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IBAMA combate exploração animal em circos


O CETAS (Centro de Triagem de Animais Silvestres) do IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), de Porto Seguro, e o GAP (Projeto Grandes Primatas), de Sorocaba, interior de São Paulo, trabalham juntos no projeto “Grandes Primatas”, que visa combater a exploração de animais nos circos de Porto Seguro.
A parceria é antiga e começou em 2009, quando o IBAMA em um circo em Porto Seguro, no distrito de Arraial D’Ajuda, o urso “Faze”, que teve seus dentes arrancados de maneira covarde. Além disso, o urso foi encontrado consumindo refrigerantes e com movimentos repetitivos. Não apenas o urso “Faze”, mas diversos animais foram apreendidos pelo IBAMA e transferidos para os cuidados do GAP para que pudessem se recuperar.
Outro exemplo é o tigre “Simba”, que foi encontrado em uma jaula abandonada também em Porto Seguro e foi levado para o GAP. Lá o tigre convive com outros animais como leões e chimpanzés, longe de predadores e exploradores.
De acordo com a coordenadora do CETAS do IBAMA, em Porto Seguro, Ligia Ilg, o trabalho em conjunto do IBAMA e do GAP é fundamental no combate à exploração ilegal de animais em circos porque exige cuidado não apenas com a vida dos bichos, mas também todo um preparo especial dos agentes de fiscalização com os equipamentos adequados para que seja feita de maneira correta o transporte dos animais.
O GAP doou ao IBAMA de Porto Seguro gaiolas produzidas especialmente para o transporte de animais como leões, tigres e chimpanzés para com isso aumentar o poder de fiscalização dos agentes no combate aos circos e zoológicos clandestinos espalhados por toda a região.
Para o microbiologista Pedro Ynterian, presidente do GAP, é importante investir em parcerias como essa para que o público tenha uma nova percepção da necessidade de nos preocuparmos com os direitos dos animais. Para ele a exploração ilegal desses animais em espetáculos clandestinos e até mesmo para fins comerciais é uma atitude condenável, pois é necessário que esses bichos tenham direito a viver em liberdade.

Com informações IBAMA/BA e Projeto GAP


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