Turistas
reforçam denúncias de pai contra o
HLEM
Algumas pessoas
vêm reclamando da situação de
atendimento e de alguns serviços prestados
pelo Hospital Luiz Eduardo Magalhães. No dia
1º de outubro o Senhor Álvaro Henrique
Santos, namorado de uma gestante mãe do seu
filho afirma que sua namorada deu entrada no hospital
as 02:30 hs. Segundo ele, a gestante sentia fortes
dores perdendo líquido, já em trabalho
de parto.
Ele afirma que
a gestante ficou o dia 1º todo e só no
dia seguinte, após ele procurar a direção
do hospital é que fizeram uma cesariana na
gestante, porque o tempo todo o médicos estavam
tentando fazer o parto normal. Mesmo assim levaram
a gestante para a sala de cirurgia e ficaram por mais
duas horas forçando o parto natural. Depois
de duas horas, quando eles não tinham mais
como tentar o parto normal, resolveram fazer a cesariana.
Segundo Álvaro,
a criança nasceu com falta de oxigênio
e foi para a incubadora na mesma hora, pois a criança
tinha nascido praticamente morta, por ter passado
da hora de nascer. “Pelo menos foi isso que
o médico assumiu e no dia seguinte quando cobrei
explicação dele, no calor da discussão
ele assumiu que a criança teve sofrimento fetal,
porque passou da hora de nascer”, afirma Álvaro.
Além
desse caso, o senhor Álvaro afirma já
ter conhecimento de tantos outros e que com certeza
reforçará as suas denúncias.
As denúncias
contra o hospital não param por aí,
um casal de turistas do Rio Grande do Sul Francisco,
Edson Bezerra portador do documento 251422377134.
Afirma ele que foi ao hospital fazer uma visita ao
filho de um guia local, que tinha acabado de nascer
e deparou com uma situação muito constrangedora.
Francisco conta
que uma senhora, aparentando ter 45 anos, por nome
Maria D ajuda Araújo, chegava ao local grávida,
segurando a barriga, com dores e sangrando. Ela tentava
ser atendida apresentando um documento (papel azul)
mas a atendente informou que aquele papel não
era adequado para o atendimento da grávida,
afirmando que não podia ajudar aquela senhora.
Diante da situação, a esposa do turista
Francisco dirigiu-se até a assistente social
pedindo ajuda. Depois de toda uma situação
de constrangimento, conseguiu a guia que um dos atendentes
disse que era necessária. Somente depois de
todo um problema criado foi que a grávida foi
conduzida para ser feita a ultra-sonografia.
As denúncias
contra o hospital já se encontram no Ministério
Público, de onde os denunciantes esperam uma
atitude na questão de se melhorar o serviço
e atendimento do hospital.