Porto Seguro - Bahia - Brasil - Quarta-feira, 7 de janeiro de 2009.
 

18/10/2007





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Turistas reforçam denúncias de pai contra o HLEM

Algumas pessoas vêm reclamando da situação de atendimento e de alguns serviços prestados pelo Hospital Luiz Eduardo Magalhães. No dia 1º de outubro o Senhor Álvaro Henrique Santos, namorado de uma gestante mãe do seu filho afirma que sua namorada deu entrada no hospital as 02:30 hs. Segundo ele, a gestante sentia fortes dores perdendo líquido, já em trabalho de parto.

Ele afirma que a gestante ficou o dia 1º todo e só no dia seguinte, após ele procurar a direção do hospital é que fizeram uma cesariana na gestante, porque o tempo todo o médicos estavam tentando fazer o parto normal. Mesmo assim levaram a gestante para a sala de cirurgia e ficaram por mais duas horas forçando o parto natural. Depois de duas horas, quando eles não tinham mais como tentar o parto normal, resolveram fazer a cesariana.

Segundo Álvaro, a criança nasceu com falta de oxigênio e foi para a incubadora na mesma hora, pois a criança tinha nascido praticamente morta, por ter passado da hora de nascer. “Pelo menos foi isso que o médico assumiu e no dia seguinte quando cobrei explicação dele, no calor da discussão ele assumiu que a criança teve sofrimento fetal, porque passou da hora de nascer”, afirma Álvaro.

Além desse caso, o senhor Álvaro afirma já ter conhecimento de tantos outros e que com certeza reforçará as suas denúncias.

As denúncias contra o hospital não param por aí, um casal de turistas do Rio Grande do Sul Francisco, Edson Bezerra portador do documento 251422377134. Afirma ele que foi ao hospital fazer uma visita ao filho de um guia local, que tinha acabado de nascer e deparou com uma situação muito constrangedora.

Francisco conta que uma senhora, aparentando ter 45 anos, por nome Maria D ajuda Araújo, chegava ao local grávida, segurando a barriga, com dores e sangrando. Ela tentava ser atendida apresentando um documento (papel azul) mas a atendente informou que aquele papel não era adequado para o atendimento da grávida, afirmando que não podia ajudar aquela senhora.
Diante da situação, a esposa do turista Francisco dirigiu-se até a assistente social pedindo ajuda. Depois de toda uma situação de constrangimento, conseguiu a guia que um dos atendentes disse que era necessária. Somente depois de todo um problema criado foi que a grávida foi conduzida para ser feita a ultra-sonografia.

As denúncias contra o hospital já se encontram no Ministério Público, de onde os denunciantes esperam uma atitude na questão de se melhorar o serviço e atendimento do hospital.