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Asfaltamento da Estrada da Balsa divide opiniões

Cidade 09 de agosto de 2018

Dúvidas são sobre o tipo de material e outros aspectos, como a drenagem pluvial

 

A Prefeitura de Porto Seguro já iniciou a recomposição dos passeios da Estrada da Balsa, no Arraial d'Ajuda, mas ainda não começou a pavimentação da estrada. Previsto no TAC (Termo de Ajuste de Conduta), que envolve também a requalificação da Travessia das Balsas, o serviço será executado pela empresa Pavinorte Premoldados e vai custar cerca de R$ 1,2 milhão. Segundo o secretário de Obras, José Carlos Cruz de Souza, a cobertura do piso, que liga o Apaga Fogo ao Arraial d´Ajuda será de asfalto e as obras serão  iniciadas ainda nessa mês de junho, com previsão de serem concluídas no mês de novembro.

Aguardada há muito tempo, inclusive em função da má conservação da estrada atual, a intervenção divide opiniões entre a comunidade do distrito, sobretudo quanto ao tipo de material a ser utilizado. Pairam dúvidas também sobre como a forma como o serviço será realizado. Para o empresário suíço Pierre Faure, da Pousada Água Marinha, localizada na Estrada da Balsa, o asfaltamento já deveria ter sido feito há mais tempo. “É uma vergonha esta estrada. Tem problemas de inundação quando chove, na frente da pousada fica uma poça, gerando transtornos na chegada e saída dos hóspedes. Mas antes de asfaltar tem que resolver a falta de drenagem da água da chuva”, alerta.

Já, a moradora Bernadete do Firmamento acha que o asfaltamento vai descaracterizar o distrito e tornar a estrada mais perigosa. “Arraial é muito pequenininho. Colocar asfalto vai tirar o charme do distrito. Além disso, a galera que desce em alta velocidade pela ladeira da Santa vai oferecer um perigo ainda maior. Já vi acidentes horríveis acontecerem aqui por causa disso. E também não é viável pavimentar sem fazer a drenagem pluvial.”

Contra o asfalto

Um abaixo assinado eletrônico está sendo organizado por moradores. A manifestação tem como destinatários a prefeitura e os Ministérios Públicos Federal e Estadual. As pessoas que assinam protestam contra a pavimentação da Estrada da Balsa com asfalto e sem drenagem. Diz o cabeçalho do abaixo-assinado. “As ruas do Arraial d'Ajuda necessitam de pavimentos rústicos e boa drenagem, não de asfalto. Vamos juntos preservar o estilo e as características do Arraial. Se você é contra pavimentar a Estrada da Balsa com asfalto, assine esse abaixo-assinado”.

O documento virtual está no link https://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/36174, criado em 1º de junho, com mais de 130 assinaturas. E cobra que a pavimentação aconteça de maneira adequada, cumprindo-se as cláusulas contidas no TAC, assinado em 21/07/2016 pela prefeitura, MPF, MP-BA, empresas de travessia Rio Buranhém Navegação, RioNave, Observatório Social e Câmara Municipal.

Dentre as reivindicações, são citados alguns pontos das cláusulas do TAC: remoção de solo impróprio à base ou barro existente com substituição por material de boa resistência devidamente compactado; instalação de tubulação adequada ao projeto de esgoto pluvial e de acordo com as normas e especificações; bocas de lobo em tijolo maciço com fundo de laje em concreto com dimensões, reboco e cobertura especificados no projeto; assentamento de meio fio de concreto pré-moldado, entre outras.

Em abril de 2016, a prefeitura pavimentou cerca de 600 metros lineares, totalizando 5 mil metros quadrados, no trecho próximo à saída da balsa. Na época, afirmou que já haviam sido realizados 1.500 metros lineares nos trechos mais desgastados e que estavam previstos outros 2.000 metros lineares para asfaltar toda a estrada.

Conforme publicado no Diário Oficial em 15/05/2017, o serviço de pavimentação que acaba de ser contratado também será com concreto betuminoso usinado a quente (asfalto). A contratação inclui drenagem pluvial e recuperação do passeio da estrada da balsa, sob o valor total de R$ 1.197.059,43.

Mães dedicadas fazem a diferença na vida de seus filhos especiais

Cidade 08 de agosto de 2018

Se ser mãe já é um grande desafio, gerar filhos com limitações físicas ou neurológicas exige ainda mais de mulheres. Muitas delas ainda não conseguem emprego ou são obrigadas a abrir mão de trabalhar. Algumas rifam objetos para conseguir bancar o tratamento dos filhos. A maioria lida sozinha com a situação e tem que arcar com a compra de fraldas, leite, plano de saúde, medicamentos...

 Adriana, 42, Miriam, 35 e Cássia, 43, são batalhadoras e dedicadas, que encaram uma rotina de cuidados com seus filhos. Em comum, elas também têm a luta, a dificuldade de diagnóstico e a bênção de não se lamentar nem esmorecer diante das barreiras. Conheça um pouco da história dessas mães, escolhidas justamente por serem especiais.

 

Apesar do susto inicial, Adriana nunca rejeitou a filha

Adriana de Matos, 42, dona de casa, casada, tem um filho de 19 anos do primeiro casamento e uma menina do segundo. A pequena Karina, 2, tem Síndrome de Down, que só foi descoberta na hora do parto, mesmo a mãe tendo feito pré-natal completo. Segundo Adriana, na ultrassonografia morfológica não apareceram sinais da síndrome.

A surpresa a deixou sem saber o que fazer. “Levei um susto na hora do parto, mas em nenhum momento rejeitei minha filha. Eu me preocupava em como iria cuidar dela. Tive amor do mesmo jeito. Tenho amigos com filhos com Down, mas nunca havia me aprofundado para saber como lidar com a situação. Eu chorava muito de emoção. Meu medo era de perdê-la. Mas coloco tudo nas mãos do Senhor”.

A Síndrome de Down ocorre quando as pessoas têm 47 cromossomos em suas células em vez de 46, como a maior parte da população, e a formação se dá na concepção. Pessoas com a síndrome podem ter características semelhantes e estar sujeitas a uma maior incidência de doenças, mas suas personalidades diferem. Além disso, o aprendizado ocorre no tempo de cada indivíduo.

Depois da dificuldade em diagnosticar a síndrome enquanto estava grávida, Adriana teve que encarar a falta de informações. “Karina tem um grau leve da síndrome. A médica disse que a diferença em relação às outras crianças é que ela vai aprender as coisas mais lentamente, no tempo dela”. O conhecimento veio da avó, que conhecia a Apae e indicou para Adriana. “Temos muito apoio da Apae. É muito bom. Me sinto à vontade. Aqui tenho convivência com outros pais na mesma situação, e minha filha conhece outras crianças e é onde ela não se sente diferente. Está aqui desde os três meses de idade. É muito esperta, anda, gosta de comer e foi se desenvolvendo mais rápido, com fonoaudióloga, fisioterapia”, comemora a mãe.

Miriam, a mãe do pequeno grande Davi

Miriam da Cruz é mãe de Davi, 3, e dona de casa. Teve uma gravidez tranquila, acompanhada com o pré-natal. O menino nasceu de parto normal e a mãe afirma que a falta de oxigenação no cérebro do bebê causou-lhe paralisia cerebral. Davi teve convulsões no primeiro dia de vida e só saiu do hospital após 21 dias de nascido, tendo sido alimentado por sonda durante uma semana. “Saí de lá com medo. Os médicos disseram que o bebê teria muitas dificuldades no aprendizado e que seria lento”.

Segundo Miriam, Davi tem também microcefalia. Ela conta que nos últimos meses de gravidez chegou a relatar ao médico sobre uma coceira pelo corpo, o que poderia indicar zica, chicungunha ou dengue, mas o médico teria afirmado que aquilo era coisa de gestante.

Davi passou por eletroencefalograma e o neuro teria dito à mãe que o bebê não teria sequelas, o que deixou Miriam com expectativas positivas em relação à saúde do filho. Mas a pediatra teria dito que o bebê não era normal. Cinco meses depois, uma tomografia confirmou a paralisia e a microcefalia. E foi quando ela ouviu do neuro: “sua criança vai ser especial.”

Entre os desafios para a família estão os gastos com medicações, suplementos e plano de saúde. Miriam enfrenta dificuldades em marcar as consultas, que são feitas trimestralmente. “Prefiro pagar a ter que esperar. Tem mães que ficam seis meses sem conseguir, por causa da agenda do médico, que atende o município todo”. No ano passado, pela consulta com especialista ela pagou R$ 350.

Para a locomoção, ela comprou para Davi um carrinho adaptado. “Ele tem alteração da deglutição e o carro ajuda na postura. Me desloco sempre de ônibus, ou o marido me traz, quando pode.” Mesmo assim, ela sofre com os ônibus cujos elevadores não funcionam. “Motoristas não ajudam, só os que eu conheço”.

A Apae, grande parceira de Miriam é considerada por ela uma segunda família. “Se eu pudesse vir mais de duas vezes na semana, eu viria. Todos os profissionais são muito atenciosos. Davi não sorria. Começou com fisioterapia, e agora já sorri. Comemora pequenos progressos. Sou por conta dele direto. Meu marido trabalha fora e eu faço tudo em casa”, resume, sem lastimar.  

Cássia: após a luta, chegam as recompensas

Mãe de André Luiz, 15, e Isabelly Victória, 13, a policial militar Cássia Bonfim, de 43 anos, também tem uma história de luta intensa. Ela conta que, quando pequeno, André levantou suspeitas de hiperatividade na escola e em casa. E Belly, como chama carinhosamente a filha, aos oito anos de idade e após quatro anos de pesquisa, foi diagnosticada em Salvador com autismo de grau leve.

André fez acompanhamento durante cerca de três meses. “A dificuldade aqui com especialistas era terrível”, testemunha a policial. Aos 12 anos, a escola fez um relatório pedindo à família que o levasse a um especialista, pois seria possível que o pequeno tivesse transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, conhecido como (TDAH). Com o diagnóstico incerto, as dúvidas persistiam e a família não tinha como tratar adequadamente a situação.

Cássia conta que, ao apresentar baixo rendimento escolar e mostrar sinais de rebeldia, teve que levar o menino a Salvador. A mesma neurologista que diagnosticou a filha com autismo, o diagnosticou com sintomas de abandono e melancolia. Há dois anos, a mãe dela, com quem tinham forte ligação, faleceu. Para ambos, uma perda muito drástica. Mas, atualmente, a rotina tem melhorado e os frutos estão sendo colhidos. “Ele está superando normalmente e é muito inteligente. É um ótimo aluno.”

 

Conciliação e reconciliação

Depois que descobriu o autismo na filha, o tratamento continuou em Salvador. Cássia e o marido tiveram que encontrar alternativas, se revezando para acompanhar os filhos. O cansaço e o estresse levaram a relação do casal a um desgaste e isto causou uma separação. A reconciliação veio após cinco meses, quando optaram por abraçar os desafios juntos. Desde 2015, Cássia trabalha durante um turno que possibilite estar com os filhos na maior parte do tempo.

“Isabelly progrediu muito. Se eu não falar que ela tem autismo hoje em dia, não dá pra perceber, porém, alguns assuntos que ela fala parecem bem infantis, fora do contexto”, diz a mãe. “Em Porto Seguro o tratamento é muito complicado, tudo é absurdamente caro.” O Centro de Atendimento Especializado realiza um bom trabalho, segundo Cássia, mas já apresenta necessidade de ampliar a estrutura e contratar mais profissionais.

Os avanços vieram gradativamente. “É difícil aceitar no começo pelo medo de não ter capacidade, mas Deus nos capacita através de nossas próprias bênçãos (os filhos)! Cada família tem uma experiência e uma dificuldade. E uma coisa é certa: fomos abençoados por Deus! O propósito d’Ele para conosco foi de muito amor. Mudamos o nosso sentimento e essa é a ideia. Hoje podemos dizer que somos diferentes e até melhores.”

Porto Seguro espera vacinar mais de dez mil crianças contra pólio e sarampo

Cidade 07 de agosto de 2018

A campanha de vacinação contra o sarampo e a poliomielite, para crianças de um ano a menores de cinco anos, já teve início em Porto Seguro, no dia 06/08/18, abrangendo as 29 unidades de saúde do município, que estão atendendo de 08h00 às 14h00.

A meta é imunizar 10.114 crianças até o último dia da campanha, 31/08. O Dia D de mobilização será no 18/08, sábado, quando todos os postos de saúde permanecerão abertos para imunização do público-alvo.

A Vigilância em Saúde espera alcançar a cobertura vacinal de 95% dessas pessoas e alerta que, tanto a vacinação contra o sarampo quanto a vacinação contra a poliomielite são doses adicionais. Mesmo que a criança esteja com o cartão de vacina atualizado, ela deve comparecer ao posto para a dose de reforço. A coordenadora de imunização, Greciana Maria da Silva, explica que estas e outras vacinas que fazem parte da campanha já estão no calendário vacinal da criança, e que, neste período, as vacinadoras aproveitam para aplicar as doses em crianças que estejam com situação vacinal atrasada.

Segundo Greciana, o município não enfrenta casos de pessoas que rejeitam a vacinação, mas algumas alegam falta de tempo para ir aos postos. “Mas não só a mãe ou o pai pode levar a criança para vacinar. O cuidador ou o responsável também pode, desde que esteja portando o cartão de vacina, para verificação e anotação das vacinas dadas e datas de retorno”, disse.

A coordenadora também alerta sobre as fakenews, ou falsas notícias que tentam disseminar informações erradas acerca da vacinação. E afirma que, desde o mês de julho, as vacinadoras estão aptas a fazer sala de espera, que são as palestras usadas para barrar equívocos dos pacientes referentes às vacinas e para falar da importância da imunização.

“Se hoje o MS lança a campanha com dose indiscriminada é porque sabe do risco dessas crianças que estão por aí com as vacinas atrasadas. Isso quer dizer que as doenças podem voltar sim, porque o quantitativo elevado de crianças sem a vacina está suscetível. Ao mesmo tempo em que ele contrai a patologia, ele também consegue disseminar para os demais. Por isso é importante manter o cartão de vacina atualizado. Não só na primeira dose. A gente só garante a imunidade com todas as doses designadas pelo Ministério da Saúde, com o calendário completo.”

Apesar dos esforços empreendidos nos últimos anos, casos de sarampo têm sido reportados em várias partes do mundo e, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), muitos países permanecem endêmicos para o sarampo, principalmente aqueles com baixa cobertura vacinal e bolsões de não vacinados. “Atualmente, o número de óbitos é muito menor em relação a um passado recente no país, mas se não seguir a orientação do MS quanto à execução do calendário vacinal, coloca essas crianças em risco. E não só a pólio e o sarampo, mas tantas outras doenças que vitimavam as crianças, podem retornar.”

Os pais e responsáveis são os principais aliados no processo de manutenção da eliminação dessas doenças, por isso nãodevem medir esforços para imunizar os filhos. Greciana afirmou que vacinação é fundamental para adultos e crianças. Os adultos também estão recebendo doses da vacina contra o sarampo, mas, como a prioridade são as acrianças, quando há um número maior de adultos na fila da vacinação, eles recebem senha e são orientados a voltar à unidade de saúde no dia seguinte.

Senac promove Feira de Profissões com inscrições gratuitas

Cidade 08 de agosto de 2018

 

Inspirado nas tendências de mercado, o Senac promove a 2ª edição da Feira de Profissões na Costa do Descobrimento. A feira acontece no Centro de Eventos do Senac Porto Seguro, em Taperapuan, e contempla palestras, oficinas e workshops. As inscrições são gratuitas e as vagas são limitadas. O evento acontece nos dias 09/08 (8h00 às 20h00) e 10/08 (8h00 às 20h00).

Quem se interessar por assuntos relacionados a Redes Sociais, Gastronomia e Gestão, já pode marcar na agenda, pois o Senac preparou uma extensa programação nessas áreas com direcionamento para o mercado de trabalho.

Para os que gostam da área de tecnologia através das mídias digitais, serão apresentadas palestras para empreendimento de beleza em redes sociais, como ganhar dinheiro com vídeos no Youtube e impulsionar reservas diretas no setor de hotelaria. Além disso, serão realizados workshops na área de Beleza e Estética.

As inscrições são feitas pelo fone: (73) 3162-7300 ou na hora, sendo sujeito a lotação. Mais informações podem ser obtidas pelo site www.ba.senac.br/FeiraDeProfissoes


Fonte: Ascom Senac

Porto Seguro: britas usadas na construção civil não atendem requisitos

Cidade 07 de agosto de 2018

 

Com o objetivo de estabelecer definições técnicas e científicas para verificar possíveis utilizações e/ou limitações quanto ao uso de britas na construção civil, o Laboratório de Ensaios em Durabilidade dos Materiais (LEDMa), da Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia (UFBA), realizou uma pesquisa de campo com ensaios físicos, químicos e mineralógicos em britas e rochas de pedreiras que atuam na região de Porto Seguro no Sul da Bahia.

No censo comum, a maioria das pessoas acredita que brita é tudo igual, mas existem normas técnicas que definem se esse tipo de agregado é bom ou ruim. Na prática, brita é transformada em duas coisas – em concreto para elementos estruturais na construção; vigas, colunas ou lajes, e também em asfalto. Para evitar possíveis patologias em uma construção como rachaduras, reformas emergenciais, infiltrações e até desabamento, além da mão de obra qualificada, a matéria prima utilizada deve ser devidamente fiscalizada e aprovada em testes e normativas referentes ao uso adequado do material. Esses pré requisitos afetam diretamente a atividade de empreiteiras, construtoras, engenheiros civis e pedreiras que atendem às demandas de mercado.

De acordo com o coordenador da pesquisa realizada em Porto Seguro, pós-doutor em Ciência e Engenharia de Materiais, Daniel Véras Ribeiro, os resultados obtidos na utilização do agregado para produção de concretos estruturais no município, foram reprovados por não atenderem, a todos os requisitos Normativos, como a resistência à compressão uniaxial e desgaste por abrasão. Além disso, o laudo técnico também aponta que o material analisado não atende aos critérios da ABNT NBR 7211/2009 - que é a norma técnica de britas e demais agregados - e sugere que a utilização deste material seja apenas para a produção de concretos não estruturais, com resistências de até 25 Mpa. “Esta propriedade apresenta importante influência na qualidade dos concretos, inclusive sobre a resistência mecânica deste tipo de material”, informou. Ainda segundo Véras, “o agregado em análise não é recomendo para ser utilizado como lastro ferroviário por não atender os requisitos Normativos, havendo uma grande perda ao choque Treton e por abrasão Los Angeles”.

O Crea-BA - Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia da Bahia atua como um fiscalizador profissional na forma de autarquia pública, responsável pela regulamentação e julgamento final das atividades profissionais relacionadas à classe profissional. Todo cidadão brasileiro, pode denunciar o exercício ilegal da atividade ou uso indevido de materiais. Ao Crea compete fiscalizar, identificar e coibir a ação de leigos e, principalmente, valorizar o trabalho dos profissionais éticos e devidamente habilitados para o exercício da profissão.

Para mais informações, acesse: http://www.creaba.org.br ou ligue para o Crea de Eunápolis (73) 3281-2806.


Fonte: Ascom Crea-Ba

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