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		<title>TROMBONE</title>
		<description>Comente TROMBONE</description>
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		<lastBuildDate>Mon, 18 May 2026 15:28:34 +0000</lastBuildDate>
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			<title>Vem aí o Acarajé Capixaba</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3755</link>
			<description><![CDATA["Há discussões gastronômicas que começam com uma pergunta simples e terminam em debate diplomático. A moqueca é uma delas. Porque, quando alguém diz “moqueca”, a imaginação de quase todo mundo - com exceção honrosa dos capixabas, claro - embarca direto para a Bahia: panela borbulhando, azeite de dendê, leite de coco, cheiro de mar e tempero que chega antes do prato.Se a moqueca tivesse mesmo nascido no Espírito Santo, convenhamos: bastaria chamá-la de Moqueca. Sem sobrenome. Mas, curiosamente, por lá ela se apresenta como Moqueca Capixaba - um “nome composto” que já entrega a estratégia: carimbar a origem no título. E ainda tem o detalhe técnico: na Bahia, dendê e coco são praticamente cláusulas pétreas; na versão capixaba, entram azeite de oliva e molho de tomate. É como dizer: 'É o mesmo conceito… só que com outro elenco, outra trilha sonora e outro final'. Pois bem. Depois dessa iniciativa ousada - que muitos chamam de variação, outros de releitura e alguns, mais emotivos, de “apropriação culinária com tempero” - surgem rumores de que o Espírito Santo quer ir além. Bem além. E estaria se preparando para lançar a mais nova estrela do cardápio nacional:o Acarajé Capixaba. Sim. O acarajé, essa herança afro‑baiana, ícone absoluto de Salvador, que tem raízes na África Ocidental entre os povos iorubás (nagôs) - onde o bolinho de feijão-fradinho frito no azeite de dendê é conhecido como àkàrà - teria agora uma versão “inovadora” em terras capixabas. No Brasil, ele ganhou forma, respeito e identidade nas mãos das baianas, virando símbolo de tradição, acolhimento e sabor. Mas, ao que tudo indica, a tradição vai precisar abrir espaço… para a “criatividade regional”. A proposta, segundo fontes “muito bem posicionadas entre um cafezinho e um brainstorming”, é a seguinte: A base do bolinho deixaria o feijão-fradinho de lado para valorizar o orgulho local: inhame, já que o estado responde por 44% da produção brasileira do tubérculo. E a fritura? Nada de dendê. O Acarajé Capixaba seria “cozido” (porque fritar parece muito tradicional) em um tacho de café conilon fervente - uma sacada genial de marketing, já que o Espírito Santo é o maior produtor do país. A ideia seria unir gastronomia e branding: um bolinho que acorda você antes mesmo da primeira mordida. O recheio também viria em clima de reinvenção. Se na Bahia ele é consagrado com vatapá, camarão e caruru, no Espírito Santo a sugestão é uma pasta inspirada na torta capixaba, acompanhada de lascas de peruá frito e “mais alguma coisa” que a equipe de pesquisa ainda está definindo (o famoso ingrediente secreto: o suspense). A pimenta continua opcional — nas duas versões — porque a polêmica já entrega ardência suficiente. Agora é esperar. Porque, se esse lançamento se confirmar, o Brasil finalmente terá um novo marco gastronômico: o bolinho que não é frito, não leva dendê, não leva feijão, mas leva café - e ainda assim quer se apresentar como acarajé. Vamos aguardar, com carinho, curiosidade… e uma certa cautela. Afinal, hoje é 'Acarajé Capixaba'. Amanhã, quem sabe, 'Abadá Capixaba' e 'Trio Elétrico de panela de barro'".]]></description>
			<dc:creator>Paulo César Magalhães</dc:creator>
			<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 21:14:18 +0000</pubDate>
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			<title>Indignação com o descaso</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3754</link>
			<description><![CDATA["Segue uma indignação de morador e empresário desta cidade. Um absurdo o que acontece com as praças Manoel Ribeiro Coelho e dos Pataxós no centro da cidade. Como esta parte da cidade não existisse. Segurança Pública "zero" , ficamos a mercê de meliantes, noias etc. Se anunciou Operação Verão não se ver um policial, um guarda municipal, insegurança total. Um absurdo o que tem acontecido, vejo em outros locais vários policiais, viaturas de ronda e esse lado de cá, abandonado. Um verdadeiro "ponto cego " para os bandidos. Fica minha indignação".]]></description>
			<dc:creator>Benedito Imóveis</dc:creator>
			<pubDate>Sat, 17 Jan 2026 20:22:13 +0000</pubDate>
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			<title>A surpreendente certeza do Natal</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3753</link>
			<description><![CDATA["O Natal chega sempre de mansinho, como quem não quer interromper a pressa do mundo. Mas, quando menos esperamos, nos confronta com uma certeza que é profunda demais para ser ignorada: 'Deus entrou na nossa história'. Não como força distante ou uma ideia abstrata, mas como um Menino, frágil e pobre, envolto em faixas e acolhido por um estábulo que mal cabia esperança. A grande surpresa do Natal é justamente essa: o Todo-Poderoso escolhe o pequeno. O Eterno aceita o tempo. O Criador se deixa embalar por braços humanos. Na manjedoura, Deus não apenas visita a humanidade; Ele a assume, abraça e salva desde dentro. À luz da fé, o presépio é mais do que memória afetiva: é o anúncio de que a salvação não depende da perfeição humana, mas da misericórdia divina. Enquanto tantas vezes tentamos provar valor, força ou merecimento, o Natal nos revela que Deus prefere vir ao nosso encontro no ponto mais vulnerável da vida, aquele em que reconhecemos que precisamos d’Ele. Os pastores, os primeiros a receber a notícia, não possuíam prestígio algum. E, no entanto, foram eles que ouviram dos anjos a alegria que mudaria o mundo. Isso nos lembra que o Natal não exige títulos, mas abertura; não pede grandes feitos, mas um coração disposto. E, por fim, a certeza maior: se Deus veio uma vez, Ele continua vindo. A cada pequena reconciliação, a cada gesto de bondade silenciosa, a cada perdão que parecia impossível, o Natal volta a acontecer. Não é apenas data; é encontro. Não é apenas recordação; é presença. Acolha essa presença de Deus em sua vida e em sua família. Que, diante do Menino de Belém, possamos abraçar essa certeza que transforma: Deus está conosco, e isso muda tudo. A fé nos sustenta nesse caminho e nos aponta para as verdades eternas que permanecem. Feliz e abençoado Natal! Padre Alex Nogueira é mestre em direito canônico, professor acadêmico e autor dos livros ‘Bom dia, meu Deus’, ‘Orar faz muito bem!’ e ‘Orar faz muito bem! Para crianças’, pela Edições Loyola]]></description>
			<dc:creator>Padre Alex Nogueira</dc:creator>
			<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 23:22:20 +0000</pubDate>
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			<title>Fórum Nacional do Descobrimento</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3749</link>
			<description><![CDATA[“É com grande satisfação e senso de missão cumprida que comunicamos à sociedade, aos parceiros institucionais e aos apoiadores do Fórum Nacional do Descobrimento que alcançamos uma etapa estratégica do nosso percurso. Consolidamos um Acordo de Cooperação Técnica com a Prefeitura de Porto Seguro, um passo fundamental para garantir respaldo institucional às ações de reconhecimento e salvaguarda de nosso patrimônio natural e cultural. Além disso, montamos oficialmente a Delegação de Porto Seguro, que representará a região na COP 30. A delegação vai atuar como voz ativa nas mesas de negociação, apresentando propostas estruturantes para o desenvolvimento sustentável com base na valorização territorial e na proteção dos ecossistemas locais. Entre os temas que levaremos, destacamos com orgulho o nosso projeto de reconhecimento das Falésias da Costa do Descobrimento como Monumento Geológico Nacional — uma pauta que conecta ciência, identidade territorial, turismo de base comunitária e conservação ambiental. Esse é apenas o início de um novo ciclo de protagonismo da região na construção de soluções reais e sustentáveis. Seguimos firmes, com legitimidade e articulação”.]]></description>
			<dc:creator>Rosa Penzza</dc:creator>
			<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 17:08:07 +0000</pubDate>
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		</item>
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			<title>Mobilidade urbana</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3744</link>
			<description><![CDATA["Bom dia! Uma cidade de quase 200 mil habitantes, chegando a 1 milhão na alta temporada como Porto Seguro. Não pode ficar travada em trânsito pôr falta de mobilidade urbana. E aí vão duas alternativas que ao meu ver precisam ser consideradas: a duplicação da BR 367, nos seus 22 Km, entre o trevo do Cabral até o distrito cabraliense de Coroa Vermelha. Dinheiro e poder político a União, tem. O Estado da Bahia, também tem! O gestor público municipal e seus edis, precisam ter. Acordar o mais rápido possível para essa necessidade e clamor dos transeuntes que aqui moram e nos visitam. Outra alternativa, e não menos importante é uma via, ligando a BR 367, na altura do Mineirão atacado, a rua Manaus no campinho, via Marina Buranhém. Iria desafogar o trânsito da ladeira da rodoviária, e consequentemente o trânsito no centro da cidade. Vai aqui minha humilde visão de mobilidade urbana dessa cidade maravilhosa!"]]></description>
			<dc:creator>Carlos Borges</dc:creator>
			<pubDate>Fri, 17 Jan 2025 12:12:25 +0000</pubDate>
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		</item>
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			<title>Estacionamento rotativo e as mudanças no trânsito</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3741</link>
			<description><![CDATA[“Após leitura detalhada do decreto referente ao estacionamento rotativo, compartilho minha avaliação sobre o que foi aprovado, o que ficou pendente e os próximos passos que podemos considerar como grupo organizado. Estacionamento Rotativo 1. Propostas Aprovadas: Valores e Acessibilidade para Motos: O decreto contempla aproximadamente 50% das propostas enviadas por nosso grupo, principalmente no que diz respeito aos valores de estacionamento para motos e à quantidade de vagas disponíveis. Valor das Horas de Estacionamento: O custo inicial está alinhado com as expectativas, sendo R$ 3,50 para a primeira hora e um valor reduzido para a segunda hora, resultando em cerca de R$ 5,00. 2. Pontos de Discordância: Valor Fixo a Partir da Terceira Hora: A maior dúvida recai sobre a cobrança fixa de R$ 35,00 após a terceira hora. Não ficou claro no decreto se será proporcional ou fixo, e essa questão precisa de diálogo com a prefeitura e vereadores para esclarecimento. Fundo do Comércio: Lamentavelmente, a proposta de criação de um percentual para o Fundo do Comércio não foi incluída. Contudo, ao analisar mais profundamente, entendi que isso só será possível se o Fundo for primeiramente instituído pela Câmara Municipal, e não por este decreto. Qualquer tentativa de inclusão no contrato atual poderia ser passível de contestação jurídica. Portanto, é necessário articular a criação do Fundo de forma independente, por meio de projetos junto aos vereadores. 3. Organização do Projeto: O planejamento parece atender à demanda de abrangência, incluindo não apenas o centro da cidade, mas também áreas como Baianão, Trancoso e Arraial. Essa ampliação é positiva, pois reflete uma visão de organização mais ampla para o trânsito da cidade. Apesar de não termos tido todas as nossas sugestões aprovadas, o resultado já era esperado, considerando que 50% das decisões foram tomadas pela prefeitura em conjunto com os vereadores, independentemente de nossas contribuições. Mudanças no Trânsito Não sou especialista em trânsito, mas historicamente, qualquer alteração dessa natureza sempre gerou críticas. Um exemplo claro foi a mudança realizada na área do Areião durante a gestão de Cláudia Oliveira. Na época, a remoção das árvores e a transformação da área em uma pista única gerou forte rejeição. Hoje, poucos se lembram das críticas, e a mudança foi assimilada. A atual gestão, mesmo antes de iniciar oficialmente o segundo mandato, já está implementando mudanças significativas. Embora confusas e passíveis de questionamentos, acredito que devemos reconhecer que há um esforço em buscar soluções para problemas antigos. Se algo não funcionar, é provável que ajustes sejam feitos no futuro. Como sociedade civil organizada, ainda estamos nos estruturando. Muitas das críticas vêm de pessoas e grupos que não têm legitimidade representativa. Nosso papel como grupo Empresários Unidos é construir um diálogo produtivo, buscando apresentar soluções e não apenas criticar, já que nossa força está na união e na representatividade. Próximos Passos 1. Agendar reuniões com outras associações e com representantes do poder público para esclarecer as dúvidas pendentes sobre o decreto. 2. Articular com a Câmara Municipal a criação do Fundo do Comércio como um projeto independente. 3. Continuar monitorando e avaliando as mudanças no trânsito, participando ativamente das discussões de forma construtiva e organizada. Seguimos juntos para buscar soluções que beneficiem o comércio e a sociedade como um todo. Vinícius Brandão é Presidente da CDL de Porto Seguro e Diretor Estadual da ABIH-Bahia]]></description>
			<dc:creator>Vinícius Brandão</dc:creator>
			<pubDate>Thu, 21 Nov 2024 20:40:29 +0000</pubDate>
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			<title>Direito de ir e vir e de entrar na própria casa</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3733</link>
			<description><![CDATA["De antemão agradeço a oportunidade de expor uma situação revoltante neste estimado Jornal do Sol, do qual sou leitor assíduo. Moro na rua Blumenau desde 1995( no bairro Frei Calixto em Porto Seguro BA, a mesma rua que o Tio Leo usa pra descarga dos produtos). De segunda feira a sexta-feira, por volta das 4 da manhã, começam a chegar os caminhões pra descarregarem e a partir dai não temos mais sossego. Somos bombardeados pelas fumaças que adentram em nossas casas e não permitem um sono tranquilo. Eles em sua maioria os motoristas, mas não todos, são mui desagradáveis quando peço pra tirarem o carro pra que eu possa sair com minha esposa. Percebemos que eles ocupam a maioria das garagens e não só a nossa, como se fossem os donos da rua. E quando retornamos, já tem outro caminhão ocupando o espaço e a rua fica intransitável. Já virou um problema crônico. Isso quando os caminhões não quebram e ficam dias em nossas ruas aguardando manutenção. Já procuramos a gerência do Supermercado e não houve solução. As pessoas infelizmente não possuem empatia, vemos idosos e crianças (em nossa rua temos ambos em demasia) que não conseguem transitar pela rua onde moram. Nessa nossa rua temos duas igrejas (que ainda respeitam as garagens) e temos uma casa de eventos (denominada 4 Tikas) cuja dona parece ser uma pessoa boa, mas não conseguimos falar com ela quando tem evento."]]></description>
			<dc:creator>Franklin Belini</dc:creator>
			<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 17:08:00 +0000</pubDate>
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			<title>Carta Aberta à bancada baiana</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3726</link>
			<description><![CDATA["Aos Excelentíssimos(as) Senhores(as) Deputados(as) Federais e Senadores(as) da bancada da Bahia, A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis - Regional Bahia (ABIH-BA) vem por meio desta carta externar preocupação e importantes considerações acerca da Medida Provisória (MP) 1.202/2023, publicada no fim de dezembro de 2023, que determina a revogação dos benefícios e incentivos fiscais concedidos pelo Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (PERSE), instituído em abril de 2021 através da Lei 14.148/2021, com benefícios fiscais aos setores de turismo e eventos, garantidos por 60 meses a partir da data de promulgação da lei. O PERSE foi criado com o objetivo de amparar os setores de eventos e turismo, que estão entre os mais impactados pela pandemia de Covid-19, e que foram também os que mais tardaram a se recuperar. Cabe ressaltar o difícil contexto vivido por esses setores em Salvador antes mesmo da pandemia, período em que a cidade teve cerca de 30 hotéis fechados e ficou por quase 5 anos sem um centro de convenções de grande porte, após a interdição do antigo centro de convenções em 2015, o que fez a cidade perder inúmeros eventos de grande porte para outros destinos, com consequente perda de visitantes e receitas oriundas do turismo corporativo. Os reflexos da pandemia foram catastróficos para o turismo e eventos, especialmente ao longo dos anos de 2020 e 2021.Nesse período, muitas empresas permaneceram fechadas, mantendo um enorme custo fixo operacional, característica inerente da atividade desses setores, que possuem gasto fixo elevado com folha salarial, dezenas de contratos permanentes diversos, impostos, dentre outras obrigações que independem da receita gerada. Para as empresas que retomaram as atividades nesse período, as receitas obtidas foram muito inferiores a 2019, e em muitos meses insuficientes para cobrir todas as despesas da operação, fato que se perdura para algumas até os dias de hoje, tendo em vista que as demandas turísticas e de eventos ainda não superaram o volume registrado no pré-pandemia, em 2019. Para a manutenção do fluxo de caixa e cumprimento das obrigações financeiras supracitadas, grande parte dessas empresas buscou crédito no mercado, se endividando por longo período através de empréstimos na iniciativa privada ou via programas como o PRONAMPE. Além do alto endividamento cujas parcelas se estendem por anos à frente, diversas empresas refizeram seu planejamento tributário e contábil com base nos incentivos fiscais concedidos pelo PERSE, com mudança de regime tributário para algumas, inclusive. Revogar agora tais benefícios, que deveriam se estender até 2027, gera insegurança jurídica e prejudica fortemente o planejamento tributário das empresas. Importante frisar que os setores beneficiados pelo PERSE são grandes empregadores na Bahia: somente as Atividades Características do Turismo (ACTs) historicamente sempre foram responsáveis por mais de 100 mil empregos formais no estado, patamar mantido entre 2013 e 2019, segundo o IPEA. Em diversos meses de 2023 as ACTs foram responsáveis por mais de 10% dos novos empregos gerados em toda a Bahia, fruto do processo de recuperação em andamento dessas atividades no pós-pandemia. Além da alta empregabilidade, os setores ligados ao turismo são também responsáveis por boa parte da arrecadação de ISS e IPTU aos municípios, além de ICMS ao estado e outros tributos originados na operação. São também fundamentais para o PIB do estado, com uma grande representatividade em várias das 13 zonas turísticas da Bahia. Diversos dados corroboram o fato de que o turismo segue ainda em pleno processo de recuperação dos patamares anteriores à pandemia, ainda não alcançados totalmente, a exemplo do fluxo total de passageiros no aeroporto de Salvador em 2023, que foi 7% inferior ao de 2019 (Dados da ANAC e VINCI Airports); e a ocupação hoteleira dos hotéis de Salvador, que em 2023 foi levemente inferior à ocupação de 2019 (Dados da ABIH-BA). Segundo a própria Organização Mundial do Turismo (OMT), em 2023 o turismo internacional no mundo teve um fluxo 10% inferior ao registrado em 2019. Nesse contexto, o PERSE tem sido absolutamente fundamental no processo de retomada e recuperação das atividades turísticas e de eventos, sendo um grande catalisador das atividades, na geração de emprego e renda aos municípios e estados. Revogar tais medidas agora representa grande risco de frear e causar retrocessos nesse processo, e consequentemente penalizar novamente um dos setores mais importantes em todos os aspectos ao nosso estado, e seguramente os mais fortemente impactados durante e após a pandemia de COVID-19. Pedimos aos estimados deputados federais e senadores da bancada baiana que não permitam a revogação do PERSE, conforme consta na MP 1.202/2023. Manter os incentivos fiscais a esses importantes setores representa a manutenção de empregabilidade e geração de receita aos diversos municípios baianos que dependem substancialmente das atividades turísticas. Não podemos retroceder e interromper o processo de recuperação e retomada desses segmentos, ainda em curso, e a MP 1.202/2023, se validada pelo Poder Legislativo, põe seriamente em risco essa retomada. A hotelaria nacional tem apoio de dezenas de congressistas através da Frente Parlamentar Mista da Hotelaria Brasileira (FPHotel), e através desta carta, conclama apoio de todos os congressistas baianos nesta importante pauta de interesse comum ao estado da Bahia e aos diversos municípios com vocação turística." Respeitosamente, José Wilson Spagnol - Presidente Abih Bahia]]></description>
			<dc:creator>José Wilson Spagnol - Presidente Abih Bahia</dc:creator>
			<pubDate>Wed, 07 Feb 2024 22:14:25 +0000</pubDate>
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		</item>
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			<title>Carta Aberta ao Ministro Fernando Haddad</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3725</link>
			<description><![CDATA[“As viagens de turismo, estimuladas por eventos, negócios, saúde, gastronomia, estudo, lazer, entre muitos outros fatores motivacionais, fomentam as indústrias criativas e podem ser incrementadas de maneira estratégica – integradas às políticas de Estado voltadas ao desenvolvimento sustentável e regenerativo. No Brasil, especialmente. Nosso território ocupa posição de liderança no ranking dos países Top 10; que possuem mais atrativos turísticos naturais e culturais. Nós contamos com recursos capazes de atrair mais turistas; para gerar mais empregos e renda, sem prejudicar o meio-ambiente. Por meio da adoção de medidas governamentais de incentivo às viagens no país, podemos valorizar e transformar nossas matérias-primas em produtos turísticos competitivos e sustentáveis – o que aumentará a percepção de pertencimento, a autoestima e contribuirá com a superação do complexo de cachorro vira-lata. Desonerar a folha de pessoal para todos os CNAEs contemplados pelo PERSE (Programa Emergencial de Retomada do Setor de Evento) é, portanto, missão coletiva de base comunitária, municipal, distrital, regional, estadual e federal. Além dos ministérios do Turismo e da Cultura, as outras pastas da administração pública precisam estar alinhadas e engajadas ao propósito de fazer do Turismo instrumento de conscientização e consecução de um ou mais ODSs (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável), no menor prazo possível e da maneira melhor alinhada às tendências do ESG. Na ponta do lápis, ao incentivar viagens domésticas e receptivas internacionais, integradas ao cluster turísticos latino-americano, o Ministério da Fazenda do Brasil alcançará valores nominais superiores aos demandados via MP 1202. Assegurar desoneração da folha para atividades envolvidas com planejamento, operação, distribuição e serviços receptivos aos viajantes favorecerá a quebra da informalidade nas relações trabalhistas com ganhos de escala. Importante lembrar que a matriz do turismo inclui mais de 50 setores econômicos, segundo o IBGE. Atualmente, o Brasil dispõe de equipamentos suficientes, mas requer mão-de-obra treinada para triplicar o atendimento de qualidade ofertado a diferenciados perfis da demanda turística doméstica e internacional. Saibamos priorizar quantidade e qualidade! Por isso, é preciso evitar a polarização política ideológica e apostar na harmonia entre as forças partidárias e os poderes democraticamente constituídos no País, para adoção das melhores práticas. Fundamental, também, firmar parcerias junto aos destinos turísticos latino-americanos; para nos habilitar como cluster turístico continental - a exemplo do que torna a Europa um destino almejado. Unir esforços e promover os atrativos regionais aos diversos segmentos e nichos de mercado, com foco no aumento da chegada de turistas conscientes; de maior tíquete médio, ambientalmente e socialmente responsáveis, é pauta estratégica, geolocalizada para o posicionamento da marca Brasil. Vale lembrar que o Brasil é destaque mundial no mercado de comunicação social, com premiação para o jornalismo empresarial e publicitário. A economia criativa tem muito a contribuir com a promoção do turismo de lazer, entretenimento e, consequentemente, de eventos e negócios no Brasil. Planejar, com foco no desenvolvimento da indústria, comércio e serviço, requer a garantia da segurança jurídica necessária para que fundos internacionais participem cada vez mais na custosa preservação da Floresta Amazônica, por exemplo. Ponto de partida O ponto de partida são as viagens domésticas de intercâmbio cultural inclusivo e diverso, difusor da consciência de direitos e formador da cidadania, sem etarismo ou qualquer outro tipo de preconceito. Ao contrário: priorizando o turismo da maturidade e pedagógico de proximidade, tendo em vista a economia prateada e desafios abraçados pelas redes de ensino público, privado e do terceiro setor. Em 2024, ano de eleições municipais, não faltarão municípios no Brasil onde prefeitos e vereadores estiverem conscientes da real importância do Turismo como vetor estratégico do desenvolvimento sustentável e regenerativo. As atividades contempladas no PERSE respondem globalmente pela manutenção de 1 a cada 9 postos de trabalho. No Brasil, estudos comparativos realizados à época (anos 90), indicavam a proporção de 1 a cada 11. Metodologia reconhecida pelo Conselho Mundial de Turismo, OMT/ONU sinaliza a oportunidade de investir no setor como um todo. Além de representar crescente participação no PIB, a viabilidade econômica do PERSE decorre da possível quebra da sazonalidade da demanda e do desemprego; uma vez reconhecida a relevância do Turismo como Política de Estado em sua transversalidade. Gestão ambiental, tratamento médico-hospitalar, atividades pedagógicas, culturais, artísticas, esportivas, religiosas, comunitárias, de serviço social e o próprio comércio em geral (varejo e atacado) interagem com o Turismo. Mais que o PERSE, interessa aos brasileiros que o Turismo (em âmbito público e privado) conte com condições isonômicas às da produção agropecuária. Joãozinho 30 nos faz lembrar: “Quem gosta de miséria é intelectual, pobre gosta de luxo”. Ser protagonista da oferta turística latino-americana ampliará a malha de cias aéreas regionais, com reflexo no tarifários das cias aéreas regulares. Ministros e parlamentares, o trade de turismo unido permanece aberto ao diálogo!” Luiz Henrique Miranda é jornalista e CEO da Agência Amigo - Comunicação Integrada]]></description>
			<dc:creator>Luiz Henrique Miranda</dc:creator>
			<pubDate>Mon, 08 Jan 2024 20:37:22 +0000</pubDate>
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		</item>
		<item>
			<title>Comunicado da CNDL</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3720</link>
			<description><![CDATA[“A CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), principal representante do Varejo no Brasil, repudia a recente Portaria n. 3.665/2023 do Ministério do Trabalho, que revoga parte da Portaria n. 671/2021, retirando a autorização permanente para o trabalho aos domingos e feriados. A partir de agora, trabalhadores de 13 dos 28 segmentos do comércio e serviços precisarão de autorização em convenção coletiva, em vez de acordos individuais, para atuar nesses dias. A CNDL considera essa mudança burocrática, custosa e um retrocesso nas conquistas da legislação trabalhista no Brasil. A Confederação acredita que a medida do Ministério do Trabalho prejudicará a atividade econômica do país e terá impacto negativo no mercado de trabalho. Além disso, a CNDL destaca que o setor de Comércio não foi consultado sobre os efeitos da portaria, o que certamente prejudicará milhares de empresas e trabalhadores. Em um momento crucial para a recuperação econômica e o início de um novo ciclo de crescimento, a CNDL enxerga a medida como um entrave ao bom funcionamento do setor que mais emprega e gera renda no Brasil. Diante disso, a CNDL informa que trabalhará junto às entidades representativas e às Frentes Parlamentares do Comércio e Serviços e das Pequenas e Microempresas no Congresso Nacional para a apresentação de um "Projeto de Decreto Legislativo (PDL)" com o objetivo de sustar os efeitos da Portaria n. 3.665/2023”.]]></description>
			<dc:creator>Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas</dc:creator>
			<pubDate>Thu, 16 Nov 2023 20:40:25 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3720</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Privatização de serviços essenciais</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3719</link>
			<description><![CDATA[“Inominável a traição dos governadores Zema de Minas Gerais e Tarcísio de São Paulo por insistirem em vender as estatais mais valiosas, importantes e estratégicas do setor de água e energia elétrica. Temos exemplos em diversos países e estados que a privatização desses setores pioraram os serviços, aumentaram as tarifas e trouxeram prejuízos aos cofres públicos, para a população e ao meio ambiente. A maioria dos países está reestatizando seus serviços devido ao caos e a ineficiência. Os eleitores mineiros e paulistas precisam votar com consciência e responsabilidade e não mais elegerem gestores que trabalham apenas em prol da iniciativa privada em detrimento ao povo e dos bens públicos”.]]></description>
			<dc:creator>Daniel Marques - historiador</dc:creator>
			<pubDate>Sat, 04 Nov 2023 15:58:09 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3719</guid>
		</item>
		<item>
			<title>A verdade por trás das novas rotas aéreas</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3716</link>
			<description><![CDATA["No dia 20/10 a cidade de Porto Seguro (BA) recebeu a visita de importantes figuras políticas e autoridades do governo estadual, que anunciaram com grande entusiasmo a chegada de dois novos voos da Gol Linhas Aéreas a partir de 15 de dezembro de 2023. A origem escolhida é Buenos Aires, na Argentina. No entanto, uma investigação mais aprofundada revela uma verdade diferente por trás dessa notícia, que alega uma conquista imediata do governo estadual. Desde de outubro de 2022, o Trade Turístico de Porto Seguro com a secretaria municipal já vinham negociando junto a cia aérea a retomada dos voos da Argentina, sendo que houve uma ação promocional em maio de 2023 nas cidades de Mendonça, Buenos Aires, Rosário, e Córdoba, para fortalecer os novos voos ofertados, já com a prospecção e garantia dos voo, sendo lançado em agosto desse ano e divulgado massivamente na FIT (feira internacional de turismo), inclusive com a participação ativa de hoteleiros. Vale destacar que em outubro, o estande de Porto Seguro na Abav Rio recebeu a visita de representantes importantes da Gol Linhas Aéreas, trazendo novidades impactantes para o destino. Para o Trade turístico de Porto Seguro, este é um reflexo direto do esforço contínuo de divulgação e promoção do destino. "O potencial de Porto Seguro é inegável e estamos presentes nos mais importantes eventos de turismo do Brasil e do mundo. Portanto, a Argentina, como um importante polo emissor para o destino, com os novos voos, conseguiremos engrandecer ainda mais o nosso turismo." Nesse contexto, a hotelaria e os receptivos da região investiram consideravelmente na promoção dos novos voos da Gol. Além desses, mais dois voos serão adicionados a partir de 3 de abril de 2024, operados pela Aerolíneas. Vale a pena ressaltar que essas conquistas foram alcançadas graças ao trabalho conjunto de empresários do turismo, o apoio da Secretaria de Turismo e do Conselho de Turismo, colocando Porto Seguro no topo como um dos destinos mais vendidos e procurados no nordeste e o terceiro mais procurado no país, de acordo com a plataforma Omnibees, até janeiro de 2014. Portanto, a alegação de participação ativa do governo estadual e dos deputados presentes no evento são contestadas pelos envolvidos, que consideram essa tentativa de "pegar carona" nas conquistas do setor turístico uma falta de respeito. A verdade por trás das novas rotas aéreas revela o empenho dos empresários e do município de Porto Seguro em fortalecer o turismo na região, enquanto o governo estadual e uma deputada tenta se apropriar de conquistas que não foram resultado de seus esforços. A ação conjunta entre o setor privado e as lideranças locais é o verdadeiro motor do sucesso turístico de Porto Seguro". Vinícius Brandão - presidente da CDL Porto Seguro]]></description>
			<dc:creator>Vinícius Brandão</dc:creator>
			<pubDate>Sat, 21 Oct 2023 17:52:15 +0000</pubDate>
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		</item>
		<item>
			<title>Bianca Bia</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3715</link>
			<description><![CDATA["A Faculdade Nossa Senhora de Lourdes fechou e não deu qualquer satisfação aos alunos. Além de não ter devolvido o nosso dinheiro".]]></description>
			<dc:creator>Bianca Bia</dc:creator>
			<pubDate>Tue, 12 Sep 2023 13:39:25 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3715</guid>
		</item>
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			<title>Sobre a Doce Lar</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3706</link>
			<description><![CDATA["Bom dia a todos os leitores do Jornal do Sol. Meu nome é Elane Leal, sou técnica em enfermagem e esposa de Paulo Leal, antigo presidente da Associação da Terceira Idade Costa do Descobrimento e Abrangência Doce Lar. Venho aqui, por meios dessas singelas palavras, fazer alguns esclarecimentos em nome da referida Associação. Apesar de um tanto tarde, mas tínhamos orientações de nossos advogados para ficarmos em silêncio, a fim de não atrapalhar as investigações, devido denúncias forjadas e bem arquitetadas por ex- funcionários, que foram demitidos por justa causa. Após tais denúncias, toda a diretoria da Associação foi afastada de suas atividades na Doce Lar. Diante das injustiças apontadas e da obrigação de ficarmos calados, passamos por dias difíceis, porém, sempre tivemos vontade de esclarecer à população de Porto Seguro, o que realmente aconteceu. Diante da ajuda que recebíamos da população portossegurense, nos sentíamos na obrigação, em nome da Doce Lar, de dar satisfação a respeito dos últimos acontecimentos. É de suma importância ressaltar que nunca recebemos ajuda de nenhum órgão público, nem tão pouco, de fora do Brasil. Eram, justamente, alguns empresários, entidades e a população de Porto Seguro que sempre abraçou essa causa. Pois só com os benefícios dos idosos não dava para pagar mais de 15 funcionários, todos com carteira assinada, para fazer manutenção da casa/sítio, fraldas, roupas, medicamentos, exames, seis refeições diárias, alimentos adequados à nutrição dos institucionalizados como leite, proteínas, frutas, lazer, recreação, comemorações e tantas outras coisas que eram proporcionadas aos idosos. A Prefeitura hoje, por estar na administração da Doce Lar, tem ciência da dimensão das despesas e dificuldades que a gente enfrentava, e assim podem entender o motivo que nos levava buscar a ajuda do município. Vários pedidos foram feitos através de ofícios e reuniões com o prefeito e secretários, porém sem bons resultados, apenas promessas. Entretanto, graças a Deus, nada nos faltava! Hoje eles relatam que a Doce Lar gasta mensalmente R$ 150 mil. Posso afirmar que 70% desse valor, na época de nossa administração, era suprido por doações e por isso a Doce Lar se mantinha, há mais de três anos, atuando na cidade de Porto Seguro. Lógico que enfrentávamos algumas dificuldades estruturais e externas, mas internamente e sobre bem estar dos nossos idosos, nunca nos faltou nada! A Associação da Terceira Idade Costa do Descobrimento e Abrangência Doce Lar funciona em período integral, portanto vou pontuar, de forma breve, como era nossa rotina, fatos que podem ser comprovados a qualquer momento. Vejamos: - Tínhamos fisioterapia duas vezes por semana; - Oficinas; - Dias da beleza; - Aniversários todo final do mês; - Passeios fora do espaço; - Visitas de igrejas todos os sábados e domingos; - Eventos diversos, como Natal, carnaval, Dia do Idoso, Dia das Mães, dos Pais, dos Avós, dentre outros; - Vacinas e medicações sempre em dia; - Atendimentos de vários médicos (todos voluntários); - Visitação aberta para os parentes dos institucionalizados a qualquer dia da semana; - Contato com a família dos idosos a todo o momento, tanto presencial, como por ligação ou chamada de vídeos; - Hortas e jardins; - Exames e consultas particulares, por que não podíamos esperar pelo SUS; Todo o acompanhamento dos parentes e da população poderia ser feito pelo Instagran da Associação (@docelarps), onde deixamos comprovado nos dia a dia, assim como também os familiares e funcionários podem comprovar. E, por último, o prédio e todos os bens, incluindo o carro Fiat Uno, pertencem à Associação da Terceira Idade Costa do Descobrimento e Abrangência Doce Lar, e estão legalmente registrados em cartório. O nosso desejo é retornar para a administração da Instituição e dar continuidade aos cuidados com nossos idosos, mas, como o parecer do Ministério Público não foi favorável, foi prorrogando nosso afastamento por mais seis meses, deixando a Prefeitura na administração. Suplicamos que a Juíza atenda nosso requerimento de ter o prédio e os bens novamente em poder da Associação, pois, se a diretoria não pode retornar, que os idosos sejam encaminhados para seus devidos familiares para darmos andamento ao fechamento da Instituição e encerramento do CNPJ. A Doce Lar têm outros projetos a serem desenvolvidos. Além disso, tudo que integra a Associação foi construído e adquiridos com recursos próprios, e não tem nada a ver com prefeitura, o que deve ser devidamente devolvidos à nova administração. Além do mais, sabemos que o município possui todas as condições financeiras e técnicas para alugar e montar um espaço que oferece esse tipo de serviços para os idosos e para a população, não necessitando usar os bens e o prédio da instituição para isso. Enquanto esse pesadelo não termina, continuamos acreditando no trabalho do Ministério Público e no julgamento e saber jurídico da Juíza que preside a Vara da Fazenda Pública dessa Comarca. Diante disso, não deixamos um dia sequer de orar e pedir a Deus que a justiça seja feita e que nossa família venha a se desvencilhar dessas acusações, pois somos pessoas honestas, que nunca tivemos problemas com ninguém, nem tampouco com a justiça, portanto não é justo que continuemos sendo tão injustiçados."]]></description>
			<dc:creator>Elane Leal</dc:creator>
			<pubDate>Wed, 19 Jul 2023 17:33:16 +0000</pubDate>
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			<title>Descaso Coelba</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3698</link>
			<description><![CDATA[“Moro na rua Padre Joao Clímaco no Campinho. Em torno de três meses atrás uma árvore caiu sobre a fiação, causando abalo no poste que sustenta esses fios. Venho desde então ligando para a Coelba, inclusive a Ouvidoria e nada acontece. O poste está rachando a calçada e o que o sustenta são os fios. Um caminhão veio e novamente puxou os fios que estão baixos. Segundo a Coelba, não há riscos. Daí pergunto: estão esperando destruir a calcada? As ferragens do poste estão expostas. Mas para a Coelba, isso é bobagem. Rua de grande movimento de ônibus e caminhões. Estão esperando que caia? Pedestres também correm riscos. A Ouvidoria da Coelba me pediu para aguardar cinco dias úteis. Já tem 8oito e nada... Liguei novamente e é uma enrolação, não sei quais são os critérios de "urgência ou risco". Talvez só quando cair sobre carros ou pedestres... quem sabe? Sabem cobrar e não gostam de ser cobrados. Aqui está a minha indignação e total falta de respeito para com os usuários.”]]></description>
			<dc:creator>Solange  Roque</dc:creator>
			<pubDate>Wed, 08 Mar 2023 12:30:52 +0000</pubDate>
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			<title>Indignação com atendimento</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3693</link>
			<description><![CDATA[“Boa noite. Meu nome e Uilians sou morador do Arraial d’Ajuda. Gostaria de deixar aqui um desabafo e uma denúncia. No dia 29/11 fui a uma farmácia no Arraial fazer um teste de Covid. Como o mesmo deu positivo, me direcionei à UPA do bairro São Pedro. Chegando lá não tinha ninguém, mas como é normal, fiquei uma hora de relógio para ser atendido. Enquanto aguardava na recepção se ouvia risadas, parecia mais uma festa. Fiz um comentário: ‘este local está parecendo um bordel, aqui tem muita gente doente e as pessoas dando risada, conversando alto, ninguém sendo atendido’. Após um momento, um médico me atendeu e me encaminhou para a enfermaria para ser medicado. Do nada aparece uma vigilante falando alto e vindo bater boca pelo comentário feito. Em nenhum momento eu as desrespeitei. Apenas em um momento de indignação por estar a mais de uma hora sem ser atendido. Será que e normal uma vigilante sair do seu setor para bater boca com o paciente? Mesmo eu pedindo para ela deixar eu ser medicado, ela não saía de dentro do ambulatório discutindo. Como se não bastasse, ela saiu para bater boca também com os pacientes na recepção. É normal? O paciente chega mal com sintomas fortes da Covid, pressão alta e ainda tem que discutir com vigilante? O local de uma vigilante é dentro do ambulatório? Deixo aqui meu sincero repúdio ao tratamento dispensando na UPA. Agradeço a algumas enfermeiras que se solidarizaram com a situação e espero sinceramente que a secretaria de Saúde tome uma atitude, pois tamanho constrangimento não pode passar em branco. Se preciso acionarei o município e o próprio Estado. Somos tratados como lixo por pessoas que deveriam nos acolher. Parabéns Porto Seguro. Imaginem que sou um morador, qual será o tratamento dado também a turistas? Contextualização adversa do que se espera ao chegar em uma Unidade de Pronto Atendimento em Arraial d’Ajuda”.]]></description>
			<dc:creator>Uilians Andrade</dc:creator>
			<pubDate>Thu, 01 Dec 2022 17:53:53 +0000</pubDate>
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		</item>
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			<title>Doce Lar</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3689</link>
			<description><![CDATA["Diante da recente intervenção judicial junto à Instituição Doce Lar, sinto-me no dever de esclarecer o que segue: 1. Sou colaboradora voluntária, dentre várias que existem, no sentido de coletar alimentos e doações usando redes sociais e ajuda de amigos, sem interferência administrativa; 2. Nunca presenciei situação de maus tratos, e nenhum idoso ou funcionário relatou-me tais ocorrências. 3. Após inspeção da Vigilância Sanitária em maio/22, participei de ações no sentido de sanar falhas apontadas no relatório: aquisição de 60 colchões hospitalares, de 12 palets plásticos, de construção de nova fossa, de rampas, substituição dos sofás por cadeiras plásticas. 4. Hoje a Instituição está sob a administração temporária da Prefeitura Municipal, até nova decisão judicial. 5. Acredito na Justiça e sei que ela fará o melhor na defesa dos idosos."]]></description>
			<dc:creator>Beth Matsui</dc:creator>
			<pubDate>Mon, 17 Oct 2022 16:37:02 +0000</pubDate>
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		</item>
		<item>
			<title>Lutar não é crime!</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3687</link>
			<description><![CDATA["No dia 15 de setembro, a Polícia Militar realizou um despejo de famílias que ocupavam áreas na Fazenda Itaquena, em Trancoso, distrito de Porto Seguro. A reintegração de posse foi determinada pelo juiz da 1ª Vara dos Feitos às Relações de Consumo, Cíveis e Comerciais de Porto Seguro, Fernando Machado Paropat. A decisão ignora a resolução do Supremo Tribunal Federal (STF) que proíbe execução de ordem de despejo e desocupações até o próximo dia 31 de outubro, em razão da pandemia. Além da flagrante ilegalidade, da violência contra famílias que lutam por uma lugar para morar e trabalhar, a ação foi marcada pela prisão de Flávio Prates da Cruz, liderança do Movimento de Resistência Camponesa - MRC. A prisão foi feita sob os argumentos usuais de criminalização dos movimentos sociais: organização criminosa, perturbação da ordem e outros absurdos. Flávio ficou preso, foi impedido de ter contato com seu advogado e familiares. Ele foi solto na tarde do dia 19. O Sindjufe-BA se solidariza com as famílias despejadas e com Flávio Prates. Lutar por terra, trabalho e moradia não é crime. Infelizmente esse não é um caso isolado na região. Com a reintegração na Fazenda Itaquena são pelo menos seis reintegrações pedidas pelo juiz Paropat durante a pandemia. O MRC tem denunciado que as reintegrações são em favor de grileiros de terra. *Indígenas sob ataque* A violência contra as famílias na Fazenda Itaquena é parte de uma ofensiva da especulação imobiliária e do latifúndio contra indígenas e camponeses no Sul da Bahia. No dia 4 de setembro Gustavo Silva da Conceição, indígena Pataxó, de apenas 14 anos, foi assassinado com um tiro na cabeça na Terra Indígena (TI) Comexatibá Cahy Pequi, no Prado. No dia 6, as Aldeias Nova, Pé do Monte e Trevo do Parque, na TI Barra Velha, no mesmo município, foram cercadas por pistoleiros que atiraram e jogaram bombas contra os indígenas. Esses ataques contam com as vistas grossas dos governos e são insuflados pelo discurso de ódio de Bolsonaro e sua gangue. É preciso cercar de solidariedade todos aqueles que têm resistido na luta pela terra e pelo território, ampliar as denúncias sobre esses ataques e fortalecer a luta pela reforma agrária e pela demarcação das terras indígenas."]]></description>
			<dc:creator>Sindjufe-BA</dc:creator>
			<pubDate>Wed, 21 Sep 2022 13:53:43 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3687</guid>
		</item>
		<item>
			<title>São João</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3676</link>
			<description><![CDATA[“Fiquei muito triste por não poder participar desse evento esse ano. Mas, se Deus quiser, ano que vem estarei aí para participar com todos vocês.”]]></description>
			<dc:creator>Geraldo Batista Pereira</dc:creator>
			<pubDate>Tue, 26 Jul 2022 11:20:13 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3676</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Viva São João</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3670</link>
			<description><![CDATA["Sou do Rio de Janeiro e fiquei muito triste por não poder participar este ano do São João de Porto Seguro. Ano passado, ainda com restrições, estive com meu marido nesta época e pensei que teria esta mesma sorte este ano de festa. Infelizmente as passagens aéreas foram literalmente às alturas. Fica para o próximo ano. Parabéns Porto Seguro!!!"]]></description>
			<dc:creator>Marcia Gomes</dc:creator>
			<pubDate>Wed, 29 Jun 2022 18:56:06 +0000</pubDate>
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		</item>
		<item>
			<title>Jânio Natal agradece!</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3669</link>
			<description><![CDATA[“Nosso São João foi um grande sucesso! Bão demais!!! O maior de toda a história do município e o melhor do Brasil! Em nome da sociedade porto-segurense e de todos os visitantes que tiveram a oportunidade de comparecer às nossas festividades juninas, quero agradecer o empenho, carinho, compromisso e a responsabilidade das instituições de segurança e de tantos outros que tiveram um desempenho extraordinário, em nosso querido município, mantendo a tranquilidade e a ordem, para que nossos festejos transcorressem da melhor forma e sem problemas! Obrigado a todos da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, Portran, e secretarias municipais de Turismo, Defesa e Segurança, Serviços Públicos e Saúde. Obrigado à Guarda Municipal, aos Agentes de Trânsito, ao Conselho Tutelar e a todos que ajudaram para o brilhantismo dos nossos festejos. Que Deus nos abençoe, eternamente! Agradecemos a todos que souberam participar e se divertir, com alegria e muita paz. No próximo ano estaremos, mais uma vez, juntinhos, fazendo um São João ainda melhor para todos nós e nossa cidade! Mas as festividades ainda não pararam! Dia 29 de junho, tem show, na Tarifa dos Pescadores, com Canindé, Sinho Ferrari e outros; no dia 1º de julho (sexta-feira), teremos Tiago Aquino, no BAIANÃO. Dia 2 de julho, será a vez de Edson Gomes. Estaremos lá, com muita alegria e animação! Obrigadooooo!”]]></description>
			<dc:creator>Jânio Natal - Prefeito de Porto Seguro</dc:creator>
			<pubDate>Wed, 29 Jun 2022 18:47:11 +0000</pubDate>
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		</item>
		<item>
			<title>Bruno e Dom</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3668</link>
			<description><![CDATA[“A morte brutal de Bruno e Dom no Amazonas é o retrato do Brasil na era Bolsonaro. Somos um país que deixou de respeitar os direitos humanos básicos, a Constituição e a as legislações para colocar o lucro e a exploração acima de todos. Caso não fosse a pressão da mídia, sequer saberíamos desse caso horrendo que o mandatário da república tratou como mero caso de desparecimento de dois pessoas "mal vistos" na região. Até quando regrediremos à condição de velho oeste tupiniquim?”]]></description>
			<dc:creator>Daniel Marques - historiador - Virginópolis/MG</dc:creator>
			<pubDate>Tue, 21 Jun 2022 16:33:17 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3668</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Pessoas em situação de rua</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3662</link>
			<description><![CDATA["Já estava mais do que na hora de se pensar nessa questão [pessoas em situação de rua] aqui em nossa cidade. Acredito que deveriam ter abrigos públicos, mas acima de tudo um atendimento social para a conscientização, pois não basta tirar essas pessoas de lá. É preciso que elas estejam incluídas em políticas públicas e fazer a revitalização de nossa praça. Moro próximo e sempre que me incomodo em não poder levar meu filho ali para brincar ao ar livre. Primeiro que o parquinho está quebrado, segundo a insegurança. Entendo também que precisa de revitalizar e colocar fiscais, pois infelizmente a própria população (alguns vândalos) danificam os equipamentos. Por fim, acho inadmissível uma praça que fica em frente à Câmara de Vereadores ficar daquele jeito. A nossa cidade precisa estar toda embelezada, e não apenas em locais estratégicos para os turistas verem."]]></description>
			<dc:creator>Arielle Souza</dc:creator>
			<pubDate>Wed, 30 Mar 2022 14:22:28 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3662</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Agradecimentos à PRF</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3657</link>
			<description><![CDATA["Não tenho palavras para expressar a gratidão à Polícia Rodoviária Federal em Minas Gerias por conseguirem encontrar e devolver o cãozinho sobrevivente de uma tragédia automobilística que vitimou pai, mãe e filho, para as duas meninas que também sobreviveram.Temos inúmeros exemplos de policiais de todos os setores trabalhando em prol da causa animal, porém raramente são lembrados. A sensibilidade desses policiais deve ser reconhecida e divulgada para que mais pessoas tenham consciência de como pequenos gestos de amor transformam o mundo e as pessoas para melhor". Daniel Marques é historiador]]></description>
			<dc:creator>Daniel Marques</dc:creator>
			<pubDate>Tue, 08 Mar 2022 16:01:33 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3657</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Construção da Escola Indígena</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3654</link>
			<description><![CDATA["Em visita à Aldeia Novos Guerreiros, no Território da Ponta Grande, em Porto Seguro, fizemos a entrega de 3.500 lajotas para ajudar na construção de uma Escola, que inicialmente vai atender 70 crianças dentro da própria comunidade. A escola é um sonho antigo dos pataxós, e vai facilitar o acesso à educação, pois muitas crianças deixam de frequentar as aulas pela dificuldade de acesso, e distância entre a unidade escolar e a Aldeia. Com apoio de todos, vamos contribuir com um futuro melhor para os jovens indígenas."]]></description>
			<dc:creator>Luigi Rotunno</dc:creator>
			<pubDate>Fri, 18 Feb 2022 15:43:06 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3654</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Cemitérios da cidade</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3651</link>
			<description><![CDATA[“Bom dia! É vergonhoso o estado de abandono em que se encontra os cemitérios na cidade de Porto Seguro. Se faz necessário políticas públicas de urbanismo e respeito a memória dos nossos antepassados. Se preciso, rever a lei orgânica do município, para se buscar uma solução para tamanho descaso. Desde a higienização, passando pela administração do ambiente, muito precisa ser feito. Peço encarecidamente, a quem de direito, que olhem por uma melhor prestação desse serviço público. Nossos cemitérios estão às moscas!”]]></description>
			<dc:creator>Carlos Luiz</dc:creator>
			<pubDate>Tue, 01 Feb 2022 10:17:07 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3651</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Homenagem merecida!</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3649</link>
			<description><![CDATA["Gostaria muito de comparecer à homenagem a Romeu Fontana por parte do Instituto Portobello Hotéis, por ser partidário de homenagens desse tipo e admirador da obra do Romeu. Uma longa permanência em Salvador onde trato da visão, entretanto me impedem de fazê-lo. Mas não posso deixar de transmitir duas palavras. A primeira ao patrocinador. Ao saber da notícia minha lembrança correu longe, para uma idade anterior ao nascimento de Cristo, na antiga Roma. Foi lá que um cidadão chamado Caio Mecenas deu início a essa prática que alguns perpetuaram séculos afins com o seu nome. Graças aos mecenas, obras importantes a começar por Eneida de Virgílio e tantas mais, hoje enriquecessem a cultura universal. Assim, sempre que vejo (hoje são poucos) um incentivador das artes e da cultura como Cícero Sena, devo tecer a ele as mesmas homenagens que distribui, ou pelo menos o mesmo louvor. A segunda palavra é para Romeu, o Fontana, filho do José que na terra chegou nos idos dos anos 1940 para fazer uma estrada, um cais, e foi ficando até partir para o além, deixando seus muitos frutos plantados. Entre eles o filho Romeu a quem certamente ensinou a cuidar da memória. E como ele cuida: conta os casos, relembra os fatos, rememora as intrigas, dá nome aos bois, mostra a cobra, o pau e a foto, conta as estórias, mas não só: Romeu conta a história e também faz! Faz a história, é agente dela! A história deste porto um tanto inseguro, mas que, com certeza, pela ação de gente como ele, jamais deixará de ser um Porto, Seguro!"]]></description>
			<dc:creator>Roberto R Martins</dc:creator>
			<pubDate>Tue, 18 Jan 2022 20:53:35 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3649</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Poluição sonora</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3645</link>
			<description><![CDATA[“Senhor editor. Meu nome é Jeferson Morgado, morador da rua da Tranquilidade, em Taperapuã, na orla norte de Porto Seguro. Este bairro é normalmente tranquilo, mas quando chega o Verão, a coisa muda de figura. Quem mora aqui sabe disso, está preparado para a chegada dos turistas, com suas músicas, seus ônibus que enchem nossas ruas, com o lixo produzido por esses turistas, nem sempre acondicionados da forma correta e, como não dizer, da zoeira produzida pelas barracas, especialmente na virada do ano, entre o Natal e o Dia de Reis. Mas, neste ano, uma barraca está extrapolando. Segundo consta, trata-se da Barraca Beat Beach. Essa barraca tem feito shows noturnos praticamente todos os dias, com um volume que excede em muito os 50 decibéis autorizados pela legislação ambiental. Com isso, os moradores não conseguem dormir e muitos de nós temos que trabalhar no dia seguinte. É um absurdo! Será que esse empresário tem licença para esses shows, no volume que utiliza? Para piorar, se o som alto não é suficiente para infernizar a nossa vida, nesta madrugada, de sábado para domingo (do dia 08 para o dia 09/01), fizeram uma sessão de queima de fogo de artifício em torno de 3h, que, além de nos infernizar, infernizam também a vida dos nossos pets. Assim, rogamos as providências das autoridades para adotar as medidas necessárias para coibir esses abusos.”]]></description>
			<dc:creator>Jeferson Morgado</dc:creator>
			<pubDate>Sun, 09 Jan 2022 21:43:24 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3645</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Trânsito caótico</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3644</link>
			<description><![CDATA["Sr. Prefeito. Na qualidade de morador e eleitor de Porto Seguro, venho lhe pedir providências urgentes no sentido de contratar um engenheiro de tráfego par tentar humanizar e harmonizar o trânsito de nossa cidade, que está, simplesmente, um grande caos. Se algo não for feito e urgente, a cidade vai simplesmente travar. Ninguém merece! Nem o morador, nem o turista!"]]></description>
			<dc:creator>Irapuam Negreiros</dc:creator>
			<pubDate>Wed, 29 Dec 2021 17:11:29 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3644</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Um presente para Breno</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3643</link>
			<description><![CDATA[“No dia 17 de novembro conheci pessoalmente o Breno, um garoto de Porto Seguro que há 12 anos foi atropelado e ficou tetraplégico. Como prometido durante a visita, voltei à casa do Breno, dessa vez com uma surpresa: uma cadeira de rodas nova, adaptada às necessidades dele, para que o Breno possa ficar melhor acomodado, evitando outras lesões, e para dar mais comodidade à Eliete, que cuida do filho com tanto amor e dedicação. A mãe de Breno se dedica exclusivamente à ele, e, por isso, todas as doações são sempre bem vindas, pois todos os dias eles precisam se alimentar, comprar fraldas e remédios. Agradeço a todos os amigos que ajudaram essa família após a nossa visita. O meu objetivo é sempre inspirar mais pessoas e incentivar a cultura da doação e solidariedade. Estamos nos aproximando do Natal e espero que esse clima abra mais espaço para gestos solidários. Vamos espalhar o bem e contribuir com a felicidade de famílias como a da Eliete ou outras que estejam precisando.”]]></description>
			<dc:creator>Luigi Rotunno</dc:creator>
			<pubDate>Thu, 23 Dec 2021 00:18:54 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3643</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Fazenda Itaquena, Trancoso</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3642</link>
			<description><![CDATA["Ótima reportagem essa. Gostaria de sugerir uma reportagem sobre o tratamento dos búfalos na Fazenda Itaquena por causa da enchente do rio dos Frades."]]></description>
			<dc:creator>Orlando Paggiaro</dc:creator>
			<pubDate>Sat, 18 Dec 2021 10:58:10 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3642</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Descaso Facebook</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3640</link>
			<description><![CDATA[“Há mais de uma década possuo uma conta no Facebook, onde guardei diversas fotos, histórias e, sem aviso, não consigo acessar, apesar de seguir todas as instruções e até enviar cópia dos documentos pessoais. Tive que recorrer ao sítio “Reclame aqui” e, para minha surpresa, constam 47 mil reclamações contra o Facebook e nenhuma resposta da empresa Meta, formando a reputação de uma empresa não recomendada. Inconcebível descaso dessa gigante de internet, que só existe e lucra bilhões porque nós gastamos nosso tempo, dinheiro e inspiração para criar e repassar conteúdo lucrativo a eles sem nenhum custo. Por outro lado, já tive experiências com postagens indesejadas e fake news que solicitei a exclusão ao Facebook e mantiveram a publicação. Felizmente conseguiram divulgar o temor de Mark Zuckerberg, fundador da empresa, sobre uma possível regulamentação da internet no Brasil. Somos o país com mais usuários do Facebook no planeta e o mínimo que deveríamos ter é respeito e consideração das redes sociais.”]]></description>
			<dc:creator>Daniel Marques</dc:creator>
			<pubDate>Mon, 13 Dec 2021 18:22:08 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3640</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Industrialização nefasta</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3639</link>
			<description><![CDATA["A industrialização se apropria de ideias genuínas e criativas e as transforma em coisas vazias, desprovidas de significado. Essa análise do Vinícius Parracho, sobre a industrialização do turismo, traz uma enorme esperança para a reversão de um quadro destrutivo, onde a ganância de uns impõe efeitos nefastos sobre os sonhos de milhares."]]></description>
			<dc:creator>Leocília Faria</dc:creator>
			<pubDate>Sat, 27 Nov 2021 09:40:42 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3639</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Pelo fim da indústria do turismo</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3637</link>
			<description><![CDATA[“Em 1914 o norte-americano Henry Ford, proprietário de uma fábrica de automóveis, sistematizou a forma de produção dos seus veículos. A medida, conhecida como fordismo, reduziu significativamente o tempo de produção e os custos de cada automóvel. O fordismo basicamente colocou os automóveis em uma esteira rolante e cada funcionário passou a ser responsável por um pequeno ato dentro da linha de montagem. Antes dele, os carros eram montados de forma artesanal e dependiam de mão-de-obra especializada durante todo o processo. Apesar do grande avanço tecnológico e a redução significativa nos custos, houve significativa redução da qualidade do trabalho com funções repetitivas e mal remuneradas. O fordismo tornou-se o Santo Graal para a indústria e para praticamente toda atividade produtiva. Em poucos anos todos os setores passaram a mecanizar e 'por na esteira' seus processos de produção. Desde automóveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos, como redes de fast food, agricultura, pecuária e até serviços de saúde. O que significou um salto na economia de diversos setores e até de países, passou a expor um problema crônico: até onde valia a pena mecanizar a produção em nome do lucro? Os impactos passaram a ser sentidos nas mais diversas áreas: aumento significativo da poluição, obsolescência programada, descarte inadequado de materiais, precarização do trabalho, exploração humana, deterioração da saúde, agrotóxicos em excesso, falta d'água, crise climática. Até as relações humanas, em nome do lucro, passaram a ser consideradas passíveis de serem colocadas 'na esteira'. Na era digital, o que vai para a esteira hoje são nossos dados nas redes sociais, nossa atenção, nosso tempo. Tudo em nome do lucro. Uma das atividades que também passou pelo processo fordista foi a chamada indústria do turismo. A atividade humana de visitar lugares, seja por motivo religioso, comercial ou a lazer, passou a ser vista como uma atividade passível de se 'por na esteira'. Os grandes empresários do ramo turístico passaram a pôr o seu turista na esteira. Desta forma diminuem o custo da operação e ampliam a lucratividade. Além disso, conseguem escalar infinitamente o número de turistas na esteira. Com o sistema de venda de pacotes de viagem, é possível colocar milhares e até milhões de turistas num sistema fechado de atividades e atrações, tudo em nome do lucro dos grandes operadores. Entretanto, como em vários setores, o fordismo tem se apresentado ser extremamente prejudicial e há um movimento crescente de reformulação das atividades econômicas que utilizam seus princípios. No turismo, é crescente a ideia de que é necessário se pensar um turismo de experiência, onde o turista possa viver situações genuínas e não um modelo empacotado e pronto de prateleira. Os movimentos por etnoturismo em terras indígenas ou comunidades tradicionais, o ecoturismo em pequenos grupos, o turismo cultural que ressalta as qualidades locais, o turismo de base comunitária onde o visitante interage e transforma são cada vez maiores e mais significativos e contrapõe aquele turismo de massa, com grupos disformes de pessoas que, guiados como gado, são desinformados quanto às riquezas do lugar, deixam um rastro de lixo e uma enorme pegada ecológica por onde passam. A situação se agrava na era dos aplicativos de locação para temporada e seu efeito rebote: diminuição na arrecadação de impostos, diminuição do número de empregos formais, gentrificação, crescimento desordenado, especulação imobiliária, caos urbano. É fácil notar a influência do fordismo estadunidense nas vias e condomínios desenhados como uma Miami brega e ultrapassada, antes mesmo de implementada. É por estes motivos que pensar o turismo em números crescentes de visitantes, mercado da construção civil aquecido, alta procura em grandes companhias e grandes empreendimentos imobiliários é um erro tão grande quanto continuar apostando em agrotóxicos na comida, comer fast food todos os dias ou derrubar florestas para colocar mais gado. Esse modelo fordista de turismo não funciona por não ser sustentável. A longo prazo, enquanto grandes companhias levam bilhões de dólares de lucro, resta para o destino a deterioração ambiental e social, a expulsão dos moradores, a destruição da cultura, o desemprego, a cidade desordenada e a arrecadação em baixa. A saída possível para este dilema é qualificar cada vez mais as atividades turísticas locais, regulamentar com firmeza o mercado imobiliário e de locação, exigir comportamentos adequados das grandes e médias operadoras de turismo com metas claras de redução de danos, mensurar a capacidade de carga de cada atração e controlar os acessos e usos dos espaços, criação de amplas áreas de preservação e proteção de biodiversidade, reversão do desflorestamento, proteger rios e nascentes, investir em educação pública de qualidade, fiscalização efetiva e punição exemplar para os desobedientes. Que a indústria do turismo, neste caso, não chegue efetivamente ao seu fim, mas que possamos assistir uma verdadeira transformação devolvendo a ela o caráter mais importante: o humano.”]]></description>
			<dc:creator>Vinícius Parracho</dc:creator>
			<pubDate>Fri, 26 Nov 2021 16:36:39 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3637</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Câncer: separação da família causa mais dor</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3626</link>
			<description><![CDATA[“Em 2006, eu era gerente de hotel em Porto Seguro, e tinha três filhos. Meu filho, então com 16 anos, foi diagnosticado com meduloblastoma, um câncer no cerebelo (parte posterior do cérebro). Como eu tinha família em SP, o tratamento foi em Campinas, no Boldini, mas minha vida ficou destroçada duplamente. Tive que largar o trabalho e me separar das filhas, na época com 7 e 8 aninhos (estudantes do Colégio Mundaí), para me dedicar exclusivamente ao tratamento do meu filho. Infelizmente ele veio a óbito em 2009. Vivi intensamente, com todas as mães, o sofrimento da separação da damília, que causa um desequilíbrio emocional e afeta nossa condição de cuidadora. Acho um descaso com a população da Costa do Descobrimento, uma falta de respeito, não termos a possibilidade de tratamento aqui para que os pacientes e seus familiares estejam juntos nesse momento difícil. O tratamento para combater o câncer é cercado de possibilidades, estratégias, indicações... quimioterapia, radioterapia... e acima de tudo... o paciente e quem o cerca precisa estar amparado, com carinho e amor. E quem proporciona isso de forma consistente é a família. Foi muito difícil tudo o que minha família passou, até nosso cachorro dálmata morreu de saudades (acredite se quiser). Espero que os governantes tenham sensibilidade com todos os pacientes e seus familiares, providenciando a condição de tratamento aqui na região.”]]></description>
			<dc:creator>Eliana Jorge Clebe</dc:creator>
			<pubDate>Wed, 27 Oct 2021 17:47:17 +0000</pubDate>
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		</item>
		<item>
			<title>Crise energética e geração compartilhada</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3623</link>
			<description><![CDATA["Atualmente, o Brasil se encontra em meio à pior crise hidrológica dos últimos 91 anos, de acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico. As consequências do baixo volume de chuvas já se fazem presentes, inclusive, na geração de energia, tendo em vista que o país possui uma grande dependência das hidrelétricas para esse fim. Com a energia cada vez mais escassa e a memória dos temidos apagões ainda vívida na mente dos brasileiros, o país aumentou em mais de 100%, em agosto deste ano, o volume de energia elétrica importada. Além disso, o recurso às usinas termelétricas mostra-se cada vez mais necessário, o que impacta diretamente sobre as tarifas praticadas para o fornecimento de energia. O governo brasileiro, ao se manifestar sobre a atual crise energética, afirma que chegamos ao limite. Por isso, é essencial reduzir o consumo, especialmente neste momento de sensível queda nos reservatórios hídricos. A par desse contexto, a iniciativa privada possui preocupações crescentes. Diversos setores da economia, com destaque para a Indústria e o Agronegócio, não apenas dependem da energia para a execução de suas atividades-fim, como também apresentam as maiores demandas energéticas. Soma-se a isso o aumento dos valores praticados pelas fornecedoras de energia, como consequência direta da estiagem, que afeta sobremaneira a saúde financeira dessas empresas. Diante disso, vem crescendo a procura por alternativas que permitam aos empresários ampliar sua autonomia energética, preferencialmente via fontes renováveis de energia. Atualmente, existem no Brasil alguns modelos possíveis para os consumidores que, mesmo dentro do mercado cativo (consumidores com demanda abaixo de 500kW), almejam gerar sua própria energia renovável, de modo conjunto, visando à soma de esforços e rateio de custos. Nesse contexto, a Resolução Normativa ANEEL nº 482/2012 regulamentou os caminhos possíveis para a chamada geração compartilhada de energia, instituindo as figuras jurídicas dos consórcios e das cooperativas. O objetivo é permitir a reunião de diversos consumidores que pretendem gerar energia renovável para utilização em locais diversos, desde que situados na mesma área de concessão. Aplicando essa ótica à realidade empresarial, isso significa dizer que a energia pode ser gerada em um local mais afastado, para posterior aproveitamento na sede da empresa, planta da indústria ou afim. O modelo de consórcio permite a união de diferentes empresas, reunidas para um empreendimento específico, qual seja, a geração de energia. Assim, comporta CNPJs distintos, permitindo a reunião de múltiplas empresas, com a consequente divisão dos custos. O próprio contrato de constituição do Consórcio deverá prever as obrigações cabíveis a cada empresa, qual a contribuição financeira de cada uma no processo de geração de energia e qual a porcentagem de energia gerada a ser aproveitada por elas. Já o modelo de cooperativa pode reunir pessoas físicas e jurídicas, o que muitas vezes consiste em um atrativo para investidores, tendo em vista a diversidade de público. O Estatuto da Cooperativa deverá prever as regras do jogo: divisão de custos, porcentagem de energia a ser direcionada para cada cooperado, requisitos para a inclusão de novos membros etc. Um ponto importante é que cooperativas já constituídas – mesmo aquelas que se dediquem a outras atividades – também podem incorporar a geração de energia às suas finalidades, de modo simples e ágil. Os modelos aplicáveis à geração compartilhada de energia comportam a chamada Microgeração distribuída (até 75 kW) e Minigeração distribuída (de 75 kW a 5 MW). Além disso, caso haja excedente de energia, ou seja, caso a energia gerada seja maior que a consumida, os participantes recebem um crédito, que poderá ser utilizado para abater os valores devidos à concessionária de energia nos próximos 60 meses. Os benefícios às empresas que optam por instituir ou aderir a esses modelos são diversos. Além da economia financeira e autossustentabilidade energética, a possibilidade de rateio dos custos de implementação e manutenção entre os participantes torna esses modelos bastante atrativos. Justamente por permitirem a definição de regras específicas entre os membros, tanto o Consórcio quanto a Cooperativa atendem a diferentes realidades empresariais, podendo se adequar a empresas dos mais diversos perfis. Aos empreendedores que buscam aderir a esses modelos, no entanto, é necessário planejamento e cautela. Justamente por serem personalizáveis, as regras a serem instituídas devem ser pensadas e analisadas com rigor, de modo a prever e mitigar riscos, garantir a segurança jurídica do Consórcio ou Cooperativa e maximizar o aproveitamento dos benefícios jurídico-normativos aplicáveis. Àquelas empresas que pretendem tomar as rédeas de sua demanda energética e reduzir a preocupação com a atual crise instaurada, a geração compartilhada de energia renovável pode ser um excelente caminho a ser considerado.”]]></description>
			<dc:creator>Mariana Philippi</dc:creator>
			<pubDate>Fri, 15 Oct 2021 19:22:11 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3623</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Retomada do turismo e experiência do cliente</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3622</link>
			<description><![CDATA["O Hotel Solar do Imperador nasceu do encantamento dos meus avós Ivan Costa Rodrigues e Georgette Tauil pelo encontro do rio Buranhém com o mar de Porto Seguro. A história já tem mais de 30 anos. Eles estavam na cidade apenas a passeio, mas aquela paisagem arrebatadora fez com que decidissem comprar um terreno para construir uma casa de veraneio. E foi o que fizeram. Porém, considerando a localização da propriedade, Georgette pediu ao arquiteto o projeto de um solar, com todas as janelas voltadas para a paisagem que os havia encantado. O profissional, em tom de brincadeira, respondeu que só seria possível se a casa tivesse dezenas de quartos. Meus avós gostaram da brincadeira e levaram a sério a ideia — e assim surgiu o Hotel Solar do Imperador. Inicialmente com 40 quartos (hoje são 104), o hotel sempre foi marcado pela vista deslumbrante e pelo esmero, dedicação e amor dos fundadores. É o que costuma ressaltar minha avó ao se lembrar do meu avô, que veio a falecer em 2018. “O hotel foi feito com amor, cuidado e carinho para dividir felicidade. Sempre prezamos pela qualidade nos mínimos detalhes”. Sei disso muito bem, pois assumi a operação do Hotel Solar do Imperador dois anos após o falecimento do meu avô. Enfrentamos grandes desafios desde então. O maior deles foi ter ficado fechado por cinco meses por causa da pandemia e fazendo uma gestão financeira sem ter projeções de recebíveis. Aproveitamos a interrupção forçada para refletir sobre a nossa operação, aliás, nunca antes tivemos um tempo para olharmos 100% para nossos processos internos, com os clientes e a nossa atuação no mercado. Também foi um período de bastante trabalho, com o hotel recebendo uma profunda reestruturação. Uma das principais mudanças foi extremamente gratificante e saborosa. Se reinventar se tornou obrigatoriedade, portanto, investimos em um serviço de delivery que, mais do que as refeições, leva experiência imperial através da gastronomia com pratos gourmet diretamente à casa dos clientes. Aliás, o foco na experiência do cliente é um dos mantras no dia a dia do Solar do Imperador. Investimos em uma plataforma de NPS (Net Promoter Score) que utiliza métricas para mensurar o nível de satisfação dos hóspedes e de todos os 75 colaboradores que trabalham para converter clientes em fãs. A iniciativa, embora recente, já apresentou resultados. Neste ano de 2021, o Solar do Imperador ficou em segundo colocado das melhores empresas de turismo para trabalhar, recebendo o selo GPTW (Great Place To Work). Outras novidades foram a reforma da piscina, que recebeu revestimento de pedra hijau, e a criação de uma horta de cerca de dois hectares que fornece frutas e hortaliças para o Restaurante Imperial, com plantio orgânico, sem agrotóxicos e sem agredir o solo. Além disso, priorizamos os cuidados sanitários, o que nos permitiu ser um dos primeiros hotéis da região a receber o selo Turismo Seguro e Responsável do Ministério do Turismo, por seguir todos os protocolos de segurança no combate à transmissão da covid-19. Isso refletiu na procura pelo nosso espaço de eventos, cuja capacidade para até 500 pessoas tem despertado interesse de empresas de todos os portes. Apesar das dificuldades, celebramos no último trimestre de 2020 um aumento de 15% nas reservas, mesmo em um ano tão difícil para a hotelaria. Para 2021, a expectativa é fechar com 20% de crescimento. No entanto, o maior motivo de satisfação é perceber que o Hotel Solar do Imperador está fazendo jus aos valores incutidos na nossa família.”]]></description>
			<dc:creator>Charbel Rodrigues</dc:creator>
			<pubDate>Wed, 13 Oct 2021 16:28:01 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3622</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Ruas escuras, sem segurança</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3621</link>
			<description><![CDATA["Estamos pedindo socorro, pois no Bairro Campinho, na rua do Porto Sol, nós, mulheres, estamos sendo assaltadas na volta do trabalho para casa. São dois homens de moto. Às 19h assaltaram uma vizinha e a agrediram... Socorro, Poder Público, prefeitura - trocando essas lâmpadas no início da rua, Polícia Militar - fazendo ronda... Estamos pedindo socorro! Solicitei à Secretaria do Meio Ambiente a retirada de uma árvore onde estavam se escondendo e nos atacavam, e foi retirada. Quero agradecer ao secretário do Meio Ambiente pela atenção e compreensão, apesar de solicitar a troca da lâmpada na rua Padre João Clímaco, após a clínica Santé, e não obtivermos êxito. Parece uma lamparina e por esse motivo coloca os moradores em risco. Foi solicitado várias vezes e nada! E, olha que a taxa de iluminação pública é paga e não é barata; e não temos serviço a contento. Precisamos de ruas iluminadas e protegidas. Onde estava ocorrendo os assaltos fica muito escuro e deserto. Nossa cidade está perdendo o que tanto nos encantou ao vir para cá: paz , sossego e segurança."]]></description>
			<dc:creator>Soll Roque</dc:creator>
			<pubDate>Mon, 11 Oct 2021 21:04:45 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3621</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Horário de Verão</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3619</link>
			<description><![CDATA[“Inadmissível continuarem discutindo o retorno do nefasto, desnecessário e desagradável horário de verão. Diversas pesquisas comprovam que a maioria da população desaprova o horário de verão, enquanto estudos demonstram que essa medida é ineficiente para economizar energia elétrica, porquanto o uso de ar condicionado tornou-se o grande vilão do consumo, e o advento das lâmpadas led e painéis solares para o aquecimento da água invalidaram a justificativa que a maior duração do dia serviria para economizar energia elétrica. Segundo especialistas em eletricidade, o horário de verão não funciona em país do hemisfério sul, pois as variações de radiação solar são menos acentuadas. É injusto pagarmos uma das tarifas mais caras do planeta, recebermos um péssimo serviço e termos que conviver com essa aberração típica de um país subdesenvolvido, que apenas esgota o trabalhador, diminuindo a capacidade produtiva e gerando prejuízos a todos.”]]></description>
			<dc:creator>Daniel Marques</dc:creator>
			<pubDate>Mon, 04 Oct 2021 18:52:24 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3619</guid>
		</item>
		<item>
			<title>&quot;Assim é (se lhe parece)&quot;</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3618</link>
			<description><![CDATA[Tempos atrás, assisti a uma peça de teatro, no Rio, intitulada “Assim é (se lhe parece)”. Como faz muito tempo, nem me lembro mais qual a mensagem que a peça queria passar para a plateia. Mas o título – instigante – nunca saiu da minha cabeça. Nunca esqueci. Comecei a refletir sobre o título. E aí, quando começou a aflorar na cachola o que o autor da frase tinha em mente, comecei a perceber o quão certo ele estava. Vejamos um exemplo: Lúcio e Elizabeth eram casados havia três anos. Vidinha monótona, sem grandes incidentes assim eles iam escrevendo sua história, apesar das ocasionais dificuldades. Elizabeth já estava há tempos procurando emprego. Queria ajudar o marido nas despesas da casa. Quando, finalmente, o conseguiu, foi aquele alívio. O próprio Lúcio demonstrou empolgação ao receber a notícia. Ela acordava cedo, fazia o café, arrumava a casa e depois de se arrumar, saia para o trabalho. Bem arrumada, cheirosinha, como acontece com toda mulher vaidosa. Lúcio, o marido, a princípio não se manifestou. Olhava para a esposa com um olhar mais demorado, mas não dizia nada. Quando Elizabeth perguntava: - E então, estou bonita? Ele respondia com certo desagrado: - Está. A mudez do marido demorou pouco. Logo, ele começou a implicar: com o cabelo, com o perfume, com a blusa, decotada demais. - Lá na clínica, todos os homens e todas as mulheres vão bem arrumados. A gente lida com o público – dizia ela. Antes que ela terminasse de explicar, o homem virava as costas. Deixava-a falando sozinha. Lúcio, pessoa insegura, ciumento, cada vez reclamando mais, azedando a relação, que já não era boa. Na última noite, a discussão extrapolou os limites e ele deixou escapar o que o atormentava: - Você tem um amante lá naquela p.... de clínica! – disse, aos berros e bufando de raiva. Aquelas palavras tiveram o efeito de um murro no rosto da mulher. Nunca lhe passou pela cabeça a ideia de ter um amante. Não era da sua religião, da sua consciência, do seu feitio esse tipo de coisa. Era até um tanto assexuada. Na cama, cumpria as obrigações de esposa. Mas ela própria o sabia: estava longe de ser uma mulher...fogosa, vamos dizer assim. Muitos homens não merecem a esposa que têm. Para esse aí, Lúcio, a frase “Assim é (se lhe parece)” cai como uma luva. Elizabeth não era infiel, mas para o marido, “assim é (se lhe parece)”. Mais um exemplo? Para milhões de brasileiros, Bolsonaro é um bom presidente. Não é corrupto. Para outros milhões, ele é um genocida. Para muitos brasileiros, Lula foi um bom presidente, para outros, ele foi o político mais corrupto e o que mais roubou. Para todos esses milhões de eleitores brasileiros, “assim é (se lhe parece)”.]]></description>
			<dc:creator>Adilson Negreiros</dc:creator>
			<pubDate>Tue, 28 Sep 2021 16:57:14 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3618</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Dia Mundial da Limpeza</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3617</link>
			<description><![CDATA[“Mais uma vez participamos do Dia Mundial da Limpeza, um movimento cívico que une 180 países e milhões de pessoas em todo o mundo com o intuito de “limpar o planeta”. A ação aconteceu neste sábado, 18 de setembro, onde reunimos dezenas de voluntários do Resort La Torre para fazer um mutirão de limpeza entre a Praia do Mutá e a Ponta Grande, na Orla Norte de Porto Seguro. A iniciativa foi uma parceria com o Instituto Socioambiental Plogging e tem como principal objetivo despertar uma maior consciência da população sobre a poluição do meio ambiente e suas consequências para a saúde e também para os ecossistemas. Em pouco mais de 1 hora de caminhada recolhemos uma quantidade de resíduos suficiente para encher mais de 20 sacos de lixo. Um material que se não fosse retirado da praia, iria para o mar, contribuindo para a poluição dos oceanos e colocando em risco a vida marinha. Entre os principais resíduos coletados, a quantidade de plásticos se destacou, comprovando o que dizem os recentes estudos, que se não mudarmos de atitudes, até 2050 pode haver mais plástico do que peixes nos oceanos. Diante de tudo isso, limpar a praia serviu como reflexão, para compreendermos que é necessário assumir um compromisso individual e coletivo com o planeta, repensando o consumo e cuidando da natureza ao nosso redor.”]]></description>
			<dc:creator>Luigi Rotunno</dc:creator>
			<pubDate>Mon, 20 Sep 2021 19:00:47 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3617</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Nenhuma independência</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3616</link>
			<description><![CDATA[“Como me orgulhar de uma pátria que mantém milhares de pessoas empregadas pouco fazendo em empresas públicas e ganhando 200 mil por mês enquanto, a maioria sobrevive com 200 vezes menos? Como me orgulhar de uma pátria que deixa meio milhão de cidadãos morrerem numa pandemia e, ao invés de fornecer remédio adequado, inventa desculpas e dá remédio pra boi? Como me orgulhar da mesma pátria que joga no fogo remédios e testes vencidos da mesma doença e na mesma pandemia? Como me orgulhar se o presidente dessa mesma nação clama por fuzil e munição para um povo que só quer comer e trabalhar? Como me orgulhar de parte de um povo que usa o nome de Deus pra louvar e confiar em corruptos, sendo que a própria escritura diz que ‘maldito é o homem que confia no homem’? Me perdoem, mas antes fôssemos colônia de Portugal, certamente estaríamos mil vezes melhor do que nessa independência falsa e corrupta. Me perdoem, mas nada há pra comemorar.”]]></description>
			<dc:creator>Daniel Marques - historiador</dc:creator>
			<pubDate>Thu, 09 Sep 2021 15:31:45 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3616</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Cartão do idoso</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3614</link>
			<description><![CDATA[“Minha reclamação e indignação são com a empresa de transportes Expresso Brasileiro, que faz a linha Porto Seguro/Cabrália. Minha esposa, uma senhora de 72 anos, viaja duas vezes por dia, de segunda a segunda. Por direito, tem que ter sua passagem grátis, porém alguns motoristas não a deixam subir no ônibus e a mandam esperar o próximo ônibus, com a desculpa de não terem o cartão de idoso. Motoristas - não todos - mal educados, truculentos e sem um pingo de respeito, primeiro por ela ser uma idosa e segundo uma mulher, alegam que não recebem quantidade suficiente do cartão de idoso e que não podem deixar uma idosa entrar pela porta do meio. Neste último domingo, 29/08/2021, no ponto de Coroa Vermelha, aconteceu a mesma situação, constrangendo minha esposa ao ridículo perante dezenas de moradores e turistas, que sempre estão a favor dela e contra o motorista. Para a surpresa de todos, depois de quase 10 minutos de bate boca, o motorista simplesmente tira o cartão de idoso e a entrega. Agora fica a pergunta: quem é o culpado? O motorista que não tem um pingo de vontade de dar o cartão, ou a empresa que manda ele dizer que não tem o cartão, para lucrar em cima dos idosos? Estou entrando no Ministério Público com uma reclamação contra a empresa e motorista, pois tenho testemunhas, fotos e vídeos do ocorrido. Isso acontece quase todos os dias, tanto nas viagens de Porto Seguro para Cabrália quanto de Cabrália para Porto Seguro. Não estou reclamando pelo dinheiro da passagem, e sim pela falta de consideração e constrangimento que uma idosa tem que passar todos os dias. Um absurdo!”]]></description>
			<dc:creator>Harry Borensztejn</dc:creator>
			<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 12:05:21 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3614</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Reconhecimento</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3612</link>
			<description><![CDATA["Sou carioca e gostaria de reconhecer o talento e desempenho dos atletas baianos nas Olimpíadas de Tókio. Esforço, garra, perseverança e resultado, foi o que vimos nestes atletas. Parabéns ao estado da Bahia, pelos filhos deste solo. Orgulho para nosso país!"]]></description>
			<dc:creator>Márcia Gomes</dc:creator>
			<pubDate>Sun, 22 Aug 2021 16:55:56 +0000</pubDate>
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		</item>
		<item>
			<title>Brasil nas Olimpíadas</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3608</link>
			<description><![CDATA["Parabéns à Rebeca Andrade, à Ana Marcela Cunha, parabéns ao Isaquias Queiróz, ao Ítalo Ferreira e Her-bert Conceição pelas medalhas. Alguns desses atletas podem ser considerados verdadeiros heróis. Tiveram que ultrapassar, sabe Deus, toda sorte de dificuldades para chegar onde chegaram. Sem apoio, sem patrocinadores, só mesmo pessoas de muita perseverança e de uma fé inquebrantável para alcançar tal proeza. Já o Brasil olímpico teve um desempenho pífio. Muito, mas muito aquém do que é de se esperar de um país com seus 2l2 milhões de habitantes. Não vamos comparar o Brasil com os Estados Unidos, por exemplo. Eles ganharam 5 vezes mais medalhas de ouro que o Brasil, ou seja, 39 X 7 medalhas. Eles têm uma população um pouco maior que a nossa: cerca de 330 milhões de almas. Mas, se comparar-mos o Brasil com a Austrália, vamos constatar o tamanho do abismo que separa os dois países. Austrália, com 25 milhões de habitantes, conquistou 17 medalhas de ouro. O Brasil, 7. A Nova Zelândia, para mim, foi uma daquelas sur-presas de tirar o chapéu. Vem logo abaixo do Brasil na classificação – Brasil 12º., Nova Zelândia 13º. – com seus ... acreditem, com os seus 5 milhões de habitantes. O grau de desenvolvimento, em todos os setores – ensino, saúde, renda per capita - é direta mente proporcional à educação. Abre parênteses: gostaria de conhecer um país como a Nova Zelândia, onde não existe analfabetismo, onde to-dos, literalmente todos, tem acesso à educação e à saúde, e onde não existe essa praga maligna que infesta o Brasil: a tão execrada e odiada corrupção. Fecha parênteses. Para ratificar a minha teoria, outra comparação. Cuba - pouco mais de 11 milhões de habitantes - é um dos países mais pobres do Caribe. Provavelmente o mais pobre de todos, devido às circunstâncias. Principalmente devido ao bloqueio econômico imposto pelos EUA àquele pequeno país. Mas a educação, lá, é regra. Proporcionalmente às po pulações, em Cuba tem muito menos analfabetos do que no Brasil. Eles exportam médicos para cá. Cuba, pouco mais de 8 milhões de almas chegou em 14º. nas olimpíadas, logo abaixo do Brasil, com seus 212 milhões de habitantes. Detalhe: abaixo do Brasil, mas com as mesmas 7 medalhas de ouro. O Brasil só ultrapassa os seus próprios recordes. Que, convenhamos, são pequenos se comparados a quan-tidade de habitantes. País sem educação está predestinado ao fracasso."]]></description>
			<dc:creator>Adilson M. de Negreiros</dc:creator>
			<pubDate>Thu, 12 Aug 2021 17:50:21 +0000</pubDate>
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		</item>
		<item>
			<title>Pedimos socorro!</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3605</link>
			<description><![CDATA["Sou moradora de Porto Seguro há mais de 25 anos, e o que tenho visto é a cidade crescer e os problemas também. Ontem, mais uma vez, vi o direito de nós mulheres, trabalhadoras dessa cidade, ser retirado de nós. No bairro Campinho, na rua Padre João Clímaco, somos assaltadas na cara dura, a gente volta do trabalho e duas criaturas de moto estão nos assaltando. Já pedi há vários dias à prefeituras de Porto Seguro a troca da lâmpada do poste, que parece luz de velas. Eu pago por isso. E até agora, nada... Pedimos providências urgentes, ou vão esperar que aconteça uma tragédia maior. Também já sofri uma tentativa de assalto pela manhã indo para meu trabalho, isso é uma vergonha! Somos a mão de obra operante nessa cidade e estamos abandonadas. Desrespeitadas em nosso direito de retornar para casa depois de um dia de trabalho”.]]></description>
			<dc:creator>Solange</dc:creator>
			<pubDate>Wed, 28 Jul 2021 11:17:30 +0000</pubDate>
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		</item>
		<item>
			<title>Lagoa Azul - etnobotânico</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3604</link>
			<description><![CDATA["Essa iniciativa pode ser um marco, o início da reconstrução ambiental de nossos córregos e rios, que só têm sido degradados, a exemplo do córrego Mucugê, outrora manancial de água limpa, com imenso potencial turístico, hoje totalmente poluído".]]></description>
			<dc:creator>Fernando Pereira de Azevedo</dc:creator>
			<pubDate>Mon, 26 Jul 2021 16:18:25 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3604</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Reconhecimento</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3601</link>
			<description><![CDATA["Cheguei em Porto Seguro em novembro/1994 e desde então convivo com Alex e família que se formou neste período. Acompanho o Jornal do Sol, fui anunciante, e continuo assinante e leitor. Parabéns Alex". DA REDAÇÃO: Agradecemos o apoio e o incentivo, caro parceiro e amigo Henrique.]]></description>
			<dc:creator>Henrique Silva</dc:creator>
			<pubDate>Fri, 23 Jul 2021 17:20:47 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3601</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Nota de repúdio a aumento da gasolina</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3582</link>
			<description><![CDATA[“O Sindicombustíveis Bahia repudia veementemente mais um aumento no preço de combustíveis anunciado pela Petrobras para o dia 06/07/2021 e considera desrespeitoso, neste momento de pandemia, uma empresa monopolista continuar praticando essa política de preços baseada na PPI (Paridade do Preço Internacional) em prejuízo a toda uma nação. Somente no Estado da Bahia, no segmento de postos de combustíveis, no ano de 2020, houve o fechamento de 5.000 (cinco mil) postos de trabalho. Nesse ano, a Petrobras já reajustou o preço da gasolina A em 47% e o diesel em 41%, sendo que a inflação nesse mesmo período foi de apenas 3,33%”. Walter Tannus Freitas - Presidente do Sindicato do Comércio de Combustíveis, Energias Alternativas e Lojas de Conveniências do Estado da Bahia – SINDICOMBUSTÍVEIS BAHIA]]></description>
			<dc:creator>Walter Tannus Freitas - SINDICOMBUSTÍVEIS BAHIA</dc:creator>
			<pubDate>Wed, 07 Jul 2021 15:36:00 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3582</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Feira do Baianão merece mais ações e menos promessas</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3365</link>
			<description><![CDATA["A Feira do bairro Baianão é a maior de Porto Seguro, no local é possível encontrar uma grande diversidade de produtos frescos da agricultura familiar, carnes, utensílios domésticos e até roupas, cuja venda é o principal sustento de centenas de famílias do município, mas a Feira só é lembrada pelos políticos a cada 4 anos, às vésperas da campanha eleitoral. Além dos aspectos culturais da tradição da feira, ela tem fundamental importância inclusive para o abastecimento dos bairros vizinhos, só que há anos os feirantes reclamam dos mesmos problemas, como falta de infraestrutura, conforto e limpeza adequada. Se de um lado os comerciantes se veem sem nenhuma estrutura, do outro enxergam o dinheiro público desperdiçado em uma área insuficiente e que está inutilizada no Mercado Municipal Frei Calixto, inaugurado pela Prefeitura em outubro de 2020, com o propósito de organizar a feira em um ambiente coberto e padronizado, contudo, até hoje o local está sem funcionar e ninguém sabe quem são os vendedores contemplados com as barracas, que não vão abrigar a todos. A ideia do Mercado não é ruim, porque é essencial dar mais dignidade aos nossos feirantes, mas não adianta só inaugurar obras e gastar dinheiro público, sem conseguir coloca-las em prática. Porto Seguro como um todo precisa de mais projetos como esse, mas necessita principalmente que eles não nasçam já vencidos, e que os administradores saibam utilizá-los a favor da melhoria da qualidade de vida da população."]]></description>
			<dc:creator>Luigi Rotunno</dc:creator>
			<pubDate>Thu, 27 May 2021 19:24:09 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3365</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Rifa da Ecoar</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3361</link>
			<description><![CDATA["Amigos. O sorteio da rifa de um Tablet + um livro de mensagens diárias aconteceu dia 25/05/21, ao vivo, no Instagram Ecoar.Bahia. O nome sorteado foi "Pedro". E temos muitos agradecimentos a fazer: à Lívia Muccini, que nos presenteou com o tablet para a rifa, à feliz ganhadora e, a todas as pessoas que sempre nos ajudam sabendo das necessidades do projeto e compreendendo-as. A Diretoria Ecoar mais uma vez está plena de gratidão e convida todos a visitarem a nova sede, ainda em obras, porém dizendo a vocês que se sintam Colaboradores do Bem, num movimento que faz tão bem aos corações de todos. Gratidão." Diretoria da Ecoar]]></description>
			<dc:creator>Carla Nunes</dc:creator>
			<pubDate>Wed, 26 May 2021 16:57:51 +0000</pubDate>
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		</item>
		<item>
			<title>Jornal imparcial</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3337</link>
			<description><![CDATA["O Jornal do Sol é único, imparcial e sólido, pois está no mercado há 30 anos."]]></description>
			<dc:creator>Kátia Rodrigues de Abreu</dc:creator>
			<pubDate>Wed, 12 May 2021 16:53:43 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3337</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Reinvente-se Porto Seguro</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3336</link>
			<description><![CDATA[“O turismo é a principal atividade econômica de Porto Seguro e sustenta milhares de famílias. Nesse período de Pandemia, não há muito o que comemorar, mas é preciso refletir que nossa cidade precisa passar por uma verdadeira transformação. É hora de se reinventar. Neste 8 de Maio, dia Nacional do Turismo, quero parabenizar todos os profissionais que recebem tão bem nossos visitantes. O meu desejo é que o poder público cuide dos 4 cantos de Porto Seguro: de Caraíva à Orla Norte, para garantir qualidade de vida à população, pois um destino turístico bom para viajar, deve ser primeiro, um lugar bom para morar."]]></description>
			<dc:creator>Luigi Rotunno</dc:creator>
			<pubDate>Mon, 10 May 2021 16:01:03 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3336</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Vacinação já!</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3287</link>
			<description><![CDATA["Porto Seguro está bem a frente de outras cidades! Tomara que chegue logo o dia que todos consigam se vacinar. Estou acompanhando a fila através do Jornal do Sol Online!"]]></description>
			<dc:creator>Katia Rodrigues de Abreu</dc:creator>
			<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 15:12:06 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3287</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Aumento do IPTU</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3274</link>
			<description><![CDATA["Engraçado... Em plena pandemia, muita gente desempregada, nem tem o que comer, e a prefeitura corrige valor do IPTU justamente nessa data. É pedir para não pagar."]]></description>
			<dc:creator>Eneide Sampaio</dc:creator>
			<pubDate>Wed, 24 Mar 2021 20:03:16 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3274</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Mutirão no Parque Central</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3272</link>
			<description><![CDATA[“O mutirão de limpeza dia 18/03/21 no Parque Central foi incrível! Estamos no início de um conjunto de ações intensivas de limpeza e contenção de possíveis queimadas. Decidimos trabalhar em setores que vamos chamar de ‘ilhas’, que são circundadas por caminhos que também podem servir de aceiros. Na primeira ilha trabalhada, concluímos a retirada de muitos galhos secos e baixos de árvores e arbustos e das moitas da base, assim como coroamos as árvores e mudas e plantamos mais, substituindo mudas que foram queimadas no último incidente. Nas fotos, vídeos e imagens aéreas podemos notar uma significativa mudança na área selecionada. Entre os batalhadores do dia estavam membros do Verdejar d’Ajuda, da Associação Beneficente de Arraial d’Ajuda (ABAA), Sociedade Amigos de Arraial d’Ajuda (SAA) e moradores motivados: Marcos, Cristina, Francisco, Érica, Olga, Patrícia, Fabinho, Nicola, Mônica, Patrícia, Gro e Bau. Também contamos com a parceria da administração do distrito que está retirando o material seco que foi separado, para que não haja risco de fogo no local. Toda quinta-feira teremos mutirões no Parque Central. Vamos continuar com as ações para prevenir queimadas, prevenir a poluição e devastação ambiental e para embelezar e trazer qualidade ecológica para Arraial. Participe dessa transformação! Contamos com o apoio dos verdejantes de Arraial d’Ajuda para a divulgação das nossas ações, doações, voluntariado nas ações, entre outros. Saiba mais em: www.verdejardajuda.org e entre em contato! Até a próxima!”]]></description>
			<dc:creator>Cristina Branco</dc:creator>
			<pubDate>Tue, 23 Mar 2021 21:17:06 +0000</pubDate>
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		</item>
		<item>
			<title>Covid-19 e turismo</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3256</link>
			<description><![CDATA[“Todos testemunhamos, assustados e desconcertados, a evolução do contágio, adoecimento e óbitos pela Covid-19. Por mais que a sociedade civil organizada tenha se empenhado, até aqui, para debelar os efeitos devastadores da pandemia, os esforços não bastaram. O cenário que se apresenta exige atitudes mais contundentes e mais radicais. Por um lado, adesão maciça a movimentos como o ‘Unidos ela vacina’. Quanto mais pessoas vacinadas, menos contágio, mortes e inércia da atividade econômica. Enquanto o ritmo da vacinação segue lento para a realidade brasileira, temos de redobrar os cuidados. Cada um cuidar de si é pouco, é muito tímido e insuficiente. É preciso persuadir, convencer, exigir os protocolos uns dos outros. Fazer marcação cerrada – em nome da preservação da vida. Façamos isso junto a familiares, círculos de amizade, parceiros de trabalho, vizinhos. Sejamos, mais e mais conscientes. E exigentes! Não hesitemos em defender a saúde e a vida, mesmo que isso gere algum desconforto inicial. Afinal, o interesse coletivo deve prevalecer sobre o individual – sempre!”]]></description>
			<dc:creator>Movimento Supera Turismo Brasil</dc:creator>
			<pubDate>Tue, 09 Mar 2021 19:43:25 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3256</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Consciência na pandemia</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3249</link>
			<description><![CDATA[“Sou a favor da conscientização do povo. Ainda dá tempo educar, ensinar respeito. Nossa Secretaria de Saúde só fala do protocolo. Eu concordo, mas o uso da máscara, evitar aglomerações, ensinar higiene ao povo também irá evitar contágio. Se a máscara não fosse viável, Europa, Japão e China não estariam usando. Há de convir que ninguém sabe como lidar com o vírus. Lockdown é o extremo para um povo relapso. Não acredito que essa medida do governador seja por preocupação ímpar da população, mas às vezes, as atitudes se salvam sem querer, não é? Acho necessária a medida pelo descaso da população, porém volto a falar: tudo isso seria desnecessário se mostrássemos preocupação e cuidado. Cuidado com o outro. E esse outro está dentro de nossas casas. É isso que penso.”]]></description>
			<dc:creator>Soll Roq</dc:creator>
			<pubDate>Wed, 03 Mar 2021 20:45:06 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3249</guid>
		</item>
		<item>
			<title>PEC da impunidade</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3248</link>
			<description><![CDATA["Vergonhosa a atitude da Câmara dos Deputados que, ao invés de solicitarem urgência para adquirir vacina contra covid-19, ocupam a tribuna para amenizarem os processos contra o baixo clero representado por Flordelis e Daniel Silveira, apenas para agradar o presidente Bolsonaro. Ainda pior é o fato de estarem criando uma PEC da impunidade que visa blindar os deputados em suas ações antiéticas e criminosas. Inacreditável que a sociedade brasileira aceite que o plenário mais caro do planeta utilize tempo, recursos e pessoal apenas para livrar seus pares das garras da lei. Arthur Lira começa sua presidência na Câmara aceitando tudo que existe de pior na política brasileira e contrária aos princípios constitucionais, éticos e morais. Resta-nos aguardar que nas próximas eleições o povo escolha somente novos representantes."]]></description>
			<dc:creator>Daniel Marques</dc:creator>
			<pubDate>Sat, 27 Feb 2021 13:22:42 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3248</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Parabéns, Oliver!</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3247</link>
			<description><![CDATA[“Fico muito feliz em ler a análise de nosso jovem presidente da ABIH, Oliver Abade (conheci na barriga da mamãe amiga Jane). Também creio, Oliver, que vamos superar toda esta curva e onda misturadas com uma pitada muito apimentada de pavor. Nossa região da Costa do Descobrimento, para mim, tem seus atrativos muito peculiares que atraem para este nosso destino, que está classificado como 3° Polo Turístico Brasileiro. Vamos sim, sair dessa e avançar de forma significativa.”]]></description>
			<dc:creator>Gilson Costa</dc:creator>
			<pubDate>Fri, 26 Feb 2021 22:16:37 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3247</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Gratidão</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3244</link>
			<description><![CDATA["Dizer da segurança que nossa querida Porto Seguro viveu nesses últimos cinco anos... Ao nosso comando maior, tenente-coronel Anacleto França Silva, nosso muito obrigado! O Senhor te abençoe e te proteja, ao senhor e à sua família! Feliz missão lá em Teixeira de Freitas. Agora, olha o que de bom o Covid-19 nos proporcionou: a reforma e ampliação do quartel general da nossa honrada PM. Até que, enfim, o governador lembrou do nosso batalhão."]]></description>
			<dc:creator>Carlos</dc:creator>
			<pubDate>Wed, 24 Feb 2021 17:18:08 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3244</guid>
		</item>
		<item>
			<title>O sertão e sua gente</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3242</link>
			<description><![CDATA[“A chuva custa chegar... Quando chega, traz alegria vista e ouvida entre as pessoas que conhecem de perto o sertão, de tantas e tantas cousas em comum. O que é, senão a cultura de nossa gente?! Cultura ‘um tantinho assim' mista com gosto de sabedoria popular. Se é verdade ou não, cada ‘causo', lorota ou estória, depende do bom senso tanto de quem conta, quanto de quem ouve formando, por sua vez, um registro vivo de grandes e boas memórias. Gente que vai, gente que chega, traduzindo em palavras ‘como é o sertão’ na sua essência, pela qual temos excelentes motivos para ‘dar-lhe o devido valor’. Felicidade e tristeza andam de encontro com cada experiência, donde este ou aquele indivíduo tem a oportunidade de contá-la por ‘mais de uma vez'. Quem será?! Ah, o bom nordestino fiel à sua crença e aos seus costumes. A paisagem do sertão (como um todo) pode parecer a mesma mas, acreditem... Guardam segredos e desvendam outros tantos! Uma terra de muitos encantos, cuja beleza tem preço, ‘pago e bem pago' pela virtude. Se falta água, a esperança sobra. Se tem esperança, um dia vai ter água para sobrar. Desde que o mundo é mundo existe fartura ‘sempre de contra' da miséria. Esta última é má, como má é a reputação daqueles que seguram ou desviam o dinheiro público em desfavor do bem-estar geral. Saltam-nos à vista problemas do tipo corrupção, na moda antiga de se dizer, atrapalhando o progresso que tarda ou nunca chega, ao seu destino certo. Tem nome? Sim, mazela. Por outro lado, o povo, aquela parte sofrida da ‘casta', trabalha, e trabalha muito, com direito de sonhar e construir um futuro melhor. Este sim, merece nosso respeito.”]]></description>
			<dc:creator>Thiago Valeriano</dc:creator>
			<pubDate>Tue, 23 Feb 2021 17:02:30 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3242</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Parabéns Afonso!</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3240</link>
			<description><![CDATA["Muito legal ver um morador nativo aqui da vila ganhando destaque por seu empreendedorismo em esporte!"]]></description>
			<dc:creator>Alethea Costa</dc:creator>
			<pubDate>Wed, 17 Feb 2021 18:30:09 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3240</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Salvou a irmã</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3238</link>
			<description><![CDATA[“Os irmãos moravam em cidades próximas. Trocavam mensagens pelo celular. Nos últimos dias, as mensagens cada vez mais raras. Ele insistia: “tudo bem, Alzira”? Ela respondia, timidamente “sim”. Gustavo ensimesmado. Não podia dizer para o irmão que era agredida. Sabia que ele viria tomar satisfações. Outro motivo: Luiz Carlos, violento por natureza. Diversas vezes ameaçou matá-la. Conhecia bem o jeito do irmão: pessoa humilde, de boa-fé. Não podiam mexer com seus brios. Aí, se transformava. A irmã mais e mais introspectiva. Ele, agora, tinha certeza: algo grave acontecendo com ela. Sábado à tarde, Gustavo foi lá. Sem avisar. Pôs o revólver por dentro das calças, a camisa por cima, escondendo. Luiz Carlos na sala, vendo televisão. Ao ouvir a campainha, foi conferir: ele, o irmão. Pensou logo: “não pode ver Alzira: olho quase fechado, o corpo coberto de hematomas”. Perguntou alto, para intimidar a visita: - O que você quer? – o braço na frente para impedir que Gustavo entrasse. Gustavo empurrou-o com força. O outro cambaleou pela sala, caiu sentado no divã. Já, Alzira aparecendo. O irmão, atônito: - O que foi isso, mana? Alzira muda, abaixou a cabeça. Não respondeu. Não precisava. Ele entendeu. Pegou Luiz Carlos pela camisa; arrastou-o até o quintal. Olhou o agressor nos olhos: - É valente para bater em mulher? Briga comigo. Luiz Carlos, mudo. Medo nos olhos. Como não reagisse, Gustavo deferiu-lhe violento soco no rosto. Luiz Carlos caiu, cuspindo sangue. Alzira, da área de serviço, observando. Quando se levantou, Gustavo empurrou-o para dentro de casa. Fez com que o outro se sentasse. Então, apontou o revólver. Bem no meio da testa. Luiz Carlos aos prantos - Não me mate, por favor, não me mate! - Cala a boca, fdp! - pediu que a irmã se aproximasse. Ordenou: - Agora, pede perdão para ela. - Perdão, Alzira! - Mais alto! - Perdão, Alzira – repetiu, quase gritando. - Agora, beije os pés dela. Os dois. A arma sempre apontada para o meio da testa. Quando Luiz Carlos pensou que o inimigo ia relaxar – estava abaixando a arma - Gustavo atirou. Na perna. Estampido, sangue, gritos de dor: - Você me acertou! Ai, você me acertou! O irmão: - Me dê o seu celular, Alzira! – Era uma ordem. Alzira entregou o aparelho. Gustavo recebeu-o e, ato contínuo, ofereceu para Luiz Carlos: - Pegue! Ligue para a polícia! O outro, gemendo (dor, ou aquela ordem?). Como Gustavo insistisse, ele pegou o celular. Disse: - Vou ligar pra minha mãe me levar pro o hospital. Quando acabou de ligar, brusco, Gustavo tirou o celular da mão dele. Murmurou: - Amanhã, nessa mesma hora, vou voltar. Se ainda estiver aqui, atiro na outra perna. Antes de sair, olhou para a irmã: - Se precisar de mim, ligue!”]]></description>
			<dc:creator>Adilson de Negreiros</dc:creator>
			<pubDate>Sat, 13 Feb 2021 13:22:35 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3238</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Cota de gasolina</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3237</link>
			<description><![CDATA[“Acho que devo uma explicação aos amigos que confiam no trabalho de Lia Arigatô, e porque não aderiu à renúncia da cota de gasolina. Há muitos anos, quase 20, Lia atua na causa animal com recursos próprios. Gastou todas economias que tinha de reserva, cerca de R$ 1 mi. Passou a utilizar sua aposentadoria, mais os lucros da pousada na causa animal, que é sua grande paixão. Suas contas em duas clínicas de veterinária somam de R$ 10 a R$ 12 mil mensais. Os recursos financeiros nunca batem. Daí surgiu a ideia de se candidatar, procurando uma forma de melhor ajudar a causa. Os resgates, assistência a animais, abrangem uma extensão territorial muito grande, e precisamos sim, dessa cota de gasolina. Embora a função de vereador seja a de legislar, infelizmente nessa causa abraçada tem muito que se executar. Obrigada pela compreensão!”]]></description>
			<dc:creator>Ascom Lia Arigatô</dc:creator>
			<pubDate>Fri, 12 Feb 2021 18:30:42 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3237</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Agradecimentos</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3236</link>
			<description><![CDATA[“Saibam que apreciamos muito o trabalho do Jornal do Sol e reconhecemos a importância da informação na nossa região. Assim como podemos contar com vocês, podem nos acionar quando oportuno para contribuir com esse renomado meio de comunicação. Precisamos muito do apoio da mídia local para que compreendam que temos uma universidade federal aberta à comunidade, totalmente gratuita e de excelência.”]]></description>
			<dc:creator>Elfany Reis</dc:creator>
			<pubDate>Sat, 06 Feb 2021 17:41:20 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3236</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Excelente matéria!</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3235</link>
			<description><![CDATA["A educação de Porto Seguro merece respeito. Esperamos resposta da prefeitura para nossa comunidade. Os gestores nos representam ou não? Queremos respostas!"]]></description>
			<dc:creator>Flávio Araújo Vieira</dc:creator>
			<pubDate>Thu, 04 Feb 2021 17:08:07 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3235</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Queremos trabalhar!</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3234</link>
			<description><![CDATA["O prefeito de Porto Seguro desobedeceu a liminar em que determinava que os servidores empossados entrassem em exercício. Recorreu em Salvador, e teve seu pedido indeferido pela desembargadora. Até onde quer chegar o prefeito, com esse desgaste e desobediência à lei?"]]></description>
			<dc:creator>Sandra Moreira</dc:creator>
			<pubDate>Thu, 04 Feb 2021 17:06:48 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3234</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Nossos direitos</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3233</link>
			<description><![CDATA[“Esse é o desejo dos profissionais da educação empossados no dia 14 de dezembro de 2020, mas devido a politicagem praticada pelo gestor municipal atual, nos vemos no centro dessa verdadeira jornada pela busca do simples direito (garantido através da aprovação no último concurso) de trabalhar. Fomos colocados em algumas situações como se fôssemos inimigos dos cidadãos do município, sendo que o concurso teve abrangência nacional e muitos já vinham se preparando não só para esse, como para outros certames. Pois é fato o desejo da imensa maioria da população brasileira em se tornar um servidor público, independentemente se na esfera municipal, estadual ou federal, para assim poder obter a tão sonhada estabilidade e poder proporcionar melhores condições de vida para sua família.”]]></description>
			<dc:creator>Luís Souza</dc:creator>
			<pubDate>Thu, 04 Feb 2021 17:04:01 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3233</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Maravilhoso trabalho!</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3229</link>
			<description><![CDATA["Parabéns a todos os envolvidos nesse rico projeto e trabalho. Principalmente ao artista que encantou com sua habilidade e primor" - sobre a reforma da Escadaria da Santa, na Ladeira da Santa, no Arraial d'Ajuda.]]></description>
			<dc:creator>Pedro Sérgio Félix</dc:creator>
			<pubDate>Wed, 03 Feb 2021 19:09:55 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3229</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Uma mão lava a outra</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3226</link>
			<description><![CDATA[“Manual 'super didático' traz assunto Covid-19 como algo que pode de ser encarado por todos desde que seguidas medidas de prevenção tipo uso de máscara protetora facial, álcool em gel e lavada de mãos com água e sabonete comum. Trata a questão no item 'biossegurança' tanto individual quanto por grupo. Espera-se que o material possa circular pelas escolas cariocas (rede pública e participar de ensino) e, certamente, por todas as unidades escolares do país. O Ministério da Educação (MEC) deu o seu ‘aceite'. Já disponível na versão digital!”]]></description>
			<dc:creator>Thiago Valeriano Braga</dc:creator>
			<pubDate>Mon, 01 Feb 2021 17:53:27 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3226</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Sustentabilidade e a biocapacidade</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3225</link>
			<description><![CDATA[“Um dos autores mais celebrados da contemporaneidade, Nassim Nicholas Taleb, merece nossa atenção no momento histórico que vivemos. 'Os cisnes negros' (título do seu livro mais traduzido e transformador), brota nos noticiários de uma tal forma que aqueles brancos são os que parecem sobrenaturais. Quem, em setembro do ano passado, acreditaria que seríamos vitimados por uma epidemia tão semelhante àquela que marcou o primeiro quinto do Século XX? Há apenas um mês, haveria quem acreditasse que uma unidade da Federação, o Estado do Amapá, ficaria tanto tempo às escuras e nem sequer seria capaz de realizar o processo eleitoral? A realidade concreta das mudanças climáticas já é inegável. A hipótese do aquecimento global é - e deve ser, como toda boa hipótese científica - questionada e questionável, mas a pauta que temos em mãos é outra. Já está muito bem estabelecido cientificamente o impacto que a espécie humana causa sobre o planeta com seus modelos de produção e padrões de consumo. Há esperança, entretanto. É possível reverter este impacto, tornando-o positivo. Não é, necessariamente, um problema, nós utilizarmos dos recursos naturais, pelo menos a princípio. Os problemas estão em abusarmos destes recursos e não estabelecermos mecanismos que garantam sua renovação ou substituição; a iniquidade do acesso e da distribuição dos bens agregados na sociedade, o que é uma consequência direta da pobreza e da concentração de renda, e também uma das causas da miséria e não tratarmos adequadamente dos resíduos da produção, do transporte e do consumo destes mesmos bens. Estes três apontamentos são interdisciplinares por excelência. Por um lado, precisamos de uma sociedade comprometida, de uma comunidade científica atuante e de uma comunidade de negócios dinâmica, inventiva e adaptável. Por outro, precisamos de servidores públicos, políticos dispostos e transparentes em sua atuação. Com estes elementos posicionados, a diversidade ideológica é mais que saudável para a construção do Brasil do presente e dos próximos séculos. Eu não acredito que o mundo vai ser melhorado pela intervenção humana, a natureza joga em campo próprio e por suas próprias regras. Creio, todavia, que podemos melhorar nosso modo de interagir com o mundo e como participamos de seus ciclos e dinâmicas. É a isto que tenho dedicado minha carreira e minha vida: o propósito de um Brasil fortalecido frente aos reveses da fortuna, e capaz de desfrutar melhor quando ela estiver ao seu favor. Não somos capazes de controlar o futuro - nem de alterar o passado, efetivamente, mas podemos fazer as melhores escolhas no presente. Nisso, a conservação dos biomas do mundo, entre eles as tropicais como a Amazônia, é fundamental. É preciso encararmos o ambiente saudável, por exemplo as florestas e geleiras, como riquezas potenciais estocadas e como produtor dos bens intangíveis de que nossas vidas dependem. Nesta ótica, o homem é guardião das riquezas que protege. Não renuncia a elas, mas trata de outro modo. Sustentabilidade não é um ponto matemático hipotético em uma utopia fiscal estéril das finanças verdes. Sustentabilidade é o índice objetivo que mede a capacidade de sustentação de cada uma das sociedades humanas frente a calamidades, emergências e pandemias. Trocando em miúdos, isto é o significado da palavra biocapacidade.”]]></description>
			<dc:creator>Maria Tereza Umbelino</dc:creator>
			<pubDate>Fri, 29 Jan 2021 18:26:56 +0000</pubDate>
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		</item>
		<item>
			<title>Indignação total</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3224</link>
			<description><![CDATA[“Fui hoje ao posto da feirinha e pedi o cronograma de vacinação em Porto Seguro. Os atendentes riram na minha cara. Perguntei o porquê. Disseram que nem eles foram vacinados... Eu falei: “Como assim? Vi no jornal a foto da primeira vacinada...” _ “Pois é. Não temos nada, não sabemos de nada, ninguém informa nada!”, responderam. Que palhaçada é esta?”]]></description>
			<dc:creator>Rosely Lang</dc:creator>
			<pubDate>Fri, 22 Jan 2021 18:34:02 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3224</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Turismo</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3222</link>
			<description><![CDATA["Estive esta semana em Porto Seguro e Santa Cruz Cabrália. Fiquei extremamente constrangido. Em pleno verão, muita gente nas duas cidades e, pasmem, nenhum salva-vidas nas praias. Assim, como vão cobrar melhorias no atendimento ao turista e nem o básico esses prefeitos fazem? Cheguei a sugerir ao gerente de uma barraca que ele mantivesse no estabelecimento algumas boias com cordas amarradas para qualquer eventualidade. Ele quase me chamou de besta! Garantiu que o novo prefeito eleito de Porto Seguro iria povoar as praias com homens para esse fim. Mas, nos dias que por lá fiquei, o que eu assisti foi pessoas tentando salvar outras que se aventuravam nas águas e as ondas as levavam. Sugeri também a construção da ponte para Arraial d'Ajuda, e ele me disse que o povo de Porto Seguro não quer e nem precisa disso. Ou seja: fiquei com a impressão de que turista em Porto Seguro e região é coisa apenas para explorar, e mais nada."]]></description>
			<dc:creator>Rosalvo Junior</dc:creator>
			<pubDate>Tue, 19 Jan 2021 21:32:12 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3222</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Arte depredada II</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3221</link>
			<description><![CDATA["Um desrespeito com a artista, com a lei, patrimônio público e com cidadãos!"]]></description>
			<dc:creator>Helô Soares</dc:creator>
			<pubDate>Sat, 16 Jan 2021 13:04:59 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3221</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Arte depredada</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3219</link>
			<description><![CDATA[“A prefeitura de Porto Seguro, por meio da administração de Trancoso, retirou, dia 15/01/21, a fonte e as mesas instaladas em praça pública, contempladas por meio de edital público. As obras foram confiscadas e levadas para depósito, onde foram abandonadas e depredadas. As intervenções artísticas foram resultado do edital público Porto Mais Cultura - Intervenções Artísticas, que concedia espaços públicos para que os artistas instalassem suas obras. Foram 10 espaços contemplados: Muro de Caraíva, Praça de Trancoso, Praça São Brás, Escadaria d’Ajuda, Praça da Bandeira, Muro do Colégio Municipal, Praça do Trabalhador, Escadaria do Fortim, Escadaria da Cidade Histórica e Praça do Trabalhador. Esse edital foi custeado por verba pública federal e creditada à Secretaria de Cultura e Turismo, com apoio operacional do município, para amparar a classe artística cultural por conta da pandemia. Todo o processo tramitou embasado na Lei Federal n° 14.017 que conta com regulamentação federal, estadual e municipal. Todos os editais foram aprovados em comissão específica para execução do Plano de Trabalho da Lei Aldir Blanc, proposto pela Superintendência de Cultura, da Secretaria de Cultura e Turismo de Porto Seguro e aprovado pelo órgão federal. Vale ressaltar que o processo e as entregas ainda estão em fase de prestação de contas à esfera federal. O material, com obra da artista Neusa Maria Consorti, conhecida como Jernhy Consorti, mosaicista que mora há 34 anos em Trancoso, foi retirado da pracinha da entrada do Quadrado, no Bosquinho. A ação foi realizada sem nenhum comunicado e, até o momento, os responsáveis não informaram o motivo da ação contra o nosso patrimônio público.”]]></description>
			<dc:creator>Produção Jernhy Consorti</dc:creator>
			<pubDate>Sat, 16 Jan 2021 00:10:53 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3219</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Esclarecimento Naturalle</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3218</link>
			<description><![CDATA[“Com referência à reportagem ‘Catadores impedidos de trabalhar fazem protesto em frente ao lixão’ publicada neste site no dia 29/12/2020, a Naturalle Tratamento de Resíduos esclarece o seguinte: O protesto dos catadores não foi ‘em frente ao portão do lixão onde trabalham’, como afirma a matéria, mas no acesso à Central de Tratamento e Valorização de Resíduos (CTVR) da Naturalle. A unidade começou a receber, no final do ano passado, os resíduos do município de Porto Seguro e isso gerou insatisfação por parte dos catadores, que não aceitaram o fim do lixão. Além disso, a empresa não recolhe o lixo de Eunápolis e Santa Cruz Cabrália, como informa a matéria. A CTVR da Costa do Descobrimento é a solução para a destinação correta dos resíduos produzidos na região e obedece a todas as exigências da Política Nacional de Resíduos Sólidos e os dispositivos previstos pela legislação ambiental. Uma CTVR é uma moderna obra de engenharia criada para a disposição ambientalmente adequada dos resíduos sólidos urbanos, como orgânicos, inertes, hospitalares e recicláveis. Enquanto os lixões contaminam o solo, os rios, atraem vetores de doenças e causam mau cheiro, a CTVR é um equipamento seguro, que atende à legislação ambiental, preservando a flora e a fauna por meio de técnicas modernas de engenharia, impedindo a contaminação do solo e dos aquíferos.”]]></description>
			<dc:creator>Ascom Naturalle</dc:creator>
			<pubDate>Thu, 14 Jan 2021 21:46:39 +0000</pubDate>
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		</item>
		<item>
			<title>Covid-19 em 2021</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3217</link>
			<description><![CDATA[“Longe de todas as expectativas, iniciamos o ano de 2021 ainda na luta contra a Covid-19. Pudemos observar que a esperança trazida pela melhora no número de casos observada a partir de agosto de 2020 gerou uma sensação de segurança para uma parte importante da população brasileira. Segurança para retomar suas rotinas diárias, visitar vizinhos, parentes e amigos, e, principalmente, para afrouxar os cuidados instaurados e cientificamente comprovados para a diminuição da circulação do vírus na sociedade. Ou seja, a falsa ideia de que o fim da pandemia se aproximava fez com que muitas pessoas deixassem de usar máscara e de evitar aglomerações ou, até mesmo, reduzissem os cuidados com a higiene das mãos. Felizmente, hoje, podemos dizer que os profissionais da saúde desenvolveram uma boa expertise no tratamento dos pacientes com Covid-19, fazendo com que reduzíssemos o tempo de permanência em UTI e o número de intubados, quando comparamos o período atual aos piores meses da pandemia no Brasil. Além disso, temos a nosso favor muito mais informações sobre tratamentos confiáveis do que havia em março e abril do ano passado. Mas o vírus continua aqui, entre nós. Por mais que tenhamos melhorado nossos indicadores de qualidade no tratamento da infecção, não temos cura, a vacinação ainda não é uma realidade para os brasileiros e, portanto, as infecções e os óbitos continuam a ocorrer. As únicas medidas que temos para impedir a propagação do vírus são as descritas acima, que vêm sendo sistematicamente sub-rogadas por uma parcela da população. Como resultado, vemos o aumento no número de casos confirmados desde meados de novembro de 2020 e, muito pior, o aumento também no caso de óbitos em decorrência da doença. Estamos cansados, sim, desta pandemia, mas isso não faz com que ela desapareça. Precisamos manter as medidas de propagação para impedirmos que esse aumento se torne exponencial, como aconteceu no segundo trimestre de 2020. Precisamos evitar o colapso do sistema de saúde antes de conseguirmos vacinar entre 85% e 95% da população, para, assim, adquirirmos a imunidade de rebanho e evitarmos a circulação do vírus. As férias de janeiro trazem um grave temor para os que lidam com a infecção diariamente. Observamos que houve afrouxamento nas medidas de segurança durante as festas, e estamos apreensivos que isso não só se propague durante as férias, mas que piore. E que retornemos ao que vivemos no início desta pandemia, com as mais de mil mortes diárias, o colapso do sistema de saúde em alguns Estados e a Covid-19 vencendo a batalha diariamente. Por isso, a comunidade médica faz um forte apelo. Até que tenhamos a vacinação em massa, devemos nos manter em quarentena, utilizando as medidas de precaução e cuidando não apenas de nós, mas de toda a população suscetível ao agravamento da infecção.”]]></description>
			<dc:creator>Fernanda Fontanezi</dc:creator>
			<pubDate>Tue, 12 Jan 2021 18:56:49 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3217</guid>
		</item>
		<item>
			<title>A vacina chegou</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3215</link>
			<description><![CDATA[“Depois de 1 milhão e 800 mil mortes no mundo, depois de 9 meses de pesquisas com gastos de bilhões de dólares, envolvimento de milhares de pesquisadores, enfim veio a notícia mais esperada do ano na mídia internacional: a vacina chegou! Esta foi a manchete em todos os jornais e noticiários de rádio e televisão no planeta. Comentaristas comemoraram a façanha da ciência que, em tempo recorde, conseguiu produzir as várias vacinas disponíveis contra o Covid-19, o conhecido Coronavírus, causador de doenças que atacam os pulmões, rins, coração e levam à morte e deixam sequelas aos que sobrevivem. O Brasil entra na casa dos 200 mil mortos, perdendo apenas para os Estados Unidos com seus mais de 340 mil mortos. O mundo todo, somando todos países, chegou ao final do ano de 2020 com 82 milhões de infectados pelo vírus, e 1,8 milhão de mortes. A chegada dessas vacinas é um alento para as famílias na Terra. Primeiramente, a Rússia começou a vacinar em final de novembro, com a Sputinik 5, contestada pelo mundo ocidental que só considerou a primeira vacinação a dos ingleses, no início de dezembro. Depois vieram Estados Unidos, Canadá, Arábia Saudita, Chile, México, Costa Rica, Alemanha, Espanha, Itália, Bélgica e demais países do bloco Europeu, Argentina e mais 40 países que ainda em 2020 estavam vacinando seus habitantes. Porém o Brasil, considerado o gigante da América do Sul, de riquezas exuberantes e cientistas renomados, sequer tem seringas suficientes para a vacinação. Nenhuma das quatro vacinas candidatas foi autorizada pelo órgão federal fiscalizador a ser aplicada e nenhum estado possui autonomia para comprar vacinas e aplicar nos seus cidadãos que movem a economia e a vida. Enquanto isso os números de dezenas de milhares de novos infectados e centenas de novas mortes crescem, lotando hospitais e causando dor física nos pacientes e dor espiritual nos familiares que sofrem perdas de entes queridos. É um caos anunciado que aumenta após as aglomerações irresponsáveis nas festas de Natal e virada de ano. Comemorar o quê? A sobrevivência? Enfim, a humanidade é assim: com parcelas de egoísmo e também de solidariedade. Mas com a chegada das vacinas, que no Brasil devem começar as aplicações em fins de janeiro e início de fevereiro, resta a esperança de dias melhores e o final da pandemia até o meio do ano novo. Mesmo que no Brasil a questão da vacinação tenha entrado em debate político e ideológico, devemos entender que só a vacina salva este cenário de milhares de mortes. Não importa se a vacina é russa, chinesa, inglesa, americana, alemã, o que importa é que todos devemos tomar, como já fizemos em muitas outras ocasiões desde os tempos de crianças, contra o sarampo, a meningite, paralisia etc. Agora é contra o Covid-19. Está chegando a nossa hora, vamos entrar na fila e arregaçar a manga, antes tarde do que nunca. Porém a prevenção continua, com uso de máscara ao sair nas ruas e entrar em locais fechados, lavar as mãos toda hora e usar álcool em gel 70° após tocar nas coisas. Quando chegar a vacinação aqui no RS, bora lá no postinho!”]]></description>
			<dc:creator>Vladimir Cunha dos Santos</dc:creator>
			<pubDate>Thu, 31 Dec 2020 16:03:13 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3215</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Aposentada por invalidez</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3213</link>
			<description><![CDATA[“Não sei se o senhor vai ler, mas, mesmo assim, eu quero deixar o meu desabafo. Infelizmente, por não termos o 13º salário, pois foi adiantado - até agora não entendi porque - não vai sair o 14º salário. Estão fazendo uma campanha enorme para tal, e eu acredito. Mas os aposentados vão ter um Natal simples. Eu, particularmente, estava aguardando com fé que saísse, pois surgiu um problema odontológico, que não sei como vou resolver. Eu agradeço e peço desculpa pela minha sinceridade.”]]></description>
			<dc:creator>Lúcia Maria de Paula</dc:creator>
			<pubDate>Fri, 18 Dec 2020 17:26:34 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3213</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Verão Uíki</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3210</link>
			<description><![CDATA[“Felicidade é o que importa e tudo vai dar certo! O Uíki Parracho se reinventa, dia após dia, na missão de promover experiências mágicas nesse lugar encantador por natureza: Arraial d’Ajuda. Mais do que nunca, momentos inesquecíveis requerem empatia, consciência, amor pelo próximo e um novo olhar para o coletivo. É por isso que, prezando pelo seu bem-estar e da comunidade, nesse momento, decidimos por não realizar a programação especial do Verão Uíki. O distanciamento social é uma necessidade que precisa ser respeitada por todos. Compreendemos a sua vontade de virar esse longo ciclo pulando as sete ondinhas, recarregando as energias e assistindo ao nascer do sol, na esperança de que 2021 nos traga boas notícias. E Arraial te espera! Pousadeiros, restaurantes, comerciantes, taxistas, cozinheiros, garçons, pescadores, entre tantos, estão preparados para recebê-los. Venham com o astral lá em cima, mas não se esqueçam de respeitar a nossa vila! É hora de fazermos da máscara moda, de levarmos à sério quando nos dizem para manter as mãos limpas e de criarmos novas maneiras de demonstrar afeto. É hora de curtir a praia com os amigos do jeito certo, sem aglomeração, tendo cuidado com todos e consigo, não fazendo poluição sonora e jogando o lixo no lixo. Se tem sol, se tem mar, se tem praia, melhores dias Verão! Os tickets adquiridos serão 100% ressarcidos.”]]></description>
			<dc:creator>Uíki Parracho</dc:creator>
			<pubDate>Wed, 09 Dec 2020 17:32:41 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3210</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Nada de festas</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3208</link>
			<description><![CDATA[“Quero reafirmar que não será permitida nenhuma festa de final de ano em dezembro. Passei hoje para o secretário de Saúde e vou pedir ao secretário de Segurança Pública que faça o monitoramento das redes sociais para qualquer bar, qualquer barraca, qualquer ente comercial que esteja chamando festa no mês de dezembro e janeiro, a polícia atue preventivamente, que faça notificação desse ente comercial, avisando que não será permitido; e a polícia fará o bloqueio de entrada desses estabelecimentos. Nós não permitiremos festa nenhuma, em nenhuma quantidade. O limite que está no decreto de evento com 200 pessoas não se refere a festa, se refere a evento comercial, religioso, mas não evento festivo, onde as pessoas vão estar lá consumido bebida, dançando, todo mundo junto. Isso não será permitido, e a polícia atuará preventivamente e nós notificaremos. Eu determinei hoje ao secretário de Saúde que monte uma estrutura junto com Secretaria de Segurança para fazer o rastreamento, o monitoramento de redes sociais, além das divulgações de mídias, para identificar essas supostas festas que estão sendo chamadas para o mês de dezembro, repito, seja em bares, boates, restaurantes, barracas, qualquer estabelecimento não será permitida a festa. A vida humana é mais importante do que o faturamento nas festas e é melhor segurar a festa agora do que ter que fechar estabelecimentos que geram emprego e renda para a população.”]]></description>
			<dc:creator>Rui Costa - Governador da Bahia</dc:creator>
			<pubDate>Sat, 05 Dec 2020 17:31:52 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3208</guid>
		</item>
		<item>
			<title>O voto dos idosos</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3207</link>
			<description><![CDATA[“Entre as tantas contradições do direito positivo brasileiro, o voto do cidadão realiza a proeza de ser, ao mesmo tempo, direito e dever. O cidadão tem o direito de votar, concedido à sua cidadania brasileira, e tem a obrigação, na mais tolerante hipótese, de encenar na cabine um arremedo de votação, fazendo-o de modo nulo ou em branco. O mesmo, porém, não vale para os maiores de 70 anos, dispensados do dever. A partir dessa idade o sujeito ganha alforria, está livre da multa por descumprimento do dever. É como se a lei lhe dissesse: “A democracia passa muito bem sem seu voto, senhor”. Convenhamos que tal norma é tão idiota quanto a que torna obrigatório o voto do pior dos eleitores, aquele que vota a contragosto, de qualquer jeito, em qualquer sujeito, sem reconhecer a importância do que faz. A história de sucessivas civilizações contém inúmeros exemplos de valorização da opinião dos idosos. A humanidade entrou pelo século XX incorporando no seio das famílias a tradição do aconselhamento pelos mais velhos, num reconhecimento do valor da experiência e da sabedoria acumulada. Abandonar essa tradição e vencê-la integra a agenda daqueles que querem derrubar, desde seus fundamentos éticos e práticos, a civilização ocidental. Recupere-se, então, uma importante e descuidada noção: o domínio dessas sutilezas que compõem o cotidiano da geração digital, ante as quais tropeçam os dedos e os neurônios dos idosos, está longe de ser sabedoria. Os conselhos dos anciãos incluem-se entre as primeiras formas de organização espontânea das sociedades primitivas, substituindo a razão do mais forte pela dos mais sábios e experientes. No antigo Egito, os anciãos eram honrados e consultados mesmo após a morte. Eles estão mencionados em livros do Antigo Testamento. Integravam a organização política de Esparta, denominados Gerúsias, e daí advêm os atuais senados. Também em Roma, nos mosteiros medievais, na Revolução Francesa (após a derrota dos jacobinos) os anciãos cumpriram importante papel. Foi nessa natural tradição que se inspiraram os constituintes da Filadélfia para criar o senado dos EUA e o Brasil para instituir nosso próprio senado em 1824. Tudo isso sem esquecer algo pitoresco: foi a associação entre idade e sabedoria que fez valer ao judiciário britânico o uso das perucas brancas, vigentes durante séculos, até 2007. Diante de tantas e tais evidências, proporcionada no decurso de milênios, o desinteresse pelo voto dos idosos se revela rematada tolice. No último pleito, talvez em função da pandemia, a abstenção em Porto Alegre chegou a um terço dos votantes. A esses eu digo que no domingo passado, valendo-nos do horário prioritário dos idosos, minha mulher e eu tivemos mais facilidade e agilidade para votar do que em qualquer outra ocasião. Saímos convencidos de que se alguém pode ir ao supermercado, certamente estará mais bem resguardado numa rápida chegada à sua seção eleitoral no horário apropriado. Aos que estão dispensados da obrigação, lembro: vocês são eleitores altamente qualificados por sua experiência, pelo que testemunharam na história vivida, pelo Brasil que conheceram e pelo Brasil que conhecem. Ele precisa de vocês.”]]></description>
			<dc:creator>Percival Puggina</dc:creator>
			<pubDate>Mon, 23 Nov 2020 18:41:35 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3207</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Eleições 2020</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3205</link>
			<description><![CDATA["Boa noite! Como acesso a votação de todos candidatos a vereadores? Parabéns pelo brilhante, indispensável, profissional, técnico e imprescindível trabalho jornalístico na cobertura das eleições 2020. Você mobilizou toda cidade. Foi um show!"]]></description>
			<dc:creator>Kadu Torres</dc:creator>
			<pubDate>Wed, 18 Nov 2020 19:31:17 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3205</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Abstenção de votos</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3204</link>
			<description><![CDATA[“Olá bom dia! Gostaria de sugerir uma pauta sobre a abstenção de votos nesta eleição. Acredito que vocês são o único jornal realmente imparcial da cidade e que este assunto é importante para a reflexão de nossa sociedade. Obrigado e parabéns pelo trabalho. Não sei se o juiz eleitoral faz alguma classificação das justificativas (assim como os médicos fazem com o CID de atestados para justificar afastamento), mas este seria um caminho para investigar. Penso em algumas possibilidades: Votos Brancos exerceram seu direito, entendo que descartaram as opções que se candidataram. Votos nulos podem também não ter escolhido alguém ou não sabiam operar a urna e tiveram o voto anulado por erro de digitação. Já na abstenção: viagem - ausentes por estarem fora do município; medo ou precaução da pandemia (estas pessoas são grupo de risco e optaram não se expor – inclusive é o caso de minha esposa que está gestante de 38 semanas); desânimo com a política - novamente se apresentaram candidatos que já foram prefeitos ou representam grupos que estão no poder executivo há muito tempo. Transferência de município: eleitores que já não residem em Porto Seguro, mas não transferiram seus títulos, ou até nunca residiram aqui. Com o cadastramento da biometria, podemos comparar se a quantidade que se absteve é equivalente a quantidade de eleitores que não fizeram o cadastramento biométrico, pois teriam que apresentar um novo comprovante de residência. Eleitores fantasma: acho muita teoria da conspiração. Qual seria a vantagem se não votaram? Além de tentar traçar o motivo do não comparecimento, acho importante traçar o perfil destas pessoas (faixa etária, escolaridade, faixa salarial) e também a abstenção por zonas (que ainda não saiu no TSE) para entender quais seções tiveram maior número e de qual região da cidade são estes eleitores. Se você pegar os dados da eleição de 2016, tivemos quase a mesma quantidade de abstenção como neste ano (19.631 pessoas). Já para presidente em 2018 foram 15.922. Os dados estão no link: https://www.tse.jus.br/eleicoes/estatisticas/estatisticas-eleitorais Não tenho interesse político, não sou vinculado a qualquer organização. Como sou jornalista, também sou curioso. Meu intuito é mesmo provocar uma reflexão sobre o assunto e a curiosidade de saber quem são essas pessoas.”]]></description>
			<dc:creator>Guilherme Rodrigues</dc:creator>
			<pubDate>Wed, 18 Nov 2020 19:01:37 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3204</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Porto Seguro e a terceira idade</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3203</link>
			<description><![CDATA[“Porto Seguro não está preparado para a longevidade da população. O Instituto de Longevidade Mongeral Aegon lançou a segunda edição do Índice de Desenvolvimento Urbano para a Longevidade (IDL), que tem como objetivo avaliar o preparo de 876 municípios brasileiros para a longevidade da população. Porto Seguro está presente no estudo, que é composto pelos 300 municípios brasileiros com maior número de habitantes analisados. De acordo com os resultados, que levam em consideração 50 indicadores, o município não apresenta preparo satisfatório para a longevidade. ‘O papel do IDL é ser uma ferramenta prática que contribua diretamente para que os gestores públicos desenvolvam políticas que melhorem a qualidade de vida nas cidades. Da mesma forma, é um importante aliado para que a sociedade conheça de forma objetiva a realidade de seus municípios e, com isso, possa escolher melhor os seus próximos representantes, principalmente em um ano de eleição municipal’, explica Henrique Noya, diretor-Executivo do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon. O estudo completo pode ser acessado pelo site melhorescidades.org.”]]></description>
			<dc:creator>Alexandre Carvalho</dc:creator>
			<pubDate>Tue, 17 Nov 2020 19:04:06 +0000</pubDate>
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		</item>
		<item>
			<title>Treino de swimrun</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3202</link>
			<description><![CDATA["Parabéns, Porto Seguro e todos os atletas e organizadores, por esse evento maravilhoso! Com certeza muitos outros virão!"]]></description>
			<dc:creator>Ana Maria Cerqueira</dc:creator>
			<pubDate>Mon, 09 Nov 2020 17:45:16 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3202</guid>
		</item>
		<item>
			<title>“Estrupo?”</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3199</link>
			<description><![CDATA[“Estamos diante de uma celeuma que engorda sem saúde, porque se alimenta da indignação, ignorância, e do poder das redes sociais. Não existe o termo estupro culposo, nem no código penal, nem na jurisprudência, nem na doutrina jurídica, muito menos nos autos desse processo ou no pedido de absolvição feita pelo Ministério Público. O que constou é ausência de dolo (intenção) por não ser possível, por parte do réu, a identificação de vulnerabilidade da vítima. Ou seja, a forma como a vítima se portava não deixava claro o seu não consentimento ou consentimento. Tudo na mais perfeita lei e ordem, não é?! Entretanto, o vídeo compartilhado por mídia oportunista, mostra também uma verdade. Uma audiência onde o tratamento degradante e humilhante contra uma das partes do processo (a vítima, mulher) foi feito, ou por omissão ou ação, por aqueles que operam a justiça e o bom senso, não necessariamente nessa mesma ordem. Aí eu te pergunto: como provocaríamos uma reflexão com relação a um fato desse? Com um textão como o meu aqui, ou com uma expressão fictícia, memeática e muito bem empregada como estupro culposo?! Calem-se técnicos! Dissimulem os ideológicos! Mas todos aqueles que se sentirem atingidos, propaguem! Compartilhem e deem conhecimento ao que existe e ao que não existe!”]]></description>
			<dc:creator>Rodrigo Marcel</dc:creator>
			<pubDate>Wed, 04 Nov 2020 18:34:48 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3199</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Centelha divina</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3198</link>
			<description><![CDATA[“Quando Deus nos colocou no mundo – ou, se preferir, quando nossa mãe nos deu à luz – éramos seres puros, inocentes, a consciência imaculadamente branca. O bebezinho foi crescendo, virou criança, depois adolescente e, finalmente, ficou adulto. Pronto para encarar a vida, com seus anseios, vicissitudes, incertezas. E liberdade. A liberdade de agir, de pensar, de fazer. Deus nos deu o livre arbítrio para construirmos o nosso próprio destino. Alguns homens – a maioria - escolhem o caminho do bem. Do amor, da caridade, do bom senso, da arte. Outros, escolhem o caminho do mal. Há homens – verdadeiros luminares da história - que, além de escolherem o caminho do bem, fizeram a diferença. Deixaram para nós, mortais, um legado de transcendental importância. Tão importante mesmo, que a obra que deixaram se perpetua através dos séculos. A humanidade está repleta (felizmente) de gênios desse quilate. Beethoven compôs a maioria de suas obras, surdo. Dostoievski teve vida atribulada. Era epiléptico. Viciado em jogo. Pagava suas dívidas com livros, hoje, obras primas da literatura universal. Escrevia freneticamente porque estava devendo. Vincent Van Gogh foi e é, até hoje, figura das mais influentes da arte plástica. Morreu pobre. Não vendeu um único quadro quando em vida. Hoje, apenas um de seus quadros vale milhões de dólares. E assim como esses expoentes, milhares de outros, homens e mulheres mudaram o mundo para melhor: Anita Garibaldi, Santos Dumont, Madre Tereza de Calcutá, Antônio Carlos Jobin, Irmã Dulce, Elis Regina, Oscar Niemeyer etc. Tudo na vida tem verso e reverso. Dois lados: o bonito e o feio, o bom e o mau, preto e branco, frio e calor, virtude e estupidez. Carlos Lacerda, ex-governador do extinto estado da Guanabara, hoje estado do Rio de Janeiro, dizia: “Há homens que não merecem uma resposta, outros nem mesmo um olhar”. Vou citar um deles que, aos olhos da humanidade, não merece nem mesmo um olhar. É ele, Bashar Al Assad, presidente da Síria. Ditador, governa seu país desde o ano 2000. Sucedeu seu pai, que por sua vez, governou a Síria por longos trinta anos. Vai fazer 10 anos que o país sofre uma guerra civil. Quatrocentos e cinquenta mil mortos, metade dos quais civis. Dentre eles, muitas crianças. A ONU estima que 7,6 milhões de pessoas se refugiaram em outros países, para fugir do conflito. O país – devastado pela guerra - está em ruínas, quase virando pó, mas o governante se agarra com unhas e dentes ao pouco que resta do país. Esse faz o mundo ficar mais feio. E mais triste.”]]></description>
			<dc:creator>Adilson M. de Negreiros</dc:creator>
			<pubDate>Tue, 27 Oct 2020 18:26:05 +0000</pubDate>
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		</item>
		<item>
			<title>Obrigatoriedade de vacinação</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3197</link>
			<description><![CDATA[“Há 116 anos, opositores do presidente Rodrigues Alves usaram a obrigatoriedade da vacina contra a varíola para uma tentativa de golpe militar e assim conseguiram uma revolta popular com saldo de 30 mortos, presos e destruição. Hoje vemos o presidente Bolsonaro dizer que é contrário a vacinação obrigatória contra a Covid-19, que já é o maior desafio para a humanidade do século XXI, por motivos incompreensíveis. É público e notório que o Brasil elegeu um presidente com a mentalidade medieval, mas é inadmissível que o Senado, a Câmara e demais representantes da sociedade ignorem medidas genocidas e contrárias ao desenvolvimento econômico e social do Brasil. Basicamente, o direito à liberdade não é absoluto a ponto de estar acima do direito à saúde das outras pessoas; e muito menos o governo tem o direito de destruir campanhas centenárias e caríssimas feitas por médicos, enfermeiros e agentes de saúde que através da vacinação evitaram doenças e despesas futuras a previdência e a sociedade. Extremamente desagradável conviver em uma sociedade ignóbil que precisamos defender o óbvio.”]]></description>
			<dc:creator>Daniel Marques</dc:creator>
			<pubDate>Mon, 26 Oct 2020 18:10:55 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3197</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Parabéns, Jornal do Sol!</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3196</link>
			<description><![CDATA[“Cheguei até o Jornal do Sol através de uma pesquisa no Google. Estava procurando informações sobre o Carnaval de Porto Seguro, quando encontrei o site do Jornal do Sol. E entrei no site para buscar informações sobre minha pesquisa. Encontrei lá as informações que eu queria, e, desde a primeira vez que encontrei as informações que queria, nunca mais deixei de entrar no site... Sempre que quero saber algo sobre Porto Seguro, é o primeiro lugar que procuro. Gosto muito do Jornal do Sol, sempre com notícias interessantes! Parabéns!”]]></description>
			<dc:creator>Gracielle Teixeira</dc:creator>
			<pubDate>Fri, 23 Oct 2020 22:10:32 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3196</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Plogging Instituto</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3194</link>
			<description><![CDATA["Deveria existir em cada cidade um Plogging, que se assim fosse, em apenas um ano ninguém jogaria lixo no chão ou nas ruas. Todos cuidariam do seu próprio lixo. Seria uma revolução mundial de educação ambiental. Vamos imitar as boas atitudes e boas ações saudáveis para que salvemos a humanidade, o planeta, os animais, a fauna marítima, a flora etc. E nos educar para sempre, buscando saúde, qualidade de vida e sustentabilidade."]]></description>
			<dc:creator>Sebastião Gama Júnior</dc:creator>
			<pubDate>Fri, 16 Oct 2020 18:17:40 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3194</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Programa social</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3190</link>
			<description><![CDATA[“O Brasil, indubitavelmente, é a terra onde os gestores públicos (políticos) são exímios engenheiros ou arquitetos de encontrar soluções milagrosas. Para eles não existem trincheiras intransponíveis que a engenhosa fábrica do jeitinho brasileiro não possa solucionar. São as famosas jabuticabas só existentes aqui. Pois bem! Quando a corporação político-administrativa-governamental deseja obter um resultado favorável aos seus projetos ambiciosos e que tenham repercussão no âmbito político, não importam os métodos a serem aplicados, desde que os fins justifiquem os meios empregados. A ex-presidente Dilma Rousseff teve o seu mandato cassado por causa das famigeradas pedaladas fiscais, praticadas em seu governo. Agora, é o governo Bolsonaro tentando surfar na mesma onda ao acenar aporte de R$ 40 bilhões para o novo programa social do governo, o Renda Cidadã, cujos recursos teriam como uma das fontes de financiamento a rolagem dos pagamentos dos precatórios constantes na proposta orçamentária de 2021, que prevê pagamento de R$ 55 bilhões de precatórios (valores provisionados após sentenças definitivas na Justiça). Caso isso seja aprovado, estaremos diante de um verdadeiro calote da União perante os seus credores. Quando o Estado brasileiro reclama dos sonegadores fiscais, dos devedores que deixam de adimplir as suas obrigações pecuniárias para com a nação, o mesmo modus operandi é praticado pela União e por demais entes federativos. Causa estranheza que o nosso Judiciário se omita no seu dever de fazer cumprir uma decisão judicial, ou seja, que os precatórios sejam efetivamente pagos aos seus credores. Assim, é crime de responsabilidade o Governo Federal limitar o pagamento de precatórios previsto no Orçamento da União. Ademais, o fato traz insegurança jurídica. E o impacto negativo do anúncio do governo ao programa Renda Cidadã pôde ser observado no Índice Bovespa que fechou em queda de 2,41%, destoando da tomada dos mercados no exterior. Como só acontece, o governo não apresenta proposta de redução dos gastos públicos, mas deseja financiar programa social com dinheiro alheio."]]></description>
			<dc:creator>Júlio César Cardoso</dc:creator>
			<pubDate>Sat, 10 Oct 2020 19:02:19 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3190</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Retomada Axé Moi</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3189</link>
			<description><![CDATA["É com imenso prazer que compartilho que, no próximo dia 1° de dezembro, o Complexo de Lazer Axé Moi retomará suas atividades."]]></description>
			<dc:creator>Kassia Luana</dc:creator>
			<pubDate>Sat, 10 Oct 2020 18:51:48 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3189</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Delegacia digital</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3186</link>
			<description><![CDATA[“Estou em Itabuna há cerca de um mês em tratamento de saúde. Minha casa no Arraial d’Ajuda foi arrombada e eu não consegui registrar boletim de ocorrência na delegacia. Pedi que dois funcionários meus fossem à delegacia do Arraial d’Ajuda. Uma senhora que faz a limpeza da casa e um rapaz que cuida de reunir a correspondência. Eles foram prestar uma queixa a meu pedido, seguindo minhas instruções. Na delegacia, uma funcionária que é de fora de Porto Seguro se recusou a registrar queixa por duas vezes. Eles não foram atendidos. Praticamente enxotados da porta da delegacia. Por duas vezes disseram que procurasse a Internet para fazer a queixa virtualmente. E que eu, o proprietário do imóvel, tinha que estar presente. E meus funcionários disseram que eu estava em tratamento em Itabuna. Então, na delegacia me orientaram a fazer pela Internet. Na verdade, isso é falta de vontade de trabalhar e falta de tato com as pessoas. Acho que a funcionária da delegacia está angustiada, a angústia faz parte do ser humano. Tenho 77 anos. Os moradores mais antigos do Arraial d’Ajuda me conhecem. Já fui vereador em Porto Seguro por duas vezes, residente em Arraial. A casa fica na antiga rua do campo, no Centro mesmo. Os ladrões arrombaram tudo, levaram a cozinha e só não levaram fogão e bujão devido ao peso. Uma sacola de carpinteiro cheia de ferramentas, um faqueiro banhado de prata, jogo de panelas de alumínio, roupas de cama, pratos, capas de colchão, aparelho da parabólica. Só não levaram minhas roupas porque eu trouxe tudo para Itabuna, já que não sabia quanto tempo ficaria por aqui. Isso aconteceu em 15 de setembro. Mandei consertar o que foi quebrado, botar reforço, tábuas, arame farpado. E aqui minha filha tem um computador e conseguiu entrar no endereço eletrônico da delegacia digital e consegui registrar a queixa, mas eu não tenho boletim. Se por acaso a polícia prender um ladrão com as coisas que foram roubadas, como posso reivindicar os meus pertences? Não tem nenhum registro. Acho que essa denúncia vai para Salvador e ‘quando passar a pandemia’, daqui a um ano, aí pode mandar para Porto. Tudo agora é depois da pandemia...”]]></description>
			<dc:creator>José Reinaldo Lemos Porto</dc:creator>
			<pubDate>Sat, 03 Oct 2020 11:10:59 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3186</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Decisão do Conama</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3185</link>
			<description><![CDATA[“Absolutamente retrógrada e destrutiva decisão do Conama desprotegendo restingas, manguezais e permitindo queima de lixo tóxico em fornos industriais. Restingas e manguezais são berçários naturais de 80% das espécies de importância econômica, atenuam a erosão, protegem o litoral, servem de filtro biológico, retenção de sedimentos e combatem o aquecimento global. Por outro lado derrubou uma regra do ano de 1999 que proibia queima de lixo tóxico em fornos usados para a produção de cimento, contrariando a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) que estabelece que seja feito em ambiente controlado para evitar danos à saúde da população. Desnecessário ser especialista para saber que a região dos fornos que queimam lixo tóxico será contaminada, inclusive gerando prejuízo às empresas e seus funcionários. É incompreensível que a sociedade brasileira e suas instituições permaneçam alheios a destruição de nossas maiores e mais valiosas riquezas, apenas para permitir que o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, ‘passe a boiada’. Em última análise, somos nós a boiada que caminhamos para o abatedouro, liderados por presidente Bolsonaro e sua sanha destrutiva que nenhuma vantagem traz ao Brasil.”]]></description>
			<dc:creator>Daniel Marques</dc:creator>
			<pubDate>Thu, 01 Oct 2020 18:41:30 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3185</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Sugestão aos candidatos</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3184</link>
			<description><![CDATA["É urgente construir e equipar com materiais e professores um ginásio de esportes para que as crianças, estudantes, juventude e a população em geral possam praticar natação, danças, olimpíadas, amistosos, jogos de vôlei, basquete, futsal, handebol, atletismo 100m, 200m, 1500m, salto em altura, em distância, enfim, praticar todos esportes para o desenvolvimento e saúde do bairro. Esses esportes só vemos nas cidades dos outros e TV. Essa é uma das ideias para prefeitos e vereadores tomarem como bandeira e se comprometerem a realizarem com recursos próprios, parcerias, empresários, emendas ou governos, não importa de onde venha a verba, o imprescindível é fazer. Sei que uma cabeça pensante poderá abraçar essa ideia e colocar a cidade onde o Brasil nasceu no mesmo patamar das outras que já contam com seu ginásio de esportes desfrutam e são felizes."]]></description>
			<dc:creator>Kadu Torres</dc:creator>
			<pubDate>Tue, 29 Sep 2020 19:37:05 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3184</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Ponte sobre o Buranhém</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3183</link>
			<description><![CDATA[“Ouvi hoje uma história de que tem candidato defendendo a ideia de ponte no Rio Buranhém. Recebi de algumas pessoas inclusive me perguntando qual a minha opinião. Como o tema é antigo e já estudamos e debatemos muito sobre ele, seguem algumas considerações para que sejam levadas em conta antes de cairmos em conversa mole de período eleitoral, afinal, o que não falta é gente com solução simples para problema complexo buscando ganhar voto: A ponte é um ponto positivo na velocidade da travessia, isto é fato. Com uma ponte você vai atravessar mais rápido. Entretanto, este é o único ponto positivo a ser considerado e ele inclusive não fará sentido em pouco tempo, como demonstraremos a seguir. Vamos agora aos pontos negativos: 1. Impactos ambientais irreversíveis - As obras para construção de pontes envolvem grandes movimentações de terra, mudança significativa nas margens e no fundo do rio. O Rio Buranhém já sofre consideravelmente com o assoreamento, o que intensificaria o processo, exigindo obras de dragagem, o que condena todo um bioma e suas espécies; 2. A ponte teria um custo muito elevado - A ponte Ilhéus-Pontal, que recebeu a justa homenagem de Ponte Jorge Amado, levou 6 anos para ficar pronta, custou aproximadamente 100 milhões de reais e cobre um trecho de rio de 128 metros. A ponte em si, com suas estruturas de entrada e saída e estruturação no solo das margens, aumenta seu tamanho em 4 vezes. No Rio Buranhém, que possui em sua foz a distância de mais de 600 metros, poderíamos estimar o custo entre 300 milhões de reais até meio bilhão. Importante lembrar que o orçamento público da cidade de Porto Seguro para o ano inteiro é de aproximadamente 400 milhões; 3. É possível pensar em alternativas à travessia - Com o investimento que seria realizado na tal ponte, seria possível implementar no litoral sul uma série de estruturas que tornariam desnecessárias as travessias dos moradores. Um hospital de qualidade pode ser construído por um preço médio de 20 milhões, uma subprefeitura não custa nem 1; um SAC para atendimentos ao cidadão idem. Uma boa parceria com agências bancárias pode também resolver exigências do sistema financeiro; 4. Piora no tráfego de veículos - A ponte aceleraria e facilitaria a travessia, o que, por sua vez, aumentaria o fluxo de veículos nos distritos que já sofrem demasiadamente com o trânsito na alta temporada. Estimativas conservadoras dizem em um aumento de até 400% no número de veículos nas ruas, o que causaria um caos no tráfego urbano. As consequências mediatas seriam ainda a ampliação de ruas históricas com a consequente descaracterização, amplas zonas de estacionamento ocupando espaços públicos importantes, aumento do número de acidentes, aumento da poluição do ar; 5. Diminuição do estímulo ao transporte público - O uso do carro particular já é desestimulado em diversos destinos turísticos do mundo. Com a ponte, mais pessoas optariam pelo uso irrestrito do veículo particular em detrimento do transporte público. O Poder Público precisa sim olhar melhor para a nossa mobilidade urbana e para as opções de transporte público, oferecendo transporte barato, confortável e seguro e gerando uma gama de empregos diretos e indiretos. Além disso, precisa desestimular que os turistas utilizem seu carro particular para circular nos distritos. Um destino turístico que quer ser sustentável precisa diminuir a influência do carro e pensar nas pessoas e nos transportes limpos; 6. Prejudicialidade do turismo - O perfil turístico dos destinos do litoral sul garantem um posicionamento diferenciado no mercado do turismo nacional e internacional. A grande riqueza de Porto Seguro é ter em apenas um território diversos perfis de destino, com diferentes públicos. A busca por vilas históricas, preservadas, sossegadas e com meio ambiente preservado são exigências dos visitantes que procuram o litoral sul. A criação da ponte transformaria os destinos, homogeneizando suas estruturas e fazendo dos distritos meras continuações do mercado já existente da orla norte de Porto Seguro, que tem extrema relevância, mas que já cumprem seu papel. Transformar todo o município em resorts all-inclusive que privatizam praias não nos parece uma boa estratégia; 7. Desconsidera o avanço tecnológico - Já está disponível no site da Uber (https://www.uber.com/br/pt-br/elevate/) o sistema de drone tripulado para transporte de passageiros. A promessa é de que o sistema passe a funcionar efetivamente em 2024, chegando com alguns anos de atraso nos países da América Latina. Isto significa dizer que, dentro de alguns anos, há grandes chances de termos cidadãos comuns se transportando pelo ar, e isso não é ficção científica. Todo o vultoso investimento em uma ponte vai ser completamente desnecessário se dentro de pouco tempo esta tecnologia estiver disponível. Um candidato que se diz empreendedor deveria estar mais antenado nas tendências mundiais de mercado incluindo sustentabilidade e transporte por drones. A demora para a construção de uma ponte (a de Ilhéus demorou 6 anos e é 4 vezes menor pelo menos) pode fazer ela ser inaugurada em conjunto com a chegada da tecnologia e fotografarmos de cima o belo elefante branco. Poderia listar mais alguns pontos, afinal, o tema não é novo. Mas alguns candidatos se aproveitam do período eleitoral pra ganhar votos apresentando soluções mágicas para problemas complexos. Importante ressaltar que o serviço da balsa precisa passar por muitas melhoras, mas com certeza construir uma ponte não é uma delas.”]]></description>
			<dc:creator>Vinícius Parracho</dc:creator>
			<pubDate>Wed, 23 Sep 2020 19:21:39 +0000</pubDate>
			<guid>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3183</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Amor pela Terra Mater</title>
			<link>https://www.jornaldosol.com.br/trombone#comment-3182</link>
			<description><![CDATA[“Diferente da maioria das cidades, a chegada em Porto Seguro por terra, mar ou ar é um espetáculo cênico. Se a primeira impressão é a que fica, você será conquistado indelevelmente para o resto da vida. O acesso é por uma colina com espetacular vista panorâmica semelhante a um cartão postal do paraíso. Erigida de frente para o mar, ora azul turquesa ora verde esmeralda, a histórica e ancestral cidade se espraia ao longo da costa e bordeja o Rio Buranhem até seu poético encontro com o mar, em cujas águas singraram a esquadra Cabralina na epopéia do Descobrimento. Redescoberta nos meados da década de 70, com a chegada da rodovia BR-367, a bucólica vila que vivia ensimesmada, descobre sua ancestral vocação de receber bem o turista, iniciada no histórico ano de 1.500. Em inusual ato de bom senso, o governo federal, na inauguração da rodovia, transforma a cidade em Patrimônio Nacional, mediante decreto de tombamento, e instala um escritório do IPHAN. Estou convicto de que o tombamento e a consequente restrição construtiva preservou o Sítio do Descobrimento das mazelas e aberrações onipresentes nas cidades brasileiras. A cidade não é a Meca do turismo de lazer por acaso. Suas belezas naturais deslumbram o mais exigente turista. A paisagem na cidade sede e nos vários distritos atende o paladar de "tribos" de qualquer gênero ou faixa etária. Ao contrário das cidades litorâneas, em que predomina a monocultura dos belos coqueiros, em Porto Seguro, ao longo da Costa encontra-se, de forma surpreendente, exuberante vegetação original da Mata Atlântica, em uma apoteose verdejante que ilumina as pupilas e alegra o coração. Com a vedação de construção com mais de dois andares, a vegetação é soberana no solo e no céu, predominando em todos os locais, sobretudo na encosta que serpenteia os 60 km de borda marítima, criando, de um lado, aprazível moldura de verdejante bosque, e do outro, o mar com cálidas ondas beijando a praia. Os turistas das grandes cidades se encantam e ficam maravilhados com a overdose de natureza pura. Surpreende-me que ainda não criaram para venda, embalagem para viagem de "endorfina" by Porto Seguro. A cidade conta ainda com um Parque Nacional Marinho e três grandes parques florestais: Monte Pascoal, Pau Brasil e Estação Veracel. Se as belezas naturais já não fossem suficientes para elevá-la à categoria de uma das mais belas do país, a abençoada cidade possui belíssimo casario colonial, tanto na parte baixa como no intocável Centro Histórico, com o marco do Descobrimento e suas ancestrais igrejas e museus. O parque hoteleiro é composto de centenas de charmosas pousadas e modernos e ecológicos hotéis. A vista da Orla Norte do mirante da Cidade Alta é de tirar o fôlego, com o visual das recortadas enseadas, que ao longo dia têm no mar uma miríade de cores. Se o acaso ou o destino decide nossa vida, Porto Seguro pode ser um paradigma. Ela foi a primeira cidade do país a receber oficialmente turistas no longínquo ano de 1.500 e contemporaneamente, é uma das poucas que vivem exclusivamente dessa atividade, o que a tornou a maior especialista no Brasil e no mundo nesse segmento. O turista tem atividades intensivas de lazer de dia e à noite, e ainda pode escolher ao longo de uma semana visitação de atrações infindas. Há barracas de praias tranquilas ou de agito. À noite há opções de verdadeiros shows nas grandes cabanas de praia ou roteiro gastronômico nos variados restaurantes da cidade ou na idílica noite do Arraial d'Ajuda e Trancoso, com MPB e Jazz. A despedida de Porto Seguro normalmente é acompanhada de lágrimas. E a melancolia de quem parte só não é maior pela convicção de que haverá um breve retorno. É surpreendente a quantidade de turistas que voltam nas férias por sucessivas décadas. É um amor sem fim com admirável fidelidade. Transcorridos 45 anos da minha primeira visita, a bucólica imagem e a emoção sentida persistem intocáveis na alma e no coração.”]]></description>
			<dc:creator>Cícero Sena</dc:creator>
			<pubDate>Fri, 18 Sep 2020 19:58:07 +0000</pubDate>
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			<title>A crise e a lagosta</title>
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			<description><![CDATA[“A Crise é uma espécie de primeira mandatária na política brasileira. Ela não emite ordens. Antes, se impõe pela simples presença. Sempre incômoda e multiforme, são de sua natureza, entre outros, fatores políticos, econômicos, sociais, institucionais, ecológicos ("My lungs are burning!", lembram?). Nossa experiência republicana pode ser contada pela sequência das crises que se sucedem sem que as causas sejam adequadamente removidas. Num dos capítulos do meu livro "Pombas e Gaviões", examino nossa proverbial capacidade de descrever com palavras ásperas as dificuldades nacionais e distribuir culpas aos adversários sem jamais atacar as causas. Está tudo errado, mas não mexe, escrevi, para sintetizar tão estável relação com problemas que afetam a nação, perceptíveis até mesmo numa leitura transversal da história da República. Algo tão repetitivo suscita, inclusive, artifícios de linguagem, analogias, para tornar menos aborrecida a descrição, especialmente quando em forma de texto. Por isso, nos habituamos a falar da beira do precipício, do fundo do poço, da luz no fim do túnel, do gato subindo no telhado... Às vezes, a crise cria contornos especialmente ameaçadores e a referência vai ser buscada no padecimento de países vizinhos. Modernamente, as analogias ganharam um toque poético com a utilização da imagem dos cisnes negros. Estimulado por elas, imaginei um fato acontecido não sei quando, nem onde, nem com quem. Mas sei que um ancestral nosso fez essa experiência. Em busca de algo para comer, esse homem primitivo, desapetrechado, mergulhou num beira-mar rochoso. O único ser vivo possível de capturar era um crustáceo morador daquelas águas. Tinha a casca grossa, assustadoras pinças, várias patas e antenas. Uma nada apetitosa lagosta. O que ele descobriu, atacando-a a pedrada, hoje faz a fortuna de uma cadeia produtiva que se encontra com consumidores nos banquetes do STF. Menciono essa muito provável e remota ocorrência porque, não raro, as oportunidades estão escondidas onde parecem inimagináveis. Mas o fato é que muita gente está atravessando as dificuldades deste ano. Se ele lhe parece desalentador, resista. Não permita que lhe tome a esperança. Não admita que ao estrago já feito se some a frustração da derrota definitiva. Não perca o brilho nos olhos. Tenho tido bons exemplos disso. Donos de bem sucedidos restaurantes fecharam a porta e foram para o telefone atender pedidos e levá-los aos clientes. Não é improvável que ali onde está o problema esteja também a solução, em águas fundas ou rasas, mas ao alcance da mão."]]></description>
			<dc:creator>Percival Puggina</dc:creator>
			<pubDate>Thu, 17 Sep 2020 17:05:58 +0000</pubDate>
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