JORNAL DO SOL JORNAL DO SOLJORNAL DO SOL
  • Notícias
    • Bahia
    • Brasil
    • Cidade
    • Cultura
    • Economia
    • Editais
    • Educação
    • Esporte
    • Meio Ambiente
    • Polícia
    • Política
    • Saúde
    • Sustentabilidade
    • Tecnologia e Marketing
    • Turismo
  • Calendário de Eventos
  • Memória
    • Capas Impresso
    • Persona
  • Expediente

Congresso de Testemunhas de Jeová reúne cerca de 3.500 pessoas

Brasil 04 de agosto de 2017


De 28 a 30/07/17, o Congresso “Não desista!” reuniu cerca de 3.500 testemunhas de Jeová no Centro de Convenções da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). A denominação, que passa por conflitos de aceitação na Rússia e, considerando os desafios dos tempos atuais em pelos quais passam pessoas em todo o mundo, tratou do tema como uma forma de encorajamento para a perseverança e otimismo para o futuro.

Por meio de vídeos foram apresentadas as mais diversas situações vida, mostrando como aplicar a Palavra de Deus diariamente, especialmente no círculo familiar. Teve destaque o filme “Lembre-se da mulher de Ló", cuja referência bíblica fica no livro de Lucas, capítulo 17, que ressaltou a importância dos valores espirituais como prioridade na vida cristã.


Fonte: Ascom TJ

Marinha abre 90 vagas para nível técnico

Brasil 28 de julho de 2017

Estarão abertas, de 01 e 31/08/17, as inscrições para o Concurso Público de Admissão ao Curso de Formação para Ingresso no Corpo Auxiliar de Praças da Marinha, para candidatos que possuam o curso técnico de nível médio ou que venham a concluir o curso antes de 25/06/18 .

As inscrições serão realizadas no site www.ingressonamarinha.mar.mil.br, onde também pode ser encontrado o edital. A taxa de inscrição é de R$60,00.

São 90 vagas nas especialidades: Contabilidade(9), Desenho de Arquitetura(4), Estatística(4), Eletrônica(4), Enfermagem(5), Estruturas Navais(10), Gráfica (5), Geodésia e Cartografia (5),  Marcenaria (5),  Metalurgia (10), Meteorologia(5), Motores (6), Processamento de Dados (12) e Química (6).

Entre os principais requisitos para inscrição estão: ser brasileiro nato ou naturalizado, de ambos os sexos, ter 18 anos completos e menos de 25 anos de idade em 01/01/18, ter concluído o curso técnico de nível médio relativo à especialidade a que concorre e estar registrado no órgão fiscalizador da profissão (quando existir).

O candidato realizará provas de conhecimentos profissionais e redação, de caráter eliminatório. Sendo aprovado nas demais etapas do concurso, será matriculado no Curso de Formação como Praça Especial, que tem a duração de 17 semanas, no grau hierárquico de Grumete. Concluindo o curso com aproveitamento, em 2018, será nomeado Cabo do CAP, com remuneração (soldo+gratificações) de cerca de R$3.100,00, além de benefícios como alimentação, alojamento, auxílio-fardamento, assistência médica e odontológica. 

IBGE divulga nova divisão territorial com foco nas articulações regionais

Brasil 05 de julho de 2017

A Divisão Regional do Brasil em Regiões Geográficas Imediatas e Regiões Geográficas Intermediárias 2017 apresenta um novo quadro regional vinculado aos processos sociais, políticos e econômicos sucedidos em território nacional desde a última versão da Divisão Regional do Brasil publicada na década de 1990. Seu objetivo é atualizar as articulações das cidades entre si, em termos de circulação de pessoas, serviços e informações, por exemplo, e com isto subsidiar o planejamento e gestão de políticas públicas em níveis federal e estadual e disponibilizar recortes para divulgação dos dados estatísticos e geocientíficos do IBGE para os próximos dez anos.

O novo recorte das Regiões Geográficas incorpora as mudanças ocorridas no Brasil ao longo das últimas três décadas, a partir de duas escalas: as Regiões Geográficas Intermediárias e as Regiões Geográficas Imediatas, que anteriormente eram conhecidas como Mesorregiões e Microrregiões Geográficas, respectivamente. Esta nova forma de enxergar o território não altera ou substitui a divisão político-administrativa do território em municípios, Unidades da Federação e Grandes Regiões; trata-se de mais uma opção, uma construção do conhecimento geográfico, delineada pela dinâmica dos processos de transformação ocorridos recentemente e operacionalizada a partir de elementos como rede urbana e fluxos de gestão, entre outros, capazes de distinguir espaços regionais em escalas adequadas.

As Regiões Geográficas Imediatas têm na rede urbana o seu principal elemento de referência. Essas regiões são estruturadas a partir de centros urbanos próximos para a satisfação das necessidades imediatas das populações, tais como: compras de bens de consumo, busca de trabalho, procura por serviços de saúde e educação e prestação de serviços públicos, como postos de atendimento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), do Ministério do Trabalho e de serviços judiciários, entre outros.

As Regiões Geográficas Intermediárias correspondem a uma escala intermediária entre as Unidades da Federação e as Regiões Geográficas Imediatas. Elas articulam as Regiões Geográficas Imediatas de funções urbanas de maior complexidade, como serviços médicos especializados ou grandes universidades.

A Divisão Regional do Brasil em Regiões Geográficas Imediatas e Regiões Geográficas Intermediárias 2017 buscou incorporar novos atores ao processo de delimitação das Regiões Geográficas, incluindo o conhecimento local das diferentes formas de organização do espaço brasileiro. Para isto, contou com a participação de órgãos de planejamento estaduais por meio de uma parceria mediada pela Associação Nacional das Instituições de Planejamento, Pesquisa e Estatística (Anipes), e com o trabalho de unidades do IBGE em todo o território nacional.


Fonte: IBGE

Marcio Atalla comenta dados do IBGE sobre sedentarismo

Brasil 10 de julho de 2017


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou recentemente o último levantamento sobre a prática de esportes e atividades físicas na população de 15 anos ou mais, apresentando um dado alarmante: mais da metade da população brasileira está sedentária. A discussão sobre o que pode ser feito para que esse quadro seja pelo menos minimizado volta à tona. O preparador físico Marcio Atalla comenta o tema e fala sobre como começar um movimento favorável à saúde.
Sabe-se que a qualidade de vida se resume a uma somatória de hábitos relacionados à alimentação e prática de exercícios físicos. Porém, a situação atual dos brasileiros, que estão cada vez mais obesos (de acordo com o Vigitel 2016) e sedentários (conforme a pesquisa do IBGE), mostra que eles estão indo na direção contrária a um estilo de vida saudável.
Atalla afirma que “essa é a oportunidade de mudarmos o cenário do país e investirmos na saúde, para mais tarde colhermos os frutos de uma população mais sadia, disposta e independente, pois se continuarmos nesse caminho, os danos serão cada vez mais difíceis de serem reparados”.


O sedentarismo tem um custo violento, estimado em 68 bilhões de dólares por ano. Além de afetar a saúde, há um impacto em diversos outros âmbitos, como a economia dos países, o que mostra a importância de se repensar sobre o que é feito atualmente com foco na prevenção e voltar-se à medicina primária.
“O problema vai além de medidas superficiais e insuficientes, como sobretaxar ou reduzir ingredientes dos produtos. São necessárias boas políticas de saúde pública para munir as pessoas de informação, principalmente sobre prevenção e educação. Com a mudança da previdência, por exemplo, em 2040, cerca de 30% da população terá acima de 60 anos e se essa mesma parcela chegar até lá doente e sem autonomia, o quadro ficará insustentável”, conclui.

Como a população enxerga e justifica o sedentarismo

A falta de tempo é uma das frases mais utilizadas por aqueles considerados sedentários (38,2%), seguida de 35% que alegam não gostar de se exercitar. Atalla explica que “o não gostar de exercício é muito natural. Olhando para a evolução das espécies, o ser humano nunca fez atividade física por prazer, mas por necessidade. É uma questão de encontrar o que gosta: talvez não seja a caminhada e sim a natação. Ou a aula de dança. Com certeza, cada pessoa tem um tipo de atividade que agrade, basta descobrir qual é”.
Em relação à falta de tempo, essa é uma realidade, principalmente em grandes centros urbanos, mas pode ser adaptada. “É preciso ter em mente que para deixar de ser sedentário, não precisa começar a andar todos os dias durante uma hora. A mudança é feita aos poucos e de diversas maneiras”, diz Atalla.
Subir as escadas do lugar onde se mora ou trabalha, nem que seja, no início, poucos andares; se programar para a cada uma hora sentado, se levantar e circular para que o corpo não se acostume com a inércia; optar por estacionar o carro em vagas mais distantes do local de destino, entre outros, são atitudes que começam a fazer uma importante diferença na saúde.

Movimento na terceira idade

Segundo o IBGE, a população acima de 60 anos é a que menos se exercita, o que não se relaciona apenas com limitações da idade. Essas pessoas afirmam não se sentirem acolhidas em ambientes como a academia, que, para elas, são locais destinados ao público jovem.
Atalla conta que em sua intervenção em Jaguariúna, onde colocou em prática um projeto com foco na mudança do estilo de vida da população, algumas ações foram destinadas à terceira idade, fazendo com que fosse possível que essa geração também se movimentasse mais: “Propusemos que, após assitir à TV ou fazer outro tipo de atividade que não exigisse movimento, num período de aproximadamente uma hora, essas pessoas se levantassem e andassem pela casa durante seis minutos. No final do dia, elas juntavam mais de 40 minutos de movimento e nem percebiam!”.
Depois adquirir o hábito e reconhecer os ganhos fica mais fácil se movimentar. A primeira melhora é na disposição e no condicionamento cardiovascular, que se vê em uma ou duas semanas. Já com relação a ganhos mais efetivos, em até dois meses nota-se grandes melhoras nos índices glicêmicos, diminuição da pressão arterial, entre outros.

Responsabilidade e equilíbrio

Grande parte da população brasileira não tem condição financeira para investir parte de sua economia na atividade física. Porém, nem sempre tem por perto parques públicos que estejam preparados para recebê-las. Com isso, esse público quase nunca é estimulado a sair do sedentarismo.
Além do movimento, a alimentação tem um papel fundamental quando se trata de um estilo de vida mais saudável. Assim como o sedentário não deve de um dia para o outro começar a participar de maratonas, as pessoas também não devem acreditar em radicalismos com relação à alimentação. Dietas restritivas, excluir um ingrediente especificamente ou se restringir a comer apenas determinados alimentos não fará com que o estilo de vida se torne saudável.
“Aumentar o consumo de hortaliças, vegetais e frutas e diminuir o de gorduras e açúcar não vem contribuindo com a diminuição da obesidade. Por outro lado, sobretaxar alimentos ou políticas de redução de ingredientes, por exemplo, também não resolve. Já temos exemplos em outros países que tentaram esse tipo de ação e não deu certo. O problema é profundo e envolve educação populacional, o que não se faz da noite para o dia. Às vezes, determinado alimento até então “vilanizado” por exemplo, será o que vai dar um pouco mais de energia para o filho de alguém de baixa renda que só tem condições de consumir isso no momento. É preciso olhar o todo e não os detalhes. O trabalho feito em Jaguariúna é exemplo dessa realidade”, afirma o especialista.

PIS-Pasep 2017 começa a ser pago no fim de julho

Brasil 03 de julho de 2017


Quem trabalhou em 2016 com carteira assinada pode ter direito a receber o abono salarial do PIS/Pasep de até R$ 937 a partir deste mês. O calendário foi divulgado em 03/07/17, no Diário Oficial da União. Nascidos de julho a dezembro receberão o benefício ainda em 2017. Já os nascidos entre janeiro e junho receberão no primeiro trimestre de 2018. O recurso fica a disposição do trabalhador até 29/06/18. A depender do tempo em que a pessoa trabalhou formalmente em 2016, o valor do abono pode variar de R$ 78 a R$ 937. Os trabalhadores da iniciativa privada retiram o dinheiro na Caixa Econômica Federal, e os servidores públicos, no Banco do Brasil. Para isso, devem apresentar um documento de identificação e o número do PIS/Pasep.
Que tem direito
Tem direito ao abono salarial quem recebeu, em média, até dois salários mínimos mensais com carteira assinada e exerceu atividade remunerada durante, pelo menos, 30 dias em 2016, mas é necessário estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter os dados atualizados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).
No caso do PIS, correntistas da Caixa, recebem o pagamento geralmente até dois dias antes do restante dos outros trabalhadores. E no caso do Pasep, o crédito em conta para correntistas do Banco do Brasil será efetuado a partir do terceiro dia útil anterior ao início de cada período de pagamento.
Novas regras
Desde 2016, o valor do abono é associado ao número de meses trabalhados no exercício anterior. Assim, quem trabalhou um mês no ano-base 2016 receberá 1/12 do salário mínimo. Quem trabalhou dois meses receberá 2/12 e assim por diante. Se o período trabalhado foi de 12 meses, vai receber o valor integral do benefício, que é de um salário mínimo (R$ 937).
Como sacar
Para sacar o abono do PIS, o trabalhador poderá usar o Cartão do Cidadão nos terminais de auto-atendimento da Caixa ou na casa lotérica. Se não tiver o Cartão do Cidadão, pode receber o valor em qualquer agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação.
Informações sobre o PIS podem ser obtidas pelo telefone 0800-726 02 07 da Caixa e informações sobre o Pasep podem ser obtidas pelo telefone 0800-729 00 01, do Banco do Brasil. Pelo telefone 158 e pelo link http://verificasd.mtb.gov.br/abono/, o trabalhador poderá saber se tem direito ao abono. Basta digitar o número do PIS/Pasep ou do CPF e a data de nascimento.

  1. Índices de Preços ao Produtor varia - 0,12% em abril
  2. Levantamento aponta percentual de empresas devedoras de FGTS nos últimos 5 anos
  3. JBS é condenada em R$ 38,6 milhões por demissão em massa
  4. IBGE prorroga inscrições para o Censo Agro 2017

Página 21 de 30

  • 16
  • 17
  • 18
  • 19
  • 20
  • 21
  • 22
  • 23
  • 24
  • 25
  • Notícias
    • Bahia
    • Brasil
    • Cidade
    • Cultura
    • Economia
    • Editais
    • Educação
    • Esporte
    • Meio Ambiente
    • Polícia
    • Política
    • Saúde
    • Sustentabilidade
    • Tecnologia e Marketing
    • Turismo
  • Calendário de Eventos
  • Memória
    • Capas Impresso
    • Persona
  • Expediente