Empresários têm oportunidade única com palestra “Dicas Digitais”

Idealizador do perfil Dicas Digitais, um dos maiores de marketing do mundo no Instagram, hoje com quase 800 mil seguidores, o especialista Rapha Falcão vai estar em Porto Seguro para uma palestra gratuita. É uma oportunidade imperdível para os empresários que queiram buscar mais conhecimento sobre marketing digital. E, com certeza, vão poder aperfeiçoar suas estratégias para alavancar seus negócios por meio das redes sociais.

A oficina faz parte do Circuito Empresarial, série de eventos de capacitação promovidos pelo Sebrae e Sicoob. Será presencial, observados os protocolos sanitários, na quinta, 23/09/21, às 9h, no Hotel Solar do Imperador. O ingresso é 1 Kg de alimento não perecível, que serão doados através do Rotary Club de Porto Seguro para a Fundação Doce Lar, na Agrovila.  As inscrições, limitadas, devem ser feitas aqui, pela plataforma Sympla.

O conteúdo vai abordar técnicas de como traçar um Objetivo de Marketing; criar Personas (Clientes Ideais); fazer um Planejamento de Conteúdo e também trabalhar os Gatilhos Mentais nas suas vendas, com estratégias para Instagram, Facebook, WhatsApp e E-mail.

A realização da palestra conta com o apoio da ABIH-Extremo Sul; Abrasel Costa do Descobrimento; Associação Comercial e Empresarial de Porto Seguro; CDL-Porto Seguro; Senac; Elas Empreendem; Prefeitura de Porto Seguro; Rotary Club de Porto Seguro e Jornal do Sol.

Rapha Falcão

O perfil Dicas Digitais se tornou um dos maiores da temática no Instagram apenas um ano após ser lançado. Raphael ou simplesmente Rapha, como é chamado, iniciou sua escalada nas redes sociais no final de 2016, após um empresário questioná-lo durante uma consultoria no Sebrae sobre onde buscar conteúdo na internet para fazer o marketing da sua empresa.

Rapha Falcão trabalha com marketing desde 2008, atuando em diversas frentes da área. Foi gestor do Sebrae Digital por mais de 4 anos, onde representou o nordeste no comitê de gestão dos canais digitais no Sebrae Nacional. Já palestrou e ministrou workshops em mais de 50 cidades, tendo impactado mais de 10 mil pessoas ao longo de sua jornada como palestrante.

 


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A partir do dia 1º de novembro, o WhatsApp vai deixar de funcionar em alguns aparelhos Android e iOS, do iPhone, com versões de softwares antigos.

Telefones com sistema operacional iOS 9 (lançado em 2015; a última disponível no iPhone 4S) ou inferior e Android 4.0.4 (de 2011) ou anteriores passarão a ser incompatíveis com o aplicativo, de acordo com informativo publicado pela rede social. Com isso, mais de 40 modelos deixarão de ter o aplicativo (Confira a lista abaixo).

Compatíveis

A empresa oferece suporte e recomenda o uso de aparelhos com sistema operacional Android 4.1 e posterior; iPhones com iOS 10 e posterior e alguns aparelhos com KaiOS 2.5.1 e versões posteriores, incluindo JioPhone e JioPhone 2.

Outra informação da Central da empresa é de que, caso tenha um desses aparelhos, instale o WhatsApp e confirme seu número de telefone. O WhatsApp pode ser utilizado apenas com um número de telefone em um aparelho por vez. “Além disso, não é possível transferir o histórico de conversas entre plataformas diferentes. Contudo, você pode exportar seu histórico de conversas como um anexo de e-mail”, finaliza o texto.

Confira a lista de smartphones que não terão mais o aplicativo: 

Samsung

Galaxy Trend Lite, Galaxy Trend II, Galaxy S2, Galaxy S3 mini, Galaxy Xcover 2, Galaxy Core e Galaxy Ace 2;

LG

LG Lucid 2, Optimus F7, Optimus F5, Optimus L3 II Dual, Optimus F5, Optimus L5, Optimus L5 II, Optimus L5 Dual, Optimus L3 II, Optimus L7, Optimus L7 II Dual, Optimus L7 II, Optimus F6, Enact, Optimus L4 II Dual, Optimus F3, Optimus L4 II, Optimus L2 II, Optimus Nitro HD and 4X HD, e Optimus F3Q

ZTE

ZTE Grand S Flex, ZTE V956, Grand X Quad V987 e Grand Memo;

Huawei

Huawei Ascend G740, Ascend Mate, Ascend D Quad XL, Ascend D1 Quad XL, Ascend P1 S e Ascend D2;

Sony

Sony Xperia Miro, Sony Xperia Neo L e Xperia Arc S;

Outros

Alcatel One Touch Evo 7, Archos 53 Platinum, HTC Desire 500, Caterpillar Cat B15, Wiko Cink Five, Wiko Darknight, Lenovo A820, UMi X2, Faea F1 e THL W8.


Com informações do app Whatsapp (Foto: Reprodução)

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Anatel aprova o edital do leilão de 5G

Maior oferta de espectro da história da Agência ampliará a conectividade,

com compromissos de investimento e expansão das redes de telecom

O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou, em reunião realizada nesta quinta-feira (25/02/21), o edital do leilão de 5G. Maior oferta de espectro da história da Anatel, a licitação das radiofrequências nas faixas de 700 MHz, 2,3 GHz, 3,5 GHz e 26 GHz proporciona maior volume de recursos de espectro para que as prestadoras possam expandir suas redes.

A proposta aprovada estabelece compromissos nacionais e regionais de investimentos de cobertura e backhaul que obrigam as empresas vencedoras do leilão a atenderem áreas pouco ou não servidas, como localidades e estradas, com tecnologia 4G ou superior. Para os municípios com mais de 30 mil habitantes, estão previstos compromissos de atendimento já com tecnologia 5G.

Além disso, o edital também contempla recursos para a implementação de redes de transporte em fibra óptica na Região Norte (Programa Amazônia Integrada e Sustentável – PAIS) e a construção da Rede Privativa de Comunicação da Administração Pública Federal, fundamental para sustentação dos serviços de Estado conforme o Decreto nº 9.612, de 17 de dezembro de 2018. Esses compromissos estão alinhados com as priorizações definidas na Portaria nº 1.924/SEI-MCOM, de 29 de janeiro de 2021, do Ministério das Comunicações (MCOM).

A deliberação agrega as propostas: de edital de licitação para autorização de uso de radiofrequências nas faixas de 700 MHz, 2,3 GHz, 3,5 GHz e 26 GHz; de alteração da Resolução nº 711/2019 e do Regulamento sobre Condições de Uso da Faixa de Radiofrequências de 3,5 GHz a ela anexo; de aprovação do Regulamento sobre Condições de Uso da Faixa de Radiofrequências de 24,25 GHz a 27,50 GHz; e de alteração do Plano Geral de Autorizações do Serviço Móvel Pessoal (PGA-SMP), aprovado pela Resolução nº 321/2002.

Para o conselheiro Carlos Baigorri, relator da proposta, “o certame em questão é fundamental para entregar à sociedade brasileira serviços móveis de última geração, viabilizando uma banda larga móvel mais rápida e de melhor qualidade”. Em sua análise, Baigorri cita dados de The Impact of 5G, relatório do Fórum Econômico Mundial que estima a contribuição do 5G para a economia global em um total de US$ 12,3 trilhões de produção econômica até 2035, contribuindo para o PIB global real no nível de uma economia do tamanho da Índia. Desse valor da produção econômica, a contribuição dos setores de manufatura, transporte, construção, serviços públicos e mineração por si só pode produzir mais de US$ 5 trilhões em bens e serviços.

Na reunião, foram apresentados votos pelo presidente da Anatel, Leonardo de Morais, e pelo conselheiro Moisés Moreira. Em seu voto, o presidente da Agência destacou que em um processo como este “é imprescindível, portanto, que se considere concreta e conjuntamente tanto o arranjo competitivo estabelecido no mercado quanto as opções disponíveis para a transição tecnológica, de modo que ela possa ser mais suave, completa e inclusiva. Tal transição deve estar bem alinhada às diferentes necessidades e realidades das prestadoras e dos usuários e perfeitamente aderente às políticas públicas estabelecidas. Dessa forma, entrega-se à sociedade os máximos benefícios socioeconômicos da exploração desse bem público de uso limitado tão essencial às telecomunicações, o espectro radioelétrico”.

O conselheiro Moisés Moreira ponderou que o 5G traz avanços em relação ao 4G no quesito de banda larga móvel, permitindo o aumento de 20 vezes na taxa de pico, chegando a uma taxa de transmissão de dados de até 20 megabits, e de 10 vezes na taxa de dados experimentada pelos usuários, chegando a 100 megabits. “Quando digo que o 5G tem potencial de revolucionar nossas vidas, refiro-me ao fato de que o 5G considera, em sua concepção, três cenários distintos de uso: a banda larga móvel evoluída, a comunicação máquina a máquina e a comunicação ultra confiável de baixíssima latência – esses dois últimos cenários, que possuem o condão em especial de alavancar os novos modelos de negócios, incluindo-se a indústria 4.0, a telemedicina, o carro autônomo, as cidades inteligentes, a agricultura inteligente, entre outros”, afirmou.

O edital foi objeto da Consulta Pública nº 9, de 14 de fevereiro de 2020, que recebeu 262 contribuições da sociedade em seus 60 dias de duração. Com a deliberação do Conselho Diretor, os estudos de viabilidade e cálculo do preço mínimo, após conclusão pela área técnica da Agência, deverão ser encaminhados para o Tribunal de Contas da União (TCU). A Anatel mantém sua expectativa de realização do certame ainda neste primeiro semestre de 2021.

Tecnologia de quinta geração

O 5G é o mais recente padrão tecnológico para serviços móveis e a Anatel trabalha para promover sua implementação no País de forma segura e sustentável. Devido às suas características, que incluem altas taxas de transmissão de dados e baixa latência, a tecnologia oferece ampla gama de possibilidades, ainda a serem exploradas.

No decorrer de sua implantação, deverão ser desenvolvidas aplicações inovadoras que aproveitem o potencial tecnológico do 5G para introduzir serviços que ampliem a eficiência dos mais diversos setores da economia e beneficiem a sociedade. Diferentemente das mudanças nas gerações passadas (2G, 3G e 4G), o foco desta tecnologia não está somente no incremento de taxas de transmissão, mas também na especificação de serviços que permitam o atendimento a diferentes aplicações.

O 5G vai concretizar conceitos como os de Internet das Coisas (IoT) e aprendizagem de máquina em tempo real, promovendo uma verdadeira transformação na forma como as pessoas e organizações se relacionam.

Entre os avanços esperados para o 5G estão:

Aumento das taxas de transmissão - maior velocidade; baixa latência - tempo mínimo entre o estímulo e a resposta da rede de telecom; maior densidade de conexões - quantidade de dispositivos conectados em uma determinada área; maior eficiência espectral - quantidade de dados transmitidos por faixa de espectro eletromagnético; e maior eficiência energética dos equipamentos - economia e sustentabilidade.

A tecnologia 5G é flexível e se adapta de acordo com a aplicação utilizada. Uma das funcionalidades previstas para a quinta geração é o network slicing ou “fatiamento da rede” – no qual as características da rede poderão ser adaptadas de acordo com a necessidade. Por exemplo: vídeos de alta resolução (como 4K) podem demandar larguras de banda extremamente altas, enquanto aplicações como carros autônomos ou cirurgias assistidas demandarão latências extremamente baixas.

A tecnologia 5G promete massificar e diversificar a Internet das Coisas em setores como segurança pública, telemedicina, educação a distância, cidades inteligentes, automação industrial e agrícola – entre tantos outros. A exemplo do que ocorreu com o 4G, que introduziu diferentes modelos de negócios e oportunizou a chamada “era dos aplicativos”, os avanços que virão com o 5G devem ocorrer com o tempo, à medida que a indústria encontrar soluções para atender às suas necessidades e às demandas das pessoas e dos negócios.

Ao mesmo tempo em que se implanta a quinta geração, as redes 4G manterão por muito tempo papel fundamental para o acesso à banda larga móvel no Brasil. São redes com alta capacidade, que podem operar com larguras de faixa menores e áreas de cobertura maiores do que aquelas usualmente previstas para redes 5G.

Convivências tecnológicas

A proposta considerou que a opção pela migração das transmissões de sinais de TV aberta por satélite (TVRO, as antenas parabólicas) para a Banda Ku, melhor atende aos objetivos da política pública objetivada com o certame. Para viabilizar a convivência entre TVRO e sistemas terrestres, a solução da migração dependerá da troca integral de equipamentos de recepção pelos atuais usuários.

O prazo para distribuição, aos usuários, dos kits de recepção da Banda Ku será de 18 meses. Assim, haverá transmissões simultâneas dos canais escolhidos na Banda C e no satélite selecionado, durante esse prazo – que pode ser prorrogado mediante decisão do GAISPI, por prazo não superior a 31 de dezembro de 2025.

O GAISPI é o Grupo de Acompanhamento da Implantação das Soluções para os Problemas de Interferência na faixa de 3.626 a 3.700 MHz (GAISPI) e será formado por representantes das proponentes vencedoras nos lotes regionais de 3,5 GHz e das exploradoras de direito de exploração de satélite. Entre as atribuições do GAISPI está incluída a possibilidade de antecipação do uso da subfaixa de radiofrequência de 3.300 MHz a 3.700 MHz.

Quanto à compatibilização com sistemas de satélite, nos custos de ressarcimento serão considerados (i) a execução das atividades de desocupação da faixa e remanejamento de sinais para Banda C tradicional (3.700 MHz a 4.200 MHz) ou outras faixas; e, (ii) custos de instalação de filtros de radiofrequências para mitigação de interferências em estações receptoras profissionais.

Ainda no ressarcimento, servirá de baliza para definição do valor, as estações cadastradas no banco de dados da Anatel e a lógica a ser adotada leva em conta a necessidade de realocação as estações de ativas no momento, não se considerando que há qualquer tipo de direito adquirido pelo uso da faixa até o final do prazo da outorga.

Por isso, fazem jus ao recebimento, as exploradoras de direito de satélite nacional e estrangeiro, as quais comprovem: que suas estações operam na faixa de 3.625 MHz a 3.700 MHz, no Brasil; e a existência (e o quantitativo) de estações receptoras cadastradas na base de dados da Anatel.


Fonte: Anatel

Brasil lança primeiro satélite totalmente brasileiro

Amazonia-1 já está em órbita

Dia 28/02/21 foi lançado, do Centro de Lançamento Satish Dhawan Space Centre, em Sriharikota, na Índia, o satélite Amazonia-1. O horário foi às 10h24 (hora na Índia), 1h54 (horário de Brasília). O ministério da Ciência e Tecnologia considera que a operação foi um sucesso, e o primeiro satélite de observação da Terra totalmente projetado, integrado, testado e operado pelo Brasil, já está no espaço, situado numa altitude média de 752 km acima da superfície terrestre.

Uma comitiva do governo brasileiro liderada pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes acompanhou o lançamento direto da Índia. Também fizeram parte da delegação o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE/MCTI), Clezio de Nardin, o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB/MCTI) Carlos Moura além de outras autoridades brasileiras.

Segundo o ministro Pontes, “o satélite será fundamental para o monitoramento da Amazônia e outros biomas no Brasil, além de inaugurar uma nova era para a indústria brasileira de satélites”.

“O satélite executou as primeiras atividades previstas, como a abertura do painel solar, a estabilização de sua orientação em relação à Terra, a verificação preliminar de seus subsistemas e a colocação no modo de prontidão. Iniciamos neste momento a fase de teste para verificação do satélite e ajustes de sua câmera, o que permitirá obter a primeira imagem de alta resolução gerada pelo Amazonia-1”, afirmou o diretor do INPE/MCTI, Clezio de Nardin.

O Amazônia-1 é o terceiro satélite brasileiro de sensoriamento remoto em operação, junto com o CBERS-4 e CBERS-4A. O equipamento vai fornecer imagens para monitoramento da Terra. Os dados gerados também serão úteis para atender o monitoramento da região costeira, reservatórios de água, desastres ambientais e estarão à disposição da comunidade científica, órgãos de governo e quaisquer interessados.

O equipamento integra a Missão Amazônia, que tem, por objetivo, fornecer dados de sensoriamento remoto para observar e monitorar especialmente a região amazônica, além de monitorar a agricultura no pais, a região costeira, reservatórios de água e florestas (naturais e cultivadas). Há, ainda, a possibilidade de uso para observações de possíveis desastres ambientais. A Missão Amazônia pretende lançar, em data a ser definida, mais dois satélites de sensoriamento remoto: o Amazônia-1B e o Amazônia-2.

Entre os ganhos tecnológicos que a missão deverá render ao país se destacam a consolidação do conhecimento do Brasil no ciclo completo de desenvolvimento de satélites; o desenvolvimento da indústria nacional dos mecanismos de abertura de painéis solares, o desenvolvimento da propulsão do subsistema de controle de atitude e órbita na indústria nacional e a consolidação de conhecimentos na campanha de lançamento de satélites de maior complexidade.

O presidente da AEB/MCTI, Carlos Moura, comemorou o acontecimento. “O Amazonia-1 coroa um esforço que vem lá de 79, 80 para que o país fosse capaz de desenvolver um satélite próprio de sensorialmente remoto ótico.”

A transmissão completa está disponível no canal do MCTI no YouTube, em www.YouTube.com/mctic


Fonte: Ministério da Ciência e Tecnologia - Arte: Junior Miranda/Homem do Espaço

Como aumentar a presença das empresas no ambiente digital

Com o avanço da informatização, as empresas estão buscando aumentar a visibilidade nos canais digitais e fortalecer as estratégias de marketing digital. Ter presença digital não é mais uma opção para os negócios e sim uma necessidade para fomentar e atrair novos clientes. A facilidade de encontrar empresas e produtos na internet, tornou o ambiente digital a principal ferramenta usada pelos consumidores para conhecer novas opções de negócios.

Porém, utilizar esses meios não é o suficiente, é preciso construir uma autoridade no mercado. Para isso, as táticas na web precisam ser planejadas. A pandemia do novo coronavírus tem mostrado a importância do engajamento no ambiente digital, empresas que só existiam fisicamente, adentraram nas mídias digitais e conseguiram manter – ou até crescer - o faturamento. O mundo está cada vez mais conectado e o empreendedor que não acompanhar esses avanços tecnológicos poderá ficar para trás.

Para Bruna Pinheiro, especialista em marketing digital e CEO do Bruna Ateliê Digital, é possível reverter essa situação, porém, é necessário entender o quanto a presença no on-line é vantajosa para uma marca. “É importante ter em mente que a empresa deve se relacionar e se posicionar com seu público alvo a fim de construir uma autoridade é fundamental que os clientes confiem naquilo que é ofertado. Esse relacionamento com o público agrega valores e criará oportunidades de vendas”, explica Bruna.

De acordo com a especialista, aumentar a participação da empresa colabora no reconhecimento da marca, gerando mais audiência, credibilidade e reputação. A especialista salienta que os valores aplicados às estratégias de marketing não devem ser vistos como gastos, mas como investimento. Esse serviço é responsável por atrair as novas oportunidades, ressaltar valores da empresa e apresentar os diferenciais.

“Não investir no ambiente digital limita a empresa e a concorrência passa na frente. Se a empresa não sabe por onde começar e como posicionar a marca e criar uma presença digital ativa e eficaz, é possível contratar um profissional qualificado para que ele possa te auxiliar nessa jornada”, declara Bruna Pinheiros.


Fonte: Ascom Criativos