Economia Solidária ganha espaço próprio no Centro de Porto Seguro

A partir deste sábado, 11/09/21, Porto Seguro conta com um Centro Público de Economia Solidária (Cesol).  O projeto é uma iniciativa do Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre).

O espaço é multifuncional e oferece ações de assessoria técnica, apoio à comercialização e comunicação, microcrédito assistido, qualificação e distribuição de insumos e equipamento para grupos, associações e cooperativas do território da Costa do Descobrimento e do extremo sul baiano. Os empreendimentos beneficiados serão inseridos em redes de comercialização, em mercados convencionais e nas lojas fomentadas e apoiadas pelo Cesol.

Além disso, no vai funcionar uma loja para comercialização de produtos de 88 empreendimentos econômicos solidários, de 21 municípios baianos. A iniciativa deve beneficiar diretamente cerca de 1.500 famílias.

Municípios

O Cesol Porto Seguro contem os municípios de Belmonte, Eunápolis, Guaratinga, Itabela, Itagimirim, Itapebi, Porto Seguro, Santa Cruz Cabrália, Alcobaça, Caravelas, Ibirapoã, Itamaraju, Itanhém, Jucuruçu, Lajedão, Medeiros Neto, Mucuri, Nova Viçosa, Prado, Teixeira de Freitas e Vereda. A gestão do espaço será realizada pela organização social Associação Beneficente Josué de Castro. O Cesol fica na av. Portugal, 224, no Centro de Porto Seguro.


Com informações e foto da Secom-BA

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IPTU Verde dá desconto no imposto para quem tem energia solar

A lei do “IPTU Verde” foi sancionada na segunda, 13/09/21, pelo prefeito de Porto Seguro, Jânio Natal. Pelo texto, que tem por objetivo a preservação do meio-ambiente, o contribuinte pode ter desconto de até 20% sobre o valor anual do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano).

Para ter direito ao desconto total, é preciso atender a algumas regras ambientais: ter sistema de energia solar implantado no imóvel para atender a todo o seu consumo; sistema solar de aquecimento de água nos chuveiros; coletor de água da chuva, para aproveitamento no uso diário do imóvel; ter, nos vasos sanitários, o sistema de regulação de descargas; ter sistema sensor de presença, para economizar energia; além de esgotamento sanitário na residência, via rede coletora ou fossa ecologicamente correta.

Parciais

Os imóveis que não atenderem todos os requisitos terão descontos parciais. O benefício é cumulativo para quem paga o imposto em cota única com 10% de desconto e será válido a partir de 2022. Para tanto é necessário apresentar documentação que comprove os itens constantes da lei à Secretaria de Finanças, anualmente, até o final do mês de setembro.


Com informações da Secom Porto Seguro

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Jardins comestíveis, agricultura sintrópica e bioconstrução são termos novos que os moradores de Santo André, em Santa Cruz Cabrália, vão passar a ouvir e entender com mais frequência. Ao menos no que depender de Carla Mott Ancona, diretora da agência de projetos sustentáveis MAPS e moradora da vila.

Com a perspectiva de retomada gradual das atividades à medida que aumenta a imunização contra a Covid-19, ela já deu início à mobilização de pessoas e coletivos interessados em promover práticas sustentáveis que tragam benefícios diretos aos cerca de 800 habitantes de Santo André e impactem também os milhares de turistas que visitam esse pequeno pedaço do paraíso.

Ancona faz parte de um movimento que reúne grupos distintos que trabalham pela regeneração da natureza - que iniciou na agricultura e agora avança para outras áreas como o turismo e os negócios - e a inclusão e desenvolvimento da população local como uma das principais beneficiadas desse processo. Para divulgar e ampliar o movimento, estão sendo organizadas oficinas online e o MAPS Fórum 2021, de 14 a 16/09/21.

Uma das oficinas que estão previstas é ensinar a gestão de resíduos e o plantio de alimentos orgânicos para consumo familiar ou geração de renda extra aos moradores. “As técnicas sustentáveis vêm se desenvolvendo e se atualizando de uma forma muito rápida. Aliadas à utilização consciente e respeitosa de nossos recursos naturais, podem gerar grandes transformações em comunidades menores que ainda mantêm suas características originais”, diz Ancona, que se mudou para Santo André para abrir o Projeto Colmeia, depois de trabalhar vários anos no turismo convencional.

Ela imagina que Santo André, que está inserida da APA Santo Antônio, pode se tornar um exemplo de práticas regenerativas e de turismo regenerativo no litoral do Extremo Sul da Bahia, principalmente porque a vila é favorecida pelo sossego das praias desertas, acesso limitado pela balsa que cruza o rio João de Tiba e a distância de 24 km até o aeroporto em Porto Segura.

MAPS Fórum 2021

Acontece de 14 a 16 de setembro/21, de forma online, o MAPSs Fórum 2021. O evento tem como tema “RegenerAÇÃO JÁ! Um Passo além da Sustentabilidade” e pretende debater iniciativas regenerativas que vêm beneficiando comunidades, preservação ambiental, plantio e organizações.

Os convidados vão compartilhar histórias, vivências, impressões e conhecimento de práticas regenerativas bem-sucedidas que estão contribuindo não apenas para a conservação e regeneração ambiental, mas melhorando realidades socioeconômicas locais, além de possibilitar a geração de renda e a promoção da autoestima dos envolvidos no processo.

Para as ações socioambientais na vila de Santo André, a organização da MAPS Fórum 2021 está pedindo contribuições de R$ 50,00 que podem ser parceladas em 12 vezes na plataforma Sympla ()

Os debates serão transmitidos pelos canais digitais da MAPS.

PROGRAMAÇÃO MAPS FÓRUM 2021

Interser

Dia 14/09 (terça)

19h às 19h45 - WEBINAR

Ailton Krenak - ativista socioambiental, escritor e filósofo da etnia indígena krenak

20h às 21h15 - PAINEL

Monja Waho - Ordem Sotozen do Japão (zen budista) e e Sala Therigatha de zazen

Walter Steenbock - engenheiro agrônomo, autor de “Agroflorestando o mundo do facão ao trator”

Emmanuel Khodja - coordenador da Gaia Education Brasil, que incentiva a sustentabilidade pela educação / Ecovila Terra Una – RJ


Comunidades e empresas que regeneram

Dia 15/09 (quarta)

19h às 19h45 - WEBINAR

Tânia Cosentino - presidente da Microsoft Brasil

20h às 21h15 - PAINEL

Lia Andrade de Souza - líder na comunidade vila Nova Esperança, bairro modelo de sustentabilidade – SP

Fabio Beneduce - coordenador do Instituto Tecnólogico Vocacional Avançado, que aplica metodologia inovadora de ensino e aprendizado - CE

Rodrigo Cunha - autor de “Humanos de Negócios” e TEDxSpeaker – SP


Regeneração Já

Dia 15/09 (quinta)

19h às 19h45 - WEBINAR

Mediação do antropólogo e permacultor Bento Cruz José Rebello - coautor de “Agricultura Sintrópica segundo Ernst Götsch” e fundador do Cepeas (agricultura sintrópica para pequenos e grandes produtores) - GO

20h às 21h15 - PAINEL

Mediação da jornalista Lea Penteado - vice-presidente do Conselho de Turismo de Santa Cruz Cabrália

Carla Mott Ancora - diretora da MAPS / Projeto Colmeia (turismo regenerativo) - BA

Jean-Philippe Marelli - Projeto Arimugue (agricultores que promovem a agroecologia na vila de Santo André) - BA

Jânio Alcântara - Amasa (Associação de Moradores Amigos de Santo André) – BA


 Com informações da Assessoria de Imprensa da MAPS

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La Torre Resort adota  biodigestor para minimizar lixo orgânico

O Resort La Torre adotou uma tecnologia pioneira em Resorts para minimizar o impacto da geração de lixo: é o biodigestor. Com isso, o hotel deverá, até o fim do ano, dispensar 40 toneladas de orgânicos dos aterros.

A ‘lixeira inteligente’, fruto da parceria entre o resort e a empresa Eco Circuito, transforma o material orgânico inserido na máquina, em líquido com destinação automática para a rede de tratamento de esgoto. Segundo o Ceo do La Torre, Luigi Rotunno, este é mais uma das medidas para se tornar uma empresa carbono zero em 2022, compromisso assumido pelo hotel. “O uso do biodigestor é mais uma dessas ações. Somos uma empresa ESG e buscamos sempre minimizar os impactos no meio ambiente, contribuindo para a construção de um mundo mais sustentável”, comentou.

Comida

Dos cerca de 50% dos resíduos depositados em aterros sanitários de todo o País, a maior arte é resto de comida, o que se torna um grave problema, pois esse lixo produz o chorume, que é um dos responsáveis pela contaminação do solo e da água, além de, no processo de decomposição produzir gases que intensificam o efeito estufa.

Com a aquisição do biodigestor, o La Torre cria um ambiente cada vez mais sustentável, além de tirar a dependência de uso de sacos plásticos de lixo e todo impacto externo do descarte. A capacidade diária do equipamento é de 300kg, o que deve impactar 100 toneladas de lixo produzidas pelo resort anualmente e que deixarão de ter como destino o aterro sanitário.


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Guia orienta cidades como investir no uso de energia solar

Painéis com placas fotovoltaicas instaladas no Salão de Atos do Parque Barigui, em Curitiba, para geração de energia solar

Gestores de municípios interessados em montar usinas de energia solar fotovoltaica contam agora com uma importante ferramenta de apoio. Acaba de ser lançado um guia de propostas para as cidades brasileiras avançarem no desenvolvimento de políticas públicas para o uso da energia solar, ampliando os modelos de desenvolvimento econômico, social e ambiental. O projeto é fruto de cooperação internacional entre a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) e o C40 Cities Finance Facility (CFF).

Os relatórios apresentados no documento trazem uma visão geral da situação atual da energia solar fotovoltaica no Brasil, cobrindo os benefícios socioeconômicos, ambientais e estratégicos da tecnologia. Descrevem como os municípios podem avaliar diferentes modelos de negócios para a implantação da energia solar fotovoltaica e fornecem um guia passo-a-passo sobre como planejar e desenvolver projetos fotovoltaicos, incluindo legislação, governança e aspectos técnicos.

“Nosso principal propósito com esta ação estratégica junto aos parceiros do C40 é apoiar os municípios brasileiros na elaboração, adoção e implementação de políticas públicas, programas e incentivos que acelerem a participação da energia solar fotovoltaica junto à sociedade brasileira, contribuindo para uma recuperação econômica sustentável dos municípios do País”, esclarece Rodrigo Sauaia, presidente executivo da ABSOLAR.

“A proposta é, portanto, fornecer aos gestores municipais, tomadores de decisão e funcionários públicos informações que serão úteis para planejar, projetar, financiar e implementar sistemas fotovoltaicos solares. As cidades têm um potencial enorme para liderar a transição energética, aumentando a eficiência energética e a geração distribuída por fontes renováveis primeiro nos prédios públicos, dando o exemplo, e em seguida no setor privado, por meio de campanhas de conscientização, capacitação, legislação e incentivos”, conclui Alexandre Schinazi, Diretor Técnico da Mitsidi Projetos, líder do projeto da equipe de consultoria que desenvolveu o relatório.

“Os municípios no Brasil estão começando a apreciar os muitos benefícios do desenvolvimento de projetos solares fotovoltaicos. Além da economia nos custos de eletricidade, de novos empregos gerados e de um potencial impulso à imagem pública de qualquer administração, a energia solar fotovoltaica também pode reduzir as emissões de poluentes e gases de efeito estufa, compensando o uso de fontes não renováveis, tais como carvão, petróleo e gás”, acrescenta Ilan Cuperstein, Diretor Regional Adjunto para a América Latina do C40 Cities Climate Leadership Group.

“Estamos prontos para colaborar em diferentes iniciativas junto ao ecossistema decisório brasileiro, incluindo mobilizar e engajar instituições nos governos municipal, estadual e federal, setor privado, instituições acadêmicas e organizações da sociedade civil”, complementa Sauaia. “De fato, o Brasil tem o potencial de se tornar um líder global no uso da energia solar fotovoltaica. As horas e a intensidade do sol são altas em todo o País o ano todo, bem como os preços dos sistemas caíram nos últimos anos. Estes fatores contribuíram para a adoção exponencial desta tecnologia no País”, comenta João Fávaro de Oliveira, Assessor Sênior de Projetos da CFF no Brasil.

Segundo mapeamento da ABSOLAR, o mercado fotovoltaico no Brasil é responsável pela criação de mais de 275 mil empregos e cerca de R$ 48,5 bilhões em investimentos privados. O uso da tecnologia nos telhados, pequenos terrenos e nas grandes usinas centralizadas já mitigou mais de 9,9 milhões de toneladas de gases do efeito estufa na atmosfera.

Principais pontos da cartilha

- Situação atual da energia solar fotovoltaica no Brasil

- Benefícios da energia fotovoltaica para os municípios

- Leis e regulamentos do setor no Brasil

- Modelos de negócios que podem ser adotados pelos municípios brasileiros

- Governança e planejamento inicial de projetos solares municipais

- Avaliações de viabilidade técnica e econômica

- Guia para projetar e desenvolver sistemas solares

- Casos de sucesso do Brasil

Acesse aqui a cartilha na íntegra.

O que é o CFF?

O CFF é uma colaboração do C40 Cities Climate Leadership Group e da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH. O CFF apoia cidades em emergentes a desenvolver projetos prontos para financiamento para reduzir as emissões que limitam o aumento da temperatura global a 1,5 ° C acima dos níveis pré-industriais e fortalecer a resiliência contra os impactos do aquecimento do clima.

O CFF é financiado pelo Ministério Federal Alemão para Desenvolvimento Econômico e Cooperação (BMZ), pelo Departamento de Negócios, Energia e Estratégia Industrial (BEIS) do Reino Unido e pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID).

Na fase atual, o CFF tem apoiado o Rio de Janeiro e Curitiba em projetos inovadores de energia solar. A ABSOLAR, que representa e promove o setor solar fotovoltaico no Brasil, tem sido, por sua vez, um dos principais impulsionadores da implementação acelerada da tecnologia fotovoltaica no Brasil, que em 2020 se tornou um dos dez maiores países do mundo com maior potência adicionada anual da fonte solar fotovoltaica no exercício.


Fonte: Thiago Nassa / Assessoria de Imprensa ABSOLAR - Foto: Daniel Castellano / SMCS

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