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PRF registra aumento de infrações e redução de acidentes nas BR em 2017

Brasil 05 de fevereiro de 2018


A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou o aumento de 4,8% no número de infrações de trânsito nas rodovias federais. Em contrapartida, informou que houve redução de 7,5% no número de acidentes em 2017.
O balanço de 2017, divulgado pela PRF, mostra uma redução nos índices que medem a violência no trânsito em rodovias federais. Em comparação a 2016, o órgão registrou uma redução de 2,7% no número de óbitos, 3,5% de feridos e de 7,5% no número de acidentes nas rodovias federais.
O balanço do órgão também apontou aumento expressivo na apreensão de armas, drogas, cigarros contrabandeados e madeira ilegal. A PRF trabalha num contexto de constante aumento anual da frota nacional de veículos. Dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) apontam um aumento de quase três milhões de veículos de 2016 para 2017.
O resultado, segundo a PRF, é reflexo da estratégia operacional com campanhas de educação para o trânsito, operações pontuais em épocas de intensificação de deslocamentos, tal como férias e festas de final de ano, e reforços de policiamento em pontos críticos nas rodovias de todo o país. No ano passado, a PRF também contabilizou quase seis milhões de autos de infração emitidos durante fiscalizações nas estradas que cortam o país.
Confira todos os números, tabelas e gráficos do balanço no link: http://bit.ly/2DrvWsZ


Fonte: Nucom PRF

 

Um em cada cinco candidatos do Encceja teve nota mínima nas provas

Brasil 05 de fevereiro de 2018

 

O resultado do Encceja Nacional do ensino médio foi divulgado no dia 05/02/18 as notas do ensino fundamental, e do exame aplicado a pessoas privadas de liberdade serão divulgados em março.
Dos quase meio milhão de participantes presentes em todas as provas do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja Nacional) do ensino médio em 2017, só 20,8% conseguiram a nota mínima exigida para obterem o certificado de conclusão do ensino médio. Esse foi o primeiro ano em que o Encceja voltou a aplicar a prova para esse nível de ensino, depois que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deixou de ser usado para esse fim.
As concultas ao resultado do Encceja Nacional são individuais. Os candidatos precisam informar o CPF e a senha cadastrada para verem suas notas no site enccejanacional.inep.gov.br.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) afirmou que os resultados do Encceja Nacional do ensino fundamental, e do exame aplicado às pessoas privadas de liberdade, deve ser divulgado em 30/03/18.

Mais de 100 mil certificados

De acordo com dados divulgados pelo Inep, o Encceja Nacional do ensino médio teve 1.272.279 inscritos, mas só 492.613 estiveram presentes em todas as quatro provas. Destes, 102.638 conseguiram a nota mínima exigida para conseguir a certificação em todas as quatro áreas do conhecimento.

Encceja Nacional do ensino médio

Os números podem ser maiores, já que o Encceja permite que os candidatos usem notas de edições diferentes do exame para conseguir o certificado de conclusão do ensino médio. Além disso, os candidatos podem solicitar uma declaração parcial de proficiência nas áreas em que tenham atingido a nota mínima de 100 pontos.
No caso da prova de linguagens, é preciso ao mesmo tempo ter a pontuação mínima de 100 na prova objetiva e a nota mínima de 5 na redação. Caso contrário, "não há certificação e será necessário refazer a prova de linguagens e redação", diz o boletim divulgado pelo Inep.

Encceja x Enem

O número de candidatos habilitados em todas as áreas para obterem o certificado de conclusão do ensino médio é mais alto que os registrados no Enem 2016. Naquele ano, o último desde 2009 em que o Enem também serviu para isso, 1.076.092 participantes fizeram o Enem com esse objetivo, mas só 83.434 (ou 7,7%) tiveram nota mínima em todas as provas.
Nos últimos nove anos, a quantidade de pessoas interessadas em obter o certificado de conclusão do ensino médio por meio de um exame do governo federal aumentou mais de seis vezes.

Como funciona o Encceja

O Encceja é realizado todos os anos pelo Inep para estudantes jovens e adultos que não concluíram as etapas da educação básica na idade regular. Ele tem várias modalidades e oferece dois tipos de habilitação: a do ensino fundamental e a do ensino médio. Semelhante ao Enem, ele tem quatro provas objetivas e uma redação, mas é aplicado em um único dia, de manhã e à tarde.
Além de ser realizado no formato conhecido como Encceja Nacional, para qualquer adulto que cumpra os requisitos, o Encceja também é aplicado para pessoas privadas de liberdade e para brasileiros no exterior.
Porém, não é o governo federal quem emite os certificados de conclusão do ensino fundamental ou médio, ou as declarações parciais de proficiência. Quem faz isso são as secretarias estaduais de Educação ou os institutos federais. Os candidatos, na hora em que se inscrevem para o Encceja, escolhem qual órgão será responsável pela emissão do documento.


Fonte: G1

Desemprego recua em dezembro, mas taxa média anual é a maior desde 2012

Brasil 30 de janeiro de 2018

 


Apesar da queda na taxa de desocupação entre o 3º e o 4º trimestre, de 12,4% para 11,8%, 2017 foi o pior ano para o mercado de trabalho no país desde 2012. Com uma taxa média de 12,7%, o desemprego atingiu o maior nível da série histórica. Em relação a 2014, quando a taxa média de desocupação atingiu o menor patamar (6,8%), a diferença foi de 5,9 p.p. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), divulgada hoje pelo IBGE.
De 2014 para 2017, foram quase 6,5 milhões de desempregados a mais, um crescimento de 96,2%, chegando a 13,2 milhões de pessoas. O Coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, explicou que, nesses três anos, o país perdeu muitos postos de trabalho, sobretudo formalizados. “O número de trabalhadores com carteira assinada, que já chegou a 36,6 milhões em 2014, agora ficou em 33,3 milhões. Em três anos, perdemos 3,3 milhões de postos de trabalho com carteira”. Já em relação a 2016, a queda no número de trabalhadores com carteira foi de quase um milhão de pessoas.
Só de 2016 para 2017, o número de trabalhadores sem carteira de trabalho no setor privado cresceu 5,5%, o que representa 560 mil trabalhadores. Em relação a 2014, o aumento médio foi de 3,2%, ou 330 mil pessoas. Já o número de trabalhadores por conta-própria cresceu 0,7% no último ano, um contingente de 159 mil pessoas. Em três anos, o aumento foi de 6,5% ou 1,3 milhão de trabalhadores nesta categoria.
Grupamentos de atividades expressivos, como agricultura, indústria e construção, foram os que mais perderam trabalhadores. “Nesses 3 anos, a queda na agricultura foi de 10,4%, na indústria, -11,5%, e na construção, -12,3%. Parte desses postos foram compensados em grupamentos que têm um processo de inserção mais voltado para a informalidade, como comércio, outros serviços e alojamento e alimentação”, explicou Cimar.
Os resultados confirmam que em relação a 2014, o comércio apresentou aumento de 0,5% no número de trabalhadores, outros serviços, de 7,0% e alojamento e alimentação, de 21,4%. Isso ocorre, segundo Cimar, porque durante períodos de crise, os serviços de alimentação, principalmente, funcionam como uma espécie de válvula de escape. “Você pode ficar sem comprar, sem viajar, sem reformar a casa, mas sempre terá que se alimentar. Por isso, quando as pessoas ficam sem emprego, migram para esse setor, pois é nele que se abrem oportunidades”, explicou.
Já a média anual do rendimento dos trabalhadores em 2017 ficou em R$ 2.141, uma alta de 2,4% em relação a 2016. Entretanto, em relação a 2014, ano em que se observou o maior rendimento da série, o quadro foi de estabilidade.
“Além da inflação baixa registrada em 2017, a saída de pessoas com rendimentos mais baixos deveria elevar a média do rendimento, mas, como também houve queda entre as populações que ganham mais, o rendimento em 2017 ficou no mesmo patamar do de 2014”, concluiu Cimar.


Fonte: IBGE

Marinha abre 1000 vagas para nível médio

Brasil 05 de fevereiro de 2018

 

Estão abertas, até o dia 02/03/18, as inscrições para o Concurso Público de Admissão às Escolas de Aprendizes-Marinheiros (CPAEAM/2018). São 1.000 vagas e o candidato, além de outros requisitos, deve ser brasileiro nato ou naturalizado do sexo masculino, possuir o Ensino Médio, ter 18 anos completos e menos de 22 anos de idade no dia 01/01/19. O valor da taxa de inscrição é de R$ 40,00.
O candidato fará uma prova escrita objetiva de conhecimentos. Os classificados nesta primeira fase participarão ainda de etapas, com caráter eliminatório, como inspeção de saúde e teste de aptidão física.
Ao serem aprovados em todas as fases do concurso, os candidatos realizarão a formação militar em uma das quatro Escolas de Aprendizes-Marinheiros, localizadas em Fortaleza (CE), Recife (PE), Vitória (ES) e Florianópolis (SC).
O curso de formação de Marinheiros tem a duração de 48 semanas, em regime de internato. Nesse período, os jovens recebem alimentação, alojamento, ajuda para aquisição de uniformes, assistência médico-odontológica e remuneração como grumete. Após o curso e promoção a Marinheiro, terá início o Estágio Inicial(EI), com duração de dois anos, em unidades da Marinha do Brasil. Os Marinheiros aprovados no EI, plenamente adaptados à carreira naval, permanecerão no Serviço Ativo da Marinha (SAM).
Todas as informações necessárias relativas ao concurso estão no edital publicado no site www.ingressonamarinha.mar.mil.br.


Fonte: Marinha do Brasil

 

Em fevereiro, motoristas já podem tirar CNH digital

Brasil 30 de janeiro de 2018

 

A partir de 1º de fevereiro, quinta-feira, condutores de todo o Brasil que não quiserem andar com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em mãos, poderão utilizar o celular para ter acesso ao documento através da versão digital em celulares e em tablets. Trata-se da CNH Digital e que terá o mesmo valor jurídico que a impressa.

Atualmente, a CNH-e, como também é conhecida, já adotada por oito estados, além do Distrito Federal: Acre, Alagoas, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Roraima, Rio Grande do Sul e Tocantins. A consulta é feita por meio de um aplicativo gratuito disponível para Android e iOS: o “CNH Digital”, aplicativo do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e desenvolvido pelo Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados) – importante ficar atento a esse detalhe para não baixar falsos aplicativos.

O documento só poderá ser emitido para quem tem a nova Carteira – emitida a partir de maio de 2017 –, com QR Code, um código específico para ser lido por aparelhos eletrônicos. Ele existe na parte interna das carteiras de habilitação. Já quem tem a versão antiga, precisará pedir uma segunda via ou renovar a impressa para, então, solicitar a digital. Não é necessário esperar a CNH vencer para renová-la.

Com relação a custos, o Detran informou que a cobrança de possíveis taxas para emissão da CNH digital ficará a cargo dos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans) – no nosso caso, o Detran baiano. São eles que determinam atualmente os valores das taxas da CNH impressa, que variam de estado para estado.

De acordo com uma portaria do Governo do Estado, de 21/12/17 – e que passa a valer a partir do dia 23 de março deste ano – a primeira habilitação eletrônica terá o valor de R$ 95 (a permissão impressa custará R$ 190). Já a renovação da CNH-e terá o custo de R$ 80, contra R$ 159 da renovação impressa.

Como solicitar

Para solicitar a versão digital da carteira de motorista, o primeiro passo a ser adotado é verificar se o documento foi emitido após maio de 2017 – ele possui um QR Code impresso no verso. Com esse código, o motorista deve acessar o portal do Denatran (denatran.gov.br) e fazer um cadastro. Em seguida, o condutor deve baixar o aplicativo na Play Store ou na App Store.

Para prosseguir, é preciso ter um certificado digital reconhecido pelo Detran. Para isso, o motorista deve avisar ao órgão sobre a emissão da CNH e assim conseguir essa “permissão digital”. Certificados com o e-CPF também servem para conseguir a versão digital da CNH. Com todas as informações pessoais preenchidas, o motorista deve solicitar o código de ativação da e-CNH.

O órgão de trânsito enviará a senha por email – Contudo, conforme o Denatran, o certificado digital não é obrigatório. Neste caso, o motorista terá de ir até a sede do Detran para confirmar os dados. Em seguida, o usuário deve usar a senha enviada e o CPF para fazer login no aplicativo do Denatran.

Feito isso, digite o código de ativação recebido. Já no aplicativo será preciso criar uma nova senha de quatro dígitos. Ela será utilizada toda vez que o motorista acessar a versão digital da CNH. Depois de seguir o procedimento, o aplicativo exibirá uma reprodução frente e verso do documento original, bem como o QR code presente na habilitação.

Outras opções

Além da exibição da CNH-e, o aplicativo deve permitir, ao usuário, que ele consulte a pontuação e ser avisado da proximidade do vencimento da carteira. Vale ressaltar que é apenas necessário o acesso a rede de internet na primeira vez. Depois, o documento estará disponível off-line. Em caso de roubo do aparelho, o usuário deverá bloquear o documento. Se tiver o certificado digital, ele poderá entrar no Portal de Serviços do Denatran e solicitar o bloqueio remoto. Caso contrário, o condutor terá que ir até algum posto do Detran.

“A tecnologia é importante, pois já faz parte da nossa realidade. É um avanço válido e vai entrar com um preço diferenciado em relação a Carteira impressa. Acredito que uns vão usar, principalmente os que tem menos de 30 anos e estão mais acostumados a utilizar os celulares. Para as autoescolas, não muda nada”, afirmou Francisco Assis, presidente do Sindicato das Auto-Escolas e Centros de Formação de Condutores do Estado (Sindauto Bahia).


Fonte: Tribuna da Bahia

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