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Banda larga terá R$ 15 bi de novos investimentos

Tecnologia e Marketing 31 de outubro de 2015

O Ministério das Comunicações aprovou investimentos na ordem de R$ 15,1 bilhões para a rede de internet banda larga. O montante corresponde a 1.167 projetos de infraestrutura apresentados à pasta por empresas de telecomunicação, alinhados ao Regime Especial de Tributação do Programa Nacional de Banda Larga (REPNBL).   

Por meio do REPNBL, há isenções tributárias às companhias que investirem na modernização da internet no País. A pasta estima que 3.699 municípios sejam beneficiados pelos projetos aprovados.  

Na divisão por região, o Sudeste e o Nordeste receberão R$ 11 bilhões, o equivalente a 70% dos investimentos aprovados. Os estados que mais concentram aportes são São Paulo (R$ 4,6 bilhões), Minas Gerais (R$ 1,8 bilhão), Rio de Janeiro (R$ 965 mil), Bahia (R$ 833 mil) e Paraná (R$ 808 mil).

Sob o REPNBL, pelo menos 80% dos gastos das empresas são destinados a redes de acesso, espinha dorsal no serviço das operadoras. Dessa maneira, as companhias expandem a estrutura de banda larga e interligam redes menores. Além disso, 12% vão reforçar as redes de transporte, que permitem à banda larga chegar diretamente aos usuários.

Benefício tributário

O REPNBL foi estabelecido em 2013 para permitir a desoneração de impostos (IPI, PIS/Pasep e Cofins) e ampliar a infraestrutura brasileira de banda larga. O objetivo da medida é massificar o acesso à internet no País. 

Fonte:  Ministério das Comunicações

Cresce acesso à internet pelo celular entre classes C, D e E

Tecnologia e Marketing 16 de setembro de 2015

Segundo pesquisa, celulares e notebooks também ultrapassam os computadores de mesa como principal meio de conexão à rede
As classes populares tiveram um grande salto em participação no acesso à internet pelo celular, segundo a pesquisa TIC Domicílios 2014, divulgada nesta terça-feira (15) pelo Comitê Gestor da Internet. Entre 2011 e 2014, o percentual de usuários em dispositivos móveis subiu de 4% para 18% nas classes D e E, enquanto na classe C o número saltou de 14% para 47% de acessos.
Já a classe B pulou de 25% para 69%, enquanto a classe A registrou alta de 45% para 70%. Os números fazem parte da pesquisa TIC Domicílios 2014, divulgada nessa terça-feira (15).
O acesso à rede nos domicílios brasileiros também cresceu nas classes C, D e E. O percentual de moradias da classe C com acesso à rede aumentou de 33% para 48%, também entre 2011 e 2014. No mesmo período, as casas da classe D e E com internet saltaram de 4% para 14%, enquanto a classe B saltou de 73% para 82% e a classe A, de 97% para 98%.
O aumento do uso da internet móvel também é notado nas áreas rurais. Nessas regiões, as conexões móveis foram multiplicadas por seis. Dos 4% de acesso em 2011, o número chegou a 24%. Na área urbana, a quantidade de conexões triplicou, de 17% para 51%.
Nessa edição da pesquisa, o Comitê Gestor da Internet (CGI) passou a considerar as conexões móveis feitas em casa como acesso domiciliar à internet, conforme recomendação internacional.
Os dispositivos portáteis, como notebooks, ultrapassaram os computadores de mesa no acesso à internet nos domicílios conectados. A pesquisa apontou que, pela primeira vez, o PC foi ultrapassado por outros meios. São 60% de acessos por aparelhos portáteis contra 56% pelo computador de mesa. Os tablets já representam 33% das conexões. Em 2011, por exemplo, os computadores representavam 77% das conexões contra 41% dos portáteis.
As regiões com maior acesso à rede são o Sudeste, com 60% dos domicílios conectados, e o Sul, com 51%. Depois vêm o Centro Oeste, com 44%, o Nordeste (37%) e o Norte (35%).


Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério das Comunicações

 

O antivírus está morto segundo John McAfee

Tecnologia e Marketing 02 de setembro de 2015

 Em uma sessão de perguntas e respostas no fórum Reddit, John McAfee, fundador e ex-CEO da McAfee, afirmou que não usa nenhum software para se proteger e acredita que o mercado está ultrapassado. "Não tenho antivírus. Eu acho que o antivírus está morto. Ele usa uma tecnologia antiga, que não é relevante. Os hackers são 10 vezes mais rápidos do que eles, é um sistema sem sentido", afirmou.

"Morto e fadado ao fracasso"
No ano passado, o presidente da Symantec, Brian Dye, também havia decretado a morte do antivírus, dizendo que o software estava "fadado ao fracasso". Na época, a declaração foi contestada por outras empresas do setor, que obviamente defendem a utilidade dos sistremas de segurança.
"Não é porque algumas bactérias se tornaram resistentes aos medicamentos que os antibióticos devem ser condenados à morte, descontinuados, deixando pacientes sem tratamento", explicou Eduardo Dantona, diretor da BitDefender Brasil.
"Sempre educamos nossos clientes sobre o fato de que nenhuma tecnologia de segurança é 100% confiável e que apenas uma combinação de medidas complementares pode reduzir efetivamente o risco de que os dados tanto de empresas quando pessoais sejam comprometidos", explicou Eugene Kaspersky, CEO da Karspersky.
Android, iOS ou Windows?
Questionado sobre qual sistema operacional móvel é mais seguro, Windows, Android ou iOs, o ex-CEO da McAfee respondeu: "Nenhum deles é seguro. Eu uso os três, o que torna mais difícil me encontrarem. Mas o meu favorito é o Android, pela facilidade de uso", explicou. Quem pensa que o executivo prefere smartphones modernos está bastante enganado. McAfee conta que usa telefones com flip sem GPS e costuma trocar de aparelho a cada duas semanas. "A primeira coisa que faço é remover recursos de atualização e bloatware", conta.
Ao que tudo indica, o ex-CEO não está muito satisfeito com os rumos do aplicativo que criou. Quando a pergunta foi sobre como se ele se sentia com o fato de sua ex-empresa, vendida para a Intel em 2010, passar a se chamar Intel Security, o programador deu risada. "Você não tem idéia de como estou feliz com isso. Ele se tornou o pior software do planeta. Você não consegue desinstalar, ele realiza análises o tempo todo e é lento. Graças a Deus eu não tenho mais associação com aquilo".


Fonte: TheNextWeb

"O antivírus está morto", diz fundador da McAfee

Tecnologia e Marketing 02 de setembro de 2015

Em uma sessão de perguntas e respostas no fórum Reddit, John McAfee, fundador e ex-CEO da McAfee, afirmou que não usa nenhum software para se proteger e acredita que o mercado está ultrapassado. "Não tenho antivírus. Eu acho que o antivírus está morto. Ele usa uma tecnologia antiga, que não é relevante. Os hackers são 10 vezes mais rápidos do que eles, é um sistema sem sentido", afirmou.

"Morto e fadado ao fracasso"
No ano passado, o presidente da Symantec, Brian Dye, também havia decretado a morte do antivírus, dizendo que o software estava "fadado ao fracasso". Na época, a declaração foi contestada por outras empresas do setor, que obviamente defendem a utilidade dos sistremas de segurança.
"Não é porque algumas bactérias se tornaram resistentes aos medicamentos que os antibióticos devem ser condenados à morte, descontinuados, deixando pacientes sem tratamento", explicou Eduardo Dantona, diretor da BitDefender Brasil.
"Sempre educamos nossos clientes sobre o fato de que nenhuma tecnologia de segurança é 100% confiável e que apenas uma combinação de medidas complementares pode reduzir efetivamente o risco de que os dados tanto de empresas quando pessoais sejam comprometidos", explicou Eugene Kaspersky, CEO da Karspersky.
Android, iOS ou Windows?
Questionado sobre qual sistema operacional móvel é mais seguro, Windows, Android ou iOs, o ex-CEO da McAfee respondeu: "Nenhum deles é seguro. Eu uso os três, o que torna mais difícil me encontrarem. Mas o meu favorito é o Android, pela facilidade de uso", explicou. Quem pensa que o executivo prefere smartphones modernos está bastante enganado. McAfee conta que usa telefones com flip sem GPS e costuma trocar de aparelho a cada duas semanas. "A primeira coisa que faço é remover recursos de atualização e bloatware", conta.
Ao que tudo indica, o ex-CEO não está muito satisfeito com os rumos do aplicativo que criou. Quando a pergunta foi sobre como se ele se sentia com o fato de sua ex-empresa, vendida para a Intel em 2010, passar a se chamar Intel Security, o programador deu risada. "Você não tem idéia de como estou feliz com isso. Ele se tornou o pior software do planeta. Você não consegue desinstalar, ele realiza análises o tempo todo e é lento. Graças a Deus eu não tenho mais associação com aquilo".


Fonte: TheNextWeb

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