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eSocial: empresas tem prazo até 15 de fevereiro para informar dados de empregados

Brasil 09 de fevereiro de 2023

 

 

eSocial: empresas tem prazo até 15 de fevereiro para informar dados de empregados

Até o dia 15 de fevereiro é o prazo que empresas de todo o país, que possuam ao menos um colaborador, têm para enviar, via eSocial, os eventos de Saúde e Segurança do Trabalho (SST), com as informações relativas ao Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) de cada trabalhador, independentemente se o profissional está exposto a agentes nocivos.

O PPP é um formulário criado a partir das informações constantes dos eventos de segurança e saúde do trabalho enviados ao eSocial e deve ser informado por meio eletrônico e tem como finalidade comprovar o exercício de atividade especial, em que o colaborador esteja exposto a algum tipo de risco de saúde e/ou segurança laboral.

Histórico

O documento também é uma espécie de histórico trabalhista dos segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que passa a ser eletrônico, ganhou caráter de exigência desde o dia 1º de janeiro de 2023, mas apenas para períodos trabalhados a partir desta data.

Segundo a especialista trabalhista e previdenciária, Mariza Machado, o INSS incluiu o acesso ao formulário PPP eletrônico no site da autarquia e no aplicativo Meu INSS. “O Perfil substituiu outros formulários e apresenta dados do trabalhador, da empresa, descrição das atividades laborais, registros ambientais, entre outras informações”, afirma.

A especialista explica que cabe ao INSS disponibilizar o PPP eletrônico aos segurados a partir de 1º de janeiro deste ano e a empresa fica responsável pela disponibilização ao trabalhador em relação ao período anterior à implantação do PPP eletrônico, sob pena de multa a partir de R$ 3.100,06, conforme a gravidade da infração.

“Como a empresa está obrigada ao envio dos eventos de Segurança e Saúde no Trabalho ao eSocial, uma vez não entregue, estará sujeita a qualquer momento a ser multada pela fiscalização em caso de descumprimento desta obrigação”, destaca.

Além disso, é importante ressaltar que todos os empregados, trabalhadores avulsos e cooperados têm direito à emissão do PPP, e não só aqueles que estão expostos a agentes nocivos em suas atividades, salienta Mariza.

“Cabe também alertar que contadores podem fazer a transmissão dos eventos de SST ao eSocial, mas o laudo técnico que embasa as informações deve ser assinado por profissionais especializados", completa.


 Com informações da Ascom Gov BR Foto: Reprodução

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Brasil 08 de fevereiro de 2023

Do dia 13 de fevereiro a 12 de março, a Marinha do Brasil está com inscrições no processo seletivo de admissão ao Colégio Naval em 2023. O Colégio Naval é um estabelecimento de ensino da Marinha sediado em Angra dos Reis, no Estado do Rio de Janeiro, cujo propósito é selecionar alunos para o Curso de Graduação da Escola Naval.

Ao todo serão 131 vagas, sendo 119 para o público masculino e 12 para o sexo feminino. Para participar da seleção é necessário ter 15 anos completos e menos de 18 anos de idade no dia 30 de junho de 2023, ano da incorporação; ter concluído, com aproveitamento ou estar em fase de conclusão do 9º ano do Ensino Fundamental; ser brasileiro(a) nato, não ser casado(a) ou ter união estável, não ter filhos, dentre outros requisitos.

Provas

A avaliação dos candidatos será realizada com Prova Escrita Objetiva (PO) em dois dias subsequentes e está prevista para 20 e 21 de maio. A prova do primeiro dia é composta pelas disciplinas de Matemática e Inglês e no segundo, questões de Estudos Sociais e Ciências, Português e Redação.

Os classificados farão exames complementares - Inspeção de Saúde, Teste de Aptidão Física de Ingresso, Avaliação Psicológica, Verificação de Documentos e o Procedimento de Heteroidentificação Complementar à Autodeclaração.

O curso é gratuito e durante o período de estudos, o aluno receberá uma remuneração de R$ 1.398,30, conforme previsto na legislação em vigor, além de alimentação, uniforme, assistência médico-odontológica, psicológica, social e religiosa.

O valor da taxa de inscrição é R$ 100,00. O Edital pode ser acessado aqui. www.ingressonamarinha.mar.mil.br  Mais informações pelo (71) 3507-3825.


Com informações e foto da Marinha do Brasil

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Governo Federal cria Conselho Social com participação popular

Brasil 02 de fevereiro de 2023

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou na terça-feira, 31/01, decretos que criam o Conselho de Participação Social e o Sistema de Participação Social Interministerial. O intuito do governo é manter a participação permanente dos movimentos sociais e organizações da sociedade civil na construção de políticas públicas. Já o Sistema institui uma Assessoria de Participação Social e Diversidade em cada um dos ministérios, que serão coordenadas pela Secretaria-Geral da Presidência da República.

Políticas Públicas

Lula ressaltou a importância da sociedade civil para a implementação de políticas públicas. “Esse conselho vai servir para nos ajudar a reconstruir ou construir uma coisa nova. A proposta consiste em uma participação popular efetiva onde vocês sejam tratados em igualdade de condições. Que vocês possam dizer ‘sim’ e também possam dizer ‘não’ e serem respeitados em ambos os casos. Sempre ouviremos nossos companheiros de luta que nos ajudaram a construir o que foi preciso para chegarmos à Presidência da República”, declarou.

Na ocasião, estiveram presentes diversas autoridades, como o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Márcio Macedo; o ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), Silvio Almeida; e a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva.


Com inforrmações e foto da Ascom Gov BR

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Empossado, Mercadante promete BNDES verde, inclusivo e tecnológico

Brasil 08 de fevereiro de 2023


Aloizio Mercadante foi empossado presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), na segunda-feira, dia 6 de janeiro. Em seu discurso, acompanhado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em cerimônia no Rio de Janeiro, firmou o compromisso de um banco verde, inclusivo, tecnológico, digital e industrializado.

Para cumprir a meta, Mercadante revelou que o banco pretende privilegiar o investimento em empresas de menor porte, que detém grande parte da força de trabalho do país. "Vamos apoiar com mais determinação o crescimento e desenvolvimento das micro, pequenas e médias empresas, que são grandes geradoras de emprego e renda. Precisamos impulsionar a digitalização dessas empresas por meio de ações conjuntas com parceiros tecnológicos", revelou.

Parcerias

 O novo presidente do banco também entende que um dos pontos importantes para o desenvolvimento nacional é uma rede econômica que englobe parcerias público-privadas. “Não pretendemos ficar disputando mercado com o sistema financeiro privado. Não é o papel do BNDES. Precisamos de parcerias e o BNDES pode contribuir para reduzir risco, abrir novos mercados, alongar prazos e elaborar bons projetos para os investimentos privados", explicou.

Um aporte financeiro de R$ 65 bilhões aprovado por lei e em parceria com instituições financeiras privadas pretende dar suporte às empresas e às cooperativas de economia solidária, por meio de crédito indireto do banco e alavancagem via garantias por crédito privado.

Fomento

Mercadante também falou do  enorme potencial industrial brasileiro e como o Banco Nacional do Desenvolvimento foi fundamental para elevar o patamar econômico do País e prevê a ampliação do setor industrial como meio de fomento à transformação econômica nacional. O presidente do BNDES ainda salientou que considera urgente um posicionamento mais protagonista do Brasil entre as grandes potências mundiais.

"Noventa e oito por cento do mercado existente no mundo está fora do Brasil. Para serem competitivas, as empresas brasileiras precisam disputar esse mercado, ganhar escala, competitividade, eficiência. Essa é uma pauta fundamental para o futuro do BNDES, da indústria e do Brasil. Nós precisamos exportar e ganhar escala e fazer a integração às cadeias globais de valor", reiterou, dizendo que considera a implantação de um sistema de financiamento que contemple todos os estágios da negociação para exportação.

 As políticas ambientais responsáveis também fizeram parte de seu discurso. “Nesse contexto, respeitar a preservação ambiental e criar oportunidades para o desenvolvimento de uma cadeia energética limpa também estão entre as prioridades das novas políticas do banco. Precisamos enterrar de vez o obtuso negacionismo climático que nos tornou o grande vilão ambiental do planeta. É preciso apoiar a transição justa para a economia de baixo carbono. Não existirá futuro sem preservar a Amazônia e outros biomas", declarou.

Na vertente da inclusão social, Mercadante ressaltou que o BNDES tem o desafio de ser promotor de uma sociedade mais justa por meio das suas linhas de crédito e das ações de fomento. “Vamos enfrentar as enormes desigualdades de gênero e de raça, chagas históricas que nos marcam profundamente. A agenda de gênero e de enfrentamento ao racismo estrutural será a estratégia de negócio do BNDES", finalizou.


 Com informações e fotos da Ascom do BNDES

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Segurança Pública é pauta de reunião entre ministro e secretários de todo o país

Brasil 30 de janeiro de 2023

Sistema Único de Segurança Pública, distribuição e execução do Fundo Nacional, retomada do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci).política de armas e crimes contra o Estado Democrático de Direito foram algumas das pautas de uma reunião entre , o ministro Flávio Dino (Justiça e Segurança Pública) e secretários de Segurança Pública de todos os estados e do Distrito Federal, na quinta-feira, dia 26 de janeiro.

O objetivo da reunião foi fortalecer as ações integradas em torno da segurança pública no País, neste primeiro, de uma série de encontros. Na ocasião, Dino acrescentou que as aquisições e repasses de equipamentos e materiais para os estados será tema de discussão, bem como a política de armas — e os crimes contra o Estado Democrático de Direito — e a política sobre drogas.

O encontro contou com a participação de diversos representantes da Pasta, entre eles o secretário Nacional de Segurança Pública, Tadeu Alencar; o secretário-executivo e atual interventor federal na Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, Ricardo Cappelli; e a secretária Nacional de Políticas Sobre Drogas e Gestão de Ativos, Marta Machado.

Repasse 

O ministro reiterou que buscará formas de acelerar a execução dos repasses de verbas federais aos estados, explicando que há mais de R$ 2 bilhões que precisam ser destravados.

"Temos hoje um represamento de recursos que constitui algo indesejável. Temos aproximadamente R$ 2,3 bilhões, já repassados nos últimos anos para os fundos estaduais que, por dificuldades burocráticas, não conseguiram ainda alcançar os seus intentos e resultados na melhoria dos serviços de segurança pública", declarou.

Legislação

Outra informação do ministro é que o Governo Federal não pretende alterar a legislação vigente relacionada à política de armas. Conforme explicou, o propósito do poder público é garantir uma regulação definitiva sem mexer na lei, mas em nível infralegal (decretos, portarias) abrangendo, por exemplo, essa temática sobre armas de uso permitido, armas de uso restrito, quantitativos; porque isso impacta muito fortemente na segurança pública e no combate às organizações criminosas.

"Essa regulamentação vai se dar de modo participativo. A intenção de receber indicação de representantes das secretarias de Segurança Pública dos estados, para junto conosco debaterem essa proposta a ser apresentada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva”, ressaltou.

Em relação aos crimes contra o Estado Democrático de Direito, o ministro salientou que o presidente, quando considerar oportuno, vai encaminhar ao Congresso Nacional  o pedido para que haja o exame de algumas situações, abrangendo a questão do Distrito Federal.

Internet

Já em relação ao ambiente da internet, o ministro que o assunto deve ser discutido com profundidade, para que não haja qualquer confusão com restrição à liberdade de expressão, mas que ‘não pode ser um vale-tudo’. Ele ainda ressaltou a importância do debate sobre a criação de ‘obrigações jurídicas’ para as plataformas na internet que propagam conteúdo de estímulo a atos criminosos.

"Terrorismo político não é videogame e não é algo que seja imune de consequências gravíssimas, inclusive no terreno material, porque não existe liberdade de expressão para quem comete crimes. Nós temos uma regulação já no Código Penal, um capítulo aprovado pelo Congresso Nacional, relativo aos crimes contra o Estado Democrático de Direito. Nós temos uma lei sobre terrorismo votada no Brasil e, obviamente, a internet não pode ser um território livre para a perpetração e o nascimento de itinerários criminosos a estes tipos penais e outros", finalizou.


Com informações e fotos da Ascom Gov BR 

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