufórico, prazeroso e desafiador, são algumas das definições que os participantes caracterizam a proposta. Todos esses sentimentos são envolvidos por uma atitude de superação de limites, bloqueios e avanços na compreensão do conceito de desenho e suas aplicações na contemporaneidade”, explica.

O professor de Desenho da FAOP, César Teixeira, ressalta que “os alunos são os grandes articuladores do jogo. Há trocas significativas e isso está sendo muito produtivo”. Ana Fátima Carvalho, professora de Gravura, também aponta a importância das interações promovidas pelos participantes. “Está sendo uma surpresa, porque os desafios são bem interessantes. Ninguém está repetindo desafio. Os alunos estão extremamente empolgados. Estamos muito felizes, porque é uma forma da gente estar junto com eles, de estar interagindo, sem perder o vínculo com o grupo todo”, conta.

Participam do desafio os artistas: Ana Fátima Carvalho, César Teixeira, Cláudio Zarco, Crisbeatriz, Danielle dos Anjos, Gilda Nogueira, Jacque Bittencourt, João Zucco, Maria Luísa, Nicoly Louise Fogaça e Tatiana Freire.

Conheça um pouco mais sobre os artistas participantes:

Ana Fátima Carvalho: Artista Plástica/ Gravurista/ Arte-Educadora/ Produtora Cultural na Montagem de Exposições e Eventos/ Formada em Artes Plásticas pela FAOP/ Professora de Gravura da FAOP.

César Teixeira: Artista Plástico/ Arte-Educador/ Professor de Desenho da FAOP/ Licenciatura em Artes Visuais (Centro Universitário Claretiano-SP)/ Especialização em Educação Infantil (UNI-BH)/ Bacharelado em Ciência da Computação (UFOP-MG).

Cláudio Zarco: Ator/ Performer/ Licenciado em Teatro (UNIR-RO)/ Fisioterapeuta (FIMCA-RO)/ Integrante do Núcleo Curare (Porto Velho-RO)/ Integrante da Beradera Cia. de Teatro (Porto Velho-RO)/ Mestrando em Artes Cênicas (UFOP)/ Aluno do Curso de Formação em Arte da FAOP.

Crisbeatriz: Graduada em Administração (Faculdade Católica de Curvelo-MG)/ Aluna do Curso Técnico em Conservação e Restauro e do Curso de Formação em Arte da FAOP.

Danielle dos Anjos: Atriz/ Arte-educadora/ Produtora Cultural/Licenciada em Artes Cênicas (UFOP-MG)/ Integrante do Grupo Teatro do Dragão (Mariana–MG)/ Aluna do Curso de Formação em Arte da FAOP..

Gilda Nogueira: Artista Plástica/ Desenhista/ Produtora de Feiras Livres/ Bacharel em Comunicação Social - Publicidade (PUC-MG)/ Aluna do Curso de Formação em Arte da FAOP.

Jacque Bittencourt: Artista Plástica/ Vitralista/ Tatuadora/ Arte-educadora/ Licenciada em Artes Visuais (UNB-Brasília) e Pedagogia (UNB-Brasília)/ Ministra oficinas na FAOP.

João Pedro Zuccolotto: Artista plástico/ Arte-Educador/ Fotógrafo profissional/ Produtor de eventos filantrópicos/ Designer Gráfico (Faculdade Presbiteriana Mackenzie-SP)/ Aluno do Curso de Formação em Arte da FAOP.

Maria Luísa: Dançarina independente/ Pesquisadora em Artes/ Psicóloga/ Mestrado em Artes (EBA/UFMG)/ Pós-graduação em dança e consciência corporal (Estácio de Sá).

Nicoly Louise Fogaça: Psicóloga/ Performer/ Arte-educadora/ Aluna do Curso de Formação em Arte da FAOP.

Tatiana Freire: Aluna do Curso Técnico em Conservação e Restauro e do Curso de Formação em Arte da FAOP/ Graduada em Enfermagem (PUC-MG)/ Especialista em Epidemiologia (UFMG).


 Texto: Filipe Barboza

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